domingo, 1 de fevereiro de 2026

Chefão do MBL ataca Flávio Bolsonaro: ladrão!

Divulgação
Por Altamiro Borges


Em entrevista postada nas redes digitais na sexta-feira passada (30), Renan Santos, pré-candidato à Presidência da República pelo Missão – partido recém-criado pelo fascistoide Movimento Brasil Livre (MBL) –, fez duros ataques a Flávio Bolsonaro, o principal presidenciável da extrema-direita no atual momento. Entre outros xingamentos, afirmou que o filhote 01 do presidiário, vulgo Flávio Rachadinha, “é corrupto, ladrão, vendilhão”. Totalmente surtado, Renan Santos ainda ameaçou: “Traíra tem que morrer. Ele precisa ser destruído. Eu vou acabar com a raça do Flávio Bolsonaro”.

O escândalo dos R$ 61 bilhões em emendas

Charge: Nando Motta
Por Emiliano José, no site A terra é redonda:

1.

Caetano sem lenço e sem documento. “O sol nas bancas de revista me enche de alegria e preguiça”, ainda mais nesse início de ano novo. “Quem lê tanta notícia?” Quem? Mundo desencontrado, este. Tanta, tanta notícia, ou que se chamou um dia notícia, mercadoria vendida hoje sem muito critério.

Alegria, alegria é um hino para ser cantado “no sol de quase dezembro”, com este “sol a se repartir em crimes em cardinales bonitas e Brigite Bardot”, de partida tão recente. “Sem livros e sem fuzil no coração do Brasil”, porque a Bahia é o coração do Brasil, com licença de outros corações.

Quem lê tanta notícia?

Amanheci com essa pergunta, a me inquietar. Necessário recortar as notícias, esquadrinhá-las, as coisas estão no mundo só que eu preciso aprender, outro poeta, Paulinho da Viola, poeta e filósofo, como o menestrel de Santo Amaro da Purificação.

Banco Master e o véu do sistema financeiro

Charge: Fraga/GZH
Por Paulo Cannabrava Filho, no site Diálogos do Sul Global:


É impressionante como a polêmica em torno do Banco Master passou a ocupar, diariamente, páginas inteiras dos jornais e longos minutos do noticiário televisivo. O entusiasmo da mídia hegemônica com o tema não é casual. O caso acabou funcionando como uma fresta por onde se pode enxergar, ainda que parcialmente, o modo como o sistema financeiro brasileiro opera: marcado por baixa transparência, forte blindagem institucional e intensa influência política.

A intervenção do Banco Central do Brasil, que resultou no fechamento da instituição, confirmou a gravidade das irregularidades acumuladas e desmontou qualquer tentativa de tratar o episódio como mera controvérsia midiática. Quando o órgão regulador é levado a adotar uma medida extrema dessa natureza, fica evidente que não se trata de um desvio pontual, mas de falhas estruturais de supervisão toleradas ao longo do tempo.

Um governo inerte ante o caso Master

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

É patético o amadorismo do governo, nesse caso Banco Master. É um episódio com todas as impressões digitais do Centrão.

O Ministro Dias Toffoli não entendeu a complexidade do tema e cavou sua própria sepultura. Até agora não tirou o sigilo total das investigações para demonstrar que as provas estão intactas. E para identificar os verdadeiros artífices desse escândalo.

A consequência é o vazamento ininterrupto de dados contra o governo, contra o Supremo Tribunal Federal e contra lideranças da Bahia. E não há orientação do governo, a criação de uma narrativa. O noticiário fica completamente entregue aos vazamentos do Centrão e à atuação do jornalismo lava jatista.