quinta-feira, 5 de março de 2026

O estranho suicídio do sicário de Vorcaro

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão (o ‘Sicário’). Divulgação
Por Altamiro Borges


O site g1, do Grupo Globo, informa que “a Polícia Federal (PF) abriu inquérito nesta quinta-feira (5) para apurar a circunstância da custódia de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o ‘Sicário’ de Vorcaro, um dos presos na Operação Compliance Zero. Segundo a nota divulgada nesta quarta-feira pela instituição, ele ‘atentou contra a própria vida enquanto se encontrava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais’”.

De fato, a atitude do capanga de Daniel Vorcaro, que teve morte encefálica já confirmada, precisa ser rigorosamente apurada. Como postou o jurista Pedro Serrano na rede X, “o suicídio de Sicário carece ser investigado por estruturas diferenciadas no interior da PF, com peritos de reconhecida independência e agentes distintos do sistema que o guardava com acompanhamento intenso do Ministério Público Federal. Muito inusual e estranho o que aconteceu!”.

'Pátria Latina' faz 24 anos de internacionalismo

 

Mídia já sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro

Charge: Andrey Dorofeev/AIF
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:

Conforme já havia alertado, começou o jogo do lavajatismo midiático, com vistas às eleições. Por exemplo, o caso de Lulinha com o tal “careca do INSS”. Lulinha tem relações de amizade com uma aventureira, Roberta Luchesinger, que se apresentava como herdeira do Credit Suisse. Roberta se apresenta aos lobistas como amiga da família e se especializou em vender vento. Convenceu o careca de que Lulinha poderia facilitar a venda de cannabis para o Ministério da Saúde.

Levou Lulinha para Portugal para mostrar um galpão onde, segundo ele, está preparando a plantação de cannabis. Lulinha foi, voltou, e não fechou nenhum negócio. Primeiro, porque não teria entrada alguma no Ministério da Saúde. Segundo, por ser gato escaldado e não se expor em nenhum contrato. Acabou a história.

A verdade dos fatos e sua manipulação

Ilustração: Farhan Art Studio
Por Jair de Souza

Situação 1: Os Estados Unidos e Israel bombardearam uma escola infantil no Irã e destroçaram os corpos de cerca de 180 crianças iranianas. Porém, nos relatos da mídia hegemônica do capitalismo, os seres malignos e desumanos são os dirigentes do país persa.

Situação 2: As forças militares do sionista Estado de Israel arrasaram inteiramente a região da Faixa de Gaza, na Palestina, sem poupar nem mesmo os hospitais e outros centros médicos, exterminando de modo cruel e perverso mais de 100.000 pessoas, a maioria delas crianças e mulheres. No entanto, para a mídia hegemônica do capitalismo, os terroristas são os palestinos.

Estes dois casos foram citados apenas para ilustrar algo que já se tornou padrão na difusão de notícias pelo mundo. A maneira como os acontecimentos são retratados e difundidos não tem por base a realidade e seus componentes, senão que a narrativa que interesse e venha a favorecer aos grupos que se beneficiam com o avanço do controle imperialista sobre os povos dos países de fora do seleto elenco de nações privilegiadas.

Caixa-2 com avião de banqueiro expõe Nikolas

As ameaças que levaram Vorcaro à prisão

Mais um ataque da mídia ao fim da escala 6x1

EUA e Israel provocam mortes no Oriente Médio

Nikolas está na mira da CPMI do INSS

terça-feira, 3 de março de 2026

Atos em SP e RJ frustram Flávio Rachadinha

 

A urgência da solidariedade a Cuba

Ilustração do site La Demajagua
Editorial do site Vermelho:


A resistência cubana ao cerco imperialista desde os primeiros passos da Revolução de 1959 é um feito notável. Atualmente, o país enfrenta possivelmente o seu maior desafio, diante da ofensiva do presidente estadunidense Donald Trump, que incentiva inclusive atos como o caso da lancha que ingressou em águas cubanas e resultou na morte de quatro pessoas. “Cuba não está atacando nem ameaçando ninguém; já declaramos isso repetidamente. No entanto, confirmamos que Cuba se defenderá de forma resoluta e firme contra qualquer agressão terrorista ou mercenária que vise minar a soberania e a estabilidade nacional do país”, reagiu o presidente cubano Díaz-Canel.

O mundo sob o domínio do banditismo fascista

Teerã, 28/02/26: Iranianos protestam contra os ataques
de Israel e dos Estados Unidos
Foto: Majid Saeedi/Getty Images
Por Jeferson Miola, em seu blog:

No primeiro ano deste segundo mandato, Trump já bombardeou sete países – Somália, Iraque, Iêmen, Nigéria, Síria, Venezuela e Irã, atacado duas vezes.

Acabou a funcionalidade da diplomacia.

A ONU é hoje um cartório protocolar para a mera anotação memorial do gangsterismo e do banditismo de Trump e Netanyahu, este último elemento um fugitivo de mandado de prisão do TPI.

A força militar seria a única maneira capaz de deter as ações criminosas dos EUA e de Israel contra países e povos soberanos.

Apenas outras duas potências militares poderiam exercer algum poder de dissuasão: a Rússia; e, em menor proporção, a China.

Guerras que escondem crimes dos fascistas

Charge: Mikail Çiftçi/Cartoon Movement
Por Moisés Mendes, em seu blog:

Foram empurradas para a parte debaixo dos sites dos jornais americanos as notícias sobre o caso Epstein. O que importa agora é a guerra. Trump tem armas para que quase tudo o que o implica com o pedófilo seja esquecido, enquanto mata aiatolás e crianças no Irã.

Um dos textos que perderam visibilidade no New York Times está desde sábado na capa do jornal online, mas lá embaixo. Aborda as relações de Jeffrey Epstein com médicos de elite de todas as áreas.

O bilionário que oferecia adolescentes aos amigos controlava a vida das mulheres submetidas ao seu comando até quando viravam pacientes. O NYT descobriu nos dossiês do caso que pelo menos 12 profissionais cuidavam de doenças venéreas e de pele e outros problemas de saúde das moças. Dentistas faziam parte do grupo.

Epstein tinha o controle dos prontuários médicos delas. Encaminhava as mulheres exploradas aos médicos, tinha acesso aos tratamentos e fazia lobby em clínicas e hospitais para que tivessem prioridade.