![]() |
| Foto: Geraldo Magela/Agência Senado |
O jornalista Rogério Gentile informa no site UOL que “a Justiça do Distrito Federal determinou a penhora mensal de 20% do salário do ex-jogador Romário no Senado em razão de uma dívida de cerca de R$ 179 mil com um advogado”. O parlamentar do Rio de Janeiro, que foi eleito pelo PL – o partido de aluguel da familícia Bolsonaro –, atualmente está sem partido. Mas segue bastante enrolado com processos judiciais.
Segundo a postagem, Romário alugou em 2012 uma mansão à beira do lago Paranoá, em Brasília, mas deixou de pagar as mensalidades a partir de novembro de 2015. O caso foi parar na Justiça e ele foi condenado a pagar o débito. Na ocasião, o ex-craque também foi condenado a demolir um píer e um campo de futebol que construiu no terreno do imóvel sem autorização dos órgãos do governo do Distrito Federal.
“A penhora foi determinada, pois até hoje Romário não pagou os honorários do advogado que representou a empresa proprietária do imóvel no processo, como havia sido determinado na decisão judicial. Ao ordenar a penhora no dia 29 de outubro, a juíza Luciana Torres de Oliveira afirmou que a medida ‘não atingirá a dignidade do executado, nem impedirá sua sobrevivência e de sua família’”, relata o site.
Na defesa formulada à Justiça, o senador Romário questionou a cobrança dos honorários afirmando que o advogado havia atuado apenas em parte do processo e que não tinha legitimidade para cobrar a totalidade da verba. Alegou ainda que os valores já estavam em execução na ação principal (a da dívida do aluguel). Em outra ação judicial na qual foi ordenada a penhora de parte do seu salário no Senado, ele declarou que a medida abalava suas finanças, causando-lhe um “impacto material irreversível”. Mas a Justiça rejeitou as desculpas. Romário ainda pode recorrer contra a penhora.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente: