Por Moisés Mendes, em seu blog:
Se o vice fosse de Lula, e não de Flávio Bolsonaro, o ‘jornalismo investigativo’ de Globo, Folha e Estadão já teria longas e profundas reportagens sobre as denúncias de estupro contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL).
Há uma semana os jornalões reproduzem notícias velhas sobre a situação do vice, como faz hoje o Globo, ao informar que uma fonte da denúncia, que chegou a conversar com a senadora Soraya Thronicke, teria recuado.
A informação nova mesmo é esta que está na capa de alguns jornais: Michelle condiciona apoio a vice de Flávio a atenção às mulheres. A notícia informa:
Ao explicar que apoiará a chapa Flávio-Gaspar, Michelle citou Damares Alves e pediu que o vice tenha atenção especial às mulheres:
“Como a Damares falou, se for um vice que for ter um olhar especial para as mulheres, a gente tá junto apoiando para dar tudo certo”.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Soberania é o pilar do programa de Lula
Editorial do site Vermelho:
O documento Diretrizes para o programa de transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo, é o programa oficial da campanha à reeleição da chapa Lula-Alckmin e da coligação constituída por sete legendas (PT, PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e REDE). Fruto de um trabalho coletivo, com contribuições de dezenas de lideranças, gestores, pesquisadores, sua elaboração foi coordenada pelas fundações do PT, do PCdoB, do PSB, do PV e da REDE, com relatoria do ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.
O documento Diretrizes para o programa de transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo, é o programa oficial da campanha à reeleição da chapa Lula-Alckmin e da coligação constituída por sete legendas (PT, PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e REDE). Fruto de um trabalho coletivo, com contribuições de dezenas de lideranças, gestores, pesquisadores, sua elaboração foi coordenada pelas fundações do PT, do PCdoB, do PSB, do PV e da REDE, com relatoria do ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.
Trump x Lula: Quem está ganhando?
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:
Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou US$ 197.849.157.194.
Já no mesmo período deste ano (2026) o Brasil exportou, apesar das sanções agressivas de Trump, US$ 218.551.862.181, cerca de 10,5% a mais.
Além disso, atingimos um superávit de cerca de US$ 49 bilhões.
Já os EUA, os agressores, tiveram um déficit comercial em bens e serviços de US$ 73,3 bilhões em junho de 2026, apresentando uma leve queda em relação aos meses anteriores, mas permanecendo próximo ao patamar de US$ 79,8 bilhões registrado quando o presidente Donald Trump foi eleito para seu segundo mandato - o que demonstra que políticas tarifárias agressivas não reequilibraram o comércio global, como o troglodita imaginava.
Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou US$ 197.849.157.194.
Já no mesmo período deste ano (2026) o Brasil exportou, apesar das sanções agressivas de Trump, US$ 218.551.862.181, cerca de 10,5% a mais.
Além disso, atingimos um superávit de cerca de US$ 49 bilhões.
Já os EUA, os agressores, tiveram um déficit comercial em bens e serviços de US$ 73,3 bilhões em junho de 2026, apresentando uma leve queda em relação aos meses anteriores, mas permanecendo próximo ao patamar de US$ 79,8 bilhões registrado quando o presidente Donald Trump foi eleito para seu segundo mandato - o que demonstra que políticas tarifárias agressivas não reequilibraram o comércio global, como o troglodita imaginava.
Fascismo aposta na eleição de senadores
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Um dos objetivos da extrema direita nestas eleições é eleger um número de senadores e senadoras suficiente para aprovar processos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e promover mudanças constitucionais que enfraqueçam o regime democrático, abrindo caminho para suas teses obscurantistas.
Mas, as últimas pesquisas indicam que esses planos autoritários caminham para o revés em 4 de outubro.
Podem até fazer a maior bancada e, em aliança com todo o bloco oposicionista, chegar a formar maioria entre os 81 senadores. Com isso, ocupariam as comissões mais importantes e disputariam a presidência da Casa.
Um dos objetivos da extrema direita nestas eleições é eleger um número de senadores e senadoras suficiente para aprovar processos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e promover mudanças constitucionais que enfraqueçam o regime democrático, abrindo caminho para suas teses obscurantistas.
Mas, as últimas pesquisas indicam que esses planos autoritários caminham para o revés em 4 de outubro.
Podem até fazer a maior bancada e, em aliança com todo o bloco oposicionista, chegar a formar maioria entre os 81 senadores. Com isso, ocupariam as comissões mais importantes e disputariam a presidência da Casa.
A crise terminal do jornalismo
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:
A crise do jornalismo vai além do modelo de negócio das empresas, arruinado pelo avanço das redes sociais. A própria missão do jornalismo está ameaçada, em parte pela Inteligência Artificial, destruidora de empregos, em parte pela concorrência dos influenciadores e dos caça-likes.
Historicamente, o jornalismo sempre foi mais um vendedor de ideias e conceitos do que um desbravador de fatos. O modelo de negócios, desde o aparecimento da imprensa corporativa, era criar uma imagem forte, que pudesse conferir credibilidade ao veículo, para fazer valer seu maior ativo: a construção ou destruição de reputações.
Primeiro grande ideólogo da imprensa corporativa, Ortega y Gasset dizia que a primeira missão de um jornal era assegurar sua perenidade.
A crise do jornalismo vai além do modelo de negócio das empresas, arruinado pelo avanço das redes sociais. A própria missão do jornalismo está ameaçada, em parte pela Inteligência Artificial, destruidora de empregos, em parte pela concorrência dos influenciadores e dos caça-likes.
Historicamente, o jornalismo sempre foi mais um vendedor de ideias e conceitos do que um desbravador de fatos. O modelo de negócios, desde o aparecimento da imprensa corporativa, era criar uma imagem forte, que pudesse conferir credibilidade ao veículo, para fazer valer seu maior ativo: a construção ou destruição de reputações.
Primeiro grande ideólogo da imprensa corporativa, Ortega y Gasset dizia que a primeira missão de um jornal era assegurar sua perenidade.
terça-feira, 11 de agosto de 2026
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Familícia Bolsonaro tem 5 candidatos em 2026
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| Charge: Genildo |
Jair Bolsonaro leva a sério o lema “família acima de tudo” - que engana tantos seguidores fanáticos e tapados. Sua familícia terá cinco candidatos nas eleições deste ano. O próprio chefão da Orcrim (organização criminosa) só não disputará o pleito porque pegou 27 anos e três meses de prisão por orquestrar um golpe de Estado. Já seu filhote 03, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, também não concorrerá porque foi condenado a quatro anos e dois meses de cadeia por conspirar contra o Brasil nos EUA.
domingo, 9 de agosto de 2026
As ameaças de Trump e os portões de Múcio
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| Charge: Aroeira/247 |
Referindo-se a uma possível agressão estadunidense em nosso território, Múcio disse: o mais sensato seria “abrir os portões”, posto não termos capacidade de nos defender.
O fato se deu em evento na Confederação Nacional da Indústria, diante de pessoas ávidas por investimentos públicos de longo prazo em equipamentos e tecnologias de guerra.
Múcio usou o prosaísmo reacionário que marcou sua carreira política.
Revoltados, alguns pedem sua cabeça. Indignação ingênua. Proposição temerária. Descabida.
O Ministro foi jocoso, não aleivoso. Não temos, de fato, capacidade de reação militar ao imperialismo.
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