Por Altamiro Borges
O “terrivelmente evangélico” André Mendonça, nomeado pelo neofascista Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) e atual vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a inelegibilidade do deputado Marcelo Crivella, “bispo” da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A decisão monocrática, assinada nesta segunda-feira (30), tem caráter provisório e devolve os direitos políticos do parlamentar do partido Republicanos. A liminar interrompe os efeitos da condenação fixada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) em outubro de 2024, que tornou Marcelo Crivella inelegível por oito anos, contados a partir das eleições municipais de 2020.
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Os sindicalistas e os caminhos de confiança
Por João Guilherme Vargas Netto
Todo dirigente e ativista sindical preocupado em completar, desde já, sua “cola” eleitoral, sabe que a primeira indicação para voto é a confiança no candidato.
Esta confiança decorre do tempo transcorrido e das experiências mútuas.
O candidato deve pertencer a um partido que, seguramente, defenda os interesses dos trabalhadores; além do mais, ele próprio, deve merecer por sua atitude (buscando a reeleição ou a eleição) o endosso do dirigente.
A escolha da chapa ideal precede idealmente a “cola” ainda passível de numeração.
Todo dirigente e ativista sindical preocupado em completar, desde já, sua “cola” eleitoral, sabe que a primeira indicação para voto é a confiança no candidato.
Esta confiança decorre do tempo transcorrido e das experiências mútuas.
O candidato deve pertencer a um partido que, seguramente, defenda os interesses dos trabalhadores; além do mais, ele próprio, deve merecer por sua atitude (buscando a reeleição ou a eleição) o endosso do dirigente.
A escolha da chapa ideal precede idealmente a “cola” ainda passível de numeração.
O inspetor Clouseau e os vazamentos da PF
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:
É curiosa a dificuldade de se discutir temas políticos no país, mesmo entre o grupo do público mais informado.
Tome o caso das denúncias contra Jaques Wagner.
Mais de uma vez expliquei que minhas críticas aos vazamentos não significam qualquer endosso a uma suposta inocência do senador. Minhas críticas são contra os métodos utilizados, que atropelam princípios jurídicos claros, atrapalham as investigações, e, mais do que isso, estupram o jornalismo e tem uma clara intenção política.
Mas, nesse clima tóxico, é quase impossível separar os dois temas. É possível que Jaques Wagner tenha culpa no cartório e, ao mesmo tempo, a operação contra ele seja esdrúxula, forçando a barra com propósitos políticos. Mas vá convencer os fetichistas da equidistância.