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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
sábado, 17 de janeiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Verdades e mentiras sobre a Venezuela
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| Reprodução da internet |
Os grandes meios de comunicação silenciam todas as vozes que apoiam o governo venezuelano e seu presidente, sequestrado pelos EUA, Nicolás Maduro.
O assassinato, para executar esse sequestro, de mais de cem pessoas, ou é censurado ou reduzido a um mero detalhe informativo (1). Enquanto isso, programas de entrevistas na televisão e no rádio, artigos e reportagens na imprensa justificam a barbárie, o terror e a destruição do direito internacional por parte do governo de Donald Trump (2).
A apologia ao terrorismo de Estado goza de tal impunidade graças à chuva fina de mentiras, durante anos, sobre a opinião pública internacional (3). Vamos recapitular.
1. A Venezuela é uma ditadura. Falso.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Venezuela: o Império ameaça – e está nu
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| Charge: Luc Descheemaeker/Cartoon Movement |
A Venezuela não é para principiantes. No último sábado (3/1), um ataque militar maciço dos Estados Unidos, que concentram no Caribe a maior força naval agressora já reunida nas Américas, sequestrou Nicolás Maduro e decapitou o governo do país. Desde então, Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, têm multiplicado ameaças. Falaram num “segundo ataque”. Alardearam que “qualquer integrante do governo ou das forças armadas” pode sofrer o mesmo que impuseram a Maduro. Acrescentaram que Delcy Rodriguez, a vice-presidente agora em exercício, pode defrontar-se com “algo pior”. Na vociferação mais recente, o próprio Trump “assegurou” num post em rede social, em 6/1, que Washington exigirá de Caracas de 30 a 50 milhões de barris de petróleo (dois meses de produção), cuja receita seria administrada por ele em pessoa…
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Não era profecia, senão que sabedoria
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| Fidel Castro e Hugo Chávez. Foto: José Goitia/AP |
Em uma entrevista dada em 2006, o líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, já fazia um alerta sobre o uso do pretexto do combate ao narcotráfico por parte dos Estados Unidos, para pôr fim ao processo de busca de soberania que estava incomodando ao grande capital do centro do império. Vale muito a pena rever o vídeo neste momento e fazer as devidas reflexões.
Fiz a tradução e legendagem do vídeo ao português, e ofereço à continuação sua transcrição completa.
Doutrina Donroe: Mistura de Corleone e Monroe
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| Sarah Levy retrata Donald Trump com seu sangue menstrual após comentários sexistas. Nome da obra: "Whatever" (Tanto Faz), 2015. |
O que aconteceu na Venezuela já era esperado há tempos.
O que pode ter causado surpresa aos desavisados (há muitos e são vocais) foi a facilidade com que a operação foi feita e a “franqueza” de Trump.
“Don Trump” deixou claro que agrediu a Venezuela e sequestrou Maduro para ter acesso facilitado ao petróleo e a outros recursos naturais (bauxita, ouro etc.) da Venezuela.
Confessou que a agressão não tem nenhuma relação com defesa da democracia, e dos direitos humanos, escusa esfarrapada que os EUA sempre usaram para derrubar regimes não-alinhados a seus interesses e destruir países.
Trump e os EUA também confessaram que a agressão não tem nada ver com “narcoterrorismo”.
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
O sequestro de Maduro e a Doutrina Donroe
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| Charge: Henrique Monteiro/Cartoon Movement |
1. A crônica de um ataque anunciado
A intervenção militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, culminando no sequestro de Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026, vem sendo preparada há muito tempo. Em artigo publicado na Carta Capital em fevereiro de 2019, intitulado “Donald Trump, o fim do globalismo e a crise na Venezuela”, argumentei que o então presidente revelava com franqueza inédita os verdadeiros objetivos do imperialismo estadunidense: não a defesa da democracia ou dos direitos humanos, nem o respeito (seletivo) de tratados internacionais pautados na ideologia liberal, mas o controle sobre recursos com valor estratégico e econômico. Já naquele momento, Trump criticava abertamente seus antecessores por não terem “tomado o petróleo” da Venezuela ou do Iraque, ou as terras raras do Afeganistão, explicitando uma lógica predatória que o discurso liberal tradicionalmente dissimulava.
Ato condena ação de Trump na Venezuela
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| Foto: Elineudo Meira, Guilherme Gandolfi e Lucas Martins/Mídia Ninja |
Mais de mil pessoas se reuniram na tarde desta segunda-feira (5), em frente ao Consulado dos Estados Unidos, na zona sul de São Paulo, em um ato de solidariedade ao povo venezuelano e de repúdio à escalada militar do governo Donald Trump contra a Venezuela e a América Latina.
Convocado por um amplo conjunto de organizações populares, partidos e movimentos sociais, o ato em São Paulo foi marcado pelo caráter unitário entre diversas forças políticas e sociais, reunindo lideranças partidárias, movimentos da juventude, militantes de organizações populares, comunicadores e venezuelanos residentes em São Paulo.
Para o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro, a ação dos Estados Unidos é um grave ataque à Venezuela, à América Latina e também ao Direito internacional. “O sequestro do presidente legítimo Nicolás Maduro e sua esposa, a deputada Cilia Flores, representa um assalto à soberania do povo venezuelano e de todos os povos do continente. O que está em jogo é o nosso futuro, o futuro dos nossos recursos naturais”, afirmou. Segundo ele, a ofensiva não se limita à Venezuela: “O recado vale também para o Brasil, para a Colômbia, para o México e para os demais países da região”.
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