quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Suspeição age contra a revolução bolivariana

Por Bianca Borges, no site da União da Juventude Socialista (UJS):

A recente tentativa por parte dos Estados Unidos de desestabilizar a Venezuela não pode ser compreendida a partir de seus fatores internos isoladamente. Há décadas, os Estados Unidos tratam a América Latina como um tabuleiro geopolítico no qual governos, economias e instituições são pressionados, movidos ou substituídos conforme interesses estratégicos ligados a energia, recursos naturais e influência regional.

Esse padrão não é novo. Foi assim nos anos 1960 e 1970, com golpes militares articulados sob o discurso da “segurança hemisférica”. Repete-se sempre que um governo ousa romper com a lógica da dependência, nacionalizar recursos estratégicos ou afirmar um projeto soberano apoiado em base popular. A Venezuela se insere exatamente nesse histórico.

Caso Master e as reformas estruturais

Editorial do site Vermelho:

O caso Master pode ser a maior fraude bancária da história do país, conforme definição do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O “buraco” soma, apenas em seu rombo principal, mais de R$ 12 bilhões. A gravidade da situação também pode ser medida pela fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura dos trabalhos do Judiciário de 2026, no Supremo Tribunal Federal (STF), na segunda-feira (2), defendendo punição a “magnatas do crime, que vivem no andar de cima”. As investigações em torno do caso Master, disse o presidente, são um momento histórico para o país.

Uma teia de lideranças políticas e personalidades de espectro eclético estão envolvidas, todavia, nitidamente, o escândalo tem a cara e as digitais da direita brasileira. Daniel Vorcaro, o banqueiro do Master, como é comum no meio em que atua, estendeu seus tentáculos, mas encontrou na direita um porto seguro para suas ambições de amealhar bilhões de modo fácil.

A urgência da solidariedade a Cuba

Por Emiliano José, no site A terra é redonda:

1.

Vivemos tempos sombrios. Nem é necessário muito esforço para compreender. É olhar Gaza, genocídio de uma população, mortandade de 70 mil pessoas, maioria crianças, mulheres, pessoas inocentes, criminoso massacre sionista, o mais sinistro dos últimos tempos, de desfecho ainda inconcluso.

E Israel continua a matar, sem dó nem piedade, terrorismo sem fim. Curioso, irônico, não fosse trágico, assistir Benjamin Netanyahu falar em terrorismo, ele, um dos mais notórios terroristas desse período histórico. Ressalto: da tradição de Israel, país nascido sob a égide do terrorismo, quem quiser pesquise, fácil achar as comprovações. Atualmente, e já de algum tempo, não faria nada disso não fosse a relação umbilical com o imperialismo norte-americano.

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