quinta-feira, 2 de julho de 2026

Os sindicalistas e os caminhos de confiança

Por João Guilherme Vargas Netto

Todo dirigente e ativista sindical preocupado em completar, desde já, sua “cola” eleitoral, sabe que a primeira indicação para voto é a confiança no candidato.

Esta confiança decorre do tempo transcorrido e das experiências mútuas.

O candidato deve pertencer a um partido que, seguramente, defenda os interesses dos trabalhadores; além do mais, ele próprio, deve merecer por sua atitude (buscando a reeleição ou a eleição) o endosso do dirigente.

A escolha da chapa ideal precede idealmente a “cola” ainda passível de numeração.

Pelas regras eleitorais existem alguns obstáculos a serem superados e tropeços a serem evitados, pelos dirigentes e pelos ativistas – principalmente os associados e diretores que concorram a cargos eletivos – de modo a não prejudicar a campanha nem prejudicar a si próprio.

A cada dois anos, quando há eleições, o DIAP edita um folheto com todas as instruções para uma campanha efetiva, segura e correta.

Mas, em caso de dúvida, eu procuraria o conselho ou a orientação da presidenta do DIAP, Maria Rita e dos diretores Neurimberg e André Luiz e dos consultores Toninho do DIAP e Zilmara Alencar. Estes são os meus caminhos de confiança.

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