domingo, 29 de março de 2026
sábado, 28 de março de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
quinta-feira, 26 de março de 2026
O salário-mínimo e sua valorização
Por João Guilherme Vargas Netto
Em um país em que a taxa de mais-valia é 100% (ler com atenção o artigo de Naercio Menezes Filho no Valor de 20/02/26 em que “um estudo recente com dados brasileiros estima que os salários dos trabalhadores é a metade do valor de sua contribuição produtiva para a empresa em que trabalha”) há um espinho na garganta dos capitalistas: o salário-mínimo e sua valorização.
Este ano comemora-se os 90 anos de sua criação e o 20º aniversário da política para sua valorização.
Ambas as efemérides foram assunto para um evento no Ministério do Trabalho e Emprego e deram substância ao novo livro do Dieese sobre o salário-mínimo e sua conturbada história.
Em um país em que a taxa de mais-valia é 100% (ler com atenção o artigo de Naercio Menezes Filho no Valor de 20/02/26 em que “um estudo recente com dados brasileiros estima que os salários dos trabalhadores é a metade do valor de sua contribuição produtiva para a empresa em que trabalha”) há um espinho na garganta dos capitalistas: o salário-mínimo e sua valorização.
Este ano comemora-se os 90 anos de sua criação e o 20º aniversário da política para sua valorização.
Ambas as efemérides foram assunto para um evento no Ministério do Trabalho e Emprego e deram substância ao novo livro do Dieese sobre o salário-mínimo e sua conturbada história.
Lições da revolução que derrotou a escravidão
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| Batalha de Vertières, de Patrick Noze |
Tornou-se imprescindível retomar os estudos sobre a gloriosa Revolução Haitiana, um processo que contribuiu enormemente para livrar a humanidade do flagelo da escravidão.
As reflexões que podemos extrair desse estudo serão muito úteis para ajudar-nos a entender como, neste momento, o governo e o povo do Irã estão demonstrando uma surpreendente capacidade de resistência ao sofrer uma covarde e vil agressão por parte de dois países que simbolizam quase tudo de mais nefasto que o lado podre dos seres humanos já exibiu. Evidentemente, estamos nos referindo a maior potência armamentista do planeta, os Estados Unidos, e o país que encarna como nenhum outro o espírito do colonialismo e do racismo, ou seja, o sionista Estado de Israel.
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