domingo, 19 de abril de 2026

Wagner Moura processa o caluniador Malafaia

Charge: Nando Motta
Por Altamiro Borges


Na semana passada, o site de entretenimento Splash revelou que o premiado ator Wagner Moura entrou com um processo na Justiça do Rio de Janeiro contra o mercenário da fé Silas Malafaia. Ele cobra R$ 100 mil em indenização contra as calúnias do ricaço dono da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. A ação judicial foi instalada após o “pastor” disparar xingamentos nas redes sociais no período do Oscar-2026, quando o protagonista do filme “O agente secreto” foi indicado ao prêmio na categoria de melhor ator.

“Em sua conta no X, o antigo Twitter, Malafaia falou sobre artistas que se beneficiam do dinheiro público. Ele escreveu: ‘Legal é ver esquerdopatas defendendo artistas que mamam grana dos contribuintes para fazer propaganda de governo corrupto. Cambada de alienados’. Vale lembrar que a Lei Rouanet não financia longas-metragens. Pela lei, o mecanismo atende produções cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e ações de preservação e difusão do acervo audiovisual”, esclarece o site.

Após a abertura do processo, o pastor bolsonarista posou com seu costumeiro mimimi vitimista, dizendo-se alvo de perseguição e negando os seus crimes. Em entrevista ao site Metrópoles, o farsante covarde tentou despistar. “O que esse cara está movendo contra mim se eu nunca citei ele? Isso viralizou em tudo o que é lugar nas redes sociais, as críticas a ele. Ele me escolheu. Pô, vai ter que processar centenas de milhares de pessoas. Tá de brincadeira”, esbravejou o cínico.

Diante dessa reação patética e acovardada, a assessoria de Wagner Moura sequer reagiu. Não vale a pena se rebaixar diante de um sujeito tão desqualificado. Na semana retrasada, a revista ianque Time informou que o ator brasileiro entrou para a seleta lista das 100 personalidades mais influentes no mundo. A escolha, segundo o veículo, “veio após o impacto do filme O agente secreto, produção que ganhou repercussão global e ampliou a visibilidade do brasileiro fora do país. No longa, ambientado na ditadura, Moura interpreta um cientista perseguido pelo governo, papel que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes e uma indicação inédita de um brasileiro ao Oscar na categoria”.

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