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| Desenho feito pelo Gemini |
Na sexta-feira passada (31), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD). Ela mostra que o governo Lula voltou a registrar resultados positivos no segundo trimestre de 2026, com queda do desemprego e elevação da renda. A PNAD, porém, não foi destaque na mídia rentista, que prefere defender a política de juros nas alturas e o austericídio fiscal para beneficiar os abutres financeiros.
Entre outros avanços, o estudo revelou que a taxa de desocupação caiu para 5,4% no período, redução de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre anterior – o menor índice da série histórica da PNAD. Em números absolutos, o contingente de pessoas ocupadas aumentou em 1,1 milhão no trimestre, chegando a 103,1 milhões de trabalhadores.
A pesquisa mostra que o número de desempregados caiu em 718 mil pessoas, totalizando 5,9 milhões, o que representa uma redução de 10,9% frente ao primeiro trimestre do ano. Outro indicador que apresentou melhora significativa foi a taxa de subutilização da força de trabalho, que caiu para 12,9%, recuo de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
O desalento – situação em que pessoas deixam de procurar emprego por acreditarem que não conseguirão uma vaga — também registrou forte queda. O contingente recuou 14,7% em relação ao trimestre anterior, passando para 2,3 milhões de pessoas, uma redução de 395 mil brasileiros.
Aumento do rendimento médio do trabalhador
A geração de emprego ajudou a elevar a renda do trabalhador, ao reduzir o “exército de reserva” e dar maior poder de barganha às categorias. O rendimento médio real dos assalariados ficou em R$ 3.738. Em relação ao mesmo período de 2025, porém, houve um crescimento de 2,8%, preservando o ganho real da renda dos trabalhadores.
Como constata artigo postado no site Brasil-247, “o conjunto dos indicadores da PNAD Contínua aponta para um mercado de trabalho mais aquecido, com menor desemprego, redução da subutilização da mão de obra e crescimento da ocupação, consolidando um cenário de maior inclusão produtiva e recuperação da renda durante o governo Lula”.

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