quinta-feira, 18 de junho de 2020

Brasil desgovernado ruma para a tragédia

O inferno astral do "véio da Havan"

Aroeira e o humor em tempos de cólera

Tradicionalismo: a extrema direita no poder

Por Venício A. de Lima, no site Carta Maior:

O Valor Econômico noticiou no início de junho que Gerald Brant, executivo do mercado financeiro e diretor de uma empresa de investimentos nos Estados Unidos, deverá ser nomeado para assessor especial no Ministério das Relações Exteriores, uma espécie de conselheiro, ligado diretamente ao gabinete do chanceler Ernesto Araújo. (Cf. Daniel Rittner, “Amigo de Bannon, Gerald Brant pode quebrar tabu e ter cargo no Itamaraty”, 5/6/2020). A notícia causou estranheza, dentre outras razões, porque o indicado não é da carreira diplomática. Uma das reações indignadas veio do ex-ministro Celso Amorim. Se confirmada esta nomeação, afirmou, representaria “um estupro” na diplomacia brasileira; “uma coisa inexplicável, uma violência sem tamanho. Um tiro final no Itamaraty” (Cf. “Amorim: nomear aliado de Bannon no Itamaraty é um estupro” in https://www.brasil247.com/mundo/amorim-nomear-aliado-de-bannon-no-itamaraty-e-um-estupro ).

Pela liberdade artística e o direito ao humor

Charge Continuada/Montagem: CUT 
Enviado por José Augusto Camargo (Guto)

Os, chargistas, caricaturistas, desenhistas e ilustradores de todo o Brasil que subscrevem esta carta aberta manifestam sua solidariedade aos colegas vítimas da intolerância e da perseguição política assim como protestam contra a violência daqueles que procuram censurá-los.

O desprezo pela democracia dos nossos governantes chega ao ponto do próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, por meio do seu ministro da Justiça, André Mendonça, solicitar à Polícia Federal e ao Ministério Público abertura de investigação sobre uma charge de autoria de Aroeira. A imagem, uma clara alusão a ausência de políticas sanitárias em plena pandemia causada pelo vírus da Covid-19, mostra uma cruz vermelha (símbolo da saúde) transformada em uma suástica pelas mãos autoritárias do presidente. O absurdo da iniciativa fica evidente quando sabemos que “O pedido de investigação leva em conta a lei que trata dos crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, em especial seu art. 26”. O Brasil está se tornando um país onde o humor passa a ser censurado como nos piores períodos da ditadura. O que é mais estarrecedor; uma charge ou pessoas atirando fogos sobre o STF? Esta uma ação que, sim, mereceria a atenção do Ministro da Justiça.

Lei Aldir Blanc e o descaso com a cultura

Por João Guilherme Vargas Netto

Em meu último texto publicado dei vários exemplos de como o governo de Bolsonaro e Guedes faz corpo mole para efetivação dos auxílios emergenciais e dos créditos às micros empresas e com isto cria dificuldades para o isolamento social e trabalha pelo caos.

Apresso-me a dar um novo exemplo conclusivo.

No dia 4 de junho o Senado aprovou por unanimidade a lei 1.075/20, Lei Emergencial da Cultura, conhecida deste então como Lei Aldir Blanc.

Ela beneficia artistas, produtores, técnicos e trabalhadores do setor cultural com uma renda emergencial de 600 reais por três meses (retroativa a 1º de junho) e linha de crédito a pequenos empresários culturais descentralizando os recursos para estados e municípios.

Queiroz na cadeia e Bolsonaro encurralado

Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:

As trovoadas judiciais desta semana culminaram na tempestade perfeita que desabou hoje sobre Bolsonaro e eu clã, com a prisão de Fabrício Queiroz.

Ontem ele foi profético sem querer, ao dizer a uma apoiadora: “está chegando a hora de tudo ser colocado no devido lugar”. Queiroz já está na cadeia mas isso é apenas o começo. As consequências jurídicas e políticas serão devastadoras.

Passadas mais de oito horas da prisão de Queiroz, Bolsonaro ainda não se pronunciou, pois sabe que precisa responder à pergunta que não se cala: ele sabia que seu próprio advogado, e do filho Flávio, Frederick Wassef, escondia Queiroz há mais de um ano em sua propriedade de Atibaia?

Ainda nesta quarta-feira ele estava no Planalto, na posse do ministro Fábio Faria.

Se ficar demonstrado que sim, há crime grave nesta conduta. E ainda que isso nunca seja provado, só os cegos e surdos pela paixão ideológica sustentarão que não.

O timing da prisão do Queiroz

Por Jeferson Miola, em seu blog:

Depois de mais de 1 ano e meio de dúvidas e interrogações, a pergunta Cadê Queiroz!? foi finalmente respondida.

Fabrício Queiroz estava escondido e bem protegido pelo clã dos Bolsonaro em imóvel do advogado e amigo deles, Frederick Wassef, aquele que disse que está “no dia a dia aqui com o presidente e com a família”, que conhece “tudo que tramita na família Bolsonaro”.

Neste período todo, desde o final de 2018 até hoje, a Polícia Federal [ainda sob a direção de Sérgio Moro], assim como o MP e a Polícia Civil do Rio tiveram inúmeras oportunidades para captura Queiroz, mas curiosamente preferiram não fazê-lo.

STF desconfia de plano golpista de Bolsonaro

Sara Winter vai para a penitenciária

As quedas de Queiroz e Weintraub

Onde está o nacionalismo dos militares?

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Quase 50 mil mortes e o Brasil desgovernado

Por Altamiro Borges

Com quase 50 mil mortos pela Covid-19, o Brasil está totalmente desgovernado. Dois ministros da Saúde foram defenestrados em plena pandemia e a pasta está hoje sob ocupação militar. Em matéria publicada nesta quarta-feira (17), o jornal Valor dá mais uma prova da incompetência de Bolsonaro: “Na Saúde, governo gasta só 28% do total autorizado pra despesas emergenciais”, destaca o título.

Dos R$ 12,5 bilhões autorizados no orçamento da Saúde neste ano, apenas 28,3% foram gastos até agora, segundo dados da Instituição Fiscal Independente (IFI). “É preocupante, porque sabemos que Estados e municípios precisam de celeridade no ataque frontal à pandemia”, alerta o diretor-executivo da IFI, Felipe Salto.

Boicote alemão serve de alerta a ruralistas

Cartunistas são ameaçados pelo fascismo

Os crimes de Aécio e Andrea Neves

STF se lança como o novo poder nacional

Congresso Nacional e as opções políticas

Sara, Weintraub e o tamanho de Bolsonaro

Tropa bolsonarista exibe figuras exóticas

Imagem do Brasil é arrastada na lama

Mensagem aos bolsonaristas arrependidos

Central do Brasil e os movimentos sociais

Bolsonaro será multado por não usar máscara?

Por Altamiro Borges

Nesta segunda-feira (15), Abraham Weintraub, o olavete prestes a ser defecado do Ministério da Educação, foi autuado por não usar máscaras em um ato fascista em Brasília. Segundo Mônica Bergamo, da Folha, a multa foi de R$ 2 mil – já que a máscara é obrigatória no Distrito Federal desde 18 de maio.

O "imprecionante" panaca da Educação foi a terceira pessoa a ser multada por falta de uso de máscaras. O governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), bem que poderia ser mais rigoroso na aplicação dessa lei e autuar também o "capetão" Jair Bolsonaro, que vive provocando tumultos em Brasília sem usar a máscara.

Barrada nos EUA, cloroquina é doada ao Brasil

Por Altamiro Borges

Bolsonaro segue colecionando mortes e idiotices sobre a Covid-19. Entre outras sandices, o vira-lata sarnento de Donald Trump virou garoto propaganda de um remédio. Agora, a FDA – equivalente à brasileira Anvisa – revogou a autorização para uso de cloroquina e hidroxicloroquina em caráter emergencial nos EUA.

Segundo reportagem da BBC News Brasil, "a decisão da agência técnica governamental – que tem independência para seu funcionamento – vem apesar do presidente Donald Trump ter promovido o uso do remédio contra o coronavírus". A politização do medicamento agora foi desautorizada!


terça-feira, 16 de junho de 2020

Boicote na Alemanha alerta os ruralistas

Por Altamiro Borges

Os ruralistas que apoiam o laranjal de Bolsonaro e seu sinistro Ricardo Salles dão um tiro no pé. Em menos de uma semana, 300 mil pessoas assinaram petição exortando as três das maiores redes de supermercado da Alemanha a não venderem mais produtos brasileiros em função do desmatamento criminoso da Amazônia.

A campanha de boicote foi lançada pela ONG Campact, sediada em Berlim, como forma de pressão contra a Medida Provisória 910/19, substituída pelo Projeto de Lei 2633/20, sobre a regularização fundiária. Rotulada de “PL da Grilagem”, essa iniciativa governamental promove uma devastação florestal ainda maior no país.

Os militares são patriotas e incorruptíveis?

Quem financia a terrorista Sara Winter?

Bolsonaro e a crise econômica

Quem é o truculento Daniel Silveira?

Weintraub, o inimigo da educação

Sobre a polêmica proposta da frente ampla

Por Paulo Nogueira Batista Jr.

“Só tenho um objetivo, a destruição de Hitler, e isso simplifica minha vida consideravelmente. Se Hitler invadisse o inferno, eu faria pelo menos uma referência favorável ao diabo na Câmara dos Comuns”. Winston Churchill disse essas frases a propósito da aliança com Stalin e a União Soviética – aliança que repugnava a muitos integrantes da classe dirigente britânica. Lembrei-me delas a propósito da nossa situação no Brasil hoje.

Em defesa da vida. Fora, Bolsonaro!

Do site da Contee:

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) se soma ao movimento que se espalha para abrir novas possibilidades políticas, sociais e econômicas e enfrentar a grave crise que se aprofunda sob o desgoverno Bolsonaro.

A pandemia do coronavírus evidenciou e aprofundou as dificuldades sanitárias, econômicas, sociais e ambientais vividas pelo país. Ao tempo em que crescem o número de mortos, internados e contagiados pelo Covid-19, as tímidas e ineficientes medidas governamentais aumentam o desemprego, a perda de renda, a precarização do trabalho, o desamparo social de milhões de brasileiros; ampliam o processo de desindustrialização e comprometem a soberania nacional.

Forte campanha pelo auxílio emergencial

Por João Guilherme Vargas Netto

Com o avanço aterrador da doença e das mortes e com o colapso dos serviços de saúde fica cada vez mais evidente o erro do afrouxamento prematuro das regras de isolamento social e da condescendência com as aglomerações, quaisquer que sejam.

Para que o isolamento social seja efetivo e respeitado pela população é preciso que todos os auxílios emergenciais e os benefícios que os brasileiros têm direito cheguem a todos em valores significativos.

O que se constata, no entanto, é o bloqueio criminoso de todos os fluxos destes valores. Reportagem de vários jornalistas de O Globo demonstra que menos de 40% do dinheiro empenhado para estas finalidades chegou aos necessitados; no caso do crédito às micros e pequenas empresas este percentual cai para 5%, ou seja, quase nada. Mesmo os auxílios legais aos estados e municípios encontram-se congelados agravando suas situações calamitosas.

Custos e ganhos de uma frente ampla

Por Jair de Souza

Precisamos ter muita consciência da gravidade do momento. O país está à beira de uma definição que pode significar muito para nosso futuro. O fascismo que chegou ao governo nas eleições manipuladas de 2018 agora quer assumir o poder sem limites. Ou seja, os fascistas que nos governam querem seguir no governo, mas com base em um Estado fascista totalitário.

Ao repassar a história, fica-nos muito claro que, para enfrentar o fascismo com possibilidades de vitória, existe a necessidade de uma ampla aliança de forças. Não porque os fascistas formem a maioria da população. Na verdade, revendo os fatos históricos, os regimes fascistas que chegaram ao poder não contavam com o apoio majoritário das populações de seus países ao assumir o governo.

Por que Weintraub não cai?

Por Luis Felipe Miguel

Uma pergunta óbvia: por que Weintraub não cai?

É óbvio que, se o governo não fosse o que é, alguém como ele jamais teria sido cogitado para cargo algum. A ausência de qualidades intelectuais e morais que o recomendem nem o singulariza entre os colegas.

Talvez o que o diferencie seja a nudez com que seus déficits são expostos.

Afinal, Guedes finge que sabe conduzir a política econômica de um país. Ernesto Araújo tem um blog em que usa palavras complicadas.

Weintraub, nem isso.

Bolsonaro declara guerra contra o STF

Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:

Passou-se o domingo e até agora não se ouviu nem se leu uma palavra de Jair Bolsonaro sobre o ataque pirotécnico de seus apoiadores ao edifício do STF na noite de sábado.

Nesta segunda-feira, depois das prisões de Sara Geromini, autonomeada Winter, e de outros cinco ativista, o ministro Jorge Oliveira (Secretário-Geral da Presidência) pediu harmonia entre os poderes.

Mas, no conjunto, desde sexta-feira, o governo está dizendo em notas (ou com o silêncio de Bolsonaro), com maior ou menor sutileza, a mesma coisa: pode haver golpe se os outros poderes tentarem remover Bolsonaro do poder, por qualquer via, embora a maior preocupação seja claramente com a ação de cassação da chapa que será julgada pelo TSE.

Borba Gato é uma fabulação dos poderosos

Por Rozina de Jesus

Poderia vencer esse artigo com apenas uma frase: mercadores de corpos humanos, escravocratas, genocidas e estupradores não merecem exaltação e homenagem pública. No entanto, vamos aproveitar que tal discussão está na ordem do dia e refletir sobre o caráter político e ideológico dos monumentos e estátuas de São Paulo, expressão das narrativas, símbolos e valores da classe dominante.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

O inferno astral do “palhaço” da Havan

Por Altamiro Borges

O patético Luciano Hang, dono da rede atacadista Havan, parece que vive o seu inferno astral. Dias atrás, ele foi ridicularizado pelo filósofo de orifícios Olavo de Carvalho, que o chamou de "palhaço" que "se veste de Zé Carioca". Agora é a Receita Federal que pega no seu pé, segundo reportagem do Estadão de sexta-feira (12).

O jornal informa que a "Receita Federal aponta sonegação de contribuição previdenciária por parte da Havan, empresa comandada por Luciano Hang, apoiador do presidente Jair Bolsonaro e investigado no inquérito das fake news". O total da sonegação seria de R$ 2,5 milhões. Isto justificaria uma estadia na cadeia?

Quem financia a terrorista Sara Winter?

Por Altamiro Borges

A terrorista midiática Sara Winter, que já assessorou a ministra Damares Alves – a Damares da Goiabeira – e adora posar armada em selfies, foi detida nesta segunda-feira (15) em Brasília pela Polícia Federal. O mandado de prisão foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A líder da seita falsamente batizada de "300 pelo Brasil" – que reúne no máximo 50 fascistinhas metidos a Rambo – é investigada no inquérito das fake news. Ela também chefiou um acampamento em Brasília e até admitiu porte de armas no local. Nas redes sociais, Sara Winter xingou e ameaçou ministros do STF.

Trabalho infantil não pode ser tolerado!

Bolsonaro chama Carluxo para enfrentar crise

Por Fernando Brito, em seu blog:

Para enfrentar a crise em sua militância e os conflitos com o Supremo Tribunal Federal, Jair Bolsonaro conta com uma “ajuda” perigosa: a do filho Carlos Bolsonaro, que saiu com ele do Palácio da Alvorada, hoje, rumo ao Planalto.

É sinal que leva gasolina para apagar o incêndio ou de que, ao menos, de que os generais terão mais trabalho para “acalmar o Jair” – que saiu visivelmente irritado – pois terão de enfrentar o Marechal Carluxo.

Quem lucra com as armas 'não-letais"?

Por Cida de Oliveira, na Rede Brasil Atual:

Como fazia todas as noites, a gari Cleonice Vieira de Moraes, 51 anos, trabalhava na limpeza das ruas do centro de Belém, no Pará, naquele 20 de junho de 2013. Com alguns companheiros, varria o chão nas imediações da prefeitura, para onde caminhavam manifestantes em protesto contra o valor da passagem de ônibus e pelo passe livre para os estudantes. Não demorou até que a polícia disparasse bombas de gás lacrimogêneo. No corre-corre, ela buscou abrigo para tentar se proteger da fumaça e seus efeitos irritantes da pele, olhos e nariz. Mesmo assim, passou mal e desmaiou. Foi levada para o pronto socorro, onde, segundo contaram seus familiares, teve paradas cardiorrespiratórias em decorrência da inalação do gás – uma das chamadas armas não-letais usadas em manifestações. Cleonice morreu na manhã seguinte.

A crueldade de Bolsonaro contra os pobres

Editorial do site Vermelho:

A afirmação do presidente Jair Bolsonaro de que vetará a ampliação do auxílio emergencial em R$ 600 caso ela seja aprovada pelo Congresso Nacional é uma afronta ao país. Para ele, o ideal seria reduzir a quantia pela metade, o que, afirma cinicamente, evitaria a quebra do país, com “uma dívida cada vez mais impagável”.

Repetindo o ministro da Economia, Paulo Guedes, como um papagaio, Bolsonaro afirmou também que a manutenção do valor de R$ 600 geraria um impacto adicional de R$ 100 bilhões nas contas públicas – para se ter uma ideia, os serviços da dívida consomem mais de R$ 400 bilhões por ano.

O protesto dos entregadores antifascistas

A tragédia da flexibilização do isolamento

Estreia do programa 'Central do Brasil'

Minions mandam zap pra enganar sua vó!

A violência da polícia racista em São Paulo

domingo, 14 de junho de 2020

Justiça veta amiguinha de Bolsonaro no Iphan

Por Altamiro Borges

A amiguinha da famiglia Bolsonaro não vai mais "cuidar" do patrimônio histórico. Na quarta-feira (10), a Justiça Federal do RJ suspendeu a nomeação de Larissa Rodrigues Peixoto Dutra para o cargo de presidenta do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Outra derrota do clã!

Na sentença, o juiz Adriano de Oliveira França, da 28ª Vara Federal, argumentou que Larissa Rodrigues Peixoto Dutra não tem formação nem experiência profissional compatíveis com o cargo. A decisão decorre de uma ação popular movida pelo deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ).

10 anos da 2ª Conclat, um evento histórico

Evento unitário das centrais sindicais brasileiras que reuniu em torno
de 30 mil sindicalistas no estádio do Pacaembu, em São Paulo
Por Umberto Martins, no site da CTB:

Junho é o mês em que o movimento sindical lembra e comemora o 10º aniversário da 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), evento unitário das centrais sindicais brasileiras que reuniu em torno de 30 mil sindicalistas no estádio do Pacaembu, em São Paulo. Ocorreu no primeiro dia do mês. Seu resultado mais notável foi a aprovação de uma “Agenda da Classe Trabalhadora por um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento, com Soberania, Democracia e Valorização do Trabalho”.

Bolsonaro mandou invadir os hospitais

As invasões bárbaras dos hospitais

A falsa ideia da democracia racial

As esquerdas e a frente antifascista

Por Roberto Amaral, em seu blog:

As considerações que se seguem partem do princípio de que, no campo das esquerdas e das forças progressistas e democráticas de um modo geral, já de há muito foi identificado o adversário comum e primeiro: o bolsonarismo, pelo que é e pelo que representa, enquanto governo e emergência da extrema direita (desafio orgânico e ideológico), mas, igualmente, como projeto, em curso, de ruptura do processo democrático.

A guerra bolsonarista: Hasselmann x Zambelli

Por André Barrocal, na revista CartaCapital:

As deputadas Joice Hasselmann e Carla Zambelli, do PSL paulista, estão em guerra, a ponto de a primeira acusar a segunda ao Supremo Tribunal Federal (STF) de três crimes. Jair Bolsonaro diverte-se com o enrosco em fake news por parte de Joice, sua ex-líder no Congresso, e pede ao STF que a ponha na lista de investigados do inquérito que mira as milícias digitais presidenciais.

A batalha é reveladora dos métodos barra-pesada do bolsonarismo, a incluir alegado roubo de informações e, talvez, aquele serviço particular de inteligência que o presidente diz ter.

Métodos que, nesse caso, estão a serviço não só da luta política, mas também da tentativa de salvar a pele de um filho do ex-capitão, o deputado federal Eduardo.

A pandemia dissecou a tirania de Bolsonaro

Por Guilherme Antonio Fernandes e Sara Toledo, no jornal Le Monde Diplomatique-Brasil:

O desinteresse que Jair Bolsonaro tem mostrado em relação ao combate à pandemia que devasta e ceifa a vida de tantos brasileiros demonstra a face mais sombria de uma pessoa que não apresenta qualquer conexão com os rumos da sociedade brasileira. Bolsonaro, além de perdido e sem horizonte para oferecer ao país, parece estar cada vez mais desinteressado em tentar, ao menos, disfarçar que governa para seus familiares e amigos, e não para o povo brasileiro. É evidente que seu governo tem apenas uma preocupação particular.

Os militares voltaram dispostos a ficar

Por Jeferson Miola, em seu blog:

1.

Os militares voltaram dispostos a ficar.

Desde o fim da ditadura [1985] eles se organizam política e ideologicamente e se preparam silenciosamente para retomar o comando do país – sob os olhares desatentos, ingênuos e negligentes dos governos civis e de toda sociedade brasileira.

Argentina, Uruguai e mesmo o Chile, depois que derrubaram suas ditaduras, definiram com clareza a subordinação das Forças Armadas ao poder civil, o afastamento das Armas do palco político e o papel profissional e exclusivo delas na defesa nacional.

As portas do inferno no Brasil

Por João Guilherme Vargas Netto

Que a rua 25 de Março do comércio popular em São Paulo esteja cheia de gente a culpa é dos porteiros que abriram as portas do inferno. As aglomerações ali e em muitas outras cidades e ruas provocarão, é certo, um repique da doença.

Tal crime foi fortemente criticado na última reunião virtual das centrais sindicais cujos dirigentes são contrários ao relaxamento, à ida às ruas e à superlotação dos transportes públicos.

Uma das consequências paradoxais do avanço descontrolado da doença, das mortes e da exaustão dos serviços de saúde, é a perda de rumo de inúmeros governantes, municipais ou estaduais, pressionados pelos comerciantes e confundidos pelo presidente da República, que afrouxaram as regras do isolamento social e serão responsáveis em curto prazo por milhares de novas mortes e milhões de novos adoecidos.

Entenda o que é o fascismo

Centrais sindicais e a crise brasileira

sábado, 13 de junho de 2020

'Véio da Havan' subornou Olavo de Carvalho?

A torcida na briga entre Bolsonaro e Witzel

A plano emergencial da reforma agrária

Bolsonaro radicaliza contra os governadores

Bolsonaro está no colo de Centrão

Pandemia prolongou golpe na Bolívia

Silvio Santos vem aí! Abre o olho, Bolsonaro

A democracia ameaçada no Brasil

Queimadas aumentam durante a pandemia

30 pedidos de impeachment; um presidente

Neoliberalismo de novo no pós-covid?

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Por que generais se submetem ao 'capetão'?

O balcão de negócios de Bolsonaro

A raposa e o galinheiro das comunicações

Por Theófilo Rodrigues, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite desta quarta-feira o desmembramento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em dois. A Ciência, Tecnologia e Inovação, MCTI, permanecerá com o ministro Marcos Pontes. Já o Ministério das Comunicações, MiniCom, ficará sob o comando do deputado federal Fábio Faria (PSD).

Lula desafia Moro para debate na Globo

Por Claudia Rocha, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Na tarde desta quinta-feira (11), o ex-presidente Lula participou de entrevista coletiva com blogueiros progressistas e youtubers. Em mais de duas horas de conversa transmitida ao vivo, o líder político respondeu a perguntas sobre os erros e acertos do período de governança petista e criticou Bolsonaro na condução do combate à pandemia da Covid-19.

Fora Bolsonaro

Logo no início, Lula foi questionado sobre as possíveis saídas políticas da oposição para o enfrentamento ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido). O ex-presidente, então, foi firme ao dizer que é necessário tirar Bolsonaro via impeachment e que qualquer outro caminho que não passe pelo “Fora Bolsonaro” é frágil.

Contra as fake news, mas sem violar direitos

Por Renata Mielli, no site Mídia Ninja:

Nas duas últimas semanas, a discussão sobre as chamadas “fake news” voltou a ganhar as manchetes do noticiário e a mobilizar amplos setores da sociedade, motivada pela ação do Supremo Tribunal Federal, pela divulgação de um pré-relatório da CPMI das Fake News, mas, principalmente pela apresentação de projetos de lei sobre o assunto na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

A discussão é fundamental. Afinal, estamos todos preocupados com a forma como essas “fake news” estão interferindo de forma ilegítima nos processos políticos, ou como estão servindo para atacar a credibilidade de pessoas, grupos sociais e instituições, trazendo graves prejuízos à democracia e à vida.

Bolsonaro é aliado do coronavírus

Reforma agrária popular para sair da crise

O retorno do Ministério das Comunicações

Do site do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC):

Na noite desta quarta-feira, 10/6, fomos surpreendidos pela edição da Medida Provisória nº 980 alterando a estrutura organizava do governo federal para recriar o Ministério das Comunicações e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Assim como a sua extinção, a recriação do Ministério não veio acompanhada de qualquer debate do atual governo sobre uma política pública para a área da Comunicação que motivasse o desmembramento, não há nenhuma sinalização de qual o planejamento e os objetivos que se pretende alcançar com o novo órgão.

Bolsonarismo sem Bolsonaro?

Por Kjeld Jakobsen, no site da Fundação Perseu Abramo:

Na semana que passou, a política externa do governo Bolsonaro recebeu dois avisos internacionais importantes. O primeiro foi a aprovação de uma moção no parlamento holandês contra o acordo Mercosul – União Europeia (UE) devido ao péssimo desempenho ambiental do Brasil, particularmente, em relação à Amazônia. Embora, o acordo em si não esteja em discussão ainda no interior dos membros da UE, o resultado da votação da moção é um indicador importante sobre o que poderá acontecer.

A consciência do racismo explodiu no mundo

Por Ariovaldo Ramos, na Rede Brasil Atual:

A causa foi a morte de George Floyd, morto por asfixia, por policiais, em Minnesota, Estados Unidos.

Como sói acontecer, a comunidade negra estadunidense saiu às ruas para protestar e clamar por justiça de forma contundente, e marcada por ataques taxados de violentos.

No Brasil, que, diariamente, assiste a crimes como esse, a morte do Menino Miguel que, com cinco anos, imprudentemente, foi posto pela patroa de sua mãe no elevador e, ao descer em lugar indevido, morreu em queda acidental, aumentou, exponencialmente, o choque que a morte de João Pedro, menino de 14 anos, morto, em sua casa, com um tiro de fuzil pelas costas, havia causado.

O que o Fantástico omitiu sobre o fascismo?

Por Valerio Arcary, na revista Fórum:

No último domingo o Fantástico fez uma reportagem sobre o fascismo. Justificou a matéria pelo aumento do volume de consultas no Google sobre o que é o fascismo e o antifascismo. Não mencionou Bolsonaro, o que é pitoresco, até um pouco divertido. Como se os brasileiros estivessem curiosos sobre o perigo fascista… na Hungria. De qualquer forma, considerando tudo com um olhar equilibrado, talvez, benevolente, a reportagem foi positiva. Alertou que o fascismo é um regime autoritário.

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Lula conversa com a mídia alternativa

Mídia exibirá Bolsonaro no Tribunal de Haia?

Weintraub passa a boiada nas universidades

Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:

Enquanto contamos os mortos, eles estão passando a boiada, como pregou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, no conclave de vulgaridades que foi a reunião ministerial de 22 de abril.

Os bois passam no escuro e não os vemos, exceto quando tomam a forma de medidas provisórias, como a que foi editada na calada da última noite, permitindo ao ministro da Educação nomear reitores, tirando nomes da algibeira, durante a pandemia.

A decisão que fere de morte a autonomia universitária não pretende ser temporária e tem como alvo imediato a Universidade de Brasília, tão golpeada pelo arbítrio durante a ditadura.

Esta MP tem que ser rejeitada pelo Congresso, onde já surge movimento neste sentido, ou derrubada pelo STF, porque reedita outra com o mesmo sentido, que perdeu validade no último dia 4.

Os ditadores mentem

Por Manuel Domingos Neto

Os brasileiros assistem incrédulos à manipulação de dados estatísticos sobre a pandemia.

Trata-se de crime inominável: impede o planejamento eficaz da defesa da sociedade e afeta diretamente a saúde planetária.

Conturba a programação de retorno das atividades econômicas. Resulta em mais sofrimentos para o povo e amplia a desmoralização mundial do governo brasileiro.

O executor desta operação criminosa é um general do Exército. Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde, é do serviço de Intendência, responsável pela logística da Corporação.

Todos os oficiais entendem de estatísticas, sobretudo os intendentes.

Zambelli faz a caveira de Moro

Por Fernando Brito, em seu blog:

Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo, acerta em cheio: por mais desprezível que seja a médium policial e deputada Carla Zambelli, nem ela merecia ter um padrinho de casamento com o caráter – ou a falta dele – de Sergio Moro.

Falar hoje, gratuitamente, que “mal conhecia” Zambelli e que aceitou o convite para ser seu padrinho de casamento, agora que rompeu com Bolsonaro, é coisa de alguém que não tem a menor âncora moral.

Governo ataca a democracia nas universidades

Editorial do site Vermelho:

A imediata e ampla resposta à Medida Provisória (MP) nº 979, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, que dá ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, poder para escolher reitores de universidades e institutos federais durante a pandemia de coronavírus, dá bem a medida do quanto ela é autoritária.

O ministro passa a ter poder de intervenção nessas instituições, um ataque à autonomia universitária, típica prática de ditaduras. Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), assinada pelo PCdoB, PSB, PDT, PSOL, PT, Cidadania, Rede e PV, pede a suspensão imediata da MP.

Investigação no STF ronda clã Bolsonaro

O bolsonarismo arrependido

Quem é o guru Olavo de Carvalho?

A queda da popularidade de Trump

Quem é o novo sinistro das Comunicações?

Por Altamiro Borges

Isolado politicamente e temendo a abertura do processo de impeachment, Jair Bolsonaro decidiu escancarar o balcão de negócios no laranjal. Os "éticos" do Centrão são os agraciados da vez. Nesta quarta-feira (10), o "capetão" recriou o Ministério das Comunicações e nomeou o "probo" Fábio Faria (PSD) para o cargo.

A recriação do ministério foi anunciada pelo "capetão" em uma rede social. Pouco depois, o Diário Oficial da União publicou a nomeação do deputado Fábio Faria. O lobista enrolado Fábio Wajngarten, atual secretário de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), será o seu secretário-executivo.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Ricardo Salles "passa a boiada" milionária

“Véio da Havan” subornou Olavo de Carvalho?

Por Altamiro Borges

O filósofo de orifícios Olavo de Carvalho, guru da famiglia Bolsonaro, está desesperado com as suas dívidas e vomitou certas verdades em vídeo neste sábado (06). Ele disse que o governo é uma merda, humilhou os generais "covardes ou vendidos" e detonou até o "véio da Havan". Vale conferir alguns trechos. É hilário.

Num deles, o polido mentor intelectual do clã diz: "Há décadas existe esse gabinete do ódio contra o Olavo, porra! E vem esse presidente dizer que é meu amigo? Não é meu amigo não. Ele simplesmente se aproveitou. E vai me dar uma condecoração? Enfia a condecoração no cu. Não quero mais saber".

A asfixia permanente do povo negro

Por Humberto Miranda e Rogerio Favaro, no site Brasil Debate:

O mês de maio tem grande significado histórico para a comunidade negra nacional e internacionalmente. Trata-se do mês em que foi abolida a escravidão formalmente no Brasil, dia 13 de maio de 1888, e do mês em que comemoramos 25 de maio de 1963, quando é celebrado o Dia Mundial da África, fato que representou a unidade africana e Afrodiaspórica na luta contra o colonialismo e o neocolonialismo. A população brasileira reconhece o 13 de maio como um mero ato oficial, mas não como um ato de simbolismo nacional na formação de um povo, e pouco conhece o 25 de maio, um ato em defesa da África e dos descendentes de africanos no mundo.

Forças Armadas e a ameaça de mais um golpe

Por Hamilton Pereira (Pedro Tierra), na revista Teoria e Debate:

A conduta cada dia mais delirante do ex-capitão frente às demais instituições do Estado brasileiro e o fracasso econômico de Guedes têm resultado no afastamento dos setores liberais que viram nele a oportunidade de liquidar os direitos dos trabalhadores, assegurados nas constituições desde os anos 40 do século passado; de destruir os serviços públicos de saúde e educação; de privatizar e promover a entrega dos recursos naturais do país a empresas estrangeiras, particularmente o petróleo do pré-sal.

Abrigar todos que discordam do fascismo

Por Vanessa Grazziotin, no jornal Brasil de Fato:

Há uma semana praticamente estamos vendo eclodir no mundo inteiro, e no Brasil não é diferente, grandes manifestações populares que se somam à luta contra o racismo, a violência policial, que lamentavelmente impera em grande parte do mundo.

Esses episódios surgiram a partir da morte de um negro estadunidense, George Floyd, uma morte que foi assistida pelo mundo e chocou, pelo menos, os democratas, os humanistas.

Aqui no Brasil nós já vivíamos uma escalada de ações de ambos os lados. Bolsonaro continua coordenando o seu grupo fascista, incentivando o seu grupo para o confronto e o enfrentamento com os poderes constituídos.

Bolsonaro e a aposta no caos

Por Silvio Caccia Bava, no jornal Le Monde Diplomatique-Brasil:

A situação é desesperadora. Vivemos uma epidemia que já mata mais de mil pessoas por dia no Brasil, sem que o governo federal tenha adotado uma estratégia de defesa da vida e mobilizado todos os recursos disponíveis para controlar a Covid-19. O vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, além de todos os seus desatinos, mostra que o governo nem sequer aborda a pandemia que se alastra pelo país. Ao contrário, Bolsonaro sabota a proposta de isolamento social e se choca com as orientações da Organização Mundial da Saúde e de seu próprio Ministério da Saúde, o que já levou dois ministros a se demitirem em plena pandemia. Pesa sobre o presidente da República a acusação de estar promovendo um genocídio dos brasileiros.

Doze dias que abalaram os Estados Unidos

Manifestantes em StPaul (Minnesota). Foto: NYT
Por Richard Greeman, no site Outras Palavras:

Deflagrados pelo assassinato de George Floyd pela polícia e alimentados pela relutância das autoridades de Minneapolis em prender e processar os três cúmplices do assassino, os protestos de multidões varreram os estados Unidos como intensidade inédita desde os anos 1960. Em mais de 150 cidades, os afro-americanos e seus aliados encheram as ruas, enfrentando a pandemia de Covid-19 e a violência da polícia. Desafiaram séculos de desigualdades de raça e classe, exigindo liberdade de justiça para todos e colocando em xeque uma estrutura de poder racista e corrupta, baseada em repressão violenta.


Pobreza e trabalho infantil na pandemia

Ilustração do vídeo Sementes, dos rappers Emicida e Drik Barbosa
Por Cida de Oliveira, na Rede Brasil Atual:

As consequências sócio-econômicas da pandemia de Covid-19 em todo o mundo colocam em risco a meta de erradicação do trabalho infantil até 2025. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima em 152 milhões de crianças do planeta trabalhando atualmente, número que vinha sendo reduzido, mas que mostra agora tendência de aumentar. Para muitas famílias, a crise representa a perda da renda familiar, a interrupção da educação e o fim de um dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes: o de não se obrigado a vender sua força de trabalho para sobreviver.


Comunidade internacional tem pena do Brasil

Jornada contra o racismo e o fascismo

O mundo do trabalho e a pandemia

terça-feira, 9 de junho de 2020

Generais darão golpe ou deixarão Bolsonaro?

As trapalhadas do general Pazuello na Saúde

Até 'O Globo' admite que Moro derreteu

Por Fernando Brito, em seu blog:

Até mesmo em seu bastião, o grupo Globo, o derretimento de Sérgio Moro já é admitido.

Hoje, o jornal reproduz as análises da Fundação Getúlio Vargas de que “o ex-ministro está isolado e restrito ao campo lava-jatista”, segundo o diretor de Análises de Políticas Públicas da fundação.

- Bolsonaro tem uma erosão da credibilidade e Moro viu nisso uma oportunidade, fez contraponto, mas não tem a máquina do bolsonarismo de circulação de narrativas.(…) Moro fica numa situação em que quer brigar, busca um segmento de direita crítico ao bolsonarismo, mas não consegue sair dai, não consegue crescer em direção ao centro.

A rigor, Moro ficou sem chão, porque seu campo foi absorvido e tomado por Bolsonaro, desde a campanha eleitoral.

Bolsonaro quer esconder seus crimes

Editorial do site Vermelho:

A decisão do governo do presidente Jair Bolsonaro de não divulgar os dados completos sobre a pandemia de Covid-19, como o fazem quase todos os países do mundo é mais um ato de irresponsabilidade. Ele tenta, criminosamente, ocultar a verdade sobre os danos causados por sua conduta incompatível com o cargo que exerce, em grande parte a responsável pelo descontrole da contaminação e das mortes.

Ousar respirar

Foto: Leonardo Leon/Mídia Ninja
Por Saul Leblon, no site Carta Maior:

As ruas estão dizendo 'eu não consigo respirar' sob o joelho asfixiante da desordem neoliberal.

Desde 2008, quando o sistema entrou em colapso e dobrou a aposta no veneno para subsistir, o joelho tornou-se ainda mais esmagador.

A engrenagem estéril que reproduz dinheiro na ciranda financeira, sem gerar empregos, bem-estar, nem riqueza social, ajustou os parafusos do maquinismo de extração do suor dos trabalhadores dando voltas seguidas na rosca do garrote.

Menos direitos, mais precariedade, zero de estabilidade no presente, nenhuma garantia de futuro.

Tem sido assim em todos os quadrantes, sob a escolta de movimentos e lideranças brancas e fascistas que dão amparo e se espojam no salve-se quem puder daí decorrente: direitos dos pobres e das minorias não cabem mais no Estado reduzido a uma capatazia dos mercados para poucos.