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quarta-feira, 1 de julho de 2020

A conspiração da Lava-Jato com o FBI

“Essa reportagem de hoje da Vaza Jato mostra que a ‘teoria da conspiração’ que apresentamos desde 2016 sobre a cooperação ‘informal’ dos EUA para construir casos no Brasil, usar o FCPA (Foreign Corrupt Practices Act, ou Lei de Práticas de Corrupção no Exterior) para ‘entrar’ em empresas brasileiras etc. estava absolutamente correta.” A afirmação, postada no Twitter, é de Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, comentando a parceria do FBI com a força-tarefa da Operação Lava Jato. A revelação foi trazida pela reportagem de Natalia Viana e Rafael Neves, em parceria entre a Agência Pública e o site The Intercept Brasil.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Doze dias que abalaram os Estados Unidos

Manifestantes em StPaul (Minnesota). Foto: NYT
Por Richard Greeman, no site Outras Palavras:

Deflagrados pelo assassinato de George Floyd pela polícia e alimentados pela relutância das autoridades de Minneapolis em prender e processar os três cúmplices do assassino, os protestos de multidões varreram os estados Unidos como intensidade inédita desde os anos 1960. Em mais de 150 cidades, os afro-americanos e seus aliados encheram as ruas, enfrentando a pandemia de Covid-19 e a violência da polícia. Desafiaram séculos de desigualdades de raça e classe, exigindo liberdade de justiça para todos e colocando em xeque uma estrutura de poder racista e corrupta, baseada em repressão violenta.


segunda-feira, 8 de junho de 2020

A insurreição mundial contra o racismo

Por Marco Piva, no site Dom Total:

Desde o assassinato de Martin Luther King, em 1968, os Estados Unidos não assistiam as cenas que estão acontecendo como consequência do brutal assassinato de George Floyd, um morador negro de Minneapolis asfixiado até a morte pelo policial branco Derek Chauvin. Em varias partes do país, explodiram manifestações de indignação. Algumas pacíficas, outras violentas. Mas, o sentido parece ser apenas um: o racismo não tem mais vez na sociedade norte-americana.

Imagens de um império que agoniza

Manifestantes protestam no sábado, 6 de junho de 2020,
no Lincoln Memorial, em Washington. Foto: Alex Brandon/AP
Por Umberto Martins, no site da CTB:

De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (3) pela agência de notícias Associated Press mais de 9 mil pessoas foram presas em oito dias de protestos contra o racismo nos Estados Unidos. As manifestações começaram em 25 de maio após o assassinato de George Floyd, um trabalhador negro sufocado por um policial em Minneapolis, se alastraram para dezenas de municípios e estados e também foram realizadas em outros países.

Racismo é racismo em qualquer lugar

Foto: Baz Ratner/Reuters
Por Cezar Britto, no site Congresso em Foco:

A violência policial racista contra jovens negros nos EUA ganhou as manchetes internacionais e deu início a um inédito movimento antirracista em vários países. Mas o racismo não é uma novidade na terra da Ku Klux Klan (KKK), ainda ativa em sua criminosa ação em defesa da supremacia branca e da eliminação física dos chamados “racialmente impuros”.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Antirracistas tentam tomar o céu de assalto

Foto: EFE
Editorial do site Vermelho:

O assassinato de George Floyd, um cidadão negro, desarmado e indefeso, por um policial branco, há 9 dias (em 25 de maio), em Minneapolis (Minnesota, EUA), foi o estopim do levante que incendeia as cidades dos EUA desde então.

Massivos protestos antirracistas, por direitos civis e contra a barbárie policial incendeiam pelo menos centenas de cidades em todo o país – incluindo a capital, Washington, e as maiores, Nova York e Los Angeles.

A extensão da rebelião é tal que muitos a comparam aos movimentos de 1968 e 1969, que lutavam pela igualdade racial, por direitos civis e contra a Guerra do Vietnã. Com a diferença de que naquela época não havia a pandemia do Covid-19, que hoje obriga ao isolamento social para conter o coronavírus.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Os ataques de Trump à China e à OMS

Editorial do site Vermelho:

A Assembleia Mundial da Saúde, reunião anual de tomada de decisões da Organização Mundial da Saúde (OMS) por seus 194 membros, foi um palco para o mundo conhecer ideias e propostas para o combate à Covid-19. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recusou-se a discursar, ao passo que o presidente da China, Xi Jinping, falou logo na abertura, anunciando que Pequim doará US$ 2 bilhões para combater o coronavírus e despachar médicos e suprimentos médicos para países pobres.

domingo, 19 de abril de 2020

Nos EUA, R$ 45 mil por um exame de Covid

Por Charles Nisz, no Diário do Centro do Mundo:

David Nemer tem 33 anos e é professor de antropologia da tecnologia na Universidade da Virgínia, nos EUA.

Radicado nos EUA desde 2005, estuda etnografia digital e outros temas do campo da tecnologia.

Por conta da pandemia do Covid-19, Nemer realizou dois exames de sangue – para detectar a presença do coronavírus e um check-up anual.

O custo, segundo a conta enviada pelo laboratório, é de US$ 8.352 – cerca de R$ 43.764.

Nemer postou a foto do boleto no Twitter:

“Já reforçou o seu apoio ao SUS hoje? Eu fiz um exame de sangue – check-up & covid19, e ontem chegou a conta: US$8,352 (R$ 44,000). É para agradecer a bater tambor a favor do SUS, que também é um maior player no mercado por manter os preços mais acessíveis no setor privado”, escreveu.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Trump ataca Fauci. Tiranos odeiam a ciência

Por Fernando Brito, em seu blog:

No NY Times, lê-se que, como a sua miniatura tupiniquim, o presidente Donald Trump está usando o “retuíte” de mensagens de imbecis que defendem a demissão do médico Anthony Fauci, diretor do Instituto de Doenças Infecciosas dos EUA e um dos maiores virologistas do mundo, por ele ter dito à CNN, ontem, que o isolamento social poderia ter evitado muitas mortes no país se tivesse sido iniciado antes.