domingo, 3 de março de 2024

A luta de Malafaia com Alexandre de Moraes

Ilustração: Johnny Brito
Por Moisés Mendes, em seu blog:


Uma semana depois, continua em lenta fermentação a pergunta sobre o papel de Silas Malafaia na tentativa de rearticulação da extrema direita. Temos um protagonista, um coadjuvante ou daqui a pouco apenas um figurante?

Malafaia seria o Kleber Bambam do bolsonarismo? Bambam vai receber mais de R$ 6 milhões pelos 36 segundos em pé diante de Popó Freitas. Quanto Silas Malafaia merece por ter chamado para a luta o ministro Alexandre de Moraes?

Bambam e Malafaia têm coisas em comum. A primeira é o destemor para enfrentar oponentes que já derrubaram muita gente. Popó venceu Bambam sem esforço porque prefere o nocaute da luta decidida em pouco tempo.

Moraes está boxeando com facções bolsonaristas desde março de 2019, quando da instalação do inquérito das fake news. Já venceu muitas lutas, mas continua na briga. A maior ainda está pela metade.

A banalidade do mal nazi-sionista

Ilustração: Malik Qraiqea
Por Jeferson Miola, em seu blog:

“A vida está se esvaindo em Gaza numa velocidade assustadora”, declarou o subsecretário-geral para Assuntos Humanitários da ONU Martin Griffiths após o ataque das forças israelenses que resultou no massacre de pelo menos 112 palestinos e deixou outros 760 feridos quando se aproximavam desesperadamente do comboio com ajuda alimentar.

Uma covardia vergonhosa e criminosa dos soldados israelenses, que dispararam contra a multidão famélica em busca desesperada por uma ração mínima para comer.

Em quase cinco meses de agressão brutal na Faixa de Gaza, o saldo da devastação humana e material é terrível. Israel fez do território palestino uma terra arrasada; a Guernica do século 21.

A extrema-direita avança em terreno vazio

Charge: Benett
Por Roberto Amaral, em seu blog:


Para bem compreender o processo social em curso, o primeiro passo é reconhecer que a direita e a extrema direita brasileiras vêm dando seguidas mostras de vitalidade e capacidade organizativa, principalmente a partir de 2013 e daqueles idos de junho, que, sob as mais variadas facetas, chegam até aqui como que marcando um determinado ciclo, inconcluso, de nossa história contemporânea.

No curto espaço histórico de onze anos a direita cassou um mandato presidencial, deu as cores do governo Michel Temer, o perjuro, elegeu presidente da República um obscuro deputado fascista, desorganizou o Estado e impôs pesadas perdas dos direitos políticos, dos direitos previdenciários, trabalhistas e sociais de um modo geral. Impôs retrocessos que ainda estão longe de serem consertados, todos levados a cabo em face de uma sociedade e de um sindicalismo silentes. É o thatcherismo caboclo. O 25 de fevereiro, nada obstante sua relevância, não terá, pois, surpreendido o observador da cena brasileira. E há, ainda, muito o que aguardar das forças protofascistas aqui atuantes, aparelhadas e bem fornidas de apoios do sistema.

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