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| André Mendonça com o pastor Arival Dias Casimiro/Divulgação |
“Ungido por Deus” pela ex-primeira dama Micheque Bolsonaro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), parece que não anda em boas companhias e nem recebe a melhor orientação espiritual. Nesta semana, a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na capital paulista, frequentada pelo “terrivelmente evangélico”, fechou acordo judicial após seu líder, o “pastor” Arival Dias Casimiro, ter sido acusado de assédio sexual por uma ex-funcionária.
Segundo reportagem da revista Fórum, “uma ação trabalhista envolvendo o pastor Arival Dias Casimiro, liderança da Igreja Presbiteriana de Pinheiros e presidente da Junta Missionária de Pinheiros, terminou em acordo após uma ex-funcionária acusá-lo de comportamentos e mensagens inadequadas durante o período em que trabalhou na instituição. Segundo documentos somente agora obtidos e publicados pelo site O Fuxico Gospel, a trabalhadora afirmou que recebeu abordagens pessoais, mensagens fora do horário de trabalho, comentários sobre sua aparência e convites para encontros reservados”.






