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domingo, 2 de agosto de 2026

Trump lança os EUA numa ‘diarreia explosiva’

Reprodução
Por Altamiro Borges


Donald Trump, o presidente pedófilo dos EUA, está literalmente conduzindo o império decadente à latrina! Na semana passada, o site CNN-Brasil noticiou que “subiu para nove o número de estados dos Estados Unidos que registraram casos da doença causadora de diarreia devido à ingestão de alface americana contaminada com o parasita Cyclospora, segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA). Illinois, Kansas, Oklahoma e Pensilvânia foram incluídos no surto, que já abrangia Indiana, Kentucky, Michigan, Ohio e Virgínia Ocidental”.

terça-feira, 28 de julho de 2026

Método na loucura?

Charge: Luc Descheemaeker/Iran Cartoon
Por Paulo Nogueira Batista Jr.

Como interpretar os movimentos dos Estados Unidos sob Trump? Há muito de estranho, muito de inesperado nesses movimentos. É loucura pura e simples ou há algum método nessa loucura?

À primeira vista, há aspectos difíceis de reconciliar com a racionalidade. A começar pelo fato de terem os Estados Unidos comprado briga com China, Rússia e Irã ao mesmo tempo. Abriram três frentes de batalha e não estão conseguindo prevalecer em nenhuma delas. Essa guerra em três frentes antecede Trump e foi se configurando desde os tempos de Obama. Trump dá sequência e intensifica essa estratégia (ou falta de). Parece claro que os EUA superestimaram o seu poder e subestimaram os seus adversários. Subestimaram a Rússia, subestimaram a China, subestimaram o Irã. Os três países vinham se fortalecendo e se preparando há tempos para embates com os EUA. Sob ataque imperial, esses três países se aproximaram como nunca, tornando-se ipso facto ainda mais fortes.

Gerentes de Trump em ação no Brasil

Ofensiva imperialista dos EUA contra o Brasil

A ofensiva dos EUA contra a esquerda

A luta de Cuba contra o império

terça-feira, 21 de julho de 2026

Entregar anéis não preservará dedos

Charge: Shuree Munden
Por Marcelo Zero, no site Brasil-247:


A reação dos candidatos de Trump à Presidência do Brasil ante as últimas agressões geopolíticas e geoeconômicas ao nosso país, por parte do governo de extrema-direita dos EUA, além de abjeta e vergonhosa, é também ridícula.

Flávio Bolsonaro e sua turma de parvos acreditam que a submissão a Trump e a aceitação de imposições, que quebrariam a economia brasileira e destruiriam o futuro do país (como abrir setores industriais inteiros, sem nenhuma reciprocidade), fariam o governo estadunidense “aliviar” suas agressões.

Ora, a estupidez dessa, por assim dizer, “tese”, é abissal. Revela total desconhecimento da natureza do governo Trump.

Família Trump e as terras raras no Brasil

Trump concede green card a Dudu Bananinha

domingo, 19 de julho de 2026

Brasil, Irã e Cuba estão na mira dos EUA

Charge: António Santos/Cartoon Movement
Por José Luís Fiori, no site A terra é redonda:

“Em quase todos os países “ganhadores”, o desenvolvimento obedeceu a estratégias e seguiu caminhos que foram desenhados em resposta a grandes desafios sistêmicos, de natureza geopolítica. […] em todos esses países, em algum momento formou-se um bloco de poder que respondeu da mesma forma, a esses desafios externos, através de estratégias ofensivas, e de políticas de proteção econômica sustentadas por longos períodos de tempo” (J. L. Fiori. História, estratégia e desenvolvimento, p. 37).

A opinião do presidente Donald Trump não deve ter tido grande influência na vitória dos candidatos de extrema direita nas recentes eleições presidenciais sul-americanas. Esta é uma ideia que pode afagar o ego do presidente americano e assustar setores da esquerda mais ressabiada, mas, no mundo real, Donald Trump é hoje uma figura cada vez mais impopular no mundo todo, e também na América do Sul.

Marco Rubio e a ofensiva da extrema-direita

Foto: J.Scott Applewhite/AP
Por Pedro Carrano

Marco Rubio, secretário de Estado do governo Trump, é certamente uma das figuras mais influentes no avanço do governo contra os países da América Latina e Oriente Médio.

No caso do nosso continente, Rubio, um rancoroso filho de cubanos, que optaram por Miami, e que propagandeia o anticomunismo a todo momento, agora aponta uma nova frente de combate: “O terrorismo político de extrema esquerda”, como mostra reportagem do La Jornada mexicano.

“Por tempo demais nossa doutrina contra o terrorismo teve um ponto cego: a violência extremista da esquerda política”, declarou Rubio, em encontro com representantes de 60 países.

Depois de ter usado o suposto combate ao narcotráfico como pretexto para invadir a Venezuela e avançar na influência sobre outros países; após denúncias de interferência em eleições recentes na América Latina, a mensagem do secretário estadunidense é nítida: combater as organizações populares e políticas sob pretexto de combater o “terrorismo” de esquerda – tanto no plano mundial, como para criminalizar os protestos no interior dos EUA.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Doutrina Monroe e Maga: nada de novo no front

Charge: André Carrilho
Por Roberto Amaral

Os EUA completam 250 anos de independência. Nada mais significativo e próprio celebrarem a efeméride sob a regência de Donald J. Trump, o presidente que, em pleno século XXI, representa, fortalece e atualiza a essência arrogante, colonialista e imperialista de sua história, como povo, nação e país. Essa essência ilumina a pretensão ideológica do destino manifesto, definido por Henry Kissinger como “a obrigação dos EUA de disseminar seus valores por todo o mundo” (Sobre a China, 2011).

As bases objetivas do imperialismo estão expressas na Doutrina Monroe (1823), consolidada pelo que ficou conhecido como “Corolário Roosevelt”. Refere-se à era da política do big stick do presidente Theodore Roosevelt (1901-1909), resumível na frase: “Fale com suavidade e carregue um grande porrete”, revista por Trump com a omissão da primeira parte.

EUA recomeçam guerra contra o Irã

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Pix: uma facada no coração do imperialismo

Charge: Zé Dassilva
Por Jair de Souza

Na audiência em curso nos Estados Unidos para tratar das questões relacionadas com o tarifaço estipulado pelo governo de Donald Trump contra o Brasil, um dos temas em pauta tem a ver com o novo sistema de pagamentos adotado com grande êxito por nosso país, o pix.

Os motivos que fazem do pix um terror para os centros de poder dos Estados Unidos vão muito além da já conhecida perda de parte dos ganhos estratosféricos que os megaoligopólios estadunidenses do ramo financeiro vêm abocanhando há bastante tempo.

Se é verdade que as corporações controladoras de cartões de crédito, como Visa e Mastercard, têm sobradas razões para quererem pôr fim ao pix, é importante ressaltar que este não é o único e, nem muito menos, o principal fator de preocupação para os que comandam os destinos do imperialismo gringo.