quarta-feira, 10 de junho de 2026

Copa antidesportiva, racista e xenófoba

Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

Em geral, pode-se afirmar que os eventos esportivos deveriam ser poupados de boicotes geopolíticos.

Desde a Grécia antiga, os esportes têm a nobre função de amenizar as tensões entre os polos políticos e de sublimar as rivalidades numa saudável competição.

O primeiro grande boicote geral a um evento esportivo ocorreu em 1980, nas Olimpíadas de Moscou, por iniciativa dos EUA, claro.

Antes, houve a ameaça de boicote às Olimpíadas de Berlim, de 1936, a qual não se concretizou, apesar da ampla antipatia por Hitler. Em 1976, 22 países africanos boicotaram as Olimpíadas de Montreal pelo fato de o Comitê Olímpico Internacional ter permitido, um ano antes, que o time de rugby da Nova Zelândia realizasse uma excursão pela África do Sul.

Mas se há uma competição que mereceria um boicote, ao menos dos torcedores, é essa Copa que ocorrerá, em sua maior parte, nos EUA.

Alerta sobre fechamento de agências da Caixa

Do site da Fenae:

As informações compiladas no Caderno dos Estados 2026, material divulgado pela Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) e Contraf-CUT, alcançaram ampla repercussão na imprensa nacional nesta segunda-feira (8). O levantamento foi destaque em importantes veículos de comunicação, entre eles o portal R7, além dos portais Brasil 247, RDM Brasil, Brasília, eu vi e Portal Tela.

O levantamento, compilado pelo Dieese a pedido da Fenae e Contraf-CUT, chama atenção para os impactos da redução da rede física de atendimento da Caixa, especialmente sobre a oferta de crédito habitacional e a execução de políticas públicas. De acordo com os dados apresentados, entre 2021 e 2025 foram fechadas 252 agências do banco em todo o país. Em um período mais amplo, entre 2015 e 2025, o número de unidades encerradas chegou a 284.

Combater o cristofascismo é uma necessidade

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Na década de 70, a teóloga alemã Dorothee Solle criou o conceito cristofascismo para definir a fusão do fundamentalismo cristão com práticas autoritárias e de extrema direita. Falecida em 2003, Dorothee se mostrou visionária em relação ao que aconteceria décadas depois.

Se ainda estivesse entre nós, a estudiosa certamente se exasperaria com a utilização em larga escala da fé religiosa como instrumento de proselitismo e ação política por parte dos fascistas. A intelectual adotaria também como objeto de estudo o processo que levou expressivos contingentes da população a abraçar teses de um obscurantismo medieval.

Não sou sociólogo e tampouco tenho formação em teologia, apenas um cidadão atento ao seu tempo. Por isso, de forma preliminar, acho fundamental fazer uma distinção entre os evangélicos tradicionais, como batistas, luteranos, metodistas e presbiterianos, e os neopetencostais que tomaram conta das favelas e bairros populares das periferias dos grandes centros urbanos brasileiros.

Delação de Vorcaro blinda Flávio Bolsonaro

Copa do Mundo nos EUA é uma vergonha!