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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Trump caça criança e protege assassino do ICE

Liam Ramos preso pelo ICE. Divulgação
Por Altamiro Borges


O fascista Donald Trump – que a mídia vira-lata brasileira evita chamar de “ditador” – segue esbanjando sadismo e crueldade. Nesta semana, sua temida polícia migratória, o famigerado ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), prendeu uma criancinha de cinco anos que regressava da escola, no estado de Minnesota. O caso foi revelado pelo jornal britânico The Guardian e gerou críticas de autoridades educacionais e defensores de direitos de imigrantes.

“O menino, identificado como Liam Ramos, aluno do distrito escolar de Columbia Heights, subúrbio de Minneapolis, foi abordado por agentes federais na terça-feira (20), juntamente com o pai, no momento em que chegavam à própria residência. Segundo o distrito escolar, pai e filho foram levados posteriormente a um centro de detenção no estado do Texas. A abordagem ocorreu logo após a criança desembarcar do transporte escolar”, descreve o jornal O Globo.

O absurdo está se tornando normal?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Decifrando Trump via Mcklinley

Ilustração do site Heritage Auctions
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


Em seu primeiro dia do seu segundo mandato, Trump tomou uma decisão, que embora apenas simbólica, é reveladora do seu modo de pensar os EUA e seu papel no mundo.

Ele mandou mudar o nome do ponto culminante da América do Norte de “Denali” (o nome que o povo nativo do Alaska lhe havia atribuído) de novo para Mount McKinley, o nome que os brancos anglo-saxônicos haviam usado durante décadas. Ademais, Trump mencionou, com ênfase muito elogiosa, McKinley em seu discurso de posse.

Mas, afinal, quem foi McKinley?

Willian McKinley, nome pouco conhecido internacionalmente, foi o vigésimo-quinto presidente dos EUA.

No caminho do caos

Moradores de Nuuk protestam contra os plano de Trump
de assumir o controle da Groenlândia
Foto: Sean Gallup/Gettyimages
Por José Luís Fiori, no site Outras Palavras:

Na última semana de 2025, o sistema mundial entrou em estado de hipertensão caótica. Em apenas sete dias, e quase simultaneamente, os Estados Unidos fecharam o cerco marítimo e proibiram a circulação aérea sobre a Venezuela, sem que ambos os países estivessem em guerra. A China cercou a ilha de Taiwan e realizou um exercício de guerra com fogo real, incluindo a interdição de alguns segmentos de seu espaço aéreo, em resposta às ameaças militaristas do Japão.

A Ucrânia atacou a casa do presidente russo Vladimir Putin, na região de Novgorod, utilizando 91 drones e com apoio da inteligência inglesa e norte-americana. A Rússia anunciou que seu novo sistema de mísseis Oreshnik - indefensáveis e com capacidade nuclear - estava pronto para uso imediato, em resposta ao ataque da Ucrânia, a poucos minutos de distância de Berlim, Paris e Londres. Os Estados Unidos bombardearam o território da Nigéria e anunciaram novos ataques aéreos em caso de necessidade, segundo seu arbítrio. 

“Conselho de Paz” de Trump é uma farsa

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Trump e a insanidade do capitalismo

Charge: Aroeira/247
Por Jair de Souza

Um dos temas mais veiculados nos meios de comunicação nos últimos dias refere-se a uma suposta insanidade mental que estaria acometendo o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Não há dúvidas de que a gestão do atual mandatário da potência estadunidense está se caracterizando pela consecução de crimes abomináveis contra os povos de outras nações, assim como contra a população de seu próprio país. Porém, creio que atribuir a culpa principal por todas essas perversidades à insanidade mental de seu dirigente máximo é muito mais uma rota de fuga das verdadeiras causas do que uma preocupação real na busca de eliminar os problemas.

domingo, 18 de janeiro de 2026

As agressões de Trump ao Irã e à Venezuela

Charge do site Instaforex
Editorial do site Vermelho:


Os acontecimentos simultâneos no Irã e na Venezuela que se somam a um conjunto de outros países agredidos, são produtos do mesmo ato, a ofensiva belicosa e neocolonial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Não é mera coincidência que Irã e Venezuela, a agressão da vez, respectivamente, tenham a 3ª e a 1ª reserva de petróleo do mundo.

Trump age sem pudor e apostando na impunidade ao pisotear a Carta das Nações Unidas, elaborada sob os escombros da Segunda Guerra Mundial. E vai além ao passar por cima até de aliados históricos dos Estados Unidos, como a chamada Europa Ocidental, ameaçando se apossar da Groelândia de uma forma ou de outra, forçando, inusitadamente, Alemanha, França, Suécia, Noruega, Holanda e Inglaterra a enviarem tropas à região para se juntarem a efetivos da Dinamarca.

A política externa do império

Charge: Osama Hajjaj/Cartoon Movement
Por Roberto Amaral

Nada do que estamos assistindo é estranho à história da formação da sociedade estadunidense, marcada pela violência da colonização, que é a semente de suas relações com o mundo, dos tempos ingleses e espanhóis dos primeiros aventureiros até aqui: animus de beligerância à beira da barbárie sem descanso, que, aos olhos da humanidade de hoje, apenas se aprofunda, pragmaticamente desapartada de limites éticos ou de cuidados semânticos, aposentado o vencido cinismo liberal do discurso “politicamente correto”.

O big stick permanece a postos; variável é tão-só a fala.

O far west não é um só momento da saga dos pioneiros. É uma ideologia de expansão e domínio. É o direito (ou a força que se transforma em direito) que se legitima pela efetividade. Ou, para usar termos mais amenos, que se efetiva pela sua naturalização. Frantz Fanon já nos falou sobre a alienação do colonizado, reproduzindo como seus os interesses do colonizador. Há pouco nos foi dado conhecer as incursões mais ou menos bem-sucedidas de políticos brasileiros de extrema-direita obrando junto à Casa Branca contra interesses nacionais. Igualmente são públicas as tratativas de plantadores de soja e exportadores de carne negociando, em nosso nome, em Washington, o tarifaço de Trump.

Em Trump, o nazismo ressurge com ferocidade

Charge: Ridha/Daoly Mail
Por Jair de Souza


Alguns acontecimentos dos recentes dias servem como provas evidentes de que o espírito e a prática que caracterizaram o nazismo hitlerista voltaram a ocupar o centro da política no atual país símbolo do mundo ocidental. Logicamente, estamos fazendo referência aos Estados Unidos e às políticas determinadas e levadas adiante por Donald Trump e seus auxiliares.

Não há como não fazer uma associação direta entre as blitzkriegs hitleristas contra a França, Bélgica e Holanda nos períodos prévios à II Guerra Mundial, por exemplo, e a recém efetuada agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela, a qual redundou no assassinato de cerca de uma centena de pessoas e no sequestro do legítimo presidente deste país latinoamericano e de sua esposa. As semelhanças são por demais visíveis para não serem notadas de imediato.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

2,6 mil brasileiros estão presos nos EUA

Charge: Dario Castillejos
Por Altamiro Borges


Com seu complexo de vira-lata diante do império, a mídia monopolista brasileira não deu qualquer destaque à informação prestada pelo Itamaraty de que 2,6 mil brasileiros estão presos nos EUA por questões migratórias. Ela que adora rotular governos contrários aos interesses do imperialismo ianque, bem que já poderia tachar Donald Trump de “ditador”, mas prefere a cumplicidade servil e segue cumprindo seu papel de sucursal rastaquera.

A estimativa do Ministério de Relações Exteriores foi apresentada em dezembro passado em resposta a um requerimento de informação protocolado pelo deputado Rui Falcão (PT-SP). Segundo a pasta, o número de encarcerados foi apurado pelas repartições consulares e considera apenas brasileiros detidos por problemas migratórios. O Itamaraty se queixou ainda da ausência de informações mais precisas do governo estadunidense:

Trump cometeu crimes de guerra na Venezuela?

Irã vira o novo alvo de Trump