quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Bezos demite 300 jornalistas do Washington Post

Foto: Mark Schiefelbein/AP
Por Altamiro Borges


O bilionário trumpista Jeff Bezos, dono da Amazon, demitiu na semana passada cerca de 300 profissionais do jornal The Washington Post, um dos veículos mais tradicionais da imprensa dos EUA. O corte repentino e brutal afetou um terço da equipe do jornal, o que provocou protestos de trabalhadores, sindicatos, leitores e lideranças políticas ianques.

As dispensas foram formalizadas através de um e-mail lacônico de uma linha, descrevendo quem poderia “ficar” e quem deveria deixar a empresa. Seções tradicionais do jornal foram eliminadas, como Esportes, Estilo e Livros. Na editoria internacional, o facão foi ainda mais profundo: toda a equipe do Oriente Médio foi demitida. Repórteres responsáveis por cobrir a guerra entre Rússia e Ucrânia e outros conflitos globais também foram dispensados.

Ratinho Jr. queimou a largada no Paraná

Por João Guilherme Vargas Netto


É uma grave afronta à vigência democrática a repressão violenta, pela polícia, de uma manifestação de trabalhadores ou de uma greve.

Os 300 trabalhadores de uma empresa metalúrgica multinacional moderna e avançada tecnologicamente em São José dos Pinhais, no Paraná, em seu empenho de negociar um acordo coletivo de trabalho com reivindicações próprias, foram obrigados devido a intransigência patronal a entrarem em greve nos últimos dias de janeiro.

Greve que persistia até a quarta-feira da semana passada, quando uma delegação do sindicato dos metalúrgicos da Grande Curitiba presente para auxiliar os trabalhadores foi violentamente agredida pela PM que patrulhava o local; um dirigente chegou a ser derrubado, imobilizado e escarmentado.

Os três porquinhos e o sucesso do filho ungido

Charge: Carol Cospe Fogo
Por Moisés Mendes, em seu blog:


A direita das antigas está de novo diante de uma escolha difícil. É furado o projeto que Gilberto Kassab leva adiante como gesto desesperado da direita, na tentativa de evitar a sobrevida do bolsonarismo e o quarto mandato de Lula. Os três porquinhos não funcionaram.

Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite são fracos, como mostram as pesquisas. O nome para enfrentar Lula é Flávio Bolsonaro. A velha direita está mais uma vez perdendo a guerra, como perde desde a eleição de Lula em 2002.

Flávio é o candidato. O eleitor anti-Lula não confia em mais ninguém que não seja da raiz do bolsonarismo, com certificado e alvará do seu criador. As últimas pesquisas Quaest e Folha encerraram a conversa.

Flávio se firmou como nome da direita, desde que Tarcísio de Freitas foi alijado da disputa por decisão de Bolsonaro. Só um desastre ou a aparição milagrosa de um candidato até agora inexistente tiram o filho do duelo com Lula em outubro.

Galípolo recita direitinho a 'lição de casa'

Charge: Fraga
Por Luis Nassif, no Jornal GGN:


Um dos bordões prediletos do mercado financeiro é a “lição de casa”. Pedro Malan, Antonio Palocci repetiam a todo instante: para crescer o país tinha que fazer a “lição de casa”. Que consistia, geralmente, em contenção dos salários, reforma da Previdência, redução dos gastos sociais, cortes na educação, na pesquisa científico-tecnológica.

Fazia-se o que o mercado queria. Não apareciam resultados. No final do ano, o diagnóstico invariável era que a lição de casa não havia sido suficiente.

São décadas nesse jogo retórico, endossado por apenas dois tipos de especialistas:

- os papagaios, cabeças-de-planilha, incapazes de análise mínima sobre a realidade;

- os cínicos.

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