terça-feira, 3 de março de 2026

Atos em SP e RJ frustram Flávio Rachadinha

 

A urgência da solidariedade a Cuba

Ilustração do site La Demajagua
Editorial do site Vermelho:


A resistência cubana ao cerco imperialista desde os primeiros passos da Revolução de 1959 é um feito notável. Atualmente, o país enfrenta possivelmente o seu maior desafio, diante da ofensiva do presidente estadunidense Donald Trump, que incentiva inclusive atos como o caso da lancha que ingressou em águas cubanas e resultou na morte de quatro pessoas. “Cuba não está atacando nem ameaçando ninguém; já declaramos isso repetidamente. No entanto, confirmamos que Cuba se defenderá de forma resoluta e firme contra qualquer agressão terrorista ou mercenária que vise minar a soberania e a estabilidade nacional do país”, reagiu o presidente cubano Díaz-Canel.

O mundo sob o domínio do banditismo fascista

Teerã, 28/02/26: Iranianos protestam contra os ataques
de Israel e dos Estados Unidos
Foto: Majid Saeedi/Getty Images
Por Jeferson Miola, em seu blog:

No primeiro ano deste segundo mandato, Trump já bombardeou sete países – Somália, Iraque, Iêmen, Nigéria, Síria, Venezuela e Irã, atacado duas vezes.

Acabou a funcionalidade da diplomacia.

A ONU é hoje um cartório protocolar para a mera anotação memorial do gangsterismo e do banditismo de Trump e Netanyahu, este último elemento um fugitivo de mandado de prisão do TPI.

A força militar seria a única maneira capaz de deter as ações criminosas dos EUA e de Israel contra países e povos soberanos.

Apenas outras duas potências militares poderiam exercer algum poder de dissuasão: a Rússia; e, em menor proporção, a China.

Guerras que escondem crimes dos fascistas

Charge: Mikail Çiftçi/Cartoon Movement
Por Moisés Mendes, em seu blog:

Foram empurradas para a parte debaixo dos sites dos jornais americanos as notícias sobre o caso Epstein. O que importa agora é a guerra. Trump tem armas para que quase tudo o que o implica com o pedófilo seja esquecido, enquanto mata aiatolás e crianças no Irã.

Um dos textos que perderam visibilidade no New York Times está desde sábado na capa do jornal online, mas lá embaixo. Aborda as relações de Jeffrey Epstein com médicos de elite de todas as áreas.

O bilionário que oferecia adolescentes aos amigos controlava a vida das mulheres submetidas ao seu comando até quando viravam pacientes. O NYT descobriu nos dossiês do caso que pelo menos 12 profissionais cuidavam de doenças venéreas e de pele e outros problemas de saúde das moças. Dentistas faziam parte do grupo.

Epstein tinha o controle dos prontuários médicos delas. Encaminhava as mulheres exploradas aos médicos, tinha acesso aos tratamentos e fazia lobby em clínicas e hospitais para que tivessem prioridade.

Irã descarta negociar com os EUA

Presidente da CPMI do INSS confessa golpe!

PF manda Eduardo Bolsonaro devolver arma

Guerra no Irã pode redesenhar ordem mundial

segunda-feira, 2 de março de 2026

Guerra no Irã e a geopolítica mundial

Resposta do Irã surpreende os EUA

Editorial do Estadão serve de aviso para Lula

EUA praticam banditismo no mundo

EUA e Israel matam Ali Khamenei

Reforma agrária quando?

Guerra na Ucrânia chega a 4 anos com impasse

Eduardo Bolsonaro surta nas redes sociais

 

domingo, 1 de março de 2026

Estadão festeja a morte de crianças iranianas

Charge: Latuff/247
Por Altamiro Borges


Neste domingo, dia 1º, a imprensa iraniana informou que o bombardeio dos EUA e de Israel a um colégio feminino em Minab, no sul do país, resultou no assassinato de 148 crianças. A carnificina promovida pelos nazifascista Donald Trump e Benjamin Netanyahu não foi manchete na mídia sionista do mundo todo – incluindo a imprensa vira-lata do Brasil. Segundo a Mizan News Agency, agência oficial do Poder Judiciário do Irã, a escola foi atingida durante a operação militar. Já a agência estatal IRNA informou que as equipes de resgate continuam trabalhando na remoção dos escombros e no atendimento às vítimas. A agência Al Jazeera confirmou as mortes.

Atos em SP e RJ frustram Flávio Rachadinha

Charge: Clayton
Por Altamiro Borges


O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro, vulgo Flávio Rachadinha, deve ter ficado frustrado com os atos deste domingo, dia 1º, em São Paulo e no Rio de Janeiro, pedindo o impeachment de Lula e dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e a anistia para o paizão-presidiário. Segundo levantamento do Monitor do Debate Político da USP e do Cebrap, em parceria com a ONG More in Common, a manifestação na Avenida Paulista reuniu 20.400 pessoas; já a realizada em Copacabana foi ainda mais frustrante, juntando 4.700 fascistas, segundo o mesmo Monitor.

Quando o recuo vira destino

Charge: Carlos Azagra
Por Roberto Amaral


“A inação diante de Cuba repete o erro fatal de Munique: apaziguar o agressor só adia a guerra e a torna mais devastadora - a história não perdoa os que se calam diante do fascismo renascente”. Gabriel Cohn (Cuba, a Espanha no século XXI)

Em 1938, regressando de Munique, aonde fôra negociar com Adolf Hitler, o primeiro-ministro Neville Chamberlain declara ao Parlamento britânico haver conquistado o que denominava como “a paz para o nosso tempo”. Enganado ou não, enganava os ingleses e despistava o mundo, em especial o mundo europeu, mal saído da Primeira Guerra Mundial e já se vendo ameaçado por um novo conflito para o qual não estava preparado, como se veria logo depois.

Eram tempos de medo, dominados pela retórica do pacifismo para enfrentar as ameaças do rearmamento alemão comandado pela ascensão do nazifascismo. Ao entregar os Sudetos (parte da então Tchecoslováquia) à Alemanha como compensação pela promessa de Berlim de não reivindicar mais territórios (mote da doutrina do “espaço vital”, que tudo justificava), a monarquia decadente aplainava os avanços das tropas de Hitler: o “acordo de paz” é firmado em 1938 e, já em 1939, a Polônia era invadida. Avança a guerra que a Inglaterra, não podendo enfrentar, tentava não ver, simplesmente ignorando a agressão que vinha a galope.

Como a mídia fabrica um novo Sergio Moro

Charge: Aroeira
Por Kiko Nogueira, no site DCM:


A mídia está tentando transformar André Mendonça no novo Joaquim Barbosa ou no novo Sergio Moro.

Ele já está na capa da Veja, como seus antecessores, com a chamada idiota “Supremo papel” (faltou um anãozinho chamando atenção para o trocadilho: “Sacou? sacou?”).

Na CNN, cujo dono tem negócios com Daniel Vorcaro, do Banco Master, conforme revelado por Vinícius Segalla no DCM, a bajulação do ministro terrivelmente evangélico tomou conta de uma conversa mole.

Thaís Herédia se embrenhou pela “psicologia” do Supremo Tribunal Federal, dando o costumeiro cacete nos demônios Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.