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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Fracasso anunciado, sucesso previsto

Fora do trabalho/Mark Weber
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

A “política industrial” de Trump consiste na mera imposição aleatória, frequentemente motivada politicamente, de tarifas de importação altíssimas, como fez, em passado muito distante e em circunstâncias muito diferentes, o presidente McKinley.

Trump prometeu que esses tarifaços irracionais, que se parecem muito mais a sanções comerciais que a qualquer outra coisa, criariam uma avassaladora onda de criação de empregos.

Pois bem, passado pouco mais de um ano do Liberation Day, o dia do grande tarifaço inicial, o número de empregos na indústria manufatureira diminuiu no período, com 98.000 vagas a menos, em comparação com o ano anterior, segundo os dados mais recentes do Departamento do Trabalho dos EUA.

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Trump quer dizimar civilização iraniana

domingo, 5 de abril de 2026

Intervencionismo dos EUA está longe do fim

Charge: Latuff/Mondoweiss
Por Roberto Amaral

Desde o final da Segunda Guerra Mundial, os EUA respondem por algo como 80 intervenções militares em outro tanto de países, até então soberanos. Tudo em nome de uma farisaica “defesa da democracia”, disfarce da disputa estratégica com a URSS. O ponto de partida dessa fase do imperialismo, que guarda rigorosa coerência com sua história, desde a formação colonial até nossos dias, foi dado pelo que se passou a chamar de “Doutrina Truman” (1947), porque proclamada pelo presidente que lançara duas bombas atômicas sobre as populações civis de Hiroshima e Nagasaki, quando a guerra já estava perdida pelo Japão. Ela estabelecia o princípio do containment do comunismo, com apoio político, econômico e militar a países de sua órbita. O Plano Marshall de reconstrução da Europa Ocidental, do mesmo ano, fornece a base econômica. A doutrina militar se corporifica na OTAN, criada em 1949. Seu alvo era a defesa coletiva contra a URSS. São os três pilares sobre os quais se assentará a estratégia global dos EUA no pós-guerra.

EUA demitem chefe do Exército em plena guerra

O erro estratégico de Trump

segunda-feira, 30 de março de 2026

Eleições brasileiras em 2026: Lula x Trump

Armandinho/Alexandre Beck
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

As eleições presidenciais de 2026 no Brasil serão disputadas basicamente por dois candidatos: Lula e Trump.

Trump?

Sim, Trump.

Ou, melhor dizendo, o candidato brasileiro que representará os interesses de Donald Trump, das Big Techs estadunidenses e da extrema direita dos EUA.

Tudo indica que esse candidato será Flávio Bolsonaro. Mas isso é irrelevante. Poderia ser outro da direita brasileira. A natureza da candidatura não mudaria.

Não é exagero.

Como todos sabem, a diretriz principal da nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump preconiza, como essencial para a segurança dos EUA, a aplicação estrita do “direito” inconteste estadunidense de controlar diretamente, pela força e por quaisquer meios necessários, a América Latina, o Caribe, além do próprio Canadá e da Groenlândia.

quinta-feira, 26 de março de 2026

O delinquente Trump está perdendo a guerra

Charge: Ella Baron
Por Bepe Damasco, em seu blog:


A maior potência militar do planeta, presidida por um criminoso de alta periculosidade, encarava a agressão ao Irã como um passeio no parque. Nos cálculos de Trump, o ataque era coisa para durar três ou quatro dias e logo o regime dos aiatolás desmoronaria, deixando ao seu alcance grandes reservas de petróleo.

Inebriado pela investida contra a Venezuela, quando em poucas horas assassinou integrantes do corpo de segurança do presidente Maduro e o sequestrou junto com a primeira-dama, Trump desprezou uma lição histórica elementar: guerra não se ganha apenas com superioridade militar, por mais acachapante que ela seja.