sábado, 25 de outubro de 2014

Dilma passou pelo teste da Globo

Por Renato Rovai, em seu blog:

O debate da Globo tem características diferentes dos de outras TVs e portais. Ele conta com a presença dos chamados indecisos. Esses eleitores fazem perguntas mais programáticas, mas ao mesmo tempo quebram um pouco o ritmo do enfrentamento entre os candidatos. Até por isso, o debate da Globo foi menos eletrizante que os anteriores. E isso favoreceu a presidenta Dilma.

Dilma neutraliza bala de prata na Globo

Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

A famosa “bala de prata”, que poderia modificar os votos dos indecisos, foi neutralizada de cara pela presidente Dilma Rousseff, já na abertura do debate da TV Globo.

Ela atacou a credibilidade não só da revista Veja, como também da IstoÉ, que mais uma vez neste fim de semana fez jus ao apelido jocoso de QuantoÉ.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Jovens protestam diante da sede da Veja

Por Altamiro Borges

Na noite desta sexta-feira (24), militantes da União da Juventude Socialista (UJS) realizaram uma manifestação pacífica diante da sede da Editora Abril, na capital paulista. O objetivo do ato foi protestar contra a mais nova tentativa golpista da revista Veja, que acusou de forma criminosa e leviana a presidente Dilma e o ex-presidente Lula no caso da Petrobras. Os jovens estenderam uma faixa no portão da empresa - "A Veja mente" -, picaram e jogaram no lixo exemplares do panfleto e, do alto de um caminhão de som, fizeram pronunciamentos contra a farsa montada pela publicação a três dias do segundo turno da eleição presidencial.

O antijornalismo da revista 'Veja'

Por Jean Wyllys, em seu perfil no Facebook:

Diante das pesquisas que apontam uma iminente vitória de Dilma no domingo, a Veja (a revista que transformou o corrupto e então senador Demóstenes Torres em paladino da ética pública e cujo "repórter investigador" obtinha as "informações" para suas matérias por meio de grampos ilegais feitos por Carlinhos Cachoeira, o comandante do mega-esquema de corrupção envolvendo o PSDB em Goiás e do qual Demóstenes Torres era parte), essa revista que faz um anti-jornalismo, já preparou uma capa tendenciosa e com o objetivo claro de derrubar Dilma e favorecer Aécio Neves. A capa diz respeito ao batido caso Petrobras e às declarações do "delator premiado". Nenhuma surpresa até aqui (e também é óbvio que os telejornais da Globo darão amplo destaque ao "furo" de Veja).

'Veja' faz muito mal à saúde

http://desesperodaveja.tumblr.com/
Por Valter Pomar, em seu blog:

Faz parte.

Gastei parte da minha manhã lendo a revista Veja.

Chamo de revista porque estudei artes gráficas e opto pelo termo técnico.

Não fora isto, chamaria de outra coisa.

Lida capa e miolo, não há dúvida de que se trata apenas de um panfleto eleitoral contra a reeleição de Dilma, contra Lula e contra o PT.

O autoritarismo do "censor" Aécio Neves

Foto: SJSP/ Cadu Bazilevski
Por Felipe Bianchi, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

A fama de ‘censor’ que o presidenciável tucano Aécio Neves carrega em Minas Gerais, estado que governou por 12 anos, foi tema de debate na noite desta quarta-feira (22), em São Paulo. Jornalistas e sindicalistas lembraram diversos casos de censura e demissões ocorridos ao longo de seu governo, ressaltando a ameaça que sua candidatura significa para a liberdade de expressão e fazendo um alerta: “Precisamos contar quem é Aécio, pois a grande mídia não o faz”.

Bomba! As novas denúncias da Veja


Laerte e a revista 'Perce' Veja


Dilma detona criminosos da Veja

Capa da Veja foi obrada na Globo

Por Renato Rovai, em seu blog:

A previsibilidade da mídia tradicional é algo pior do que o ódio do PSDB

A capa daquela revista chamada de Veja foi produzida no Jardim Botânico, na sede da Rede Globo de Televisão.

É uma espoleta. Vale tanto quanto uma nota de três reais.

A 'venda casada' entre a Veja e o JN

Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

Em 2006 eu era repórter da TV Globo de São Paulo. Foi a primeira cobertura de eleição presidencial de minha carreira. Minha tarefa nas semanas finais da campanha foi a de acompanhar o candidato tucano Geraldo Alckmin. De volta à redação paulista da emissora, ouvia reclamações de colegas sobre a cobertura desigual. As reclamações partiam de uma dúzia de colegas, alguns dos quais continuam na Globo.

Para entender a crise da água em SP

Da revista CartaCapital:

A crise de abastecimento que assola o estado de São Paulo, em especial a capital, entrou de vez no debate eleitoral nacional. O problema é resultado da falta de planejamento do governo Paulista diante da – prevista – pior estiagem desde 1953. Hoje, a principal fonte de captação de água da Região Metropolitana de São Paulo, o Sistema Cantareira, está com apenas 3% de sua capacidade e, segundo o Datafolha, 67% dos paulistanos já sofrem com a falta d’água. Tire suas dúvidas sobre a situação:

Aécio e a estrada da família Marinho



Por Joaquim de Carvalho, no blog Diário do Centro do Mundo:

Em 2001, quando era governador de Minas Gerais, Itamar Franco recebeu a sugestão de asfaltar uma antiga estrada no interior do estado, que liga os municípios de Botelhos, na região de Poços de Caldas, a Alfenas. A obra foi à licitação, mas, depois de concluído o processo, Itamar optou por não fazer a pavimentação, pois, segundo disse ao então prefeito de Poços de Caldas, entendia que não era prioridade para Minas.

A esquerda e o segundo turno no Brasil

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Por Atilio A. Boron, no jornal Brasil de Fato:

Obedecendo a uma ordem direta de Adolf Hitler, em 18 de Agosto de 1944, Ernst Thälmann morria fuzilado pelas SS no campo de concentração de Buchenwald. Seu corpo foi imediatamente cremado, para que não sobrasse qualquer vestígio de sua passagem por este mundo. Thälmann havia chegado a este tétrico lugar depois de passar onze anos de sua vida na prisão de Bautzen, para onde fora enviado quando a Gestapo o deteve – assim como a milhares de seus camaradas – pouco depois da ascensão de Hitler ao poder, em 1933.

"PT Malvado" contra o "Pobre Tucano"

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Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

Em busca de uma razão para explicar a nova onda vermelha de Dilma e o derretimento de Aécio, na antevéspera da eleição presidencial, a velha imprensa familiar criou uma narrativa comum que, de tão fantástica, lembra a literatura de cordel: "A Peleja do PT Malvado contra o Pobre Tucano".

Não é piada. Aécio nomeou até o pai!

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

O nepotismo de Aécio Neves é uma coisa tão monstruosa que parece até piada. Mas não é. Ele, de fato, carregou a parentalha toda para dentro do governo.

Irmã, tios, primas, e agora sabemos que até o pai ganhou a sua parte.

Aécio o nomeou para o conselho da Cemig, a estatal que cuida da energia do estado de Minas.

'Veja': cômica, se não fosse criminosa

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:



A revista Veja seria ridícula, como a comparação das capas acima – a que vai para as bancas amanhã e a que envia, pelo Facebook, meu velho professor da Escola de Comunicação Evandro Ouriques.

Seria, se não fosse criminosa.

O ódio conservador nas ruas e nas redes

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Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

As pesquisas Datafolha e Ibope mostram o avanço de Dilma Rousseff na reta final. Ela abre uma vantagem que parece estar entre 6 e 8 pontos: 54% x 46% (Ibope) ou 53% x 47% (Datafolha). Mas esse não é o tema central deste texto.

Minha preocupação é entender como lidar com o ódio que se espalha pelas ruas. A perspectiva da derrota deixa o aparato conservador ainda mais ouriçado.

Confronto de projetos e o povo nas ruas

Foto: Ichiro Guerra
Editorial do site Vermelho:

A última semana da campanha eleitoral é marcada por intenso debate de ideias e mobilização popular. A presidenta Dilma, candidata à reeleição pela coligação Com a Força do Povo, demarcou nitidamente os campos, mostrou o que está em jogo, reforçou sua identidade democrática, patriótica e popular e deixou à mostra, com denúncias consistentes e bem feitas, o caráter antipopular, neoliberal e reacionário do candidato tucano Aécio Neves.

Farsa da 'Veja' e a regulação da mídia

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Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Numa tradição que confirma a hipocrisia das conversas de palanque sobre alternância de poder, os escândalos eleitorais costumam ocorrer no país sempre que uma candidatura identificada com os interesses da maioria dos brasileiros ameaça ganhar uma eleição.

Não tivemos “balas de prata” - nome que procura dar ares românticos a manobras que são apenas sujas e vergonhosas - para impedir as duas eleições de Fernando Henrique Cardoso nem a vitória de Fernando Collor. Mas tivemos tentativas de golpes midiáticos na denúncia de uma ex-namorada de Lula em 1989; no terror financeiro contra Lula em 2002; na divulgação ilegal de imagens de reais e dólares clandestinos dos aloprados; e numa denúncia na véspera da votação, em 2010, para tentar comprometer Dilma Rousseff com dossiês sobre adversários do governo.