Por Moisés Mendes, em seu blog:
A Globo vai chamar sua turma, juntar os cacos, decidir o que fazer com o cenário do debate e tentar preparar a invertida. Foi um fracasso, não só do debate – que nunca mais existirá com esse formato –, mas de todo o esforço para que o nome da Globo para enfrentar Lula fosse outro, e não o integrante da família miliciana, assim definido em texto de capa do jornal da organização esta semana.
A Globo, suas parceiras na grande mídia, as estruturas que as sustentam, das fintechs do PCC na Faria Lima ao que resta do empresariado da Fiesp, o centrão e a velha direita, todos eles chegam a dois dias da campanha caindo aos pedaços. Perderam o debate e todos os seus significados.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
TV Globo: a manipulação que nunca terminou
Por Rosângela Ribeiro Gil
Lula disputou seis eleições presidenciais: perdeu em 1989, 1994 e 1998; venceu em 2002, 2006 e 2022. Questão historicamente relevante: em que medida a cobertura da maior rede de televisão do país favoreceu, prejudicou ou simplesmente enquadrou suas candidaturas?
São mais de 37 anos, mas a manipulação da TV Globo no último debate presidencial de 1989, entre Lula e Collor, nunca terminou. A perseguição nunca cessou. Ela se veste e reveste de novas formas e mecanismos, mas o objetivo é o mesmo: desqualificar Lula.
A nova “edição” da manipulação estava no forno. Se daria nesta quinta-feira, dia 1º de outubro de 2026, pouco mais de dois dias antes do pleito de domingo. Na cena manipulada, colocaram-se quatro ou cinco candidatos da mesma linhagem política versus Lula.
Lula disputou seis eleições presidenciais: perdeu em 1989, 1994 e 1998; venceu em 2002, 2006 e 2022. Questão historicamente relevante: em que medida a cobertura da maior rede de televisão do país favoreceu, prejudicou ou simplesmente enquadrou suas candidaturas?
São mais de 37 anos, mas a manipulação da TV Globo no último debate presidencial de 1989, entre Lula e Collor, nunca terminou. A perseguição nunca cessou. Ela se veste e reveste de novas formas e mecanismos, mas o objetivo é o mesmo: desqualificar Lula.
A nova “edição” da manipulação estava no forno. Se daria nesta quinta-feira, dia 1º de outubro de 2026, pouco mais de dois dias antes do pleito de domingo. Na cena manipulada, colocaram-se quatro ou cinco candidatos da mesma linhagem política versus Lula.
A noite histórica em que Lula goleou a Globo
Por Bepe Damasco, em seu blog:
O uso do cachimbo faz mesmo a boca torta. Depois do vexame monumental do autocancelamento do debate, a Globo rapidamente providenciou uma justificativa para a não realização do seu tradicional evento pré-eleitoral: a causa de sua humilhação foi a interferência do Judiciário.
Anos a fio de manipulação do debate político e das eleições fizeram com que a Globo acreditasse que está acima das regras eleitorais e da lei.
O uso do cachimbo faz mesmo a boca torta. Depois do vexame monumental do autocancelamento do debate, a Globo rapidamente providenciou uma justificativa para a não realização do seu tradicional evento pré-eleitoral: a causa de sua humilhação foi a interferência do Judiciário.
Pausa para a gargalhada!
Quer dizer, então, que a emissora monta uma armadilha para prejudicar Lula e favorecer Flávio Bolsonaro e não admite nenhum questionamento judicial?
Anos a fio de manipulação do debate político e das eleições fizeram com que a Globo acreditasse que está acima das regras eleitorais e da lei.
Vamos aos votos!
Por João Guilherme Vargas Netto
Há um dito espirituoso de Napoleão de que a melhor ocasião de se travar uma batalha é imediatamente após uma vitória.
Mas, as milhares e até milhões de pequenas batalhas travadas pelos ativistas no campo democrático e progressista precedem a vitória almejada no dia 4 de outubro.
Foram batalhas de esclarecimentos, convicção de voto e disputa com os adversários.
No primeiro turno, com certeza, elegeremos os candidatos a cargos legislativos (senadores ou senadoras, deputados ou deputadas).
Há um dito espirituoso de Napoleão de que a melhor ocasião de se travar uma batalha é imediatamente após uma vitória.
Mas, as milhares e até milhões de pequenas batalhas travadas pelos ativistas no campo democrático e progressista precedem a vitória almejada no dia 4 de outubro.
Foram batalhas de esclarecimentos, convicção de voto e disputa com os adversários.
No primeiro turno, com certeza, elegeremos os candidatos a cargos legislativos (senadores ou senadoras, deputados ou deputadas).
Dimensão geopolítica da eleição brasileira
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| Imagem gerada por Gemini |
“Os Estados Unidos serão o primeiro país a passar da barbárie à decadência sem conhecer a civilização” - Profecia atribuída a Georges Clemenceau
A soberania brasileira corre um risco inédito na nossa história como nação. Estamos vivendo a eleição mais perigosa de todos os tempos por causa da conjunção de dois fatores: a candidatura competitiva de Flávio Bolsonaro e a nova fase da política internacional dos Estados Unidos.
O primeiro fator é conhecido, não preciso me alongar a respeito. Digo apenas que, entre muitas outras deficiências e antecedentes problemáticos (ele não tem currículo, mas sim folha corrida), Flávio Bolsonaro faz questão de explicitar a sua subordinação a Donald Trump, seguindo nesse ponto o exemplo do pai.
