quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Três cenários pós-pandemia

A guerra de Bolsonaro: 100 mil mortos

Desafios e perspectivas do sindicalismo

Gilmar e Lewandowski detonam Moro

Aras denuncia o Esquema Lava-Jato

14 anos da Lei Maria da Penha

China e EUA: uma nova Gerra Fria?

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Cadê os deputados que invadiram hospitais?

Por Altamiro Borges

Perguntar não ofende: Há dois meses, no início de junho, cinco deputados bolsonaristas invadiram o hospital de campanha no Anhembi, em São Paulo, para “apurar as internações por Covid”. O crime rendeu um processo por infração de medida sanitária, que prevê até um ano de prisão. Como anda o processo?

Segundo o boletim de ocorrência, os deputados Adriana Borgo (Pros), Marcio Nakashima (PDT), Leticia Aguiar (PSL), Coronel Telhada (PP) e Sargento Neri (Avante) invadiram o local "visando fiscalizar os trabalhos realizados" e, com essa atitude criminosa, colocaram em risco a saúde de pacientes e profissionais da saúde.

Bolsonaro despreza profissionais da saúde

Por Altamiro Borges

O "capetão" Jair Bolsonaro, principal responsável por quase 100 mil óbitos no país, despreza os que salvam vidas. Ele agora vetou o Projeto de Lei 1826/2020, que fixava uma compensação financeira de R$ 50 mil para os profissionais da saúde incapacitados permanentemente em decorrência do novo coronavírus.

O projeto de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) também determinava pagamento de indenização a dependentes do profissional da saúde em caso de óbito. Mas o assassino Bolsonaro, com sua necropolítica, decidiu descartar médicos, enfermeiros e outros profissionais que estão na linha de frente da guerra à Covid-19.

Mídia foi cúmplice do golpe na Bolívia

Guedes quer prejudicar trabalhador duas vezes

Da Rede Brasil Atual:

Para aprovar o novo imposto sobre transações digitais, no mesmo modelo da extinta CPMF, o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer retirar mais direitos dos trabalhadores. A ideia é reduzir a tributação que as empresas pagam sobre os salários dos funcionários, incluindo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, Paulo Guedes quer diminuir de 8% para 6% o valor dos salários que é depositado pelas empresas nas contas do FGTS e cortar metade dos encargos referentes ao Sistema S.

O SNI de Jair Bolsonaro

Editorial do site Vermelho:

A obsessão do presidente Jair Bolsonaro em robustecer o sistema de inteligência do Estado, na prática significa que ele tenta implantar um esquema de espionagem para controle da oposição. Essa ideia ficou explícita na fatídica reunião ministerial de 22 de abril, divulgada como parte das acusações do ex-ministro da Justiça Sérgio de que Bolsonaro estaria tentando controlar a Polícia Federal (PF).

Antifascismo e espionagem particular

Pastores vestidos de PMs

Informalidade, desemprego e luta popular

STF aponta parcialidade de Sergio Moro

O país que colocou a IURD para correr

As discussões sobre a reforma tributaria

A Cultura do Brasil está sendo asfixiada

Cineasta Silvio Tendler
Por Léa Maria Aarão Reis

Há cerca de dez dias, o cineasta e um dos mais experientes documentaristas brasileiros Silvio Tendler, autor de filmes memoráveis como os clássicos Jango, Os anos JK, Militares da democracia, Privatizações: a distopia do capital e O veneno está na mesa, lançou uma convocação, como ele diz, que são, simultaneamente, um alerta e um S.O.S. em prol da recriação do Ministério da Cultura deste país. Reformulado há 35 anos, quando sua autoridade foi desvinculada da pasta da Educação, o MinC foi extinto com presteza, logo no começo do atual governo, transformado em Secretaria e incorporado ao Ministério da Cidadania!

Carta de apoio ao juiz Pierre Souto Maior

Juiz Pierre Souto Maior
Manifesto de apoio

Nós, juízas e juízes abaixo assinados, manifestamos nossa solidariedade ao Juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Pierre Souto Maior Coutinho de Amorim, em face da notícia de que sua Excelência o Ministro Corregedor Nacional instaurou contra ele, de ofício, Pedido de Providência em razão de erro de digitação constante em duas decisões proferidas pelo magistrado de primeiro grau quando da análise de 10 comunicações de flagrantes, dando a equivocada impressão de que o juiz estava autorizando a devolução de todos os bens apreendidos ao indiciado “mesmo” as drogas.