quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Ratinho: Vai para Singapura levar chibatada!

Por Altamiro Borges


O apresentador Carlos Massa, o repulsivo Ratinho do SBT, adora posar de ético e patriota. Mas é um oportunista, metido em inúmeros trambiques, que usa concessões públicas de rádio e televisão para enriquecer e ludibriar os mais ingênuos. Segundo o site UOL, ele agora voltou a defender um golpe militar para "limpar" o país.

A defesa da intervenção militar, "igual a de Singapura", foi feita durante o programa "Turma do Ratinho", na rádio Massa FM – que é de sua propriedade. Ele também desqualificou o funcionalismo público, propôs "limpar as ruas" dos mendigos e atacou a imprensa mais crítica. Ratinho não esconde mais que é um miliciano bolsonarista.

Vacinação em massa: questão de vida ou morte

Por Emiliano José, na revista Teoria e Debate:


Penso: em situações excepcionais, é indispensável a definição de prioridade. O país vive um quadro absolutamente excepcional, sob um governo genocida, negacionista, armamentista, um cenário nunca visto antes, sobretudo porque está em uma devastadora pandemia, causadora de aproximadamente 240 mil mortes, fruto grande parte da política do atual governo federal.

A oposição, em especial a de esquerda, busca caminhos para o enfrentamento desse quadro. Arrisco dizer: é necessário refletir sobre o que é principal, urgente e indispensável. E avanço: a vacinação da população. Não há nada mais importante. E não há vacina – esta a dura realidade. Falo do hoje, do aqui e agora. 

A liberação de armas e os ataques ao STF

Por José Dirceu, no site Poder-360:


Como é possível uma nação e um país como o Brasil voltar a se defrontar com o risco de uma ditadura, novamente. Como se não tivessem bastado os anos do Estado Novo corporativista e ditatorial respaldado pelos militares. E é bom sempre recordar que vivemos também 21 anos de ditadura militar (1964-1985), assumida e até agora insepulta e impune.

Agora nem a vitória de Jair Bolsonaro e o status de casta que os militares conquistaram com a recente reforma da Previdência os mantêm fora da política. Pelo contrário. Reivindicam o direito líquido e certo de exercer sobre o país a tutela militar, o poder moderador, nomes suaves e enganadores para uma ditadura legalizada de certa forma como a de 64, quando tínhamos partidos, eleições e até um Judiciário dócil e de joelhos.

Muito além de Curitiba

Por Bepe Damasco, em seu blog:


Agora que desmorona a edificação corrupta da Lava Jato, é importante desnudar a cadeia de cumplicidade dos crimes de Curitiba no sistema criminal de justiça.

Sim, porque a Lava Jato não teria poder de fogo para tramar e executar o golpe do impeachment sem crime, estuprar a democracia ao prender e impedir o candidato preferido do povo de concorrer e destruir um setor pujante da economia do país, se não contasse com comparsas em todos os tribunais, além é claro de forte apoio na mídia.

Moro, Dallagnol e companhia formam a ponta do iceberg, a parte mais visível de um arranjo mafioso feito para interferir no regime democrático, a partir dos interesses políticos e de classe dos togados.

O fascista Daniel Silveira sairá impune?

Por Altamiro Borges


O deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), um típico miliciano que ganhou fama ao destruir a placa da vereadora assassinada Marielle Franco, foi preso em flagrante pela Polícia Federal na noite desta terça-feira (16) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O bolsonarista havia postado mais um dos seus vídeos asquerosos contra a democracia brasileira, xingando magistrados, pedindo o fechamento do STF e a volta do AI-5 – o Ato Institucional mais fascista da ditadura militar.