quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Eleições de 2026 sob o império da IA (I)
Por Olímpio Cruz Neto
Lembra da bolinha de papel que atingiu José Serra? Lembra do “gabinete do ódio” tentando comprar software de monitoramento? Aquilo era pirulito no recreio: improviso, ruído, truque de esquina. A guerra de 2026 é outra. Ela não depende de um ato que vira manchete - depende de um encanamento que roda todo dia. Não precisa que você acredite; basta que você duvide. Não precisa vencer o argumento; basta saturar a atenção.
As eleições gerais de 2026 começam assim: não com uma mentira monumental, mas com uma avalanche de pequenas certezas prontas para consumo. Na primeira hora da manhã, antes do café terminar de coar, o país já está de pé - não pelas ruas, mas pela palma da mão.
Lembra da bolinha de papel que atingiu José Serra? Lembra do “gabinete do ódio” tentando comprar software de monitoramento? Aquilo era pirulito no recreio: improviso, ruído, truque de esquina. A guerra de 2026 é outra. Ela não depende de um ato que vira manchete - depende de um encanamento que roda todo dia. Não precisa que você acredite; basta que você duvide. Não precisa vencer o argumento; basta saturar a atenção.
As eleições gerais de 2026 começam assim: não com uma mentira monumental, mas com uma avalanche de pequenas certezas prontas para consumo. Na primeira hora da manhã, antes do café terminar de coar, o país já está de pé - não pelas ruas, mas pela palma da mão.
Todo apoio ao Pacto contra o feminicídio
Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:
Dados do sistema de Justiça dão a dimensão e a urgência do enfrentamento ao feminicídio em nosso país. Em 2025, a Justiça brasileira julgou, em média, 42 casos de feminicídio por dia, totalizando 15.453 julgamentos, um aumento de 17% em relação ao ano anterior. No mesmo período, foram concedidas 621.202 medidas protetivas, o equivalente a 70 por hora, segundo o Conselho Nacional de Justiça. Já o Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, coordenado pelo Ministério das Mulheres, registrou, em média, 425 denúncias por dia em 2025.
Dados do sistema de Justiça dão a dimensão e a urgência do enfrentamento ao feminicídio em nosso país. Em 2025, a Justiça brasileira julgou, em média, 42 casos de feminicídio por dia, totalizando 15.453 julgamentos, um aumento de 17% em relação ao ano anterior. No mesmo período, foram concedidas 621.202 medidas protetivas, o equivalente a 70 por hora, segundo o Conselho Nacional de Justiça. Já o Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, coordenado pelo Ministério das Mulheres, registrou, em média, 425 denúncias por dia em 2025.
8º presidente, em dez anos, é deposto no Peru
Por Pedro Carrano, no site Vigília Comunica:
A crise política e institucional no país vizinho, o Peru, não parece ter final.
O Congresso peruano destituiu no dia 17 de fevereiro, terça, o presidente interino, o direitista José Jerí, por investigações em aberto contra ele, consumando a oitava troca presidencial em uma década de instabilidade política na nação andina.
Esta destituição ocorre a quase dois meses das eleições gerais, no dia 26 de abril, e aprofunda a crise institucional iniciada após as eleições de 2016.
O atual presidente do Congresso, Fernando Rospigliosi, anunciou a convocação de uma nova sessão plenária para hoje (quarta) às 18h, com o objetivo de eleger o próximo titular do legislativo, que assumirá a Presidência interina da República.
O Congresso peruano destituiu no dia 17 de fevereiro, terça, o presidente interino, o direitista José Jerí, por investigações em aberto contra ele, consumando a oitava troca presidencial em uma década de instabilidade política na nação andina.
Esta destituição ocorre a quase dois meses das eleições gerais, no dia 26 de abril, e aprofunda a crise institucional iniciada após as eleições de 2016.
O atual presidente do Congresso, Fernando Rospigliosi, anunciou a convocação de uma nova sessão plenária para hoje (quarta) às 18h, com o objetivo de eleger o próximo titular do legislativo, que assumirá a Presidência interina da República.
Padrão Globo para moldar a opinião pública
Por Fernando Nogueira da Costa, no Jornal GGN:
Diante da horrível transmissão da TV Globo do desfile carnavalesco em homenagem à história do Lula, com os repórteres falando apenas dela própria e quase nada noticiando do desfile, lembrei-me da manipulação do debate eleitoral de 1989 e da sua defesa da reforma com “flexibilização” dos direitos trabalhistas. A pesquisa acadêmica de Rosangela Ribeiro Gil, defendida em 2025 como dissertação de mestrado no IE-Unicamp e intitulada Jornal Nacional e Reforma Trabalhista de 2017: a notícia articulada aos interesses neoliberais do Governo Temer, analisa como a mídia corporativa brasileira, com foco especial no Jornal Nacional, atuou na construção de uma narrativa favorável às reformas neoliberais, como a trabalhista e a previdenciária.
Diante da horrível transmissão da TV Globo do desfile carnavalesco em homenagem à história do Lula, com os repórteres falando apenas dela própria e quase nada noticiando do desfile, lembrei-me da manipulação do debate eleitoral de 1989 e da sua defesa da reforma com “flexibilização” dos direitos trabalhistas. A pesquisa acadêmica de Rosangela Ribeiro Gil, defendida em 2025 como dissertação de mestrado no IE-Unicamp e intitulada Jornal Nacional e Reforma Trabalhista de 2017: a notícia articulada aos interesses neoliberais do Governo Temer, analisa como a mídia corporativa brasileira, com foco especial no Jornal Nacional, atuou na construção de uma narrativa favorável às reformas neoliberais, como a trabalhista e a previdenciária.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
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