Por Altamiro Borges
No sonolento debate da Band deste domingo (23), que resultou no cochilo de Gilberto Kassab, vice de Ronaldo Caiado (PSD), e teve metade da audiência da entrevista de Lula na Record no mesmo horário, Renan Santos, do partido Missão, esbanjou toda sua agressividade e misoginia. Ao criticar a ausência do presidente, o fascistoide rosnou que ele ficou “com aquela Janja”. Depois, ainda acrescentou que “Lula ou tá bêbado ou tá com a Janja” e arrematou: “Melhor ficar bêbado”.
Diante dessa atitude asquerosa, a primeira-dama divulgou de imediato uma nota de repúdio ao candidato da ultradireita, fundador do famigerado Movimento Brasil Livre (MBL). No comunicado enviado à Band, Janja Lula da Silva afirma que a cena configura um ataque misógino dirigido a quem não disputa as eleições nem estava no local para se defender. Ela também aponta que agressões com esse teor de ódio não podem ser normalizadas. Vale conferir a íntegra da nota:
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Para que o PIG criou o personagem Lulinha?
Por Jair de Souza
Nos dias atuais, o PIG (Partido da Imprensa Golpista) continua mais ativo do que nunca. Esta expressão, cunhada pelo então deputado Fernando Ferro e popularizada pelo falecido jornalista Paulo Henrique Amorim, refere-se a uma associação política prática composta pela Rede Globo, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Rede Bandeirantes, Record, Jovem Pan e o conjunto da mídia corporativa de nosso país.
A razão de ser do PIG é desempenhar a função de guardião-mor dos privilégios das oligarquias brasileiras e zelar pelos interesses de seus sócios e mentores dos centros imperialistas. Em consonância com tais objetivos, uma de suas principais tarefas tem sido a de impedir a toda custa que forças políticas ligadas ao campo popular possam vir a pôr em xeque o domínio absoluto que nossas classes dominantes sempre exerceram sobre nossa nação e suas riquezas.
Nos dias atuais, o PIG (Partido da Imprensa Golpista) continua mais ativo do que nunca. Esta expressão, cunhada pelo então deputado Fernando Ferro e popularizada pelo falecido jornalista Paulo Henrique Amorim, refere-se a uma associação política prática composta pela Rede Globo, a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Rede Bandeirantes, Record, Jovem Pan e o conjunto da mídia corporativa de nosso país.
A razão de ser do PIG é desempenhar a função de guardião-mor dos privilégios das oligarquias brasileiras e zelar pelos interesses de seus sócios e mentores dos centros imperialistas. Em consonância com tais objetivos, uma de suas principais tarefas tem sido a de impedir a toda custa que forças políticas ligadas ao campo popular possam vir a pôr em xeque o domínio absoluto que nossas classes dominantes sempre exerceram sobre nossa nação e suas riquezas.