quinta-feira, 4 de junho de 2026

Controle das narrativas e o à democracia

Por Emília Mazzei, no site da Fundação Perseu Abramo:

Por muito tempo acreditamos que a internet seria um espaço de democratização da informação, onde todas as vozes poderiam ser ouvidas em igualdade de condições. E, realmente, as plataformas digitais ampliaram o acesso ao conhecimento e possibilitaram novas formas de participação política e social. Milhões de pessoas passaram a produzir e compartilhar conteúdos sem depender dos grandes meios de comunicação. Porém, passadas duas décadas da consolidação das redes sociais, fica evidente que o ambiente digital também é um espaço de disputa de poder.

Por que seguimos apoiando a Venezuela?

Por João Pedro Stedile, no site do MST:

A atual situação política da Venezuela não pode ser explicada apenas pelos acontecimentos do pós 3 de janeiro de 2026, data do bombardeio dos Estados Unidos contra o povo venezuelano. Precisamos contextualiza o que vem acontecendo nas últimas quatro décadas no país da América do Sul.

Na década de 1990, havia uma hegemonia total dos EUA no continente, que nos impôs o acordo do Nafta (sigla para North American Free Trade Agreement ou Acordo de Livre Comércio da América do Norte) e, na sequência, queria impor a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) com uma área sob total controle do capital estadunidense. Todos os governos, menos Cuba apoiavam os gringos.

Trump, bolsonarismo e sua troca de favores

Por Jair de Souza

Há mais de duas semanas que a pauta das conversas entre a maioria dos brasileiros não tem sido do agrado dos próceres do bolsonarismo. É que, agora, a consciência de que o bolsonarismo constitui o núcleo da grande bandidagem no Brasil não está restrita aos que estão medianamente informados sobre os bastidores da política em nosso país.

Portanto, nos dias de hoje, é difícil encontrar alguém que não saiba que é a cúpula do bolsonarismo quem comanda o mais vasto esquema de bandidagem financeira de que se tem conhecimento, ao longo de mais de dois séculos de nossa existência como nação autônoma.

Extrema-direita vadia e traidora da pátria

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Diante de mais um crime explícito de traição ao Brasil por parte dos Bolsonaro, que imploraram a Trump para enquadrar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, para facilitar a intervenção estrangeira no Brasil, me dei ao trabalho de fazer uma breve comparação entre os extremistas de direita do Brasil e alguns dos seus pares europeus. As experiências de Milei, na Argentina, e Trump, nos EUA, ficam para outro artigo.