Por Manuel Domingos Neto
Senado é um tipo de assembleia criado por oligarcas no império romano para garantir o domínio sobre a plebe. O artifício foi copiado pelos barões ingleses e adaptado por muitos países para barrar mudanças reclamadas pela sociedade.
No Brasil, foi imposto por Dom Pedro I, que imperava apoiado por senhores de terra, gado e gente. Só os muito ricos podiam votar e ser eleitos para o Senado.
Atualmente, todos podem votar nos candidatos ao Senado, mas a maioria vê o senador apenas como alguém que pode trazer pequenos benefícios às comunidades.
Formalmente, o Senado é poderosíssimo: tem responsabilidade direta ou indireta sobre o que ocorre de bom e de ruim no país; revisa leis propostas por deputados e presidentes da República. Se as leis prejudicam o pobre e favorecem o rico, não protegem quem trabalha, deixam sem defesa a mulher, o idoso, as crianças, os afrodescendentes, a culpa é, sobretudo, do Senado.
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terça-feira, 7 de julho de 2026
segunda-feira, 6 de julho de 2026
domingo, 5 de julho de 2026
Flávio Bolsonaro derrete no eleitorado feminino
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| Charge: Aroeira/247 |
O vídeo bombástico de Michelle Bolsonaro, afirmando que foi “humilhada”, “desrespeitada” e “maltratada” pelo enteado, e o vídeo nojento do jagunço bolsonarista Paulo Figueiredo, dizendo que mulher não sabe votar, estão produzindo estragos na campanha do fascista à presidência da República. Matéria de Daniela Lima no site UOL nesta sexta-feira (3) relata que “monitoramentos diários de eleitores feitos para políticos e agentes do mercado financeiro detectaram a ampliação do fosso entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o voto feminino após a briga pública entre ele e a madrasta, Michelle, e a declaração misógina do aliado Paulo Figueiredo”.
PT propõe tipificar crime de traição à pátria
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| Charge: desenhodorodrigo |
Parlamentares do PT apresentaram na semana passada um projeto de lei para incluir no Código Penal o crime de traição à pátria. Ele prevê pena de reclusão de 8 a 20 anos e multa para condutas que atentem contra a soberania nacional, a independência econômica, a estabilidade institucional e os interesses estratégicos do Brasil. A iniciativa foi protocolada pelos deputados federais Rogério Correia (MG), Lindbergh Farias (RJ) e Alencar Santana (SP).
Segundo a justificativa, o objetivo do PL é atualizar a legislação penal para responsabilizar agentes nacionais que atuem em articulação com interesses estrangeiros em prejuízo do Estado brasileiro. Pelo texto, passariam a ser enquadradas como traição à pátria ações como a entrega de informações sigilosas ou estratégicas, a cessão ou alienação de recursos naturais, patrimônio público e infraestrutura crítica em condições consideradas lesivas ao país.
Mutretas de aliados afundam Flávio Bolsonaro
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| Charge: Nando Motta |
Faltando poucos meses para o início da eleição, a pré-candidatura à presidência da República do senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, não para de rolar ladeira abaixo. Além da Vaza Flávio e das pendengas familiares com a esposa do seu pai, Michelle, o filho mais velho de Jair não para de ver gente do seu entorno envolvida com mutretas de todo tipo. Dia sim, dia não, aparece o nome de algum bolsonarista nas páginas policiais.
Depois de trabalhar para o governo americano classificar o Comando Vermelho, o CV, como grupo terrorista, Flávio vê agora parte do seu grupo político rodando em investigações contra o mesmo Comando Vermelho.
Depois de trabalhar para o governo americano classificar o Comando Vermelho, o CV, como grupo terrorista, Flávio vê agora parte do seu grupo político rodando em investigações contra o mesmo Comando Vermelho.
O inquérito que não pode fracassar
Por Moisés Mendes, no site Brasil-247:
O ministro Flávio Dino já tem o que mostrar como relator da roubalheira das máfias das emendas. Nessa sexta-feira, a Polícia Federal chegou aos quadrilheiros que deram sumiço a pelo menos R$ 90 milhões em Roraima. Eles se juntam a suspeitos já alcançados pela PF em outros Estados.
Os rolos de Roraima são de verbas liberadas pelo deputado federal Nicoletti (PL-RR), senador Dr. Hiran (PP-RR), ex-senador Telmário Mota e pelo ministro do TCU Jhonatan de Jesus na época em que era deputado. Todos até agora de fora das investigações. Os investigados são os que receberam e torraram o dinheiro nos municípios.
Se o inquérito das emendas fosse encerrado hoje, haveria o que comemorar, mesmo que a devassa esteja apenas começando e tenha enquadrado uma maioria de bagrinhos municipais. Mas Dino não tem o que mostrar e dizer sobre outro inquérito aberto pela PF.
O ministro Flávio Dino já tem o que mostrar como relator da roubalheira das máfias das emendas. Nessa sexta-feira, a Polícia Federal chegou aos quadrilheiros que deram sumiço a pelo menos R$ 90 milhões em Roraima. Eles se juntam a suspeitos já alcançados pela PF em outros Estados.
Os rolos de Roraima são de verbas liberadas pelo deputado federal Nicoletti (PL-RR), senador Dr. Hiran (PP-RR), ex-senador Telmário Mota e pelo ministro do TCU Jhonatan de Jesus na época em que era deputado. Todos até agora de fora das investigações. Os investigados são os que receberam e torraram o dinheiro nos municípios.
Se o inquérito das emendas fosse encerrado hoje, haveria o que comemorar, mesmo que a devassa esteja apenas começando e tenha enquadrado uma maioria de bagrinhos municipais. Mas Dino não tem o que mostrar e dizer sobre outro inquérito aberto pela PF.
sábado, 4 de julho de 2026
sexta-feira, 3 de julho de 2026
quinta-feira, 2 de julho de 2026
AtlasIntel confirma maior vantagem de Lula
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| Foto: Ricardo Stuckert/PR |
Divulgada nesta quarta-feira, 1º de junho, a nova pesquisa AtlasIntel confirma a sólida ampliação da vantagem eleitoral do presidente Lula – que já tinha sido constatada em outras sete sondagens publicadas nas duas últimas semanas. Na simulação do primeiro turno, o líder petista surge com 46,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36,6%, uma diferença de quase dez pontos percentuais – o dobro da vantagem apontada em abril. Já no provável segundo turno, Lula tem 48,8%, contra 42,3% do primogênito do fascista preso. Em abril, os dois tinham 48% das intenções de voto cada, o que indica que Flávio Bolsonaro perdeu 5,7 pontos percentuais.
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