domingo, 7 de junho de 2026

Interpol vai rastrear a grana de Dark Horse?

Por Altamiro Borges

O jornal Estadão confirmou nesta sexta-feira (5) que a Polícia Federal já “estuda pedir a inclusão Daniel Vorcaro na difusão ‘prateada da Interpol’ para identificar e até mesmo desbloquear as remessas de ativos do ex-dono do Banco Master para fora do país. Vorcaro é o alvo principal da Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes bilionárias da Master. A difusão prateada foi implantada no organograma da Interpol – a polícia que mantém ligações com forças de segurança em todo o mundo – com o fim específico de alcançar dinheiro ilícito”.

Mídia esconde mansão de Bananinha nos EUA


O Pix e o tormento mental dos bolsonaristas

Por Jair de Souza

É impossível negar a realidade visível: o pix se tornou um enorme tormento para a cúpula dirigente da extrema direita bolsonarista. Contudo, antes de explicar os motivos que estão por trás do atual pânico que acomete os bolsonaristas, convém fazer uma breve retrospectiva sobre o surgimento deste inovador sistema de pagamentos e sua evolução até os dias atuais.

Sua origem se remonta o ano 2013, quando, em pleno governo de Dilma Rousseff, os técnicos do Banco Central começaram a desenvolver estudos para um projeto que visava agilizar os processos de compensações financeiras em nosso país.

As equipes técnicas do Banco Central continuaram avançando em seu trabalho mesmo após o golpe parlamentar que destituiu Dilma Rousseff e instalou Michel Temer na presidência. Em 2020, já no governo dirigido por Jair Bolsonaro, o pix entrou oficialmente em função e passou a ser adotado em todo nosso sistema bancário.

Trump e a traição da família Bolsonaro

Editorial do site Vermelho:

Enquanto a família Bolsonaro festejava a classificação de facções criminosas como organizações terroristas, expondo o país a possíveis intervenções dos Estados Unidos, mais um ataque à soberania do Brasil, Eduardo Bolsonaro deu entrevista ao portal de notícias Metrópoles anunciando que havia “mais por vir”.

Na conversa com o presidente estadunidense Donald Trump, com a presença do vice-presidente, JD Vance, e do secretário de Estado, Marco Rubio, da qual participaram também seu irmão, o pré-candidato a presidente da República da extrema direita, Flávio Bolsonaro, e o jornalista Paulo Figueiredo, ele “pediu mais coisas”.

A ingerência de Trump na eleição brasileira

Por Marcelo Zero, no site Brasil-247:

Primeiro, o Departamento de Estado dos EUA resolve, sem nenhuma justificativa técnica, classificar o PCC e o Comando Vermelho como “organizações terroristas”, abrindo caminho para uma série de intervenções financeiras, comerciais, econômicas, políticas e até mesmo militares contra o Brasil.

Em rápida sequência, após praticamente 18 meses com o cargo de embaixador vago, os EUA resolvem nomear para representá-los no Brasil, Daniel Perez. Republicano e atual Presidente da Câmara dos Representantes da Flórida. Daniel, descendente de cubanos, é bastante afinado ideologicamente com Marco Rubio e com o grupo de anticastristas que domina os conservadores extremistas da Florida. Sua missão geopolítica, será, evidentemente, assegurar a aplicação da “Doutrina Donroe” no Brasil.

Desespero dos Bolsonaros escalona de vez

A classe dominante quer juros altos

sábado, 6 de junho de 2026

Marcha para Jesus vira palanque de Rachadinha

O disparo de mensagens em massa nas eleições

As graves denúncias de Gustavo Petro

Trump vai interferir nas eleições no Brasil?

Marcha para Jesus vira palanque de Rachadinha

Charge: Aroeira/247
Por Altamiro Borges

Como já era esperado, a 34ª edição da Marcha para Jesus, comandada pelo “apóstolo” Estevam Hernandes, dono da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, virou palanque para o presidenciável Flávio Bolsonaro – também apelidado de Flávio Rachadinha e, nos últimos dias, de Tariflávio – e para vários outros candidatos da extrema-direita brasileira. A celebração religiosa-midiática reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, no centro de São Paulo.

Segundo balanço do site g1, do Grupo Globo, subiram ao principal trio-elétrico do evento, além do filhote 01 do “capetão”, o governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos), o também presidenciável Ronaldo Caiado (União Brasil), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL), o ex-secretário da Segurança Guilherme Derrite (PL), pré-candidato ao Senado, o presidente da Alesp e o também pré-candidato ao Senado, André do Prado (PL). Outra presença sinistra foi a do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do explosivo escândalo do Banco Master.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Astrid Fontenelle é demitida por zoom da Globo

Por Altamiro Borges


Na semana passada, durante sua participação no Rio2C, evento de criatividade realizado no Rio de Janeiro, a apresentadora Astrid Fontenelle deu maiores detalhes sobre a forma truculenta e cruel como foi dispensada da TV Globo. “Eu fui mandada embora. ‘Estar fora do ar’ é muito chique. Eu fui demitida. Inclusive por telefone. Opa, por Zoom... Depois de não sei quantos anos de serviços prestados na mesma empresa e 40 anos de jornalismo. Por quê? ‘Ah, você é ótima, mas… você é maravilhosa, mas…’. Mas não teve um ‘mas’”, recordou.

Mídia esconde mansão de Bananinha no Texas

Charge: Nando Motta/247
Por Altamiro Borges


O traidor da pátria Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, está levando uma vida nababesca nos EUA. Em mais um show de jornalismo investigativo, o site Intercept deu detalhes na semana passada sobre sua mansão no Texas. A matéria desmascarou o mimimi vitimista do ex-deputado, que enganava os trouxas jurando passar por dificuldades financeiras no seu autoexílio. Tanto que ele ficou nervosinho. Questionado pela imprensa sobre a casa de luxo, reagiu: “O dinheiro é meu”. Será mesmo? Há quem desconfie que é grana do mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Donald Trump, o campeão do terror

Charge: Avilarte Rodriguez/Iran Cartoon
Por Manuel Domingos Neto

O terrorismo é mal definido porque consiste em expediente guerreiro e guerra não pode ser percebida com objetividade certeira: desperta, de forma absoluta, instintos, pulsões e tendências reprimidas; desencadeia violência cega, difícil de ser contida.

Protagonizada por alguns, a guerra envolve a todos, sendo vaga a distinção entre atividade “civil” e atividade “militar”. Corriqueira, é sempre espetacular. Repugna e fascina, alegra e entristece, bestifica e glorifica. Justificada em nome de princípios supremos, ignora valores consagrados, constrói e destrói sociedades. Oferece patrimônio simbólico sacrossanto, legitima o poder político e, enganosamente, nutre esperança de futuro melhor.

A hipocrisia repugnante de Trump

Charge: Massoud Shojai Tabatabai
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


No campo do Direito Internacional, os principais instrumentos para coibir o trabalho forçado são a Convenção da OIT nº 29 sobre o Trabalho Forçado (1930) e seu Protocolo de 2014. Há, também, secundariamente, a Convenção nº 105 sobre a Abolição do Trabalho Forçado (1957), que complementa aquela convenção fundacional de 1930.

A Convenção de 1930 é absolutamente fundamental para o combate ao trabalho forçado, em nível internacional.

Por sua relevância seminal para tal combate, ela já foi ratificada por 181 países.

Há, entretanto, alguns países que não a ratificaram até hoje. Pouquíssimos.

Segundo a OIT, não ratificaram essa convenção basilar apenas os seguintes países: Afeganistaão, Ilhas Marshall, Palau, Tonga, Tuvalu e Estados Unidos da América.

O Brasil contra o crime organizado

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