sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Vigília Comunica, novos olhares do Paraná

Cuba resiste à agressão imperialista de Trump

É o fim do poder supremo de Trump?

 

A participação social no Congresso Nacional

 

Globo e os conservadores enlatados do carnaval

Charge: Aroeira/247
Por Bepe Damasco, em seu blog:


O Brasil não é mesmo um país para amadores. Como dizem que o ano só começa para valer depois do carnaval, temos pela frente um período decisivo na luta contra o fascismo nas eleições de outubro.

Antes, precisamos aprovar o fim da desumana jornada 6 x 1 e o Brasil tem que seguir em frente em sua trajetória virtuosa de pleno emprego, inflação sob controle, justiça tributária e políticas sociais que melhoram a vida das pessoas.

Essa é a agenda real.

Contudo, com o fim do carnaval, eis que o grande problema brasileiro - alardeado pela mídia corporativa e absorvido até por gente de esquerda - é a revolta da extrema direita, dos neopentecostais e católicos reacionários com as fantasias e adereços da Acadêmicos de Niterói ironizando a hipocrisia e o falso moralismo dos conservadores.

O carnaval sempre foi marcado pela crítica política e social, por criatividade e irreverência. Mas nada disso importa para a Rede Globo quando seu radar oportunista fareja uma chance de desgastar o governo e atacar o PT.

Ultimato de Trump ao Irã eleva risco de guerra

Charge: Andreo Carrilho/IranCartoon
Por José Reinaldo Carvalho, no site do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz):

A crise entre os Estados Unidos e o Irã entrou nesta quinta-feira (19) em um novo patamar de instabilidade, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitir em Washington um ultimato ao governo iraniano durante seu pronunciamento na primeira reunião do chamado “Conselho da Paz” de Gaza. Trump declarou que, caso Teerã não aceite as condições impostas por Washington no prazo de dez dias, o país persa sofrerá “coisas ruins”, numa ameaça direta que reforça o clima de escalada militar no Oriente Médio e coloca em risco qualquer possibilidade de solução diplomática. Um retrocesso em relação ao entendimento preliminar firmado na terça-feira (17), em Genebra.

A encruzilhada dos Correios

Charge: Clayton
Por Glauco Faria, no site Outras Palavras:

Fundados há 230 anos, décadas antes da Independência, os Correios públicos do Brasil são parte da história do país – e dos esforços para sua modernização. Em 1843, lançaram o “Olho do Boi”, segundo selo postal do mundo. Nove anos depois, quando ainda não havia censo demográfico e a população estimada de todo o território era semelhante à da atual região metropolitana de Belo Horizonte, incorporaram a comunicação por telégrafo – o sistema de comunicação mais rápido, à época. Em 1982, quando a ditadura pós-1964 agonizava, a entrega de cartas era feita, em qualquer parte, em menos de 48 horas – um prazo muito inferior ao de países como os Estados Unidos. Os Correios são, em 2026, o único meio de acesso a cartas e encomendas, nos pontos do país em que as entregas privadas não são lucrativas. Encarregam-se do transporte das urnas eletrônicos e de todo o material didático que chega onde não há livrarias comerciais.

Terras raras e o desenvolvimento soberano

Charge: Dino/Cartoon Movement
Editorial do site Vermelho:


A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de lançar o “Projeto Vault”, destinado à criação de um estoque nacional de terras raras e outros minerais críticos para reduzir a dependência da China representa um grande desafio para países exportadores, como o Brasil. A previsão de investimentos é de cerca de US$ 12 bilhões para a formação de um estoque estratégico, a exemplo do que ocorreu com a reserva estratégica de petróleo na década de 1970, após a crise do petróleo.

O grupo de 17 elementos químicos, chamado de “ouro do século XXI”, é considerado estratégicos pela sua importância econômica, tecnológica e geopolítica. A agência de notícias Bloomberg informa que o governo dos Estados Unidos ampliará investimentos em mineradoras para diversificar fornecedores e fortalecer parceiros. Isso quer dizer que diferentes regiões do planeta estão na mira do projeto imperialista de Trump.

Eleições e a IA (II): A caixa-preta do dinheiro

Charge: Laerte
Por Olímpio Cruz Neto

Há uma cena que não rende foto e, por isso mesmo, passa batida. Ela não acontece no palanque, nem no plenário. Acontece numa sala com ar condicionado e café morno, diante de uma tela onde não há eleitores - há números. Não se fala “povo”. Fala-se “público”. Não se diz “convencer”. Diz-se “otimizar”. Não se debate “verdade”. Debate-se “performance”.

Em 2026, com a inteligência artificial barateando produção e acelerando distribuição, a política descobre um atalho perigoso: comprar presença constante sem parecer propaganda. O que era campanha vira ambiente. O que era peça vira conversa. O que era slogan vira meme. E o que era persuasão vira saturação - aquela sensação de que “está em todo lugar”, antes mesmo de alguém provar de onde veio.

Prisão de Andrew abala a monarquia britânica

Conservadores surtam com alegoria na Sapucaí

Argentina para em greve contra projeto de Milei

Os laços da mídia com Vorcaro

 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Lula e as famílias

Por Marcelo Zero, no site Brasil-247:

Um estudo publicado (29/5) na revista The Lancet Public Health revela que o Programa Bolsa Família (PBF), um dos maiores programas de transferência de renda com condicionalidades do mundo, teve impacto expressivo na saúde da população brasileira ao longo de seus 20 anos de existência. 

Conduzida por pesquisadores da Fiocruz, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade de Barcelona (UB), a análise mostra que, entre 2004, quando o PBF foi criado, e 2019, o programa evitou mais de 700 mil mortes e 8 milhões de internações hospitalares, com efeitos especialmente significativos entre crianças menores de cinco anos e idosos com mais de 70 anos.

Redução da jornada e reacionarismo da mídia

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Por João Guilherme Vargas Netto


Quando as direções sindicais e o governo se põem de acordo para aprovar no Congresso Nacional a redução constitucional da jornada de trabalho sem redução de salário e a abolição da escala 6 x 1, todos os grandes veículos de comunicação, principalmente os jornalões, desencadeiam uma onda de argumentos antepondo-se à ideia.

Menos pela argumentação e mais pelo egoísmo social revelado, os números e as planilhas abundam.

É bom que saibam que, como ocorreu na luta pelas férias remuneradas e pelo 13º salário, ficarão como ficaram os jornalões da época marcados pelo reacionarismo.

Deputado do PL é alvo da PF em Macapá

Direita se revolta com vetor dos supersalários

Vini Jr. é alvo de racismo em Portugal

As lorotas do ex-ministro da hiperinflação

Irã e EUA dão primeiro passo para acordo