Por Altamiro Borges
Após um longo tempo de sumiço, talvez em função da fortuna investida em anúncios publicitários nos jornalões e nas emissoras de rádio e tevê, o famoso ricaço Sidney Oliveira, dono da rede de farmácias Ultrafarma, finalmente voltou ao noticiário na semana passada. O jornalista Rogério Gentile informou no site UOL que “a Justiça paulista bloqueou R$ 864,3 mil das suas contas bancárias”.
“A decisão foi tomada em uma ação de cobrança de dívida movida pelo empresário Anthony Wang. Originalmente, a ação foi aberta contra Edson Rodrigo Sanches, empresário do ramo farmacêutico que se uniu à Sidney Oliveira em 2019. A Justiça, no entanto, incluiu Sidney Oliveira e a Ultrafarma na ação de cobrança por considerar que eles participaram de uma série de manobras societárias com o objetivo de blindar o patrimônio e dificultar a cobrança de suas dívidas por parte dos credores”.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Master: os fatos e a manipulação midiática
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Os fatos:
1) Quem instaurou um inquérito para investigar as fraudes do Banco Master foi a Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça, quando tinha à frente o ministro Ricardo Lewandowski.
2) Daniel Vorcaro, dono do Master, foi preso pela PF. Depois, teve sua prisão relaxada por um juiz federal. Mas hoje ainda cumpre uma série de medidas cautelares, como a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica.
3) O Banco Central liquidou o Master, diante da situação de descalabro financeiro da instituição, que não tinha liquidez para honrar seus compromissos com os investidores, fruto especialmente do oferecimento de taxas de retorno estratosféricas para seus CDBs, que atraiam os incautos.
4) O Rioprevidência e seu presidente Deivis Marcon Antunes foram alvos de uma ação de busca e apreensão da PF. O instituto de previdência do estado fez aporte de quase R$ 1 bilhão em fundos do conglomerado de Vorcaro, em operação que põe em risco os pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores do Rio.
Os fatos:
1) Quem instaurou um inquérito para investigar as fraudes do Banco Master foi a Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça, quando tinha à frente o ministro Ricardo Lewandowski.
2) Daniel Vorcaro, dono do Master, foi preso pela PF. Depois, teve sua prisão relaxada por um juiz federal. Mas hoje ainda cumpre uma série de medidas cautelares, como a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica.
3) O Banco Central liquidou o Master, diante da situação de descalabro financeiro da instituição, que não tinha liquidez para honrar seus compromissos com os investidores, fruto especialmente do oferecimento de taxas de retorno estratosféricas para seus CDBs, que atraiam os incautos.
4) O Rioprevidência e seu presidente Deivis Marcon Antunes foram alvos de uma ação de busca e apreensão da PF. O instituto de previdência do estado fez aporte de quase R$ 1 bilhão em fundos do conglomerado de Vorcaro, em operação que põe em risco os pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores do Rio.
A sinuca de bico de Trump no Irã
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:
Trump se colocou em uma ‘sinuca de bico”, ao exigir do Irã concessões que o regime jamais fará, pois o atendimento pleno a essas demandas poderia até mesmo levar à queda do atual governo.
Em apertada síntese Trump demanda:
1- a completa desnuclearização do Irã;
2- forte limitação dos seus programas de mísseis e drones;
3- a extinção total de quaisquer apoios do Irã a aliados regionais, como o Hezbollah, o Hamas e milícias xiitas no Iraque e no Iêmen, entre outros;
4- o reconhecimento, por parte do Irã, de Israel, seu arquirrival, como um país legítimo.
Em relação à total extinção do programa nuclear iraniano, tal exigência contraria frontalmente o Artigo IV do Tratado Sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP), o qual tem a seguinte redação:
Artigo IV
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