terça-feira, 10 de novembro de 2020

ONGs e o avanço da fascistização na Amazônia

Por Altamiro Borges

Enquanto Jair Bolsonaro segue com sua diarreia verbal, o que acaba tendo um efeito diversionista na política, o processo de fascistização do Brasil avança. O jornal Estadão informa que "o governo federal planeja formas de estabelecer controle sobre as organizações não governamentais (ONGs) que atuam na Amazônia".

Segundo a matéria, "por meio de um marco regulatório, a proposta é ter o 'controle' de 100% das entidades na região até 2022 e inclui limitar entidades que, na avaliação do Executivo, violam 'interesses nacionais'". O plano foi elaborado pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal.

Brasil cai da 9ª para 12ª economia no mundo

Por Altamiro Borges


O jornal Valor informa que o "Brasil deve deixar em 2020 de ser uma das dez maiores economias do mundo”. O fascista Jair Bolsonaro, que foi chocado pela cloaca burguesa e é funcional aos seus interesses mesquinhos e imediatos, está conduzindo o país para o desastre econômico.

Segundo o jornal, que é dedicado à "elite" empresarial, "com a desvalorização do real e a redução do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o tamanho da economia do país em dólares vai sofrer forte queda neste ano e sair do seleto grupo das dez maiores do planeta, de acordo com dados do FMI compilados pela FGV".

Bolsonaro, o aliado do coronavírus

Editorial do site Vermelho:


A pronta reação de amplos segmentos políticos e sociais à comemoração de Jair Bolsonaro pela morte de um voluntário dos testes da vacina Coronavac é absolutamente reveladora da sua irresponsabilidade como presidente da República. De acordo com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, o caso nada tem a ver com a vacina. O gesto desrespeitoso Bolsonaro põe as suas pretensões políticas e convicções ideológicas acima de tudo e de todos, sem dar a mínima importância à vida dos brasileiros.

O que se pode esperar do governo Biden?

Charge: Allan McDonald/EUA
Por José Dirceu, no site Poder-360:


A vitória dos democratas nos Estados Unidos precisa ser avaliada pelo ângulo da espetacular derrota de Trump que deve ser comemorada. É verdade que a agenda democrata e o discurso de Biden, a se confirmar, retomarão políticas enterradas sem solenidades por Trump como a climática-ambiental. Mas políticas afirmativas em relação ao racismo, à imigração e à saúde ainda são promessas, apesar do compromisso assumido, e precisarão passar pelo Congresso e Suprema Corte.

EUA: o neofascismo perde seu farol

Charge: Luc Vernimmen/Bélgica
Por Luiz Filgueiras e Graça Druck, no site Outras Palavras:


Na recente eleição nos EUA, muito mais importante do que a vitória de Joe Biden foi a derrota de Donald Trump. Por um motivo evidente: o impacto desse evento, tanto no plano mundial quanto na América Latina, em especial no Brasil, se fará sentir em todos os âmbitos das sociedades (na economia, na política, na cultura etc).

A Lava-Jato e a crise peruana

Por Pedro Silva Barros


O Congresso peruano afastou ontem presidente Martín Vizcarra (2018-2020) por meio de um impeachment express. Vizcarra havia assumido a presidência do país após a renúncia de Pedro Pablo Kuczynsky (PPK), que fora eleito em 2016. A queda de PPK foi consequência direta da Operação Lava Jato e encerrou o ciclo de estabilidade política combinada com crescimento econômico no Peru.

Entre 2002 e 2013, período que coincide com o superciclo das commodities, o Peru foi o país que apresentou maior crescimento econômico da América Latina, com média anual superior a 6% Nesse período, a pobreza foi reduzida pela metade e a pobreza extrema a um terço. Nos últimos, porém, o ritmo de crescimento diminuiu. Se em 2015, havia crescido 4,8%, ano passado ficou abaixo dos 2%.

Eleição eletrizante em SP e Porto Alegre

Por Jeferson Miola, em seu blog:


A reta final da eleição em São Paulo e Porto Alegre está eletrizante, e reserva fortes emoções na abertura das urnas no próximo domingo, 15 de novembro.

De acordo com pesquisa Ibope de 9/11, na capital paulista o candidato bolsonarista Russomanno é cada vez mais Russomanno, e dissolve como sonrisal n’água.

Boulos/PSOL “subiu parado”. Mesmo repetindo o percentual do levantamento de 30/10, assumiu o 2º lugar de Russomanno na competição.

O discurso de posse de Luis Arce na Bolívia

As circunstâncias da derrota de Trump

Redes sociais e rompimento do debate público

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Apagão no Amapá pode adiar as eleições

Por Altamiro Borges

A privatização do setor elétrico segue causando transtornos no Amapá. Neste fim de semana, segundo relato do jornal Estadão, ocorreram protestos em várias localidades que estão sem energia desde terça-feira (3) devido a incêndio em uma subestação de Macapá. As manifestações foram reprimidas pela Polícia Militar.

Diante do caos em vários municípios amapaenses, a Justiça Federal determinou que a empresa espanhola Isolux, responsável pela subestação, restabeleça o fornecimento de energia elétrica sob o risco de multa de R$ 15 milhões. A estatal Eletrobras foi acionada para consertar os danos causados pela empresa privada.

Trump, Bolsonaro e as fraudes eleitorais

Por Altamiro Borges

Jair Bolsonaro, o vira-lata sarnento de Donald Trump, copia o presidente dos Estados Unidos em quase tudo. "Gripezinha", "histeria da imprensa", "vacina chinesa". Geralmente, ele demora uma semana para o plágio desavergonhado. Numa questão, porém, o derrotado dos EUA parece copiar o panaca nativo: a denúncia de fraude eleitoral.

Em 9 de março de 2019, Bolsonaro bravateou: "Eu acredito que, pelas provas que tenho em minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu tinha sido, eu fui eleito no primeiro turno, mas no meu entender teve fraude. Temos não apenas palavra, temos comprovado, brevemente eu quero mostrar".

O trumpismo foi legitimado e segue vivo

Por Roberto Amaral, em seu blog:


Após dias de suspense, a vitória de Joe Biden foi, enfim, anunciada, aliviando a angústia e os temores dos que repelem a degradação da política. No plano internacional, esse resultado alimenta a esperança na retomada do diálogo multilateral. Em princípio, pois, a transmissão de cargo no dia 20 de janeiro próximo não será uma mera troca de presidentes, como já não fora a de Obama por Donald Trump, como se viria depois.

O que esperar de Joe Biden nos EUA

Crime da Vale e a economia do desastre

Histórico! Evo Morales retorna à Bolívia!

Eleições nos EUA e o legado do trumpismo

Vitória de Biden terá impactos no Brasil

Um guia incorretamente político

A aliança nacional contra Bolsonaro