domingo, 29 de março de 2026

Ataque ao Irã e colonialismo do século XXI

Iran war Images

Por Roberto Amaral

A guerra está aí, se espalhando pelo mundo. O que ninguém ignora foi proclamado como novidade há uns poucos dias pelo Secretário-Geral da ONU, instituição que mais e mais vê ausentes as razões justificadoras de sua criação, em 1945 (manutenção da paz e da segurança internacionais), quando mal saíamos da Segunda Guerra Mundial e os tambores já rufavam no vestíbulo da Guerra Fria — que, aparentemente finda com a autodissolução da URSS, volta à cena, por outros meios e com novos atores.

Aquele pós-guerra nos deu um mundo em guerra, e a guerra que os EUA promovem, mais acentuadamente hoje, é, nada obstante a tragédia humana que implica, um só episódio em processo guerreiro que não começou agora, nem se limita ao Golfo Pérsico, não só como teatro das ações, mas igualmente em suas repercussões tanto políticas quanto econômicas. Essas pervadem o mundo e já chegaram ao nosso continente e ao Brasil.

Imprensa esqueceu de ler relatório da CPMI

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

O relatório é um apanhado de notícias plantadas em jornais com os vazamentos da Polícia Federal.

O elemento mais concreto do relatório da CPMI do INSS em relação a Fábio Luiz Lula da Silva é logístico.

Segundo os investigadores, Fábio Luís realizou uma viagem conjunta com Antônio Carlos Camilo Antunes - o “Careca do INSS”, figura central no esquema de desvios - na rota Guarulhos–Lisboa.

A história é conhecida.

Roberta Luchsinger quis aproximar Fábio Luiz do “careca do INSS”, que na época já era careca mas estava longe de ser conhecido por suas lambanças com o INSS. A ideia seria montar um negócio com cannabis, para vender para o Ministério da Saúde.

O DNA golpista da Rede Globo

Por Adilson Araújo, no site da CTB:

Diante da repercussão negativa ao powerpoint relacionado ao escândalo do Banco Master, em que manipula descaradamente os fatos com o propósito de incriminar e desmoralizar o presidente Lula em crimes que não cometeu, a TV Globo achou por bem fazer uma autocrítica e pedir desculpas através da jornalista Andrea Sadi.

O material divulgado “estava errado e incompleto”, confessou a funcionária da emissora. Foi um mea culpa temperado com cinismo e hipocrisia que só convence quem é tolo.

Convém citar, a este respeito, um lema levantado recorrentemente em manifestações populares em relação ao grupo, através de faixas e bandeiras: “O povo não é bobo: Fora Rede Globo”.

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