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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Trump é rejeitado por 64% dos estadunidenses

Ilustração da revista The Atlantic
Por Altamiro Borges


O “imperador” Donald Trump está desesperado, o que explica as suas ações terroristas contra o Irã, as ameaças contra o Brasil e outras provocações pelo mundo afora. Sua popularidade está em queda vertiginosa e o presidente-pedófilo corre o sério risco de perder as eleições legislativas de meio de mandato em novembro, o que pode impulsionar o seu processo de impeachment. Pesquisa divulgada nesta semana pela Reuters/Ipsos mostra que 64% dos estadunidenses desaprovam seu desempenho à frente da Casa Branca – um recorde de rejeição.

O levantamento mostra que a aprovação de Donald Trump caiu de 35% no início de agosto para 33%, o menor patamar de seu atual mandato. Uma das principais causas da queda de popularidade é a guerra contra o Irã. O presidente chegou ao poder prometendo evitar conflitos militares prolongados, mas a decisão de atacar o país persa colocou os EUA em um confronto cujos efeitos militares, econômicos e políticos passaram a preocupar grande parte da população.

domingo, 16 de agosto de 2026

Bolsonarismo lambe-botas e ameaça de Trump

Charge: Vincent L'Épée/Exposição Drawn 2025
Por João Filho, no site Intercept:

Não é mais uma questão de “se” nem de “quando”, mas como será a intervenção de Washington nas eleições presidenciais brasileiras.

Os ataques do governo norte-americano contra o brasileiro se intensificaram nos últimos meses, culminando com o plano de enviar dois funcionários do alto escalão da Casa Branca ao Brasil para atacar as urnas eletrônicas antes das eleições de outubro, como apurou o jornal “The Washington Post”.

Soma-se a isso os encontros que o consulado dos EUA tem promovido com influenciadores bolsonaristas às vésperas da campanha eleitoral.

É esse o nível de intimidação que nossas eleições já estão sofrendo da maior potência bélica e econômica do mundo.

Ataque cibernético ameaça reeleição de Lula

Por Jeferson Miola, em seu blog:

Sem nenhum apego pela soberania nacional, o ministro da Defesa Múcio Monteiro disse que “se os Estados Unidos quiserem invadir o Brasil, temos que abrir o portão” – o que significa facilitar a invasão do país sem apor nenhuma resistência ao invasor.

A infeliz declaração deste ministro que é a pessoa errada, na hora errada, para o cargo errado, é ainda mais preocupante porque é pronunciada no contexto da guerra Trump-bolsonarista contra a reeleição do presidente Lula e, sendo ele, Múcio, quem exerce a direção superior das Forças Armadas e é o titular do “órgão incumbido de coordenar o esforço integrado de defesa, visando contribuir para a garantia da soberania, em prol da sociedade brasileira” [competências do Ministério da Defesa, Lei 14.600/2023].

EUA têm muito interesse na eleição do Brasil

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Trump x Lula: Quem está ganhando?

Charge: Dario/Cartooning for Peace
Por Marcelo Zero, no site Viomundo

Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou US$ 197.849.157.194.

Já no mesmo período deste ano (2026) o Brasil exportou, apesar das sanções agressivas de Trump, US$ 218.551.862.181, cerca de 10,5% a mais.

Além disso, atingimos um superávit de cerca de US$ 49 bilhões.

Já os EUA, os agressores, tiveram um déficit comercial em bens e serviços de US$ 73,3 bilhões em junho de 2026, apresentando uma leve queda em relação aos meses anteriores, mas permanecendo próximo ao patamar de US$ 79,8 bilhões registrado quando o presidente Donald Trump foi eleito para seu segundo mandato - o que demonstra que políticas tarifárias agressivas não reequilibraram o comércio global, como o troglodita imaginava.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Trump lança os EUA numa 'diarreia explosiva'

A guerra de Trump avança para a diplomacia

Fotomontagem: Elizabeth Brockway/The Daily Beast
Por Paulo Cannabrava, no site Diálogos do Sul Global

A guerra desencadeada por Donald Trump contra o Brasil deixou de ser apenas econômica. Os tarifaços, utilizados como instrumento de pressão política e comercial, agora são acompanhados por uma ofensiva diplomática que eleva a tensão entre Brasília e Washington a um patamar inédito nas últimas décadas.

O centro do novo conflito é a troca de embaixadores. O governo brasileiro ainda não concedeu o agrément ao diplomata Daniel Perez, indicado por Washington, procedimento indispensável para que um embaixador possa assumir oficialmente suas funções.

Em resposta, a Casa Branca decidiu retaliar atingindo diretamente a representação diplomática brasileira, transformando uma questão de protocolo em instrumento de pressão política.

domingo, 2 de agosto de 2026

Trump lança os EUA numa ‘diarreia explosiva’

Reprodução
Por Altamiro Borges


Donald Trump, o presidente pedófilo dos EUA, está literalmente conduzindo o império decadente à latrina! Na semana passada, o site CNN-Brasil noticiou que “subiu para nove o número de estados dos Estados Unidos que registraram casos da doença causadora de diarreia devido à ingestão de alface americana contaminada com o parasita Cyclospora, segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA). Illinois, Kansas, Oklahoma e Pensilvânia foram incluídos no surto, que já abrangia Indiana, Kentucky, Michigan, Ohio e Virgínia Ocidental”.

terça-feira, 28 de julho de 2026

Método na loucura?

Charge: Luc Descheemaeker/Iran Cartoon
Por Paulo Nogueira Batista Jr.

Como interpretar os movimentos dos Estados Unidos sob Trump? Há muito de estranho, muito de inesperado nesses movimentos. É loucura pura e simples ou há algum método nessa loucura?

À primeira vista, há aspectos difíceis de reconciliar com a racionalidade. A começar pelo fato de terem os Estados Unidos comprado briga com China, Rússia e Irã ao mesmo tempo. Abriram três frentes de batalha e não estão conseguindo prevalecer em nenhuma delas. Essa guerra em três frentes antecede Trump e foi se configurando desde os tempos de Obama. Trump dá sequência e intensifica essa estratégia (ou falta de). Parece claro que os EUA superestimaram o seu poder e subestimaram os seus adversários. Subestimaram a Rússia, subestimaram a China, subestimaram o Irã. Os três países vinham se fortalecendo e se preparando há tempos para embates com os EUA. Sob ataque imperial, esses três países se aproximaram como nunca, tornando-se ipso facto ainda mais fortes.

Gerentes de Trump em ação no Brasil

Ofensiva imperialista dos EUA contra o Brasil