sábado, 6 de junho de 2026

Marcha para Jesus vira palanque de Rachadinha

Charge: Aroeira/247
Por Altamiro Borges

Como já era esperado, a 34ª edição da Marcha para Jesus, comandada pelo “apóstolo” Estevam Hernandes, dono da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, virou palanque para o presidenciável Flávio Bolsonaro – também apelidado de Flávio Rachadinha e, nos últimos dias, de Tariflávio – e para vários outros candidatos da extrema-direita brasileira. A celebração religiosa-midiática reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, no centro de São Paulo.

Segundo balanço do site g1, do Grupo Globo, subiram ao principal trio-elétrico do evento, além do filhote 01 do “capetão”, o governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos), o também presidenciável Ronaldo Caiado (União Brasil), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL), o ex-secretário da Segurança Guilherme Derrite (PL), pré-candidato ao Senado, o presidente da Alesp e o também pré-candidato ao Senado, André do Prado (PL). Outra presença sinistra foi a do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do explosivo escândalo do Banco Master.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Astrid Fontenelle é demitida por zoom da Globo

Por Altamiro Borges


Na semana passada, durante sua participação no Rio2C, evento de criatividade realizado no Rio de Janeiro, a apresentadora Astrid Fontenelle deu maiores detalhes sobre a forma truculenta e cruel como foi dispensada da TV Globo. “Eu fui mandada embora. ‘Estar fora do ar’ é muito chique. Eu fui demitida. Inclusive por telefone. Opa, por Zoom... Depois de não sei quantos anos de serviços prestados na mesma empresa e 40 anos de jornalismo. Por quê? ‘Ah, você é ótima, mas… você é maravilhosa, mas…’. Mas não teve um ‘mas’”, recordou.

Mídia esconde mansão de Bananinha no Texas

Charge: Nando Motta/247
Por Altamiro Borges


O traidor da pátria Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, está levando uma vida nababesca nos EUA. Em mais um show de jornalismo investigativo, o site Intercept deu detalhes na semana passada sobre sua mansão no Texas. A matéria desmascarou o mimimi vitimista do ex-deputado, que enganava os trouxas jurando passar por dificuldades financeiras no seu autoexílio. Tanto que ele ficou nervosinho. Questionado pela imprensa sobre a casa de luxo, reagiu: “O dinheiro é meu”. Será mesmo? Há quem desconfie que é grana do mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Donald Trump, o campeão do terror

Charge: Avilarte Rodriguez/Iran Cartoon
Por Manuel Domingos Neto

O terrorismo é mal definido porque consiste em expediente guerreiro e guerra não pode ser percebida com objetividade certeira: desperta, de forma absoluta, instintos, pulsões e tendências reprimidas; desencadeia violência cega, difícil de ser contida.

Protagonizada por alguns, a guerra envolve a todos, sendo vaga a distinção entre atividade “civil” e atividade “militar”. Corriqueira, é sempre espetacular. Repugna e fascina, alegra e entristece, bestifica e glorifica. Justificada em nome de princípios supremos, ignora valores consagrados, constrói e destrói sociedades. Oferece patrimônio simbólico sacrossanto, legitima o poder político e, enganosamente, nutre esperança de futuro melhor.

A hipocrisia repugnante de Trump

Charge: Massoud Shojai Tabatabai
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


No campo do Direito Internacional, os principais instrumentos para coibir o trabalho forçado são a Convenção da OIT nº 29 sobre o Trabalho Forçado (1930) e seu Protocolo de 2014. Há, também, secundariamente, a Convenção nº 105 sobre a Abolição do Trabalho Forçado (1957), que complementa aquela convenção fundacional de 1930.

A Convenção de 1930 é absolutamente fundamental para o combate ao trabalho forçado, em nível internacional.

Por sua relevância seminal para tal combate, ela já foi ratificada por 181 países.

Há, entretanto, alguns países que não a ratificaram até hoje. Pouquíssimos.

Segundo a OIT, não ratificaram essa convenção basilar apenas os seguintes países: Afeganistaão, Ilhas Marshall, Palau, Tonga, Tuvalu e Estados Unidos da América.

O Brasil contra o crime organizado

Caso Bolsomaster: Vorcaro reescreve delação

Ataque tarifário de Trump e a reação de Lula

Quem é Marco Rubio, o "latino frustrado"

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Flávio Bolsonaro será punido por trair a patria?

 

Controle das narrativas e risco à democracia

Imagem gerada por Gemini do Google
Por Emília Mazzei, no site da Fundação Perseu Abramo:


Por muito tempo acreditamos que a internet seria um espaço de democratização da informação, onde todas as vozes poderiam ser ouvidas em igualdade de condições. E, realmente, as plataformas digitais ampliaram o acesso ao conhecimento e possibilitaram novas formas de participação política e social. Milhões de pessoas passaram a produzir e compartilhar conteúdos sem depender dos grandes meios de comunicação. Porém, passadas duas décadas da consolidação das redes sociais, fica evidente que o ambiente digital também é um espaço de disputa de poder.

Por que seguimos apoiando a Venezuela?

Reprodução InfoNativa
Por João Pedro Stedile, no site do MST:


A atual situação política da Venezuela não pode ser explicada apenas pelos acontecimentos do pós 3 de janeiro de 2026, data do bombardeio dos Estados Unidos contra o povo venezuelano. Precisamos contextualizar o que vem acontecendo nas últimas quatro décadas no país da América do Sul.

Na década de 1990, havia uma hegemonia total dos EUA no continente, que nos impôs o acordo do Nafta (sigla para North American Free Trade Agreement ou Acordo de Livre Comércio da América do Norte) e, na sequência, queria impor a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) com uma área sob total controle do capital estadunidense. Todos os governos, menos Cuba apoiavam os gringos.

Trump, bolsonarismo e sua troca de favores

Charge: Baggi
Por Jair de Souza

Há mais de duas semanas que a pauta das conversas entre a maioria dos brasileiros não tem sido do agrado dos próceres do bolsonarismo. É que, agora, a consciência de que o bolsonarismo constitui o núcleo da grande bandidagem no Brasil não está restrita aos que estão medianamente informados sobre os bastidores da política em nosso país.

Portanto, nos dias de hoje, é difícil encontrar alguém que não saiba que é a cúpula do bolsonarismo quem comanda o mais vasto esquema de bandidagem financeira de que se tem conhecimento, ao longo de mais de dois séculos de nossa existência como nação autônoma.

Extrema-direita vadia e traidora da pátria

Charge: Iotti
Por Bepe Damasco, em seu blog:


Diante de mais um crime explícito de traição ao Brasil por parte dos Bolsonaro, que imploraram a Trump para enquadrar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, para facilitar a intervenção estrangeira no Brasil, me dei ao trabalho de fazer uma breve comparação entre os extremistas de direita do Brasil e alguns dos seus pares europeus. As experiências de Milei, na Argentina, e Trump, nos EUA, ficam para outro artigo.

Vorcaro deve delatar dinheiro do Dark Horse

Filhos de Bolsonaro são vendilhões da pátria

Tariflávio: Bolsonaristas contra o Brasil

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Vorcaro vai delatar Flávio Bolsonaro

Israel intensifica guerra contra o Líbano

 

O capitalismo e o crescimento para poucos

Charge: Bira Dantas
Por Roberto Amaral

“O empresário tende inevitavelmente a se transformar em rentista e a dominar cada vez mais aqueles que só possuem sua força de trabalho. Uma vez constituído, o capital se reproduz sozinho, mais rápido do que cresce a produção. O passado devora a produção.” - Thomas Piketty, O capital no século XXI.

Ao contrário do que afirma Paulo Gala em seu excelente “Rumo a 2050” (Carta Capital, 27/05/2026), o crescimento da economia, por si, não altera a estrutura distributiva. Ao contrário, não apenas convive com alta concentração de renda, como a promove.

Trata-se, simplesmente, de determinismo da lógica de acumulação do capitalismo, e sua consequência irrecorrível é a concentração da riqueza, na contramão da valorização do trabalho como um dos fatores da produção. Mesmo o aumento da produtividade não implica aumento proporcional dos salários. De um lado, os lucros do capital são reinvestidos, ampliando a escala do capital e, como em um círculo vicioso, reforçando sua concentração; doutra parte, o desemprego estrutural - alimento do exército industrial de reserva - pressiona os salários para baixo, quadro tendencial da globalização do capitalismo, a que se somam o desenvolvimento científico e as novas tecnologias, poupadoras de mão de obra e intensivas em capital, e a articulação de grandes e poucas corporações operando em escala global, de forma oligopolista, transitando para o monopólio, com níveis inéditos de concentração de mercado e de poder político, frequentemente avançando sobre as soberanias nacionais.

Uma vitória estrondosa dos trabalhadores

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Por João Guilherme Vargas Netto

Geralmente o grito “a luta continua!” é ouvido depois de uma derrota.

Mas na quarta-feira da semana passada (dia 27) o grito foi ouvido depois de uma estrondosa vitória obtida pelos trabalhadores na Câmara Federal: a aprovação da PEC com a extinção da escala 6 x 1, a redução da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas sem redução de salário e um período de transição.

E a luta continua mesmo, porque agora a PEC precisa ser aprovada no Senado, também em duas votações com maioria qualificada e com os adversários tentando criar muitas e ridículas dificuldades.

Quando a economia não explica o voto

Por João Feres Júnior, no site A terra é redonda:

1.

Apareceram nas últimas semanas dois textos que se propõem a explicar o paradoxo do terceiro mandato de Lula: indicadores macroeconômicos sólidos, com desemprego em mínima histórica, PIB acima da média do G-20 e salário real em recuperação, convivendo com avaliação popular medíocre e desempenho de campanha pior do que se esperaria. O primeiro é o ensaio de Laura Carvalho e Guilherme Klein, publicado na Folha de S. Paulo, “Por que o desempenho econômico de Lula 3 não se converte em popularidade”. O segundo é o artigo de Carlos Pinkusfeld Bastos e Luis Berner no Jornal dos Economistas, que abre com o título irônico “Não é a economia, estúpido??”.

Cristo Redentor destrói Estátua da Liberdade

Por que parece que pesquisas eleitorais erram?

Por que os EUA têm medo do Pix?

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Rachadinha será punido por traição à pátria?

Charge: Cacinho
Por Altamiro Borges


O jornal Estadão informa que “um grupo de deputados do Psol e da Rede pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por possível atentado à soberania nacional. A representação cita a atuação do parlamentar junto ao governo Donald Trump em defesa da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas”.

Na representação, os deputados afirmam que o senador e o seu irmão Eduardo Bolsonaro – também conhecidos como Flávio Rachadinha e Dudu Bananinha – têm atuado para estimular a intervenção dos EUA nos assuntos internos do Brasil. O texto cita a recente visita do traidor da pátria ao “imperador” Donald Trump, quando implorou pela designação dos grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas globais. O senador-capacho do império também se reuniu com o secretário de Estado, o gusano Marco Rubio, e o vice-presidente JD Vance.

Produtoro da Dark Horse é alvo da polícia

JK foi assassinado pela ditadura militar

Diplomacia deve repetir a linha do tarifaço

Flávio Bolsonaro deu um tiro no próprio pé!

 

domingo, 31 de maio de 2026

Família Bolsonaro e Trump atacam o Brasil

Reprodução
Editorial do site Vermelho:


A classificação pelo governo dos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV), duas facções criminosas, como organizações terroristas tem múltiplas implicações. A decisão se deu logo após a visita do candidato a presidente da extrema direita, Flávio Bolsonaro, ao presidente estadunidense Donald Trump, que teria pedido a inclusão dessas facções na lista do Departamento de Estado daquele país. Com o candidato estavam seu irmão, Eduardo Bolsonaro, e o blogueiro Paulo Figueiredo, ambos foragidos da Justiça brasileira. A grande mídia estadunidense afirma que a decisão resultou de um “lobby agressivo dos Bolsonaros.”

A manchete sonegada sobre Flávio Bolsonaro

Reprodução
Por Moisés Mendes, em seu blog:

Esta é a chamada de capa da Folha, com um balanço do que teria sido até aqui a vida parlamentar medíocre do candidato do pai a presidente da República:

“Flávio Bolsonaro mirou segurança, mas não teve projetos próprios transformados em lei”.

Mas a informação que deveria estar na manchete está logo no começo do texto:

“Terceiro mais votado entre os senadores eleitos em 2018, com 4,38 milhões de votos, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou ao seu último ano de mandato sem ter projetos próprios transformados em lei. O pré-candidato do PL à Presidência é autor ou coautor no Senado de 57 projetos de lei e 92 PECs (propostas de emenda à Constituição), a maioria tratando da segurança pública, sua principal bandeira no mandato e um dos temas prioritários de sua campanha. Mas, em pouco mais de sete anos na Casa, só duas propostas em que ele foi coautor entraram em vigor, sem elo com a segurança: uma emenda constitucional para isentar o IPVA de veículos com mais de 20 anos de fabricação e uma lei de fomento ao microcrédito”.

Televisão com religião é correto?

Como Lula vai reagir à intervenção dos EUA?

Lula enfrenta Trump e Bolsonaros

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Bolívia em convulsão exige solidariedade

Reprodução
Por José Reinaldo Carvalho, no site Brasil-247:


A Bolívia vive uma convulsão social de grandes proporções. Mais uma em sua conturbada história. Cinco semanas de greve, bloqueios e manifestações revelam que a crise política deixou de ser apenas uma disputa institucional e se transformou em rebelião popular contra o governo direitista de Rodrigo Paz, que impõe medidas de arrocho, ameaçar direitos e recorrer à repressão para conter a força das ruas.

A promulgação da Lei 1732, que revoga a Lei 1341 sobre Estados de Emergência, marca um ponto de inflexão perigoso. Ao retirar limites que restringiam a atuação das Forças Armadas em conflitos sociais, o governo abre caminho para legitimar a militarização da repressão contra trabalhadores, camponeses, mineiros, professores, sindicatos e organizações populares que exigem sua renúncia.

Trump e o Primeiro Comando da Corja

Charge: Aroeira/247
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


O que aconteceu é muito sério. Pela primeira vez na história, o Brasil é acusado, de forma mentirosa, de abrigar “organizações terroristas estrangeiras.”

Uma aparente vitória do Primeiro Comando da Corja, organização de “patriotas” dedicada, com afinco, a atacar os interesses e a imagem do Brasil. Um pessoal que detesta soberania e adora a coleira da submissão. Normalmente, seus integrantes andam em 4 patas e não têm raça discernível.

Um tiro que, porém, pode sair pela culatra, pois sabe-se que essa singular e ambivalente organização teria recebido muito dinheiro de Vorcaro, sujeito que, segundo a Polícia Federal, possuía notórias ligações com facções criminosas e organizações agora tachadas de terroristas pelos EUA.

É preciso entender que as leis antiterrorismo dos EUA têm caráter extraterritorial. Isto é, elas permitem que os EUA promovam ações nos territórios de outros países, sem que isso passe, necessariamente, por mecanismos de cooperação.

A Lei Maria de Penha Digital

Nikolas Ferreira é detonado nas redes sociais

Papa alerta sobre o domínio dos algoritmos

Os impactos na região da eleição na Colômbia

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Banco Master, roubalheira e ódio de classe

Charge: Spacca
Por Jair de Souza

As recentes sondagens exibem dados que apontam no sentido de uma vitória do atual presidente Lula no próximo pleito eleitoral, previsto para outubro do corrente ano. No entanto, elas também indicam que é menor a probabilidade de que o resultado venha a ser definido já no primeiro turno.

Contudo, o que mais nos chama a atenção nas citadas sondagens é o detalhe aterrador de que, caso a decisão se adie para o segundo turno, o candidato do clã bolsonarista alcançaria 41% dos votos, contra os 47% dados a Lula.

Realmente, não é fácil entender como, mesmo após terem sido divulgados indícios irrefutáveis do completo envolvimento do bolsonarismo com a estrutura criminosa do Banco Master e a mais tenebrosa estrutura de banditismo financeiro de que se tem notícia no Brasil, ainda assim haja tal percentual de eleitores dispostos a sufragar nas urnas o nome de um dos membros do citado clã.

"Fechar" a chapa completa para as eleições

Por João Guilherme Vargas Netto


A quatro meses da eleição o dia 4 de outubro parece se aproximar velozmente de nós porque a disputa eleitoral se acelera atropelando o cronograma oficial.

É mais do que hora para os dirigentes e ativistas sindicais, os associados aos sindicatos e todos os trabalhadores e trabalhadoras passarem a se preocupar com sua participação no rito eleitoral da democracia (mesmo tendo uma Copa do Mundo pela frente).

O primeiro exercício de “aquecimento” seria o de procurar se lembrar em quem cada um votou nas últimas eleições gerais (de 2022).

Eleição na Colômbia e os impactos na região

Agressão dos EUA ao Irã trava diálogo de paz

A conquista histórica do fim da escala 6x1

Globo sabota duas vitórias do povo brasileiro

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Advogado deixa Vorcaro após PF rejeitar delação

Charge: Clayton
Por Altamiro Borges


A situação do mafioso Daniel Vorcaro, “irmãozão” do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), está cada dia mais enrolada. Na semana passada, o advogado José Luis Oliveira Lima, conhecido como Juca, deixou a defesa do dono do Banco Master em meio ao agravamento da crise enfrentada pelo presidiário. A desistência foi revelada pelo site g1, do Grupo Globo, e confirmada pela equipe jurídica do banqueiro, que alegou “decisão em comum acordo”. A saída ocorre logo depois da Polícia Federal rejeitar a proposta de delação premiada apresentada pelo criminoso.

Brasil aguarda novo escândalo de Rachadinha

Pressão popular conquista fim da jornada 6x1

Derrotas de Trump e riscos na América Latina

domingo, 24 de maio de 2026

Alcolumbre sabota criação da CPI do Master

Bolsonarista não muda de voto após escândalo

A caravana do direito à comunicação em Recife

Direita entra em desespero por um plano B

A saída do marqueteiro de Flávio Bolsonaro

Vorcaro mandou censura matéria de Leo Dias

Moro posa de capanga de Flávio Bolsonaro

Bolívia se levanta contra o neoliberalismo

A conexão Brazão-Bolsonaro no caso Marielle

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Alcolumbre sabota criação da CPI do Master

Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Por Altamiro Borges


Em sessão conjunta do Congresso Nacional nesta quinta-feira (21), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), enterrou o quinto pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar a roubalheira do Banco Master e as ligações criminosas do seu dono, o mafioso Daniel Vorcaro. Na maior caradura, o líder do Centrão simplesmente alegou que tinha as prerrogativas para rejeitar a solicitação e negou as questões de ordem apresentadas no plenário. Perguntado pela imprensa sobre os motivos da sabotagem, ainda provocou: “Não posso responder”.

Deolane Bezerra e os bandidos da Faria Lima

Charge: Latuff/Brasil de Fato
Por Moisés Mendes, em seu blog:


Prenderam de novo a advogada e influencer Deolane Bezerra por lavagem de dinheiro. Deolane foi presa pela segunda vez e, se for solta, será presa de novo. Mas nunca se ouviu falar de nenhum banqueiro de fintech preso por lavagem de dinheiro do PCC.

Ninguém mais vê manchetes sobre a Faria Lima nos jornalões, porque a grife que cobrava bom senso do governo e arrocho fiscal está baleada. O PCC tirou do mundo liberal o direito de usar Faria Lima como grito de guerra.

Mas ninguém sabe de ninguém da Faria Lima, entre as mais de 40 fintechs investigadas na Operação Carbono Oculto, que tenha sido preso. Poucos devem saber os nomes de algumas dessas dezenas de fintechs.

AtlasIntel confirmou vilania da Folha

Charge: Mário Adolfo/Dito & Feito
Por Jeferson Miola, em seu blog:

A pesquisa AtlasIntel mostrou [i] que a descoberta da parceria corrupta entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro caiu como uma bomba atômica sobre a candidatura da extrema-direita, e confirmou [ii] que o Grupo Folha agiu com vilania para omitir essa verdade.

O resultado confirma a erosão dos índices eleitorais do filho do Jair e a propagação de danos eleitorais sobre todo o bloco anti-Lula, o que recoloca a possibilidade de reeleição do presidente Lula no primeiro turno.

A AtlasIntel detectou a realidade que intuitivamente era possível se prever já na 4ª feira, dia 13/5, quando veio a público a conversa fraterna e com juras de solidariedade eterna entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro mafioso.

O papelão do Datafolha

Foto: Ricardo Stuckert
Por Bepe Damasco, em seu blog:


Nos tempos da Lava Jato, o instituto Datafolha não hesitava em colocar seus pesquisadores na rua logo em seguida a uma ação espetacular da República de Curitiba, reverberada pela Globo. O timing era o seguinte: tem delação premiada ou prisão de petista, ah, então tem pesquisa.

No entanto, os dois pesos e duas medidas do Datafolha ficaram evidentes na semana passada. O áudio em que Bolsonarinho pede dinheiro para o banqueiro Vorcaro veio à tona na tarde da quarta-feira (13). Só que o pessoal de campo do Datafolha já estava nas ruas desde terça-feira (12) para entrevistar até quarta 2004 eleitores.

Mas, ora, diante de um fato político de tamanha relevância, como o pedido de grana que o candidato da extrema direita fez ao banqueiro trambiqueiro, custava ampliar o trabalho de campo, para captar o efeito do episódio sobre o eleitorado? Estrutura e dinheiro não faltam ao braço de pesquisas do jornal Folha de S.Paulo.

O maior entrave para Michelle é Bolsonaro

Charge: Clayton
Por Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo (DCM):

O Datafolha volta às ruas nesta semana para medir as intenções de voto na corrida presidencial de 2026. A pesquisa, que será realizada entre quarta-feira (20) e sexta-feira (22), entrevistará 2.004 pessoas, com margem de erro máxima de 2 pontos percentuais.

Será o primeiro levantamento a testar o nome de Michelle Bolsonaro entre os candidatos, além de avaliar a aprovação do governo Lula e os impactos das revelações sobre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no cenário eleitoral.

O maior entrave para os planos de Michelle é o marido. Ela sabe disso e conhece o personagem com que se casou. Todos se odeiam.

A pressão pela saída de Rodrigo Paz na Bolívia

A convulsão social na Bolívia

A Copa de Trump e o custo da submissão

 

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Trump e a volta da política de prostíbulo

Reprodução
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


Pouco antes da revolução cubana, Arthur M. Schlesinger Jr., historiador, ganhador do Prêmio Pulitzer, foi encarregado pelo presidente Kennedy de fazer uma análise da situação na ilha de Cuba.

Disse ele sobre Havana:

“Me horrorizou a maneira como essa adorável cidade tinha se transformado desgraçadamente em um grande cassino e prostíbulo para os homens de negócios norte-americanos.

Meus compatriotas caminhavam pelas ruas, se deitavam com garotas cubanas de 14 anos e jogavam fora moedas só pelo prazer de ver os homens chafurdando na sarjeta para recolhê-las”.


A conclusão da análise dizia simplesmente o seguinte:

“A corrupção do governo, a brutalidade da polícia, a indiferença em relação às demandas da população por educação, saúde, habitação e por justiça social e econômica constituem-se num convite aberto à revolução”.

Fim da escala 6x1: Alerta de confirmação

Charge: Nando Motta/247
Por João Guilherme Vargas Netto


Às vezes, repetir algo não é mera redundância, é um alerta de confirmação.

Reproduzo a nota “Dias de Luta” do painel da Folha (18/05): “Na véspera da votação do fim da escala 6 x 1 na Câmara, as centrais sindicais prometem fazer mais barulho e pressão em defesa da redução da jornada. Nos dias 24 e 25, haverá mobilização nas ruas. No dia 27, provável data da votação em plenário, os sindicatos estarão nas portas dos locais de trabalho em todas as capitais do país. Eles também querem ocupar as galerias do plenário da Câmara.”

O papel da midia nas eleições de 2026

Constantino larga a mão de Flávio Bolsonaro

Dark Horse: a conta não fecha!

Flávio Bolsonaro será trocado?

domingo, 17 de maio de 2026

Lula 3 falhou na comunicação pública

 

As forças do atraso não improvisam

Reprodução: CTB
Por ​Roberto Amaral

“O trabalhador vai ter que escolher: menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego” – capitão Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, em discurso na Câmara dos Deputados

É notável, tanto quanto desprezível, o esforço do pensamento conservador brasileiro militando contra a economia nacional e, principalmente, contra qualquer sorte de progresso social. Tudo o que, mesmo remotamente, possa sugerir melhoria das condições de vida das grandes massas é bloqueado por essa corrente retrógada. Ora se diz que a iniciativa é muito cara (por exemplo, a escola pública e o ensino em tempo integral, ou o saneamento básico), ora se diz que é inflacionária - falácia de que foram acusadas, na sua origem, a introdução das férias anuais, lá atrás, e o 13º salário, em 1962, por iniciativa congressual, em lei sancionada pelo presidente João Goulart.

Como pôr fim ao império do crime bolsonarista?

Charge: Miguel Paiva/247
Por Jair de Souza

As recentes revelações dos vínculos umbilicais entre a organização bandidesca de Daniel Vorcaro e seu Banco Master com os membros do clã bolsonarista e os mais destacados comandantes de seu movimento político nos evidenciam a criação de um verdadeiro império do crime, montado fundamentalmente com base nos recursos roubados do tão necessitado povo brasileiro.

Como já era de conhecimento das pessoas um pouco mais bem informadas, e agora o é até mesmo pelo mundo mineral, está evidente que as imorais transferências de vários bilhões de reais dos fundos de pensão dos trabalhadores de vários estados e municípios brasileiros, quase sempre dirigidos por políticos da direita filobolsonarista, para os cofres do Banco Master serviram para dar sustentação econômica a uma estrutura criminosa de gigantesca dimensão, com fortes ramificações no Brasil, nos Estados Unidos e outros países.

Vorcaro sustenta sistema da família Bolsonaro

Bets, Big Techs, Emendas e o jogo do poder

A relação antiga entre Vorcaro e Bolsonaro

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Trump, China e o perigo Taiwan

Donald Trump e Xi Jinping. Foto: Evan Vucci-Pool/Gettyimages.ru
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

Taiwan faz parte oficialmente da China desde a dinastia Qing. À exceção do período do domínio colonial japonês sobre essa ilha chinesa (1895-1945), sempre foi assim.

É preciso considerar que Taiwan, como nação independente e representante oficial da China, foi uma ficção, criada por Chiang Kai-shek e o Kuomintang, com o apoio dos EUA e aliados.

Derrotado pelas forças de Mao Zedong (Mao Tsé-Tung) em 1949, Kai-shek fugiu para Taiwan e de lá se autoproclamou o legítimo governante da China, embora dominasse efetivamente apenas uma ínfima fração da população e do território chinês.

Essa ficção geopolítica, essa espécie de país-Guaidó, durou até 1971, quando a ONU se curvou à realidade e finalmente reconheceu o regime de Beijing como o verdadeiro representante da China e comprometeu-se com o princípio de “uma única China”.

Milei virou um pesadelo para os argentinos

Charge: Mariano Ruszaj/Cartoon Movement
Por Moisés Mendes, em seu blog:


O governo de Javier Milei só continua existindo nos editoriais e artigos dos colunistas liberais dos jornais brasileiros e na cabeça dos bolsonaristas. Na imprensa argentina, e mesmo nos grandes jornais de direita, El Clarín e La Nación, o que noticiam é que Milei está morto politicamente e que a Argentina submerge em mais uma crise sem volta.

Nessa semana, as capas dos jornais têm duas informações devastadoras. A primeira notícia é sobre a quarta manifestação de rua de estudantes, professores e servidores, na terça-feira, em defesa da universidade pública, em Buenos Aires e nas grandes cidades. E a segunda sobre uma pesquisa com números inimagináveis até o início do ano.

Manifestações sindicais não costumeiras

Foto: Edmilson Barbosa/BA
Por João Guilherme Vargas Netto


Em meu texto da semana passada ao listar as manifestações não costumeiras dos sindicatos nas comemorações do 1º de Maio não mencionei as manifestações musicais.

E elas são, hoje, para inúmeros sindicatos a porta de entrada para os jovens que organizam bandas de rock, de funk ou rodas de samba e com isto aproximam-se da rotina sindical.

Das outras manifestações não costumeiras que citei quero destacar as esportivas. Elas têm longa história na vida sindical, com campeonatos de futebol em que times com trabalhadores de uma dada empresa enfrentavam os colegas de outra.

Por que a Palestina continua sendo a questão

Ilustração: Yara Youssef/Al Jazeera
Por Jair de Souza

Nesta hora trágica, em que a devastação e a morte estão sendo produzidas em larga escala na Palestina, no Irã e no Líbano, o mundo precisa relembrar os 78 anos do início de uma das mais horrendas atrocidades já praticadas por seres humanos contra outros seres humanos.

Com tal propósito, resolvi trazer de volta à cena o valioso trabalho realizado há mais de 25 anos pelo saudoso cineasta e humanista australiano-britânico John Pilger, A Palestina continua sendo a questão (Palestine is still the issue). Em menos de uma hora de projeção, podemos captar as bases do sofrimento do povo palestino sob a colonização imposta pelos sionistas europeus que criaram o Estado de Israel.

Fim da escala 6x1: vida além do trabalho

Xi, Trump e a diplomacia de grandes potências

Michelle Bolsonaro desistiu da candidatura?

Israel e o colapso do direito internacional

O que está por trás da capa da Veja?