sexta-feira, 15 de maio de 2026

Trump, China e o perigo Taiwan

Donald Trump e Xi Jinping. Foto: Evan Vucci-Pool/Gettyimages.ru
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

Taiwan faz parte oficialmente da China desde a dinastia Qing. À exceção do período do domínio colonial japonês sobre essa ilha chinesa (1895-1945), sempre foi assim.

É preciso considerar que Taiwan, como nação independente e representante oficial da China, foi uma ficção, criada por Chiang Kai-shek e o Kuomintang, com o apoio dos EUA e aliados.

Derrotado pelas forças de Mao Zedong (Mao Tsé-Tung) em 1949, Kai-shek fugiu para Taiwan e de lá se autoproclamou o legítimo governante da China, embora dominasse efetivamente apenas uma ínfima fração da população e do território chinês.

Essa ficção geopolítica, essa espécie de país-Guaidó, durou até 1971, quando a ONU se curvou à realidade e finalmente reconheceu o regime de Beijing como o verdadeiro representante da China e comprometeu-se com o princípio de “uma única China”.

Milei virou um pesadelo para os argentinos

Charge: Mariano Ruszaj/Cartoon Movement
Por Moisés Mendes, em seu blog:


O governo de Javier Milei só continua existindo nos editoriais e artigos dos colunistas liberais dos jornais brasileiros e na cabeça dos bolsonaristas. Na imprensa argentina, e mesmo nos grandes jornais de direita, El Clarín e La Nación, o que noticiam é que Milei está morto politicamente e que a Argentina submerge em mais uma crise sem volta.

Nessa semana, as capas dos jornais têm duas informações devastadoras. A primeira notícia é sobre a quarta manifestação de rua de estudantes, professores e servidores, na terça-feira, em defesa da universidade pública, em Buenos Aires e nas grandes cidades. E a segunda sobre uma pesquisa com números inimagináveis até o início do ano.

Manifestações sindicais não costumeiras

Foto: Edmilson Barbosa/BA
Por João Guilherme Vargas Netto


Em meu texto da semana passada ao listar as manifestações não costumeiras dos sindicatos nas comemorações do 1º de Maio não mencionei as manifestações musicais.

E elas são, hoje, para inúmeros sindicatos a porta de entrada para os jovens que organizam bandas de rock, de funk ou rodas de samba e com isto aproximam-se da rotina sindical.

Das outras manifestações não costumeiras que citei quero destacar as esportivas. Elas têm longa história na vida sindical, com campeonatos de futebol em que times com trabalhadores de uma dada empresa enfrentavam os colegas de outra.

Por que a Palestina continua sendo a questão

Ilustração: Yara Youssef/Al Jazeera
Por Jair de Souza

Nesta hora trágica, em que a devastação e a morte estão sendo produzidas em larga escala na Palestina, no Irã e no Líbano, o mundo precisa relembrar os 78 anos do início de uma das mais horrendas atrocidades já praticadas por seres humanos contra outros seres humanos.

Com tal propósito, resolvi trazer de volta à cena o valioso trabalho realizado há mais de 25 anos pelo saudoso cineasta e humanista australiano-britânico John Pilger, A Palestina continua sendo a questão (Palestine is still the issue). Em menos de uma hora de projeção, podemos captar as bases do sofrimento do povo palestino sob a colonização imposta pelos sionistas europeus que criaram o Estado de Israel.

Fim da escala 6x1: vida além do trabalho

Xi, Trump e a diplomacia de grandes potências

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Israel e o colapso do direito internacional

O que está por trás da capa da Veja?

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Lei da Dosimetria premia o golpismo

Charge: Bira Dantas/Sindmetal
Editorial do site Vermelho:


O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar, em breve, as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que propõem impugnar a Lei da Dosimetria promulgada pelo presidente do Congresso Nacional após a derrubada do veto do presidente Lula que anulava essa afronta à Constituição Federal.

O veredicto do STF terá consequências relevantes para o presente e o futuro da luta pela democracia e pelo Estado Democrático de Direito. Os benefícios aos condenados, além de violar a legalidade democrática, afrontam a soberania popular, que tem demonstrado amplamente opinião contrária às manobras favoráveis aos golpistas.

Cazarré passa vergonha em debate na GloboNews

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Governo Lula-3 não é neoliberal