quarta-feira, 11 de abril de 2012

A praia Girón da mídia golpista

Por Emir Sader, no sítio Carta Maior:

A mídia latino-americana sempre foi golpista. Representante das oligarquias do continente, dirigida por um punhado de famílias (todo país tem seus Frias, Mesquitas, Marinhos, Civitas), sempre esteve envolvida nos golpes militares contra a democracia no continente, do lado dos EUA.

Mídia já cita relação Veja/Cachoeira

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Está caindo a ficha da grande mídia demo-tucana quanto ao potencial explosivo da vindoura Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará as relações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e empresas privadas, sem prejuízo de suas relações com o governo de Goiás e, sobretudo, com órgãos de imprensa ligados ao PSDB e ao DEM, como a revista Veja. Essa tomada de consciência transparece em denúncias fracas que essa mídia está fazendo ao PT.

A queda de audiência da TV

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

Um clima de curiosidade marca os anúncios da participação de representantes da mídia tradicional no evento anunciado como Proxxima 2012, que em sua sexta versão tenta reunir o que há de mais avançado em marketing digital em todo o mundo.

As viúvas de Demóstenes na mídia

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

Abandonado pelos seus pares do DEM e do que restou da oposição parlamentar no Congresso Nacional, o ainda senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) só encontra apoio em alguns setores da imprensa e agora joga todas as suas fichas no Judiciário, pois sabe que não tem como escapar da cassação do mandato. É tudo só uma questão de tempo.

Dilma e as conversações na Casa Branca

Por Mauro Santayana, em seu blog:

A primeira referência séria de um líder norte-americano sobre o Brasil foi de Thomas Jefferson. Em maio de 1787 – quando era embaixador em Paris, dois anos antes da reunião dos Estados Gerais e da descoberta da conspiração de Vila Rica – Jefferson se encontrou, em Nimes, no sul da França, com José Joaquim da Maia, que lhe falou sobre a possível independência do Brasil e das relações que poderiam estabelecer-se entre as duas nações, que ocupavam posição predominante no sul e no norte do hemisfério ocidental.

O golpe midiático que o povo derrotou

Por Renato Rovai, em seu blog:

O 11 de abril de 2002, dia do golpe contra Chávez que hoje faz 10 anos, aconteceu numa quinta-feira. No dia 8, Carolina, minha filha, tinha feito 11 anos. No sábado, 13, haveria festa dela em casa. Foram longos aqueles dias e noites que antecederam aquele sábado.

Europa: saídas criativas ou suicidas?

Por Flavio Aguiar, na Rede Brasil Atual:

E la nave va. Ou melhor, não vai: fica.

Depois de um breve intermezzo graças ao trilhão de euros que o Banco Central Europeu injetou no sistema bancário e financeiro do continente, a crise bateu às portas de novo, se é que saiu um dia. As letras espanholas estão custando bem mais caro do que antes para serem renovadas (6% para letras de dez anos, sendo que 7% é considerado o limite vermelho). Na Itália cresce a oposição ao plano de "austeridade" de Mario Monti enquanto sua margem de manobra diminui. Greves sacodem Portugal, Grécia, Espanha, França e arredores – neste último país as chances de Nicolas Sarkozy vencer a eleição permanecem remotas, enquanto na Grécia se anunciam eleições para maio com um resultado incerto.

O cerco se fecha contra Demóstenes

Da revista CartaCapital:

Após a negativa do Supremo Tribunal Federal (STF) em enviar ao Senado a íntegra do inquérito da Polícia Federal sobre o bicheiro Carlinhos Cachoeira, o Conselho de Ética do Senado decidiu abrir nesta terça-feira 10 um processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), suspeito de relações com os negócios ilegais do empresário do jogo.

Bancos e elétricas lideram em lucro

Por José Dirceu, em seu blog:

É fato. O serviço prestado por bancos e concessionárias de energia elétrica deixa a desejar. E muito. No entanto, ou talvez por isso mesmo, os dois setores foram os que mais lucraram no país, no ano passado.

A mídia nativa e o golpe na Venezuela

Por Altamiro Borges

“O que ocorreu na Venezuela não foi um simples golpe de Estado que tirou do poder o coronel Hugo Chávez Frias. Foi – assim como ocorreu no Brasil em 1964 – uma reação cívica a um governo que, eleito em pleito livre, se esmerou, uma vez no poder, em eliminar progressivamente todo e qualquer vestígio daquilo que se poderia chamar de institucionalidade democrática”. Editorial do jornal O Estado de S.Paulo de 13 de abril de 2002.

CPI de Cachoeira pode detonar a Veja

Por Altamiro Borges

A mídia demotucana, que sempre bajulou o senador Demóstenes Torres, parece que já deu o braço a torcer. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), proposta para apurar as sinistras relações do ex-demo e de outros políticos (como o governador tucano Marconi Perillo, de Goiás) com a quadrilha mafiosa de Carlinhos Cachoeira, vai ser finalmente instalada. Parece que não tem mais retorno!

Folha reduz audiência da TV Cultura

Por Altamiro Borges

O sempre atento João Brant, coordenador do Coletivo Intervozes, divulgou ontem uma informação que deve ter incomodado a “petulante” famiglia Frias:

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Números do Ibope mostram que o programa TV Folha, produzido pela Folha de S. Paulo e veiculado aos domingos à noite na TV Cultura, diminuiu sensivelmente a audiência da emissora no horário. Comparando as médias dos cinco domingos em que o TV Folha foi exibido (entre 11/3 e 8/4) e os cinco domingos anteriores (entre 5/2 e 4/3), em que era exibido o Cultura Documentários, houve uma diminuição de 22% no índice de audiência (de 0,64 para 0,5) e de 26% na participação entre os televisores ligados (de 1,14% para 0,84%). Os números são ainda mais alarmantes se constatado que nos últimos dois domingos os resultados da TV Folha foram pífios, com índice de audiência médio no horário oscilando entre 0,1 e 0,2.

Boatos contra Chavez partem do Brasil

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

Nessa quarta-feira, 11 de abril, faz dez anos que a direita venezuelana, com apoio dos EUA, tentou derrubar Hugo Chavez. Foi um golpe – é sempre bom lembrar – com ampla participação midiática, como mostrou o documentário “A Revolução Não Será Televisionada”.

E a guerra continua.