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terça-feira, 7 de julho de 2026
Ofensiva digital de Trump na América Latina
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| Montagem: The Daily Star |
A declaração de Trump de que a eleição do Brasil é o seu próximo desafio na recente rodada de eleições na América Latina coloca enormes responsabilidades para todos os nossos povos e, em especial, para nós brasileiros.
Mais do que a influência política tradicional, o que se observa é a construção de uma intervenção imperialista da extrema direita americana, em que a desregulação, a vigilância por IA e a disputa de narrativas contra os candidatos e políticos que defendem a democracia e a soberania dos Estados nacionais foram elevadas a outro patamar.
Sob pretexto de combate à influência geopolítica da China, a intervenção direta das plataformas, data centers, think tanks e softwares de inteligência, chantagem financeira e diplomacia hostil, além de todos os demais e conhecidos meios de manipulação de pesquisas e controle das mídias, novos métodos são usados para remodelar e desarticular democracias frágeis e para criar uma extensão dos interesses dos conglomerados americanos na América Latina.
Mais do que a influência política tradicional, o que se observa é a construção de uma intervenção imperialista da extrema direita americana, em que a desregulação, a vigilância por IA e a disputa de narrativas contra os candidatos e políticos que defendem a democracia e a soberania dos Estados nacionais foram elevadas a outro patamar.
Sob pretexto de combate à influência geopolítica da China, a intervenção direta das plataformas, data centers, think tanks e softwares de inteligência, chantagem financeira e diplomacia hostil, além de todos os demais e conhecidos meios de manipulação de pesquisas e controle das mídias, novos métodos são usados para remodelar e desarticular democracias frágeis e para criar uma extensão dos interesses dos conglomerados americanos na América Latina.
segunda-feira, 6 de julho de 2026
quinta-feira, 2 de julho de 2026
segunda-feira, 22 de junho de 2026
domingo, 21 de junho de 2026
quinta-feira, 11 de junho de 2026
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Copa antidesportiva, racista e xenófoba
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| Charge: Custódio/Cartoon Movement |
Em geral, pode-se afirmar que os eventos esportivos deveriam ser poupados de boicotes geopolíticos.
Desde a Grécia antiga, os esportes têm a nobre função de amenizar as tensões entre os polos políticos e de sublimar as rivalidades numa saudável competição.
O primeiro grande boicote geral a um evento esportivo ocorreu em 1980, nas Olimpíadas de Moscou, por iniciativa dos EUA, claro.
Antes, houve a ameaça de boicote às Olimpíadas de Berlim, de 1936, a qual não se concretizou, apesar da ampla antipatia por Hitler. Em 1976, 22 países africanos boicotaram as Olimpíadas de Montreal pelo fato de o Comitê Olímpico Internacional ter permitido, um ano antes, que o time de rugby da Nova Zelândia realizasse uma excursão pela África do Sul.
Mas se há uma competição que mereceria um boicote, ao menos dos torcedores, é essa Copa que ocorrerá, em sua maior parte, nos EUA.
terça-feira, 9 de junho de 2026
domingo, 7 de junho de 2026
A ingerência de Trump na eleição brasileira
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| Charge: Gerard Alsteens (GAL)/Iran Cartoon |
Primeiro, o Departamento de Estado dos EUA resolve, sem nenhuma justificativa técnica, classificar o PCC e o Comando Vermelho como “organizações terroristas”, abrindo caminho para uma série de intervenções financeiras, comerciais, econômicas, políticas e até mesmo militares contra o Brasil.
Em rápida sequência, após praticamente 18 meses com o cargo de embaixador vago, os EUA resolvem nomear para representá-los no Brasil, Daniel Perez. Republicano e atual Presidente da Câmara dos Representantes da Flórida. Daniel, descendente de cubanos, é bastante afinado ideologicamente com Marco Rubio e com o grupo de anticastristas que domina os conservadores extremistas da Florida. Sua missão geopolítica, será, evidentemente, assegurar a aplicação da “Doutrina Donroe” no Brasil.
sábado, 6 de junho de 2026
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Donald Trump, o campeão do terror
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| Charge: Avilarte Rodriguez/Iran Cartoon |
O terrorismo é mal definido porque consiste em expediente guerreiro e guerra não pode ser percebida com objetividade certeira: desperta, de forma absoluta, instintos, pulsões e tendências reprimidas; desencadeia violência cega, difícil de ser contida.
Protagonizada por alguns, a guerra envolve a todos, sendo vaga a distinção entre atividade “civil” e atividade “militar”. Corriqueira, é sempre espetacular. Repugna e fascina, alegra e entristece, bestifica e glorifica. Justificada em nome de princípios supremos, ignora valores consagrados, constrói e destrói sociedades. Oferece patrimônio simbólico sacrossanto, legitima o poder político e, enganosamente, nutre esperança de futuro melhor.
A hipocrisia repugnante de Trump
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| Charge: Massoud Shojai Tabatabai |
No campo do Direito Internacional, os principais instrumentos para coibir o trabalho forçado são a Convenção da OIT nº 29 sobre o Trabalho Forçado (1930) e seu Protocolo de 2014. Há, também, secundariamente, a Convenção nº 105 sobre a Abolição do Trabalho Forçado (1957), que complementa aquela convenção fundacional de 1930.
A Convenção de 1930 é absolutamente fundamental para o combate ao trabalho forçado, em nível internacional.
Por sua relevância seminal para tal combate, ela já foi ratificada por 181 países.
Há, entretanto, alguns países que não a ratificaram até hoje. Pouquíssimos.
Segundo a OIT, não ratificaram essa convenção basilar apenas os seguintes países: Afeganistaão, Ilhas Marshall, Palau, Tonga, Tuvalu e Estados Unidos da América.
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