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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

The Send, o movimento reacionário dos EUA

Por Luisa Fragão, na revista Fórum:

Em fevereiro de 2020, o Brasil foi palco de um dos maiores eventos missionários do mundo. Autointitulado como um “movimento”, a edição brasileira do The Send lotou – de forma simultânea – um estádio em Brasília e dois em São Paulo, além de ter contado com a participação de figuras importantes da política nacional, como o próprio presidente Jair Bolsonaro e a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

Os irmãos Koch miram a América Latina

Por Carolina Rieger Massetti Schiavon e Katya Braghini, no site Outras Palavras:

Há uma rede multidimensional de instituições e grupos políticos que difundem o ideário “libertariano”, atuando sobre a formação de jovens. Nessa rede, os jovens são vistos como novas lideranças empreendedoras, perfeitos na operação de modificações estruturais na sociedade, entre elas, a alteração de fundamentos republicanos de forma ampla e a mudança no funcionamento da educação pública, de forma específica.

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Convenção de Trump e o ‘terror anticomunista’

Por Fernando Brito, em seu blog:

Joe Biden é um socialista, como sua companheira de chapa, Kamala Harris.

Obama é comunista.

O vírus da pandemia foi produzido pelo Partido Comunista Chinês.

Os democratas vão quebrar os Estados Unidos da América, exportar os empregos para a China e transformar o país num paraíso das drogas, como teriam feito da Califórnia, nas palavras da namorada do filho de Trump, Kimberly Guilfoyle, dando uma de Janaína Paschoal, uma “terra de agulhas de heroína descartadas nos parques.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Dudu Bananinha e a prisão de Steve Bannon

Por Altamiro Borges

Dudu Bananinha, o filhote 03 de Jair Bolsonaro que quase virou "embaixador do hambúrguer" nos EUA, deve estar tristinho. Steve Bannon, seu mentor intelectual [sic] e ex-estrategista-chefe do genocida Donald Trump, foi preso nesta quinta-feira (20) sob a acusação de fraudar milhares de otários ianques. Poucas horas depois, porém, ele foi solto após pagar fiança de US$ 5 milhões.

Segundo investigações do Departamento de Justiça ianque, o guru dos neofascistas roubou parte do dinheiro doado na campanha xenófoba e racista pela construção de um muro entre os EUA e o México. O 'muro da vergonha' contra os imigrantes latinos foi uma das promessas eleitorais de Donald Trump em 2016.


Lucros abusivos com a pandemia nos EUA

Por Robert Reich, no site Carta Maior:

Desde o início da pandemia, os bilionários norte-americanos estão fazendo uma limpa. Enquanto 50 milhões de norte-americanos entraram com o pedido de seguro-desemprego, os bilionários ficaram US$ 637 bilhões mais ricos. A riqueza de Mark Zuckerberg, do Facebook, cresceu 59%. Jeff Bezos, da Amazon, 39 por cento. A família Walton, do Walmart, adicionou US$ 25 bilhões.

Os CEOs das grandes empresas farmacêuticas e seus principais investidores também estão indo muito bem. Desde o início da pandemia, a Big Pharma [grupo das grandes empresas farmacêuticas] aumentou os preços de mais de 250 medicamentos prescritos, 61 dos quais estão sendo usados para tratar a Covid-19.

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Biden e Kamala queimam a fita de Bolsonaro

Por Tarso Genro, no site Sul-21:

Joe Biden e Kamala Harris arremeteram duramente, com discursos de fogo de barragem, contra Bolsonaro nas eleições americanas. Isso ocorreu no momento em que se fechava aqui o grande acordo de “salvação nacional” ultraliberal comandado pelo Presidente da Câmara, cuja base política mais sólida é representada pelo “centrão. Retirado da clandestinidade midiática e apartado da repulsa do Presidente da República, o centrão festejou, mas apareceram Joe Biden e Kamala Harris para atrapalhar. Ambos representam, nas eleições americanas, o campo de resistência aos métodos mais fascistas que estão se avolumando no cenário mundial, cujo nacionalismo delirante e frequentemente racista, prejudica o retorno da idílica liderança democrática dos EEUU, na cena mundial. Esta liderança, se nunca existiu por motivos nobres no concreto da História, sobreviveu como mito na política interna do país, como legado de Jefferson e Lincoln, Jimmy Carter e Bernie Sanders, com moldes e em épocas diferentes.

domingo, 9 de agosto de 2020

Eleição nos EUA comprova falta de democracia

Por Jair de Souza

Em novembro, devem ser realizadas as eleições que indicarão quem vai ser o presidente dos Estados Unidos da América nos próximos quatro anos. Estamos tão acostumados a escutar no rádio, assistir pela televisão ou a ler em jornais e revistas que os Estados Unidos são a maior democracia do mundo que somos levados a crer que isto é uma realidade indiscutível.

Esta história de apresentar a imagem dos Estados Unidos como o que de mais belo há em termos de sociedades humanas vem de longa data. Basta relembrar que Alexis Tocqueville e os principais expoentes do liberalismo sempre se referiam ao Estados Unidos como o país modelo da liberdade. A chamada Revolução Americana, que culminou com sua independência e desvinculação do Império Britânico, foi saudada por todos os adeptos do pensamento liberal como uma grande vitória dos ideais da liberdade.

domingo, 2 de agosto de 2020

Bolsonaro repete a tragédia de Donald Trump

Editorial do site Vermelho:

Os números impressionam, mas são reais. A economia dos Estados Unidos retraiu no segundo trimestre no ritmo mais acentuado desde a Grande Depressão, com queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 32,9% em taxa anualizada no trimestre passado. É o mais forte declínio desde que a medição começou a ser feita, em 1947, de acordo com o Departamento do Comércio norte-americano. A taxa na comparação entre os trimestres foi de uma queda de 9,5%.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Huawei e a bofetada do império

Por Fernando Brito, em seu blog:

É uma bofetada na soberania de nosso país a entrevista do embaixador norte-americano Todd Chapman a O Globo, dizendo que “haverá consequências” se o Brasil permitir a entrada da tecnologia da chinesa Huawei no estabelecimento da telefonia 5G e que empresas norte-americanas deixariam, neste caso, de atuar aqui.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

O acirramento da crise EUA-China

Bolsonaro se alia aos EUA contra a China

Por Umberto Martins

Agindo como um fiel e vil vira-lata do presidente Donald Trump, o governo Bolsonaro decidiu ingressar nesta terça-feira (21) junto com os Estados Unidos com uma proposta na Organização Mundial de Comércio (OMC) estabelecendo que o princípio de economia de mercado tem de valer para todos os seus membros.

O alvo da ação é a China, acusada pelos imperialistas de Washington de não ser uma economia de mercado. O pano de fundo é o duelo pela liderança geopolítica do mundo. Tal conflito não é uma nuvem passageira na conjuntura, vai perdurar certamente pelos próximos anos e terá por provável desfecho uma nova ordem internacional, se antes não resultar numa guerra nuclear.


segunda-feira, 20 de julho de 2020

Às vésperas da eleição nos EUA

Por José Luís Fiori, no site A terra é redonda:

E o que se passará agora no mundo, depois das eleições presidenciais norte-americanas, de novembro de 2020.

“I’m not even here to persuade you that the liberal international order is necessarily all bad. I´m just here to persuade you that it´s over”. Niall Ferguson. The end of the liberal order.
(London: Oneworld Book, 2017, p.6).

Tudo começou na madrugada do dia 10 de novembro de 1989, quando se abriram os portões que dividiam a cidade de Berlim. Depois, como se fosse um castelo de cartas, caíram os regimes comunistas da Europa Central, dissolveu-se o Pacto de Varsóvia, reunificou-se a Alemanha, e desintegrou-se a União Soviética. E o fim da Guerra Fria foi comemorado com se fosse a vitória definitiva da “democracia”, do “livre mercado”, e de uma nova “ordem ética internacional”, orientada pela tábua dos “direitos humanos”.