quinta-feira, 17 de junho de 2021

Caminhoneiros voltam a falar em greve. Será?

Por Altamiro Borges


Em sua coluna no site UOL, o jornalista Chico Alves afirma que os caminhoneiros voltam a se mobilizar contra as promessas não cumpridas pelo demagogo Jair Bolsonaro e já falam em paralisar as suas atividades. “Quatro meses depois de o governo evitar uma greve nacional com promessas de benefícios, dirigentes de entidades que representam os motoristas se dizem decepcionados. Segundo eles, nenhuma das propostas se tornou realidade. Por isso, várias associações e sindicatos da categoria voltam a se mobilizar para reivindicar melhorias”.

Senado vota a privatização da Eletrobras

Por Murilo Pinheiro, no site do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo:

A Medida Provisória 1.031/2021, que viabiliza a privatização da Eletrobras, foi aprovada na Câmara dos Deputados, na madrugada de quinta-feira (20/5). A oportunidade e a responsabilidade de impedir que o equívoco se confirme está agora nas mãos do Senado, onde a MP já chegou para apreciação.

Pelo modelo adotado, para a desestatização serão emitidas novas ações da Eletrobras, a serem vendidas no mercado, resultando na perda do controle acionário pelo governo federal. Está previsto que a União terá ação de classe especial, a chamada golden share, que lhe garante poder de veto em decisões da assembleia de acionistas.

A figura chave dos escândalos da saúde

Brasil afunda e o governo aumenta os juros

Witzel liga Bolsonaro ao caso Marielle Franco

As plataformas digitais e os trabalhadores

Quem tem medo do movimento antifascista?

O fim da era Netanyahu em Israel

Cuba e a "ditadura do algoritmo"

Joice abandona “escória bolsonarista” do PSL

Por Altamiro Borges

A extrema-direita se uniu para assaltar o poder, mas ela não se entende. Toda semana tem um barraco. Nesta segunda-feira (14), a deputada Joice Hasselmann, que já foi líder do laranjal bolsonariano no Congresso Nacional, anunciou a sua saída do PSL. A sua justificativa é de que o partido não só manteve a “escória bolsonarista”, como “entregou o coração”.

Eleita por São Paulo com 1.078.666 votos, pegando carona na onda neofascista que devastou o país em 2018, a deputada ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo desfiliação por justa causa – sem perder o mandato. Joice Hasselmann, acusada de plagiar reportagens quando era jornalista, garante que já foi procurada por cinco partidos.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Lula não dá trégua à farsante Regina Duarte

Por Altamiro Borges


A jornalista Mônica Bergamo informou na Folha nesta terça-feira (15) que "o ex-presidente Lula e seus filhos recorreram ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal contra a decisão de primeira instância que livrou a atriz Regina Duarte de pagar indenização por danos morais por espalhar fake news contra a ex-primeira-dama Marisa Letícia".

Os advogados de defesa da família pedem que a atriz seja condenada a pagar R$ 131 mil para reparar os estragos causados por ter postado em seu perfil no Instagram uma charge que dizia que “acharam R$ 250 milhões na conta da falecida do Lula”. A informação era mentirosa e criminosa. Marisa Letícia tinha apenas R$ 26 mil investidos num banco.

Os perdigotos bolsonaristas no avião da Azul

Por Altamiro Borges


Ao permitir que o genocida Jair Bolsonaro entrasse sem máscara e disparasse perdigotos em sua aeronave na sexta-feira passada (11), a empresa Azul cometeu uma infração grave e pode até ser punida. O deputado Alexandre Padilha (PT-SP) já solicitou a convocação de uma audiência pública para debater a quebra de protocolos sanitários na empresa aérea.

A atitude criminosa e irresponsável do presidente – de abraçar, tirar selfies e conversar sem máscara com tripulantes e passageiros – foi visivelmente respaldada pelo comandante da aeronave da Azul. O deputado quer saber quem autorizou essa "invasão" e se órgãos reguladores do setor fizeram algum registro da infração cometida.

Brasil, Venezuela e a luta anti-imperialista

Os golpes na América Latina

Witzel é ex-membro da quadrilha de Bolsonaro

Operação Lava-Jato e a atuação dos EUA

Por Camila Feix Vidal e Arthur Banzatto, no site Carta Maior:


Que os Estados Unidos têm uma trajetória extensa de ingerências na América Latina não é novidade. Durante boa parte do século XX, essas intervenções eram justificadas como resultado da Guerra Fria na contenção estadunidense à influência soviética na região. Para conter essa ameaça, era permitido utilizar-se de todos os meios, inclusive os militares, para suprimir lideranças e movimentos que, supostamente, alinhavam-se com a ideologia soviética, ainda que, na maioria dos casos, sobrassem “convicções” e faltassem provas desse alinhamento – em alusão à “profunda convicção” de que o governo de Jacobo Arbenz na Guatemala era comunista (NSA).

Bolsonaro não deve ser chamado de presidente

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Sabemos que da mídia cartelizada não podemos esperar gestos ousados e pautados por um mínimo de coragem no enfrentamento a Bolsonaro. Tomemos como exemplo suas seguidas ofensas aos jornalistas proferidas principalmente no “chiqueirinho” em frente ao Palácio Alvorada.

Bastaria que os veículos de comunicação deixassem de escalar seus profissionais para a cobertura daquela palhaçada diária, para que o palanque desmoronasse. Contudo, não há razão para que os setores democráticos da sociedade insistam em chamar Bolsonaro de presidente da República.

Ah, mas ele foi eleito, dirão muitos. É verdade, mas sabemos como e com que métodos. Mas isso é outra discussão. O meu ponto parece devaneio, mas não é. Tem a ver com a força das palavras e sua carga simbólica.

Garantia contra apagão é mentira

Por Fernando Brito, em seu blog:


Pode até não faltar energia em quantidade suficiente para o país até novembro, quando volta o período de chuvas.

Mas a “garantia” do diretor do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi, em audiência Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, que não haverá problemas de abastecimento energético é, simplesmente, uma mentira irresponsável.

E bastam os números do próprio ONS para demonstrar isso.

No Boletim de Operação de 15 de junho de 2020, relativo à véspera, com os níveis de armazenamento das represas do Sistema Integrado Nacional nas regiões Sudeste e Centro Oeste (70% do total do país) era o equivalente à produção de 110.245 Megawatt mês.

As cadeiras para as mulheres no parlamento

Ilustração: Ribs
Por Vanessa Grazziotin, no jornal Brasil de Fato:

É de 1995 a lei que estabeleceu no Brasil a reserva de vagas de gênero nas chapas de candidaturas - que hoje é de 30% - que passou a ser obrigatória apenas a partir das eleições de 2010, pela da aprovação da Lei 12.034/2009. Uma conquista obtida com afinco pela bancada feminina, sob a liderança, à época, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).

A mesma lei avançou também quando estabeleceu a destinação de 5% dos recursos do fundo partidário na formação, difusão e participação político-partidária das mulheres.

Apesar de significativos, os avanços na legislação não se traduziram num aumento mais expressivo da presença das mulheres nos espaços de poder, seja no legislativo ou no Executivo.

Frente ampla e nitidez programática

Por Jeferson Miola, em seu blog:


Este é um dos períodos mais graves e perturbadores da história do Brasil. A eleição do próximo ano se desenrola dentro desta moldura histórica dificílima, e será a mais crucial para o futuro do país.

Os motivos são sobejos: a nação, submetida a um processo brutal de devastação pelas oligarquias dominantes, é também ameaçada pela escalada de um regime fascista-militar.

Características de Estados policiais estão claramente presentes na realidade. Tornou-se trivial intimidar ativistas e enquadrar-se opositores na Lei de Segurança Nacional. Passaram a ser regra as prisões arbitrárias, a repressão e a violência assassina das polícias. A censura à imprensa, o cerceamento da liberdade de expressão, a violação de direitos humanos e os ataques às Universidades tornaram-se eventos corriqueiros.