domingo, 13 de setembro de 2026

Igreja da Lagoinha movimentou R$ 57 milhões

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Por Altamiro Borges


O presidiário Fabiano Zettel, ex-pastor evangélico, cunhado e operador financeiro do mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ainda não se pronunciou sobre a nova denúncia envolvendo sua denominação religiosa. Nessa sexta-feira (11), a Folha noticiou que “uma conta da Igreja Batista da Lagoinha em Belvedere, bairro nobre de Belo Horizonte, movimentou R$ 57,1 milhões entre 24 de dezembro de 2024 e 8 de dezembro de 2025, entre entradas e saídas consideradas atípicas, segundo relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)”.

Bocardi é demitido do SBT por extorsão

Ilustração gerada por IA via Pippit
Por Altamiro Borges


O site de entretenimento TV Pop noticia que o âncora Rodrigo Bocardi foi demitido do SBT na sexta-feira (11). Ele havia estreado um novo programa há 39 dias, mas não durou muito tempo na emissora criada por Silvio Santos. A exemplo do que já havia ocorrido na TV Globo, o apresentador foi acusado de violar normas éticas da empresa, liderando um esquema de extorsão contra prefeituras de São Paulo.

“Os executivos da rede chegaram à conclusão de que a permanência do jornalista era insustentável diante das denúncias de achaque. Bocardi, que já havia sido dispensado da Globo por uma questão praticamente idêntica, nega as acusações. Ele, que confirma ter feito um esquema para divulgar determinadas cidades, diz ser vítima de uma armação orquestrada por Jones Donizette, ex-secretário de Tecnologia e Comunicação de Embu das Artes”, relata o site, que arremata:

Instituto de Mendonça terá sigilo quebrado?

Reprodução do X
Por Altamiro Borges


Após denúncia feita com exclusividade pela revista Fórum, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou nessa sexta-feira (11) um pedido junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que investigue os contratos firmados pelo Instituto Iter, fundado pelo “terrivelmente evangélico” André Mendonça, com órgãos públicos de São Paulo. A representação também pede que, após as diligências preliminares, sejam quebrados os sigilos bancário e fiscal do instituto, de seus sócios e dirigentes e de empresas a eles relacionadas.

O cabo eleitoral do bolsonarismo no STF

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Por João Filho, no site Intercept-Brasil:


A operação eleitoral promovida por André Mendonça para tirar “Dark Horse” do noticiário e poupar Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, estava dando muito certo.

A investida ilegal contra Alexandre de Moraes e o afastamento, também ilegal, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, mostram que o “terrivelmente evangélico” está disposto a fazer coisas que até Deus duvida para salvar a pele do seu grupo político.

O homem responsável pela prisão de Daniel Vorcaro e vários outros figurões investigados, delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, foi impedido de trabalhar pelo juiz bolsonarista. A canetada de Mendonça paralisou diretamente as investigações do Banco Master, do INSS e “Dark Horse”. A jogada eleitoral foi óbvia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

As transações milionárias atípicas de Bia Kicis

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Por Altamiro Borges


A hidrófoba bolsonarista Bia Kicis (PL), candidata ao Senado pelo Distrito Federal, também está bem enrolada no sinistro caso do filme Dark Horse – já apelidado de “Pangaré das Trevas”. Segundo matéria do site Metrópoles, a deputada federal “apareceu no relatório do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] citado na decisão do ministro Flávio Dino que autorizou a Operação Make Up, que investiga desvio de recursos públicos destinados à ONG ligada à produtora de Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL)”.

O voto para o Senado e o fim da escala 6x1

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Por João Guilherme Vargas Netto


Depois de aprovada em duas votações maciças na Câmara dos Deputados, a PEC 6 x 1 vem sofrendo um empoçamento no Senado.

Recebida, escolhidos o secretário e o relator, foi aprovada em votação simbólica na Comissão de Constituição e Justiça, mas empacou devido à pressão contrária do lobby empresarial, à crise brasiliense no STF e aos recessos devidos às campanhas eleitorais.

O empoçamento nos dá um alerta e faz uma exigência.

O alerta é sobre a importância para o movimento sindical da votação nas duas candidaturas ao Senado.

STF: A quem Fachin favorece?

Charge: Miguel Paiva/247
Por Ricardo Queiroz, no site Outras Palavras:


Quem lê manchete e não lê as entrelinhas pode se lascar nessa história do Master. Nesse momento, é melhor não fazer festa antes do encaixe dos fatos. Nessa madrugada, o Ministro Fachin não mandou o Ministro André Mendonça, abrir tudo em relação ao Master. Na prática, ele pediu que ele retirasse o sigilo do que considerasse possível divulgar sem prejudicar a investigação. Pedir e mandar são coisas diferentes.

Traduzindo: Mendonça continua decidindo o que aparece e o que fica escondido com os mesmos critérios que usou até agora. A diferença é que tem a anuência oficial do fraco presidente do STF. Ele mantém a relatoria, controla os autos e define o que seria “sensível” para a investigação. No essencial, o poder dele sobre o Master não mudou, até aumentou.

Mendonça deve ser afastado do caso Master

Charge: Cacinho/Pavio Curto
Por Jeferson Miola, em seu blog:

Com o que já veio à tona depois da liberação parcial dos sigilos do Master, mais o que André Mendonça esconde sobre o Dark Horse, fica totalmente comprovado que o ministro bolsonarista agiu e continua agindo como um juízo de exceção para alcançar resultados políticos.

Durante meses, desde que Mendonça assumiu a relatoria do caso Master e afastou a PF para controlar as informações, saíram do gabinete dele os vazamentos seletivos para incriminar Fábio Luís sem provas, mas com inferências e insinuações.

A estratégia foi política e eleitoralmente eficaz: desvinculou Flávio Bolsonaro e bolsonaristas do esquema mafioso do Daniel Vorcaro, e consolidou na mídia hegemônica a narrativa de corrupção petista – o que vem afetando, segundo especialistas, o desempenho do Lula nas pesquisas de intenção de votos.

Campos Neto finalmente deporá sobre Master

Mídia lavajatista prepara o retorno do fascismo

 

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Igreja de André Mendonça é punida por assédio

André Mendonça com o pastor Arival Dias Casimiro/Divulgação
Por Altamiro Borges


“Ungido por Deus” pela ex-primeira dama Micheque Bolsonaro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), parece que não anda em boas companhias e nem recebe a melhor orientação espiritual. Nesta semana, a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na capital paulista, frequentada pelo “terrivelmente evangélico”, fechou acordo judicial após seu líder, o “pastor” Arival Dias Casimiro, ter sido acusado de assédio sexual por uma ex-funcionária.

Segundo reportagem da revista Fórum, “uma ação trabalhista envolvendo o pastor Arival Dias Casimiro, liderança da Igreja Presbiteriana de Pinheiros e presidente da Junta Missionária de Pinheiros, terminou em acordo após uma ex-funcionária acusá-lo de comportamentos e mensagens inadequadas durante o período em que trabalhou na instituição. Segundo documentos somente agora obtidos e publicados pelo site O Fuxico Gospel, a trabalhadora afirmou que recebeu abordagens pessoais, mensagens fora do horário de trabalho, comentários sobre sua aparência e convites para encontros reservados”.

Campos Neto finalmente vai depor sobre Master

Por Altamiro Borges


Totalmente blindado pela mídia rentista, Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central no covil fascista de Jair Bolsonaro, finalmente irá depor na Polícia Federal sobre a roubalheira do Banco Master. Também prestarão depoimentos sobre o escândalo o atual presidente do órgão, Gabriel Galípolo, e o dono do banco BTG Pactual, André Esteves. “Todos devem ser ouvidos na condição de testemunhas e, portanto, terão a obrigação de falar a verdade sobre os fatos”, informa o site Metrópoles.

Na semana passada, a imprensa vazou parte do depoimento de Daniel Vorcaro prestado à PF em que o mafioso admitiu ter feito “agrados” a um diretor do BC da gestão de Campos Neto. Segundo nota do site UOL, Paulo Sérgio Neves, ex-diretor de fiscalização do banco, e sua família receberam “assistência especializada” [concierge] em uma viagem à Disney, nos EUA. Ele e o ex-diretor de supervisão, Bellini Santana, ambos acusados de serem “agentes infiltrados” do mafioso no BC, foram afastados da instituição na atual gestão.

Flávio desesperado com operação da PF