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| Charge: Baggi |
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, que está foragido nos EUA, voltou a se comportar como um autêntico vendilhão da pátria na semana passada. Em vídeo postado em suas redes sociais, o filhote 03 de Jair Bolsonaro anunciou que pedirá sanções do “imperador” Donald Trump contra o Brasil em caso de derrota do seu irmão fascista nas eleições presidenciais deste ano. “Nós podemos fazer isso em tempo real, através de conversas de aplicativos de mensagem. Estarei atento, farei as minhas denúncias quando entender pertinente e que Deus ilumine a cabeça das autoridades americanas para entender as providências”, postou o capacho do império.
Diante de mais esse ato de servilismo, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) informou que entrará na Justiça nesta segunda-feira (6) contra Eduardo Bolsonaro. “Ele comete um crime, porque o que ele está dizendo claramente é que quer utilizar uma potência estrangeira para, de alguma forma, influenciar, interferir nas decisões do TSE. E é ameaça, é crime de traição à pátria novamente”, enfatiza o petista. O parlamentar lembra que o foragido já sugeriu o uso da Lei Magnitsky para sancionar autoridades brasileiras e implorou por sanções econômicas do império contra o Brasil.
"Pau-mandado de Trump"
Em entrevista ao site Metrópoles, Lindbergh Farias foi ainda mais incisivo nas críticas ao apátrida: “Eduardo Bolsonaro, pau-mandado de Trump, confessou que pretende acionar autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes do TSE durante a eleição de 2026, numa ofensiva estrangeira contra a soberania e a autonomia do Poder Judiciário... Ele atua como despachante do golpismo no exterior, mobilizando pressões internacionais para constranger a Justiça Eleitoral e intimidar autoridades brasileiras no exercício de suas funções. A gravidade da conduta vai além da coação para reproduzir um movimento de golpe continuado com o objetivo de restringir, por intimidação e ameaça de sanções, a atuação independente do Judiciário brasileiro”.
A nova ação na Justiça contra o traidor da pátria reforça outro processo já em curso no Supremo Tribunal Federal. Segundo informa a revista Fórum, “o ministro Alexandre de Moraes marcou para o dia 14 de abril o depoimento do deputado no inquérito que apura coação no curso do processo. A investigação, cuja denúncia foi recebida por unanimidade pela Primeira Turma do STF, apura justamente a tentativa de Eduardo Bolsonaro de articular sanções no exterior e obstruir a Justiça para proteger o pai. Com o calendário das eleições de 2026 já aberto e regulamentado pelo TSE, a declaração de que pretende agir ‘em tempo real’ junto à Casa Branca adiciona um novo componente probatório às vésperas de seu depoimento a Moraes”.

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