sábado, 28 de novembro de 2020

Bloqueio dos bens e o bolsonarista em Belém

Maradona reescreveu a história com os pés

Pandemia, vacina e as festas do final do ano

Maradona: craque dentro e fora dos campos

"Não há racismo", juram Bolsonaro e Mourão

Eduardo Bolsonaro ataca a China (outra vez)

Como Sergio Moro enganou você

Eleições nos EUA: repercussões no Brasil

A eficácia do discurso do ódio nas eleições

A recuperação das esquerdas no 2º turno

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Calote de Melo e as fake news em Porto Alegre

Por Altamiro Borges

Os fascistas seguem espalhando fake news e promovendo ódio – principalmente a misoginia – na campanha para a prefeitura de Porto Alegre. Só nesta semana, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) derrubou mais 70 mil compartilhamentos de notícias falsas contra a candidata Manuela D'Ávila (PCdoB).

A decisão contra as mentiras difundidas pelas milícias digitais de Sebastião Melo, o candidato que juntou no segundo turno o que há de pior na política gaúcha, foi assinada pelo juiz Leandro Figueira Martins. Ele deu 24 horas para que as plataformas retirassem as postagens do ar. A guerra suja, porém, prosseguiu!

Popularidade de Bolsonaro cai nas eleições

Por Altamiro Borges

Levantamento do jornal O Globo publicado nesta quinta-feira (26) aponta que a aprovação de Jair Bolsonaro caiu em 23 das 26 capitais brasileiras neste período eleitoral. Isto explica porque seus candidatos afundaram no primeiro turno e outros tentam escondê-lo covardemente, como o tal do Capitão Wagner em Fortaleza.

O jornal comparou as primeiras pesquisas Ibope da campanha eleitoral com as mais recentes em cada uma das cidades. "Os números mostram que em quase todas as capitais caiu o percentual que avaliou o governo como 'ótimo ou bom'". Em 14 das 23, a queda foi mais acentuada, acima da margem de erro.

A democratização dos meios de comunicação

Maradona, o mais humano dos deuses

Não é a eleição, é a crise

Por Fernando Brito, em seu blog:

Popularidade de Bolsonaro cai em 23 das 26 capitais durante as eleições municipais, anuncia em manchete o site de O Globo.

É, mas não são as eleições que estão produzindo isso, tanto que onde houve polarização e 2° turno quase sempre o bolsonarismo está oculto em candidaturas que não o assumem e até o renegam, ainda que em vários casos de maneira cínica, pois lhe adotam o discurso do ódio ideológico.

A queda na popularidade de Jair Bolsonaro tem a mesma origem do crescimento que a aprovação a seu governo teve meses atrás, quando se começou a pagar o auxílio emergencial da Covid 19.

Bolsonarismo começa a ser derrotado na urna

Por Vanessa Grazziotin, no Blog do Renato:

Concluímos o primeiro turno deste processo eleitoral no último domingo, dia 15. Uma eleição que foi marcada profundamente pela abstenção, uma abstenção recorde que se deve não apenas à pandemia, mas creio eu também à apatia da população diante do nível da política brasileira, diante da deteriorização da forma de se fazer política no Brasil.

Mas a primeira conclusão que podemos chegar sobre os resultados das eleições diz respeito ao grande derrotado. O grande derrotado destas eleições chama-se Jair Messias Bolsonaro e todo o bolsonarismo.

Algumas lições das eleições de 2020

Por Jessy Dayane, no jornal Brasil de Fato:

O processo eleitoral de 2020 ainda está em curso, tendo em vista que o segundo turno está prestes a ocorrer no próximo domingo (29), no entanto, já é possível extrair algumas lições a partir de uma análise preliminar do resultado no primeiro turno.

Já vem sendo afirmado em diversas análises a derrota do bolsonarismo nas urnas, considerando o desempenho aquém do esperado depois da dura derrota que sofremos após o golpe de 2016 e da vitória de Bolsonaro em 2018. Assim como já temos a constatação de que o chamado “centrão” e a direita tradicional saem fortalecidos dessa eleição, enquanto o campo progressista reage e ganha um fôlego importante se comparado à 2016. Dito isto, quais lições podemos aprender com esse processo?

Erundina: 'Vamos mudar o país a partir de SP'

Por Cida de Oliveira, na Rede Brasil Atual:

A candidata a vice-prefeita na chapa de Guilherme Boulos (Psol), Luiza Erundina, está convencida de que é na cidade de São Paulo que começará a mudança que se espalhará por todo o país. Em entrevista aos veículos de imprensa progressista, promovida na noite desta quinta-feira (26) pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Erundina disse que o momento é de esperança.

Getúlio, Brizola, Allende e a história

Por Emiliano José, na revista Teoria e Debate:


Passos nas escadas. Sons abafados vindos do passado. Como se do Catete, do Piratini, do La Moneda quisessem ainda Getúlio, Brizola, Allende nos dizer de coragem, dignidade, fidelidade às convicções, capacidade de oferecer a vida em nome delas, se preciso. Há um encontro nesses três palácios. Encontro de três homens. Tal encontro nos ajuda a compreender a história. Exemplo de homens dispostos a sustentar um limite a partir do qual não há transigência possível.

Direita apela para ódio e terrorismo eleitoral

Por Jeferson Miola, em seu blog:


Com a divulgação de pesquisas sobre o 2º turno, o pânico tomou conta dos comitês de Brunos Covas/PSDB em São Paulo e de Sebastião Melo/MDB em Porto Alegre.

Tanto na capital paulista como na gaúcha, levantamentos indicam queda das intenções de votos nos candidatos da oligarquia dominante, e crescimento das candidaturas de esquerda de Guilherme Boulos/PSOL e Manuela D’Ávila/PCdoB/PT.

A disputa avança dramaticamente nestas 2 cidades na reta final de campanha, e o resultado do próximo domingo [29/11] tende a ser parelho em ambas.

Hora do militar crescer

Por Manuel Domingos Neto

Em regra, militar que é militar não sabe, não quer, não deve nem pode gerenciar serviços públicos da alçada civil.

Se escolas militares ensinam seus alunos a tomar conta de tais serviços, desviam-se de sua missão, desperdiçam recursos públicos e deixam a nação à míngua de guerreiros preparados para enfrentar o estrangeiro maldito ou situações de calamidades extremas.

Guerrear, desde sempre, foi a mais desafiadora das tarefas públicas, mostram as principais obras legadas pela Antiguidade. Confrontos de vida e morte entre coletividades demandam especialização rebuscada, adestramento incessante, sólido e integral conhecimento do inimigo, amor incondicional pela comunidade que mantém a força militar, sublime desprendimento individual, absoluto controle do impulso à violência, menosprezo por vantagens pessoais e radical distanciamento dos entreveros do mando político.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

São Paulo pode ditar nova política brasileira

Por Roberto Amaral, em seu blog:


Comentaristas da política do dia a dia, anunciados como expertos em análises de campanhas eleitorais, e por isso mesmo muito presentes nos grandes meios, redescobriram a “matemática frívola” a que se referia Roberto Campos nos seus tempos de mago, para, a partir de números, percentagens e cálculos engenhosos, modas médias e medianas, demonstrar vitórias e derrotadas políticas somando laranja com banana. Assim, medem o desempenho das diversas siglas (mediante escolhas não aleatórias) segundo o percentual de prefeituras conquistadas ou vereadores eleitos, e a partir desses números apurados estabelecem o ranking partidário brasileiro, e anunciam, em cima deles, os vários matizes pelos quais passará a ser desenhado o corpo eleitoral, como se o amontoado de siglas sem caráter, que é o nosso sistema partidário, anunciasse algum sentido político ou ideológico.

Maradona: O gênio que ficou ao lado do povo

Por Wevergton Brito Lima, no site i21:

Foi no dia 22 de junho de 1986 no Estádio Azteca. Jogavam Argentina e Inglaterra pelas quartas-de-final da Copa do Mundo. Um jogo cercado de tensões extra-campo. No dia 14 de junho, 9 dias antes, haviam se completado apenas quatro anos do fim da guerra das Malvinas, que marcou uma dolorosa derrota da Argentina contra o império britânico. Nas arquibancadas, as câmeras registravam brigas, pipocando aqui e ali entre ingleses e argentinos, no campo, a Argentina contava com uma arma monumental: Diego Armando Maradona. Aos seis minutos do segundo tempo Maradona marca o primeiro gol, de mão (“la mano de Dios”, segundo ele). Quatro minutos depois ele arranca do seu campo, dribla quem estava no caminho, inclusive o goleiro, e marca o que muitos consideram um dos gols mais bonitos da história das Copas do Mundo.

O avanço dos mandatos coletivos

Por Sergio Amadeu da Silveira, no site A terra é redonda:

A cidade com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país tem uma história política dominada pelo conservadorismo. Em 2018, São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, chegou a dar 70% dos votos para Jair Bolsonaro em algumas de suas sessões eleitorais. Neste ano, a disputa pela Prefeitura se deu entre forças políticas da direita tradicional na região, vencida pelo PSDB. Diversamente de outras cidades do ABC paulista, São Caetano nunca foi governada pelo PT.

Como escrever sobre Maradona sem ser poeta?

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Abalado pela notícia da morte de Maradona, decidi começar este texto relembrando a única vez que o vi jogar em um estádio de futebol. O bravo jornalista esportivo Mauro Cesar abriu sua coluna desta quarta-feira (25), no Portal UOL, também citando esta partida, acompanhada profissionalmente por ele.

O ano era 1989. Se não me engano, o mês era julho. A Copa América disputada no Brasil naquele ano previa uma rodada dupla noturna no Maracanã: Argentina x Uruguai fariam o primeiro jogo e Brasil x Paraguai o segundo. Programa imperdível para os amantes do futebol, dado o grande número de craques que desfilariam pelo gramado nos dois jogos, especialmente Maradona.

Auxílio emergencial e os cofres do Estado

Editorial do site Vermelho:


Não há dúvida de que a ajuda emergencial fomenta o consumo, irriga a economia e impulsiona a retomada do crescimento. Conclui-se, portanto, que o seu término em dezembro resultará em aumento do desemprego e agravamento do sofrimento do povo, posto que a pandemia passa por um período de repique. A indicação do governo Bolsonaro de não renová-lo demonstra desprezo pelo povo.

Coletiva de Erundina com mídias alternativas

Bolsonaristas atacam e depois se escondem

Milhares de fãs se despendem de Maradona

E se o vice de Covas assume a prefeitura?

Assassinato e racismo no Carrefour

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

O delegado de Belém e o bloqueio na Justiça

Por Altamiro Borges


Sem qualquer alarde na mídia falsamente moralista, a Justiça do Pará determinou o bloqueio dos bens do empresário Eduardo Eguchi, irmão do delegado Everaldo Eguchi, candidato da extrema-direita à prefeitura de Belém. Para derrotar Edmilson Rodrigues (PSOL), o candidato das esquerdas, vale até abafar escândalos.

A informação foi postada numa notinha bem tímida na revista Época. Nem o Jornal Nacional da TV Globo, do mesmo império midiático, repercutiu a grave denúncia. Segundo a matéria, o empresário "Eduardo Eguchi cometeu desvios de créditos florestais e desmatamento ilegal".

Estadão declara voto em Bruno Covas

As chances de vitória em Porto Alegre

Eduardo Bolsonaro, ex-modelo

Interesse público e as redes sociais

Meio ambiente em tempos de pandemia

O país começa a discutir o pós-Bolsonaro

O cenário das eleições no segundo turno

A guerra imunda da Lava-Jato contra Lula

Por Jeferson Miola, em seu blog:


Ao se pronunciar no processo em que a defesa do ex-presidente Lula denuncia que a Lava Jato descumpre ordem judicial e não disponibiliza o Acordo de Leniência firmado entre o MPF/PR e a empreiteira Odebrecht com a participação de colaboradores nacionais e estrangeiros, o ministro do STF Ricardo Lewandowski traz à luz abusos e manobras ilegais de agentes da República de Curitiba, e desnuda a guerra imunda da Lava Jato para prejudicar Lula.

A função dos militares

Por Eric Nepomuceno, no site Brasil-247:
 

Uma das consequências de Jair Messias estar oscilando sempre entre uma agressividade tosca e uma boçalidade patética, é uma exaustão que acaba nos distraindo do principal – ou seja, o esquartejamento do patrimônio nacional, da educação e da saúde públicas, o esmagamento da pesquisa universitária, das artes e da cultura, a paralisia de projetos sociais, enfim, nos distraindo da demolição do país.

O que estão fazendo com o meio ambiente ainda chama a atenção, graças às dimensões da tragédia e sua repercussão mundo afora, mas com relação ao resto há pouco espaço para tentar resistir.

É preciso ter sempre claro qual a conjunção de fatores nos trouxeram à devastação.

Virada de Boulos já não é utopia

Por Fernando Brito, em seu blog:

Nada mais revelador da visão que a elite impõe à classe média do que aquilo com que a tucanérrima apresentadora do Roda Viva, Vera Magalhães, procurou desqualificar as propostas de Guilherme Boulos, ontem, no Roda Viva, dizendo que parecia “muito utópico” – no que, aliás, foi muito bem rebatida pelo candidato, que ironizou a São Paulo “perfeita” da propaganda de Bruno Covas.

É que eles fazem assim: desqualificam os sonhos, os desejos, a grandeza dos sentimentos humanos de fraternidade, dizendo que são irreais e que o importante é a “gestão”, o ser prático, mesmo que essa praticidade seja miséria, pobreza, juventude atirada ao descaminho, pobres para sempre pobres e a convivência humana eternamente conflituosa.

Sindicalismo deve subir às bases

Por João Guilherme Vargas Netto

Tenho insistido em que as direções sindicais aproveitem o que resta do ano para se aproximarem de suas bases utilizando todos os recursos da comunicação eletrônica e forçando (com segurança sanitária) a comunicação presencial.

Uma nova motivação para isto acaba de acontecer com a publicação, pelo Dieese, do boletim “De olho nas negociações”. Nele, totalizados os resultados das negociações salariais de 2020, até outubro, quase metade delas não conseguiu repor a inflação e as que conseguiram, ou empataram ou avançaram muito pouco.

Pandemia da Covid-19 agrava a fome nos EUA

Por Altamiro Borges


O "paraíso" do capitalismo é um inferno. A pandemia da Covid-19 agravou a fome nos EUA, uma chaga que já vitima 50 milhões de pessoas. Isto é o que revela a coluna de Kennedy Alencar no UOL - para tristeza dos bolsonaristas que amam o império e batem continência para a bandeira ianque.

Segundo o correspondente, "quase um sexto dos 330 milhões de americanos está sofrendo insegurança alimentar. Nos Estados Unidos, há 50 milhões de pessoas nessa condição. Desse total, 17 milhões são crianças. A insegurança alimentar cresceu 50% com a pandemia de coronavírus".

Governo monitora parlamentares e jornalistas

Por Altamiro Borges


Em meio à pandemia do coronavírus e ao pandemônio de Jair Bolsonaro, o processo de fascistização do país segue em ritmo acelerado. Em sua edição dessa semana, a revista Época revela que o governo "monitora as redes sociais de parlamentares e jornalistas com dinheiro público". E faz uma pergunta: Isto é lícito?

Segundo a coluna de Guilherme Amado, "o Palácio do Planalto monitorou as redes sociais com o objetivo de municiar diferentes órgãos do governo sobre o comportamento digital de deputados, senadores e da imprensa". Os relatórios detalhados são de fevereiro, março e abril deste ano.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Melo parte para a pistolagem contra Manuela

Por Jeferson Miola, em seu blog:


Nas aparências e na superfície do debate público, a direita de Porto Alegre simula a decência, a civilidade e o bons modos que na vida real não possui.

No subterrâneo das redes sociais e das mídias digitais, entretanto, esta mesma direita vista por inteiro promove terrorismo misógino, machista, fascista e racista contra Manuela D’Ávila, a candidata progressista e de esquerda.

Este comportamento não deixa de ser coerente. Afinal, a direita age assim mesmo na “vida privada”. Eles fazem no escuro da tal “privacidade” escondida tudo o que evitam fazer em público, para não verem sua hipocrisia e cinismo desmascarados.

Bispos da Universal são presos em Angola

Ilustração: Rodrigo Bento/The Intercept Brasil
Por Gilberto Nascimento, no site The Intercept-Brasil:


Três bispos angolanos e um brasileiro da Igreja Universal do Reino de Deus, ligados à cúpula brasileira da instituição, foram detidos e levados a julgamento sumário nesta segunda-feira, 23, na comarca de Benfica, no município de Belas, em Angola. Eles foram acusados de privação de direitos humanos, desacato à autoridade e agressões a agentes da Polícia Nacional Angolana.

O esgotamento da pós-democracia neoliberal

Por Vladimir Paes de Castro, no site Justificando:


“Você não sente nem vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer”
Velha roupa colorida (Belchior)

Inicio minhas reflexões guiado pela poesia de meu amado conterrâneo Antônio Carlos Belchior, tendo como pano de fundo a evolução dos acontecimentos históricos que estão deixando o mundo em ebulição. Além dos protestos antirracistas “vidas negras importam” que pipocaram no mundo todo e contribuíram sobremaneira para a derrota eleitoral de Donald Trump, ventos de resistência também vêm invadindo nossa América Latina. O povo Boliviano em menos de um ano derrotou nas urnas e de forma contundente o golpe de Estado praticado pelas forças reacionárias do país. E não poderia deixar de citar também a força do povo chileno, que após um ano de massivos protestos, mesmo mediante violenta repressão das forças de segurança do Estado, enterrou por ampla maioria, e de forma definitiva, a constituição autoritária neoliberal promulgada pelo odioso ditador militar Augusto Pinochet.

Lula, Ciro, Flávio Dino e Marina com Boulos

Boulos e a união das esquerdas

Aborto e taxação das fortunas na Argentina

As raízes profundas do racismo

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

O oligárquico Estadão dá apoio a Bruno Covas

Por Altamiro Borges

Em editorial publicado no domingo (22), o jornal O Estado de S.Paulo, o oligárquico Estadão, declarou apoio formal ao tucano Bruno Covas, candidato à reeleição para a prefeitura da capital paulista. Melhor assim! Não dá mais para dizer que o jornalão é imparcial, neutro e outras baboseiras difundidas no meio jornalístico.

O Estadão – o mesmo que na disputa entre o fascista Jair Bolsonaro e o democrata Fernando Haddad, em 2018, afirmou que era uma “escolha muito difícil” – foi explícito ao declarar seu voto. Ele apelou novamente ao medo da acovardada cloaca burguesa e da classe “mérdia” ao afirmar que “não é hora para aventuras”. Afirma o jornalão tucano e elitista:

Protestos contra racismo explodem no país

A verdadeira história da Lava-Jato

Você sabe com quem está falando?

A longa luta antirracista no Brasil

Moro contratado para defender corrupto

CNN chama manifestantes de vândalos

Bolsonaro faz demagogia no Amapá em caos

Por Altamiro Borges


O demagogo e incapaz Jair Bolsonaro esteve no Amapá no sábado (21), participou de um festivo acionamento dos geradores termoelétricos e bravateou que a energia seria retomada imediatamente. Farsante! Segundo o noticiário, a população segue com energia racionada e irregular em Macapá e em várias cidades do interior!

Segundo postagem do site G1 na noite deste domingo (22), "o Amapá chega ao 20º dia de apagão após dois blecautes e quase 90% da população com fornecimento de eletricidade racionado... A crise energética afeta 13 dos 16 municípios" do estado. O clima é de "frustração em bairros de Macapá".

Candidato bolsonarista é derrotado na Fiocruz

Por Altamiro Borges

A resistência ao negacionismo fascista cresce em todas as áreas. Em votação eletrônica realizada na semana passada, o candidato apoiado pelas milícias bolsonaristas à presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) não obteve 30% dos votos e ficou de fora da lista tríplice para a escolha do novo gestor da prestigiada instituição.

O nome de Florio Polonini não constará da lista que será enviada ao Palácio do Planalto. Ela será encabeçada pela atual presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, seguida do coordenador de Vigilância em Saúde, Rivaldo Venâncio, e do vice-presidente, Mário Moreira. O bolsonarista teve apenas 219 votos.

6,8 milhões de testes da Covid jogados no lixo?

Por Altamiro Borges


Sob ocupação militar desde a posse do general Eduardo Pazuello, o Ministério da Saúde segue à deriva em plena pandemia. O jornal Estadão informa que 6,86 milhões de testes para o diagnóstico da Covid comprados pelo órgão estão estocados em Guarulhos (SP) e perderão a validade entre dezembro e janeiro.

Sem conhecimento na área da saúde, o general foi nomeado ministro com a desculpa de que era um "especialista em logística". O tal do expert já indicou remédios sem comprovação científica contra o coronavírus, tentou manipular as estatísticas sobre a pandemia e agora pode jogar milhões de testes na lata de lixo.

domingo, 22 de novembro de 2020

Endemoniado, Crivella ataca Doria e Paes

Por Altamiro Borges


Já prevendo sua derrota no Rio de Janeiro, o "bispo" Marcelo Crivella anda meio endemoniado, possuído. Um vídeo que vazou na internet mostra o atual prefeito, que adora posar de santo e de pessoa serena, chamando o governador tucano de São Paulo de "viado" e "vagabundo", talvez para agradar o gado bolsonarista.

O descontrole verborrágico ocorreu durante reunião com seus cabos-crentes eleitorais na Barra da Tijuca. Candidato à reeleição à beira do inferno, o prefeito tentava se defender das acusações de não ter repassado verbas para pagamento dos salários dos servidores da saúde em plena pandemia da Covid-19.

Alguns vexames bolsonaristas nas urnas

Por Altamiro Borges


O primeiro turno das eleições municipais produziu alguns fatos trágicos para o bolsonarismo. Cito dois casos hilários, dois vexames. O patético Dante Mantovani, ex-presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), aquele que associou o rock ao satanismo, ficou em quarto lugar na disputa para a prefeitura de Paraguaçu Paulista (SP).

O bolsonarista aloprado, que concorreu pelo partido Republicanos, teve 1,4 mil votos (6,8%). Indicado por Jair Bolsonaro para presidir a Funarte em dezembro de 2019, Dante Mantovani foi demitido após vir à tona um vídeo em que ele expunha toda sua visão obscurantista, conspiratória e tacanha.

Carla Zambelli não elege pai, irmão e cunhada

Entidades defendem boicote ao Carrefour

Da Rede Brasil Atual:


Entidades que representam a sociedade civil, como o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e a Coalização Negra de Direitos, defendem que o caso de racismo contra João Alberto Silveira Freitas, o Beto, agredido até a morte por dois seguranças de unidade do Carrefour no bairro de Passo D’Areia, na capital gaúcha, seja investigado. Em nota, o Idec também conclama os consumidores a promoverem um boicote ao Carrefour “até que sejam apresentadas e implementadas medidas estruturais para eliminar práticas de racismo”. 

A hipocrisia racista da mídia

Por Fernando Brito, em seu blog:

Uma vergonha a manchete do site da Folha, outra vergonha a manchete de sua edição de papel.

Na primeira diz que “Beto Freitas foi pai precoce, filho presente e marido errático”, como se algumas das três características tivessem relação com o fato de que ele foi barbara e prolongadamente espancado e asfixiado até à morte”. A nós, mais velhos, lembra a época em que se discutia o comportamento de Ângela Diniz, quando só importava que ela tinha sido assassinada a tiros por Doca Street, no caso que ficou conhecido pela esdrúxula “teoria da legítima defesa da honra”.

Jornalismo, opinião e militância

De onde tirar dinheiro para pagar a crise?

Colonialismo e luta anticolonial

Espancado até a morte no Carrefour!

Apagão, fome e caos no Amapá

sábado, 21 de novembro de 2020

Piriri de Bolsonaro e privatização da Caixa

Bolsonarismo, centrão e esquerda.

Bolsonaro volta a desacreditar as eleições

Carrefour: o mercado da morte

Violência racista e a responsabilidade da PF

Já deu pra ti, Paulo Guedes

Combate ao racismo e Economia de Francisco

Boulos, lulismo e frente progressista

O racismo é filho do ódio e da intolerância

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Olavo de Carvalho perde 250 financiadores

Por Altamiro Borges


O filósofo de orifícios Olavo de Carvalho, guru do clã Bolsonaro, tem esbarrado em dificuldades na internet – terreno em que construiu sua fama e seduziu tantos fanáticos. Na terça-feira (17), ele postou em suas redes sociais que estaria “sob intervenção da censura” no YouTube. O chororô parece mais uma de suas fake news.

A plataforma digital negou a acusação em notinha publicada na Folha: “O YouTube não identificou nenhuma restrição no canal Olavo de Carvalho que impeça o upload ou publicação de conteúdo. Qualquer criador que utilize a plataforma pode recorrer à nossa Central de Ajuda para resolver dúvidas”.

As cinco razões da irritação de Bolsonaro

Pela vida perdida de João Alberto

Nota Pública da Comissão Arns


A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns – Comissão Arns vem a público manifestar o seu mais veemente repúdio à morte, por espancamento brutal e manobras de asfixia, de João Alberto Silveira Freitas, nas dependências do supermercado Carrefour, na zona Norte de Porto Alegre. Crime hediondo, mancha com sangue e vergonha este Dia da Consciência Negra.

A morte de João Alberto acrescenta mais um capítulo ao racismo histórico, estrutural, com o qual a sociedade brasileira convive – e, frequentemente, tolera. Mais uma triste página de um país que todos os dias pune cidadãs e cidadãos negros, sob múltiplas formas de discriminação e violência. Não é à toa que a taxa de homicídios da população negra brasileira tenha alcançado 37,8 por 100 mil habitantes, enquanto está em 13,9 para os brancos, como informa o Atlas da Violência de 2020 (Ipea-FBSP).

‘Neonegacionismo’ será a marca de Covas?

Por Fernando Brito, em seu blog:

O gráfico aí de cima mostra o ciclo do coronavírus na Europa, Estados Unidos e Brasil, em taxa de mortes por milhão de habitantes, medido por um média móvel de sete dias e não é preciso muito mais para entender o que está acontecendo.

Pode-se até discutir se há ou não uma segunda onda no Brasil, como evidentemente há nos EUA e entre os europeus, porque entre nós as perdas de vidas nunca chegaram a baixar tanto como por lá.

Defesa da vida e da igualdade racial

Editorial do site Vermelho:


A palavra de ordem do recente levante antirracista nos Estados Unidos, de onde se espalhou pelo mundo – Vidas Negras Importam (em inglês, Black Lives Matter) tem reforçado – ao ser olhada a partir da experiência brasileira – seu alcance universal. Vidas Negras Importam é algo que precisa ser dito à polícia e aos racistas brasileiros que, quase diariamente, repetem, na prática, o contrário – que, para eles, “vidas negras não importam”. É a conclusão que se impõe ao analisar os dados da edição 2020 do “Atlas da Violência” , elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Ipea, onde se vê que, entre 2008 e 2018, houve 628.595 homicídios no Brasil – e a imensa maioria (mais de 70%) foi de negros, assassinados muitas vezes pela polícia. 

Centrão cobra a fatura de Bolsonaro

Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:


As eleições municipais, no meio do mandato presidencial, quase sempre levam a uma reforma ministerial, para o ajuste fino da participação da base aliada no governo.

Bolsonaro jurou que não faria a “velha política”, mas já está fazendo e mais terá que fazer.

Derrotado nas eleições, ele já começou a receber a fatura do Centrão: PP e Republicanos, principalmente, querem agora um ministério cada um, pois até aqui só ganharam cargos de segundo escalão.

Um balanço de olho no futuro

Por Roberto Amaral, em seu blog:


As projeções pessimistas sobre o desempenho eleitoral da esquerda orgânica, lamentavelmente, se confirmaram. Não logramos eleger prefeitos de capitais no primeiro turno, disputaremos o segundo em apenas cinco capitais, e, o que não é pouco, perdemos espaços em estados decisivos da política nacional, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que reúnem cerca de 59 milhões de eleitores, em um universo em torno de 147 milhões, dados da última eleição.

O que escreveu Obama, o hipócrita

Por Marcelo Zero

“E apesar disso, percorrendo a mesa com os olhos no segundo dia da cúpula, não pude deixar de me perguntar o que um papel maior para os Brics na governança global poderia significar. O presidente brasileiro, por exemplo, Luiz Inácio Lula da Silva, tinha visitado o Salão Oval em março, causando boa impressão. Ex-líder sindical grisalho e cativante, com uma passagem pela prisão por protestar contra o governo militar, e eleito em 2002, tinha iniciado uma série de reformas pragmáticas que fizeram as taxas de crescimento do Brasil dispararem, ampliando sua classe média e assegurando moradia e educação para milhões de cidadãos mais pobres. Constava também que tinha os escrúpulos de um chefão do Tammany Hall, e circulavam boatos de clientelismo governamental, negócios por baixo do pano e propinas na casa dos bilhões.”

Manifesto contra as eleições diretas na OAB

Enviado por Luana Bonone

As próximas eleições da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ocorrem em 2021 e desde o ano passado já se iniciaram movimentações para debater as regras do pleito, bem como a formação de movimentos que devem resultar em chapas.

Um desses movimentos é a campanha “Quero Diretas na OAB”, lançado em outubro deste ano, que defende que o atual sistema, de eleição da diretoria por meio de 81 conselheiros federais eleitos nos estados, por um processo de votação direta. Lançado por algumas dezenas de advogados de diversos estados, inclusive presidentes de seccionais da OAB e mesmo integrantes da diretoria nacional, o movimento encontra resistência da Associação de Advogados e Advogadas pela Democracia, Justiça e Cidadania (ADJC), que lançou manifesto assinado por mais de 130 advogados e advogadas de todo o país intitulado “A OAB e a defesa da Democracia e da Constituição”.

Novos e velhos sonhos de mãos dadas

Por Emiliano José

Escrever a quente, sempre arriscado. Não fazê-lo, pior ainda. Assim, dou duas ou três palavras sobre as eleições recentes. “A morte e a morte de Quincas Berro D´Água” – recorro sempre à deliciosa, maravilhosa novela de Jorge Amado para referir-me à sempre anunciada morte do PT. Assalta-me a lembrança, também, de “A crônica de uma morte anunciada”, de Gabriel García Marquez. Desde sempre, a mídia corporativa, a direita e a extrema-direita anunciam a cada eleição o fim do PT. E ele, não obstante todos os golpes recebidos, ainda pensando as feridas, mostra a cara, sua força, a disposição para seguir em frente. Desmente tudo, e ressurge.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Bolsonaro indica mais um milico na Anvisa

A economia e o impacto do que está por vir

A derrota de Bolsonaro nas eleições

Quem será o "Biden brasileiro"?

Moro e Huck em 2022: Será?

O muro de Trump na Casa Branca

O Estado de Bem-Estar Social no século XXI

Por Eduardo Fagnani, no site Outras Palavras:


Vários analistas de diferentes matizes veem semelhanças entre a crise atual e as grandes crises vividas no século XX. É emblemático que o secretário-geral da OCDE, por exemplo, afirme que o momento requer “nível de ambição semelhante ao do Plano Marshall”, bem como visão “inspirada no New Deal, mas em escala planetária”, referindo-se à política intervencionista lançada pelo presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, entre 1933 e 1938, para superar a “Grande Depressão” de 1929, e o plano lançado após a Segunda Guerra Mundial para reconstruir países europeus (Ayuso, 2020). Também é emblemático que Martin Wolf, comentarista-chefe de economia do tradicional Financial Times, tenha admitido o fim da “era Friedman” (1970/2020), apontando que, a partir de agora, a “cidadania” deveria ser a “ideia política” em torno da qual devem girar “a sociedade e a economia”. Segundo ele, “a primeira preocupação dos Estados democráticos é o bem-estar de todos seus cidadãos” (Wolf, 2020).Outro editorial do Financial Times fez referência à atualidade do Beveridge Report, documento clássico, publicado em 1942, que lançou as bases do moderno Welfare State inglês (Financial Times, 2020). Como se sabe, a finalidade grandiosa do informe era “abolir a necessidade”, pelo estabelecimento de um “mínimo nacional” sobre o qual se pudesse desenvolver a prosperidade. Em última instância, o plano era, apenas, “parte da luta contra os cinco gigantes malditos”: a necessidade física, a doença, a ignorância, a miséria e o ócio (Beveridge, 1942, p. 454-6).

Trabalho e renda na reconstrução do Brasil

Os rumos apontados pelas eleições

MPF-RJ aperta o cerco a Flavio Bolsonaro

Desgaste de Bolsonaro e desafios da oposição

O que as urnas indicaram no primeiro turno?

As perspectivas para o segundo turno

“Pastor” Feliciano fuzila o general Mourão

Por Altamiro Borges


O general Hamilton Mourão, que é todo metido a valentão e idolatra o torturador Brilhante Ustra, já respondeu ao deputado Marco Feliciano (Republicanos-SP)? Um dia antes da eleição, o "pastor" afirmou que o vice-presidente é um "conspirador", "oportunista" e "quer tomar o lugar" de Bolsonaro.

A nova rusga no laranjal se deu porque o milico havia afirmado que a vitória de Joe Biden "é cada vez mais irreversível" – contrariando outra vez o presidente trumpista e amalucado. Foi o suficiente para Marco Feliciano, o puxa-saco cogitado para ser vice de Bolsonaro em 2022, sair bajulando o chefinho:

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Carla Zambelli não elege pai, irmão e cunhada

Por Altamiro Borges


Parece que Carla Zambelli (PSL-SP), a bolsonarista pegajosa, anda irritadíssima. Segundo informa o site UOL, "pai, irmão e cunhada da deputada federal bem que tentaram, mas não conseguiram se eleger durante as eleições deste ano". Diante do vexame familiar, a magoada oportunista da extrema-direita "cobrou a militância".

Seu irmão, Bruno Zambelli, foi candidato a vereador pelo PRTB na capital paulista. Teve 0,24% dos votos e não conseguiu abocanhar uma cadeira na Câmara Municipal. Seu pai, João Hélio Salgado (Patriota), tentou uma vaga como vice-prefeito em Mairiporã, cidade da Região Metropolitana de São Paulo, e também dançou.

Bolsonaro afunda primos e ex-mulher na urna

A madeira de Bolsonaro é furada

Por Fernando Brito, em seu blog:

Patética a “ofensiva” de Jair Bolsonaro sobre os países europeus que estariam comprando, como importação, madeira extraída ilegalmente da Amazônia.

Sim, tal como em relação a drogas, sabe-se que é o poder do dinheiro – e o dinheiro é de lá, em boa parte – o que alimenta a atividade ilegal aqui.

Só que, no caso da madeira, diferente dos entorpecentes, a exportação é autorizada pelo governo federal através de um DOF – Documento de Origem Florestal – que serve também como “licença de exportação” desde que, em janeiro deste ano e atendendo a pedidos dos madeireiros, o governo Bolsonaro tornou dispensável tal licença concedida pelo Ibama, que era exigida desde 2011.

A verdadeira história da Lava-Jato

Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Quais as reais motivações daquela que se proclamou a maior operação de combate à corrupção do Brasil? Em Geopolítica da Intervenção – a verdadeira história da Lava Jato, publicado pela Geração Editorial, o advogado e cientista político Fernando Augusto Fernandes afasta as especulações e revela os bastidores sob a ótica de quem viveu alguns dos episódios decisivos da investigação.

Ampla união para derrotar o bolsonarismo

Editorial do site Vermelho:


As disputas eleitorais do segundo turno das eleições municipais deste ano são uma importante oportunidade para impor mais derrotas ao bolsonarismo. Para tanto, será necessária uma ampla unidade democrática. São 57 cidades, sendo 18 capitais, número que corresponde a 60% do total de 95 municípios com mais de 200 mil eleitores, o limite mínimo para uma segunda rodada de votação.

Fortaleza, Aracaju, Rio de Janeiro, Belém e Vitória são capitais em que o bolsonarismo se apresenta de maneira explícita. Na capital cearense, o campo democrático conta com Sarto Nogueira (PDT) contra o Capitão Wagner (Pros). Na capital sergipana, o campo democrático enfrenta Danielle Garcia (Cidadania) com Edvaldo Nogueira (PDT). No Rio de Janeiro, o desafio está a cargo de Eduardo Paes (DEM), contra Marcelo Crivella (Republicanos). Em Belém, o campo democrático apoia Edmilson Rodrigues (PSOL), que enfrenta o Delegado Eguchi (Patriota). E em Vitória, a tarefa de combater o bolsonarismo cabe a João Coser (PT), contra o Delegado Pazolini (Republicanos).

Gritos de alerta no sindicalismo

Por João Guilherme Vargas Netto


Companheiros do Dieese baseados em números do IBGE, do Caged e da Rais até 2019 têm informado às direções sindicais a queda na sindicalização dos trabalhadores e esmiuçado a difícil situação do sindicalismo. São gritos de alerta.

Acompanhando a evolução recente do movimento sindical acossado pela pandemia como todos os brasileiros pode se prever a piora da situação e uma queda ainda maior da sindicalização em 2020.

Às dificuldades do sindicalismo – agravadas depois da deforma trabalhista – somam-se as deficiências que puderam ser constatadas nas recentes eleições municipais e os desafios dos dias terríveis depois de 1º de janeiro de 2021 com pandemia, desemprego e falta de auxílios emergenciais.

Bolsonaro derrotado e refém do 'Centrão'

Oswaldo Eustáquio, o caluniador de aluguel

A derrocada começou; escaramuças virão

Discurso da "pólvora" não faz sentido

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Bolsonaro foi o "pé-frio" das eleições

A extrema-direita começa a refluir

Esquerda sai fortalecida das eleições

Bolsonaro é o maior derrotado nas eleições

Pré-sal: uma história de ousadia e inovação

O rescaldo das eleições municipais

Ideário bolsonarista encolheu nas eleições

Pandemia e os ataques ao SUS

Primos e ex-mulher naufragam com Bolsonaro

Por Altamiro Borges

O pé-frio do "capetão" nas eleições de domingo (15) afundou até seus familiares. A revista Época relata que "Marcos Bolsonaro, primo de Jair Bolsonaro, ficou no último lugar na disputa pela Prefeitura de Jaboticabal, no interior de São Paulo. Marcos, que concorria pelo PSL, recebeu 1.340 votos, apenas 4% do total".

Empresário do ramo farmacêutico, ele se definiu na campanha como "patriota, conservador e cristão". O caroneiro também exibiu imagens ao lado de outros nomes da extrema-direita, como Joice Hasselmann e Júnior Bozzella. Mas o oportunismo do primo do presidente não seduziu os eleitores da cidade do interior.

“Pé-frio”, Bolsonaro foi o grande derrotado

Por Altamiro Borges


Num típico crime eleitoral, Jair Bolsonaro usou a estrutura do governo para fazer "lives" em defesa de vários candidatos. Ele até batizou de "horário eleitoral gratuito" do presidente. Agora, o pé-frio tenta esconder seu desastre nas urnas. O “capetão” foi o grande derrotado nas eleições municipais deste domingo (15).

Bolsonaro pediu voto para familiares e comparsas, exibiu santinhos e cartazes, distribuiu “colinhas” nas redes sociais e até gravou peças de campanha. Mas parece que a onda fascista sofreu um refluxo nas urnas. Segundo levantamento da revista Veja, "o resultado do esforço revelou-se uma decepção".