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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
domingo, 25 de janeiro de 2026
Israel mata mais 3 jornalistas na Faixa de Gaza
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| Da esquerda para a direita, os jornalistas Mohammad Qeshta, Abdul Ra'ouf Shaath e Anas Ghunaim. Divulgação |
Na quarta-feira (21), mais três jornalistas palestinos foram mortos pelo exército terrorista de Israel. Com isso, o número total de profissionais da imprensa assassinados na Faixa de Gaza já chega a 260. Apesar dessa escalada de violência, a mídia brasileira, sob forte influência dos sionistas, silencia sobre os jornalistas mortos e sobre o genocídio que prossegue na região – e que já matou 71.551 palestinos e feriu outros 171.372.
Segundo matéria do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, os três repórteres – Mohammed Salah Qashta, Abdul Raouf Shaath e Anas Abdullah Ghanim – “foram alvejados em um ataque contra o carro em que estavam, enquanto filmavam para uma iniciativa humanitária do governo egípcio na cidade de Zahraa, na região central da Faixa de Gaza. Imagens do local após o ataque mostram o veículo atingido claramente identificado com o logotipo do Comitê Egípcio”.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
sábado, 17 de janeiro de 2026
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Irã: centro de uma disputa geopolítica global
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| Charge: Miguel Paiva/247 |
“Isto também passará” - Frase persa.
É muito difícil saber, com precisão, o que está acontecendo, de fato, no Irã. Como sempre, a mídia ocidental fala na “sangrenta ditadura” do Irã e que centenas de pessoas já teriam sido mortas pela repressão do regime iraniano. De outro lado, imagens difundidas no Ocidente mostram incêndios de carros e construções, e o regime acusa alguns grupos de manifestantes de terem atirado e matado policiais iranianos.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, moderado e progressista, já fez vários apelos ao diálogo.
Nesse contexto nebuloso e contraditório, é preciso considerar que Israel e os EUA estão fortemente empenhados na derrubada do regime iraniano há muito tempo. Tanto o governo de Israel quanto o governo dos EUA têm capacidade de promover a chamada “guerra híbrida” e de articular e promover protestos via redes sociais e internet.
domingo, 21 de dezembro de 2025
A miopia estratégica de parte da Europa
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| Charge: Enric Ejarque/Ara |
O cenário geopolítico mundial é muito claro. E duro. Muito duro.
Trump resolveu mandar às favas todo e qualquer resquício de respeito à “ordem mundial baseada em regras” (regras que os EUA criaram, frise-se), ao multilateralismo e às normas básicas do direito internacional público.
Jogou no lixo velhas alianças e renunciou ao uso do soft power.
A estratégia de Trump é evidente: impor os interesses dos EUA em negociações bilaterais essencialmente assimétricas. Usa o velho divide et impera. Se utiliza de um protecionismo brutal e, inclusive, da ameaça militar, para tornar a “América grande, de novo”.
E isso acontece em um contexto no qual a OMC tornou-se moribunda.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
domingo, 30 de novembro de 2025
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
terça-feira, 25 de novembro de 2025
A estratégia de Putin e a ruína de Zelensky
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| Foto: Aleksandr Kazakov/Sputnik |
Zelensky não está em boa situação. Está entre a “espada de aço” e a “privada de ouro”.
Em primeiro lugar, Zelensky perdeu a guerra, uma guerra que ele poderia ter terminado já em abril de 2022, em condições mais vantajosas que as de agora e com um número de vítimas muito menor.
Foi convencido, no entanto, por Boris Johnson, por Biden e pela obsoleta e lamentável Otan a persistir numa guerra inútil, com a promessa de apoio incondicional e vitória certa.
Quebrou a cara. Apesar da resistência e da tentativa (fracassada) de uma contraofensiva, a Ucrânia viu-se atolada numa guerra de desgaste (attrition warfare), que a vem fazendo perder ainda mais território e um número irreparável e insubstituível de soldados.
Perdeu 24% de seu território (e continua a perder) e não tem mais capacidade para repor os mortos e aqueles que se tornaram incapacitados para servir.
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
sábado, 15 de novembro de 2025
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Resistências e contratendências no mundo (2)
Por Altamiro Borges
Charge: Latuff/Brasil de Fato
Diante de tantos fatores negativos – crise econômica, guerras sanguinárias,
crescimento de forças fascistas e agressividade imperialista –, a humanidade
resiste. Surgem contratendências a essa onda destrutiva e regressiva.
Um dos principais polos se dá com o fortalecimento do Brics, que realizou sua
17ª Cúpula no Rio de Janeiro, em julho último. Fundado por Brasil, Rússia,
Índia, China e África do Sul, em junho de 2009, ele foi ampliado no ano passado
com a adesão do Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Etiópia,
Indonésia e Irã e atualmente representa 39% do PIB global e 49% da população do
planeta.
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