segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Xandão arquiva ação contra Véio da Havan

Casas Bahia pede recuperação judicial

A defesa nacional que o Brasil precisa

Lula sobe o tom e enfrenta Trump ao vivo

 

Apartamento de Dudu Bananinha vai a leilão

Charge: Izanio
Por Altamiro Borges


Está marcado para quinta-feira, 20 de agosto, o leilão de um apartamento do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), vulgo Dudu Bananinha, que desde fevereiro do ano passado está foragido nos EUA conspirando contra o Brasil. Localizado na Avenida Pasteur, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, ele será leiloado por falta de pagamento do financiamento contratado pela Caixa Econômica Federal. O lance inicial foi fixado em R$ 644.324. O imóvel tem 101 metros quadrados.

Segundo postagem do site UOL, “Eduardo Bolsonaro comprou o apartamento em 2017 por R$ 1 milhão. Segundo a matrícula do imóvel, o então deputado fez um financiamento de R$ 788 mil pela Caixa, com prazo de 420 meses. Em outubro de 2025, a Caixa tentou intimar Eduardo a pagar as parcelas atrasadas. Como ele já estava morando nos Estados Unidos, foi notificado via edital em novembro. Em fevereiro deste ano, o imóvel passou para o nome da Caixa. ‘Esgotado o prazo legal, o devedor não compareceu para saldar a dívida’, diz o documento”.

domingo, 16 de agosto de 2026

Bolsonarismo lambe-botas e ameaça de Trump

Charge: Vincent L'Épée/Exposição Drawn 2025
Por João Filho, no site Intercept:

Não é mais uma questão de “se” nem de “quando”, mas como será a intervenção de Washington nas eleições presidenciais brasileiras.

Os ataques do governo norte-americano contra o brasileiro se intensificaram nos últimos meses, culminando com o plano de enviar dois funcionários do alto escalão da Casa Branca ao Brasil para atacar as urnas eletrônicas antes das eleições de outubro, como apurou o jornal “The Washington Post”.

Soma-se a isso os encontros que o consulado dos EUA tem promovido com influenciadores bolsonaristas às vésperas da campanha eleitoral.

É esse o nível de intimidação que nossas eleições já estão sofrendo da maior potência bélica e econômica do mundo.

Ataque cibernético ameaça reeleição de Lula

Por Jeferson Miola, em seu blog:

Sem nenhum apego pela soberania nacional, o ministro da Defesa Múcio Monteiro disse que “se os Estados Unidos quiserem invadir o Brasil, temos que abrir o portão” – o que significa facilitar a invasão do país sem apor nenhuma resistência ao invasor.

A infeliz declaração deste ministro que é a pessoa errada, na hora errada, para o cargo errado, é ainda mais preocupante porque é pronunciada no contexto da guerra Trump-bolsonarista contra a reeleição do presidente Lula e, sendo ele, Múcio, quem exerce a direção superior das Forças Armadas e é o titular do “órgão incumbido de coordenar o esforço integrado de defesa, visando contribuir para a garantia da soberania, em prol da sociedade brasileira” [competências do Ministério da Defesa, Lei 14.600/2023].

Que Brasil está por trás de Willer Tomaz?

Resistência do povo cubano ilumina o mundo

EUA têm muito interesse na eleição do Brasil

Kassab decreta o fim de Flávio Bolsonaro

O estranho enriquecimento de Nikolas Ferreira

Lançamento oficial da campanha de Lula

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Advogado do general Heleno agrediu a esposa

Por Altamiro Borges


O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) determinou nesta quarta-feira (12) que o advogado e candidato a deputado federal Matheus Mayer Milanez (Republicanos) cumpra medidas protetivas de urgência após ser acusado pela própria esposa por violência doméstica. O agressor ficou famoso no ano passado por defender o general Augusto Heleno no julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, ele virou motivo de piada nas redes sociais ao pedir uma pausa para o jantar durante as sessões do STF.

A escolha inteligente de candidatos

Por João Guilherme Vargas Netto


Pode ocorrer que o dirigente sindical, já tendo em mente sua chapa eleitoral completa, ao procurar influir no voto de seus colegas de diretoria, dos ativistas e das lideranças da categoria, tenha que mudar algumas de suas opções.

Isto dificilmente ocorre nas candidaturas para o Executivo, principalmente a candidatura a presidente (que determina a orientação da chapa), mas pode ocorrer em todas as outras dependendo do acerto coletivo das escolhas individuais que convenceram o dirigente à mudança.