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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
8º presidente, em dez anos, é deposto no Peru
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| Pedro Castillo. Divulgação |
A crise política e institucional no país vizinho, o Peru, não parece ter final.
O Congresso peruano destituiu no dia 17 de fevereiro, terça, o presidente interino, o direitista José Jerí, por investigações em aberto contra ele, consumando a oitava troca presidencial em uma década de instabilidade política na nação andina.
Esta destituição ocorre a quase dois meses das eleições gerais, no dia 26 de abril, e aprofunda a crise institucional iniciada após as eleições de 2016.
O atual presidente do Congresso, Fernando Rospigliosi, anunciou a convocação de uma nova sessão plenária para hoje (quarta) às 18h, com o objetivo de eleger o próximo titular do legislativo, que assumirá a Presidência interina da República.
O Congresso peruano destituiu no dia 17 de fevereiro, terça, o presidente interino, o direitista José Jerí, por investigações em aberto contra ele, consumando a oitava troca presidencial em uma década de instabilidade política na nação andina.
Esta destituição ocorre a quase dois meses das eleições gerais, no dia 26 de abril, e aprofunda a crise institucional iniciada após as eleições de 2016.
O atual presidente do Congresso, Fernando Rospigliosi, anunciou a convocação de uma nova sessão plenária para hoje (quarta) às 18h, com o objetivo de eleger o próximo titular do legislativo, que assumirá a Presidência interina da República.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Cuba está totalmente ilhada
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| Foto: Ileana Reyes |
O bloqueio a Cuba não é apenas econômico, é uma tentativa de apagar a memória de um povo que aprendeu, desde criança, que a vergonha de 1901 não pode se repetir
É pouco provável que Cuba sofra uma invasão territorial, como a Venezuela, e tampouco que seja alvo de bombardeios como o Irã. Ao que tudo indica, o objetivo de Donald Trump é asfixiar o país, bloqueando o ingresso de petróleo, alimentos, máquinas e equipamentos, medicamentos e todo e qualquer gênero de primeira necessidade, até o ponto da vida se tornar insuportável na Ilha.
A infame frase do comandante da Força Aérea, Curtis Le May (1906-1990), de que os Estados Unidos deveriam fazer o Vietnã “retroceder até a Idade da Pedra”, parece mover a atual escalada imperial no Caribe.
Ao contrário de Venezuela e Irã, que no quebra-cabeças global são decisivos para o fornecimento de petróleo à China, oponente estratégico dos EUA, Cuba não representa ameaça de nenhum tipo. O país conta muito mais para a política interna, num ano de eleições parlamentares, por galvanizar o voto da comunidade cubana ultraconservadora da Flórida.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
México reduz jornada; Argentina corta direitos
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| Foto: Pátria Latina |
Na quarta-feira passada (11), o Senado do México aprovou o projeto de lei da presidenta Cláudia Sheinbaum que reduz a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais. Esse importante avanço civilizatório será gradual – duas horas por ano até 2030 – e beneficiará cerca de 13,4 milhões de trabalhadores. Após intensa pressão e negociação, a proposta foi aprovada por unanimidade com 121 votos e agora segue para análise e votação na Câmara dos Deputados.
Conforme lembra reportagem da agência Reuters, “após anos de discussões entre o Congresso e o setor privado, a presidente Claudia Sheinbaum apresentou formalmente em dezembro passado um projeto de lei para implementar gradualmente a semana de trabalho de 40 horas... O México lidera o ranking da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em horas de trabalho mais longas, com 2.226 horas por pessoa anualmente. O país também tem a menor produtividade laboral e os salários mais baixos entre os 38 Estados-membros”.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
domingo, 8 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Suspeição age contra a revolução bolivariana
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| Foto: Telesur |
A recente tentativa por parte dos Estados Unidos de desestabilizar a Venezuela não pode ser compreendida a partir de seus fatores internos isoladamente. Há décadas, os Estados Unidos tratam a América Latina como um tabuleiro geopolítico no qual governos, economias e instituições são pressionados, movidos ou substituídos conforme interesses estratégicos ligados a energia, recursos naturais e influência regional.
Esse padrão não é novo. Foi assim nos anos 1960 e 1970, com golpes militares articulados sob o discurso da “segurança hemisférica”. Repete-se sempre que um governo ousa romper com a lógica da dependência, nacionalizar recursos estratégicos ou afirmar um projeto soberano apoiado em base popular. A Venezuela se insere exatamente nesse histórico.
Esse padrão não é novo. Foi assim nos anos 1960 e 1970, com golpes militares articulados sob o discurso da “segurança hemisférica”. Repete-se sempre que um governo ousa romper com a lógica da dependência, nacionalizar recursos estratégicos ou afirmar um projeto soberano apoiado em base popular. A Venezuela se insere exatamente nesse histórico.
A urgência da solidariedade a Cuba
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| Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente de Cuba Foto: Cubadebate |
1.
Vivemos tempos sombrios. Nem é necessário muito esforço para compreender. É olhar Gaza, genocídio de uma população, mortandade de 70 mil pessoas, maioria crianças, mulheres, pessoas inocentes, criminoso massacre sionista, o mais sinistro dos últimos tempos, de desfecho ainda inconcluso.
E Israel continua a matar, sem dó nem piedade, terrorismo sem fim. Curioso, irônico, não fosse trágico, assistir Benjamin Netanyahu falar em terrorismo, ele, um dos mais notórios terroristas desse período histórico. Ressalto: da tradição de Israel, país nascido sob a égide do terrorismo, quem quiser pesquise, fácil achar as comprovações. Atualmente, e já de algum tempo, não faria nada disso não fosse a relação umbilical com o imperialismo norte-americano.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Cuba resiste sob inspiração de Fidel e Martí
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| Foto: Enrique González (Enro)/Cubadebate |
As declarações mais recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de seu secretário de Estado, Marco Rúbio, o mais fanático expoente do anticubanismo na atualidade, assumiram o caráter de um verdadeiro ultimato. Ao elevar o nível de coerção contra a ilha socialista, Washington reacende uma retórica intervencionista e belicista, estreita deliberadamente os caminhos da diplomacia e do diálogo e aposta, mais uma vez, na intimidação como instrumento de política externa.
Trump declarou abertamente que busca a mudança de governo em Cuba até o fim de 2026 e instou outros países a cortarem “óleo e dinheiro” da ilha. A rigor, não há novidade alguma nesse discurso, se consideradas as sucessivas etapas da perseguição movida pelos Estados Unidos desde a imposição do bloqueio ao país socialista caribenho, em 1962. É um ledo engano dos tiranos instalados na Casa Branca, no Departamento de Estado e no Pentágono imaginar que a brutal investida atual possa abater ou infundir medo no povo cubano. O eterno comandante da Revolução Cubana, em momento igualmente grave, foi cristalino ao afirmar: “No nos gustan las amenazas”. E acrescentou que aos cubanos nada mete medo.
Trump declarou abertamente que busca a mudança de governo em Cuba até o fim de 2026 e instou outros países a cortarem “óleo e dinheiro” da ilha. A rigor, não há novidade alguma nesse discurso, se consideradas as sucessivas etapas da perseguição movida pelos Estados Unidos desde a imposição do bloqueio ao país socialista caribenho, em 1962. É um ledo engano dos tiranos instalados na Casa Branca, no Departamento de Estado e no Pentágono imaginar que a brutal investida atual possa abater ou infundir medo no povo cubano. O eterno comandante da Revolução Cubana, em momento igualmente grave, foi cristalino ao afirmar: “No nos gustan las amenazas”. E acrescentou que aos cubanos nada mete medo.
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