quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Barão promove bota-fora de fim de ano

Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Após dois anos sem realizar sua tradicional festa de fim de ano, por conta da pandemia, o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé anuncia a volta do convescote etílico para reunir todos os batalhadores e batalhadoras das mídias alternativas, periféricas e populares! A festança, marcada para 10 de dezembro, a partir das 14h, não é só uma oportunidade para conhecer a nova casa do Barão, situada à Rua Araújo, 124, em São Paulo. Também será o bota-fora de um desgoverno que impôs quatro anos de autoritarismo, retrocesso e trevas para o Brasil e para o movimento de luta pela democratização da comunicação e pela liberdade de expressão!

Ação contra golpistas é exemplo para o país

Charge: Toni
Por Paulo Moreira Leite, no site Brasil-247:


Neste Brasil onde o retrocesso político é uma ameaça permanente ao longo da história, uma decisão corajosa da juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, da Primeira Vara Cível da Seção Judiciária do Amazonas, determina uma providência há vários dias aguardada em grande parte das capitais do país.

A juíza determinou que o Estado e a cidade de Manaus tomem providências para dispersar a ocupação feita por aliados de Jair Bolsonaro na área localizada em frente ao Comando Militar da Amazonia.

Assiste-se, ali, a uma demonstração inaceitável de vontade golpista, agressão às instituições e desrespeito a vontade popular manifestada com clareza - em dois turnos - na eleição presidencial de outubro.

É imprescindível renovar as Forças Armadas

Charge: Miguel Paiva
Por Jeferson Miola, em seu blog:

Se até o dia 11 de novembro de 2022 o mais ingênuo dos mortais ainda tivesse alguma dúvida acerca dos propósitos conspirativos e antidemocráticos das cúpulas partidarizadas das Forças Armadas, tal dúvida se dissiparia por completo depois da nota oficial publicada naquele dia pelos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha [aqui].

Uma nota absolutamente descabida e impertinente. Nela, os três comandantes autoproclamam o poder moderador das Forças Armadas e se permitem interferir no funcionamento das instituições e dos poderes da República.

Eles também criticam decisões do judiciário e interpretam a Constituição e as Leis de modo enviesado, para assim justificarem os atos criminosos das hordas fascistas que vagueiam não só pelo Brasil, mas também em New York e mundo afora, clamando por uma ditadura militar.

O Grupo do Trabalho na transição

Por João Guilherme Vargas Netto


Não sei se serei lido por integrantes do grupo de transição, mas tenho defendido com dirigentes sindicais algumas ideias que julgo corretas.

Em primeiro lugar a tarefa definida para o grupo de transição é a de conhecer o que anda sendo feito pelo governo, o estado da arte da administração pública e dos poderes, indicando aquelas medidas que devem ser mantidas, as que devem ser alteradas e os rumos das alterações. O grupo de transição não é governo, mas indicará rumos futuros que servirão de baliza para as iniciativas a serem tomadas.

Em particular o grupo do Trabalho deve se preocupar com a situação do próprio ministério que foi extinto e recriado e precisa de um pente fino, além de recomendar medidas efetivas para esta área estratégica.