quinta-feira, 2 de julho de 2020

Ana Paula Henkel, a fascistinha do vôlei

A 'elite' e o Imposto sobre Grandes Fortunas

Por Paulo Gil Introíni, na revista Teoria e Debate:

Um espectro ronda o topo da pirâmide social – o espectro da tributação progressiva sobre as altas rendas e o grande patrimônio.

A tributação sobre os mais ricos foi reabilitada no debate público. O cenário é o da tempestade perfeita, pela conjugação da crise sanitária com a falência das políticas de austeridade e todas as suas consequências: concentração de renda e de riqueza e a sua contraface, o acelerado aumento da desigualdade, da pobreza e da miséria.


Austeridade, o grande dogma a ser combatido

Por Paulo Kliass, no site Outras Palavras:

Os números catastróficos da realidade social em nosso País parecem não serem suficientes para sensibilizar o Presidente Bolsonaro e seu todo poderoso Ministro da Economia. É impressionante como a dupla responsável pelo genocídio e pela destruição que nos abate segue ignorando os efeitos da profunda crise que afeta a grande maioria da população. O primeiro insiste em suas aparições públicas cotidianas sem nenhuma proteção, ao passo que o segundo só comparece a conversas privilegiadas com seus pares de bancos e instituições financeiras. Parecem viver candidamente em uma realidade paralela, mas, com certeza, serão cobrados no futuro por tamanha irresponsabilidade.

A proximidade entre o FBI e a Lava-Jato

Bolsonaro e a transposição do São Francisco

A plataforma emergencial do campo popular

A guerra da Lava Jato contra as instituições

Auxílio não muda base eleitoral de Bolsonaro

Por Fernando Brito, em seu blog:

Tema central das edições de hoje de O Globo e da Folha, a possibilidade de que Jair Bolsonaro, notoriamente mais fraco em termos políticos entre os mais pobres, possa mudar o perfil do seu potencial eleitorado com o auxílio emergencial dado durante a pandemia.

É claro que algum efeito político terá, e não poderia deixar de ser em um país onde a miséria é imensa e, pior, vinha ainda crescendo. Natural, portanto, a “melhora” da aprovação de Bolsonaro entre as classes D e E registrada pelo Datafolha, até modesta, ao meu ver.

A evolução da conjuntura e a conciliação

Por Armando Boito, o site A terra é redonda:

Até o final do mês de maio deste ano, havia pelo menos três tipos de análise da conjuntura política brasileira. Agora, no final do mês de junho, seria instrutivo retomarmos aquelas análises e verificarmos como a conjuntura evoluiu.

A primeira delas, com a qual eu concordava, afirmava que o Governo Bolsonaro estava mais forte que a oposição e dirigia uma ação ofensiva contra a democracia. Contava com o apoio das Forças Armadas, apoio sempre essencial e mormente na situação de recolhimento criada pela epidemia, e enfrentava uma oposição, dirigida pelo campo liberal conservador, que era hesitante e tímida.

As formas de enfrentamento do fascismo

Por Antonio Barbosa Filho, em seu blog:

Grupos de extrema-direita na internet que há anos pregam a violência contra entidades, instituições e pessoas que defendem a Democracia ou qualquer tom de socialismo, estão apavorados com o surgimento de grupos Antifa (anti-fascistas) dispostos a enfrentá-los nas ruas e nas redes sociais. Nos seus muitos sites e canais na internet, os fascistas nativos reclamam que não podem mais sair às ruas devido a presença cada vez maior de grupos de jovens que impedem suas marchas e pregação de ódio.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Ricardo Salles também fugirá para os EUA?

A mídia europeia e os vexames de Bolsonaro

O trabalho sob fogo cruzado na pandemia

Nordeste e o novo plano de Bolsonaro

O ministro da Educação e as "rachadinhas"

Impactos da Covid-19 na economia brasileira

Brasil em recessão desde o primeiro trimestre

Por Vanessa Grazziotin, no jornal Brasil de Fato:

Com o fim do mês de junho, e portanto, com o encerramento do primeiro semestre do ano de 2020, os dados econômicos começam a ser analisados pelos economistas e as projeções, feitas.

Lamentavelmente, de acordo com economistas da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil vive uma situação extremamente delicada.

Eles chegaram à conclusão de que o processo de recessão econômica no Brasil iniciou-se ainda no primeiro trimestre de 2020 e a projeção é que a queda na economia brasileira seja em torno de 10% no segundo trimestre. Isso mostra a situação delicada e difícil, do ponto de vista econômico, pelo qual passa o nosso país.

Os dados apontam uma situação terrível, que comprova o que nós há tempos falamos, mas que agora, de forma aberta, clara e triste, os números revelam.

Precários de todos os países, uni-vos

Protesto em Santiago, Chile, novembro de 2019
Foto: Orlando Barria/EPA
Por Nouriel Roubini, no site Outras Palavras:

As grandes manifestações e protestos que se seguiram ao assassinato de George Floyd por um policial de Minneapolis discutem racismo estrutural e brutalidade policial nos Estados Unidos, mas não só. Aqueles que foram às ruas em mais de cem cidades norte-americanas, direcionam uma crítica mais ampla ao presidente Donald Trump e ao que ele representa. Uma vasta subclasse de americanos cada vez mais endividados e socialmente paralisados - afro-americanos, latinos e, cada vez mais, brancos - vêm se revoltando contra um sistema que fracassou.

A conspiração da Lava-Jato com o FBI

“Essa reportagem de hoje da Vaza Jato mostra que a ‘teoria da conspiração’ que apresentamos desde 2016 sobre a cooperação ‘informal’ dos EUA para construir casos no Brasil, usar o FCPA (Foreign Corrupt Practices Act, ou Lei de Práticas de Corrupção no Exterior) para ‘entrar’ em empresas brasileiras etc. estava absolutamente correta.” A afirmação, postada no Twitter, é de Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, comentando a parceria do FBI com a força-tarefa da Operação Lava Jato. A revelação foi trazida pela reportagem de Natalia Viana e Rafael Neves, em parceria entre a Agência Pública e o site The Intercept Brasil.

A tragédia social de Bolsonaro e Guedes

Editorial do site Vermelho:

Os efeitos da devastadora crise econômica que assola o mundo, com consequências ainda mais graves no Brasil sob o governo Bolsonaro, constitui uma das discussões mais inflamadas que o mundo terá de travar e superar no futuro próximo. A complexidade começa por sua definição geográfica. Os países pobres e em desenvolvimento, penalizados pelas relações comerciais e financeiras desiguais, tendem a pagar um preço mais elevado.