terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Globo "erra" sobre Aldeia Maracanã



Haddad manterá privatização da saúde?

Por Altamiro Borges

No início da sua gestão em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad parece que ainda não sabe o que fazer com a bomba das chamadas Organizações Sociais (OSs), que gerenciam boa parte das unidades de saúde na capital paulista. Na semana passada, ele prorrogou por um ano contratos de três delas. Os aditamentos somam R$ 135,5 milhões. Durante a campanha eleitoral, vários setores que apoiaram a sua candidatura defenderam o fim desta forma de privatização. Já o tucano José Serra, derrotado, pregou a continuidade das OSs.

Governo deve apoiar mídia alternativa

Por Venício A. de Lima, no Observatório da Imprensa:

Em audiência pública na Comissão de Ciência & Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, realizada em 12 de dezembro último, o presidente da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), Renato Rovai, defendeu que 30% das verbas publicitárias do governo federal sejam destinadas às pequenas empresas de mídia.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A decepção com a política agrária

Por Eduardo Sales de Lima, no jornal Brasil de Fato:

Completados dez anos da presen­ça do Partido dos Trabalhadores (PT) no comando do governo federal ainda existem cerca de 150 mil famílias de tra­balhadores rurais sem-terra acampadas em dezenas de acampamentos Brasil afora, lutando por seu pedaço de terra. Surpreendentemente, nos oito anos do governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso foram cria­dos 4.410 assentamentos. Na década de Lula/Dilma o número foi de 3.711. Os dados são do Dataluta/Unesp – Banco de dados da Luta pela Terra.

Quem ganha com o “tripé” neoliberal?

Editorial do sítio Vermelho:

Os oráculos do neoliberalismo e da especulação financeira estão em polvorosa. O tripé desmorona – este é o mantra repetido pelos especialistas dos jornalões contra a orientação econômica da presidenta Dilma Rousseff, do ministro da Fazenda Guido Mantega e do presidente do Banco Central Alexandre Tombini.

Economia: Muito barulho por nada

Por Luiz Gonzaga Belluzzo e Júlio Gomes de Almeida, na CartaCapital:

Para se manter na moda, up to date, o Brasil concebeu o seu próprio “abismo fiscal”. A encrenca foi criada na Lei de Diretrizes Orçamentárias, que obriga a fixação do superávit primário em valores correntes. Esse inconveniente poderia ser contornado pelo envio ao Congresso Nacional de um projeto de lei que alterasse a LDO. Uma manobra que provavelmente suscitaria os mesmos gritos e sussurros da turma brava.

Aécio e inflação. Ao vencedor, o filé


O senador Aécio Neves, em sua coluna semanal para a Folha, mostra-se justamente preocupado com a inflação. Seu artigo, todavia, peca pelo convencionalismo vazio, artificial, típico de quem escreve como que procurando se livrar, rapidamente, de uma obrigação. A noite é uma criança, não é mesmo?

Atitudes face à crise atual

Por Leonardo Boff, no sítio da Adital:

Ninguém face à crise pode ficar indiferente. Urge uma decisão e encontrar uma saída libertadora. É aqui que se encontram várias atitudes para ver qual delas é a mais adequada a fim de evitarmos enganos.

A primeira é a dos catastrofistas: a fuga para o fundo: estes enfatizam o lado de caos que toda crise encerra. Veem a crise como catástrofe, decomposição e fim da ordem vigente. Para eles a crise é algo anormal que devemos evitar a todo custo. Só aceitam certos ajustes e mudanças dentro da mesma estrutura. Mas o fazem com tantos senões que desfibram qualquer irrupção inovadora.

Dilma baixa conta de luz. Cadê o Aécio?

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br
Por Altamiro Borges

Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a Lei 12.783, de 11 de janeiro de 2013, que prorroga as concessões das empresas de geração de energia e reduz as tarifas para os consumidores. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff, ela faz parte do pacote de iniciativas do governo para aquecer a economia, afastando os riscos de maiores impactos da crise mundial do capitalismo. A lei beneficiará empresas e residências, com cortes de até 20% nas contas de luz.

A mídia no papel da oposição

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Uma das teses mais esquisitas que surgiram no Brasil moderno sugere que a imprensa livre, aspas, deve fazer o papel da oposição na política, dada a suposta fraqueza desta.

A ideia foi claramente formulada pela primeira vez, ao que parece, por uma executiva da Folha, Judith Brito, que ocupou a presidência da Associação Nacional de Jornais. Disse ela: “Os meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada.”

O fiasco do ato contra Lula em SP

Foto: Eduardo Knapp/Folhapress
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Claro que foi risível o fiasco dos 20 gatos pingados que foram à avenida Paulista no domingo para insultar o ex-presidente Lula e o PT. A quantidade de piadas possíveis sobre essa iniciativa ridícula é imensurável e está fazendo a festa de quem se indignou com aquela cretinice.

Uma direita à procura de um país

Por Saul Leblon, no sítio Carta Maior:

"A história nos oferece duas lições claras: reduzir a dívida é incrivelmente difícil sem crescimento, e aumentar o crescimento é incrivelmente difícil sem uma pesada carga de dívida pública" (Christiane Lagarde, diretora-executiva do FMI; 12-01-2013).

"Não se pode melhorar a situação fiscal sem que haja crescimento antes" (Shinzo Abe, líder direitista do conservador Partido Liberal, recém indicado primeiro ministro do Japão com uma agenda que inclui: pacote de US$ 115 bi em investimentos públicos; afrouxamento monetária e elevação da meta de inflação; 12-01-2013).

Folha e o preço da manipulação

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

Quanto vale uma manchete de jornal?

Observe-se, por exemplo, a manchete da Folha de S.Paulo de segunda-feira (14/1): “Brasil perde investimento para outros emergentes”. No texto interno, o jornal afirma que “fundos de investimento estrangeiros estão trocando o Brasil por outros mercados emergentes, em um movimento que tem entre suas causas os impostos mais altos e a maior interferência do governo na economia”.

Mídia pede a volta da ortodoxia

Por José Dirceu, em seu blog:

Soa como piada, embora das mais graves, o discurso sobre a inflação que vem sendo reforçado na imprensa nos últimos dias. Reportagens, editoriais e artigos pedem nada mais nada menos do que a volta da ortodoxia. A alienação é enorme.

Mídia exerce papel de partido

Por Daniele Lopes, no sítio Linha Direta:

Em entrevista exclusiva, José Genoíno, deputado federal que tomou posse na última quinta-feira (03), fala sobre o papel da grande mídia brasileira e destaca a transformação que o projeto petista tem feito no país nesses 10 anos de governo.

Confira abaixo a entrevista na íntegra.

Jabor não tolera a democracia

Por Renato Rovai, em seu blog:

No Jornal da Globo de ontem, 12, Arnaldo Jabor fez mais um de seus espetáculos circenses.

Recheado de afirmações vagas, números tirados da cartola e conclusões sem fundamento, seu discurso teve como alvo o presidente venezuelano, democraticamente reeleito, Hugo Chávez, e todo o povo venezuelano.

Um diagnóstico das greves no Brasil

Por Nivaldo Santana, em seu blog:

O Dieese - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - divulgou em novembro de 2012 mais um estudo importante para o movimento sindical brasileiro. Dessa vez, a entidade fez um balanço das greves em 2010 e 2012 (íntegra nowww.dieese.org.br).

Jornalismo e diversidade

Por Dênis de Moraes, no sítio da Editora Expressão Popular:

Em memória de Juan Díaz Bordenave

O cenário que envolve o jornalismo atual é complexo e intrincado. De um lado, há uma profusão de conteúdos industrializados na proporção exigida por canais multimídias em crescimento contínuo. De outro, há uma perversa concentração das informações nas mãos de poucos conglomerados empresariais, em sintonia com a meta de ampliar o valor mercantil e os padrões de acumulação e lucratividade do setor. Se apontamos essa concentração em torno de estruturas de industrialização de notícias pertencentes a megagrupos, o que é produzido obedece a uma escala de valores e de visões geralmente restrita às avaliações e conveniências das fontes controladoras. A "diversidade" apregoada pelos arautos do neoliberalismo está, quase sempre, sob forte controle das fontes de emissão, responsáveis pela mercantilização generalizada da produção simbólica.

Choveu e a luz não apagou

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

"Bem verdade que a mídia, a impressa e a eletrônica, aprecia a poeira, dando mais importância ao pó do que à ideia em si" (Quincas Borba, o grande personagem de Machado de Assis, citado na coluna dominical de Carlos Heitor Cony, na "Folha").

De volta ao batente esta semana, depois de uma breve folga, alguns leitores do Balaio reclamaram, com razão, do meu pessimismo, só vendo problemas nas coisas e não falando das coisas boas da vida nas minhas primeiras colunas.

A falta de quórum do antilulismo

Do blog Viomundo:





Os protestos acima foram em 2007 (aqui), no mesmo período em que aquele psicanalista acusou o então presidente Lula, na capa da Folha de S. Paulo, de ter derrubado o avião da TAM em São Paulo (aqui).

Leiam a legenda.

Viu? Adiantou. O comunismo não foi implantado no Brasil e eles puderam se reunir, de novo, hoje, na av. Paulista. Mas o quórum caiu.