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| Diosdado Cabello, Nicolás Maduro e Delcy Rodríguez/Reuters |
Se fosse possível juntar tudo o que já se disse sobre o sequestro de Nicolás Maduro, teríamos pelo menos uma centena de teorias sobre o que aconteceu e previsões sobre o que vai acontecer.
Temos desde a conclusão mais óbvia e repetitiva, de que Trump quer o petróleo da Venezuela (até porque ele admitiu isso publicamente), até a advertência de que o Brasil é o grande alvo, ao lado de alvos de passagem como Cuba e Colômbia.
Quase todo o resto é chute. O primeiro deles diz respeito ao papel da vice-presidente, Delcy Rodríguez, que já assumiu a presidência e avisou que irá defender os interesses da Venezuela.
Essa é a sua frase mais publicada pelos jornais venezuelanos, mesmo os alinhados com a direita antichavista: “Jamais seremos colônia de nenhum império”.
Temos desde a conclusão mais óbvia e repetitiva, de que Trump quer o petróleo da Venezuela (até porque ele admitiu isso publicamente), até a advertência de que o Brasil é o grande alvo, ao lado de alvos de passagem como Cuba e Colômbia.
Quase todo o resto é chute. O primeiro deles diz respeito ao papel da vice-presidente, Delcy Rodríguez, que já assumiu a presidência e avisou que irá defender os interesses da Venezuela.
Essa é a sua frase mais publicada pelos jornais venezuelanos, mesmo os alinhados com a direita antichavista: “Jamais seremos colônia de nenhum império”.




