O site g1, do Grupo Globo, informa que “a Polícia Federal (PF) abriu inquérito nesta quinta-feira (5) para apurar a circunstância da custódia de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o ‘Sicário’ de Vorcaro, um dos presos na Operação Compliance Zero. Segundo a nota divulgada nesta quarta-feira pela instituição, ele ‘atentou contra a própria vida enquanto se encontrava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais’”.
De fato, a atitude do capanga de Daniel Vorcaro, que teve morte encefálica já confirmada, precisa ser rigorosamente apurada. Como postou o jurista Pedro Serrano na rede X, “o suicídio de Sicário carece ser investigado por estruturas diferenciadas no interior do PF, com peritos de reconhecida independência e agentes distintos do sistema que o guardava com acompanhamento intenso do Ministério Público Federal. Muito inusual e estranho o que aconteceu!”.
Testemunha-chave dos crimes do Master
O sicário – capanga, espião, assassino de aluguel, pistoleiro, entre outros sinônimos – seria uma testemunha-chave para revelar os pobres do dono do Banco Master. Conforme registra o jornal Correio Braziliense, “Luiz Phillipi é investigado por ser um dos contratados diretamente pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro em diversas ocasiões para a ‘execução de atividades voltadas à obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado’, diz a decisão de André Mendonça”.
Em sua sentença, o ministro-relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF) afirma que “Sicário” exercia papel central na coordenação operacional de um grupo informal denominado de “A Turma”, que atuava na coleta de informações e monitoramento de pessoas consideradas adversárias, como autoridades e jornalistas. “Em uma das conversas trocadas com Vorcaro, ele recebeu ordens para atacar o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, após a publicação de notícias contrárias aos seus interesses: ‘Quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto’, disse o dono do Master ao ajudante”.
Estelionato, furto e associação criminosa
Já o site g1 lembra em outra matéria que “Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como ‘Sicário’, tinha histórico de estelionato, receptação e associação criminosa. Ele também já teve passagens na polícia por furto qualificado e se envolveu em ocorrências de ameaça e crimes de trânsito... Ele chegou a assinar Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelos crimes de dirigir veículo sem CNH gerando perigo de dano. Também há registro de TCO por receptação e uso de documento falso”.
O capanga do banqueiro foi preso nesta quarta-feira (4) na terceira fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal, juntamente com o ex-policial Marilson Roseno da Silva. Segundo o site Metrópoles, ambos “faziam parte de um grupo denominado ‘A Turma’ e agiam com orientações do dono do Banco Master. Qualquer pessoa que tentasse atrapalhar os interesses da organização podia virar alvo deles, diz a investigação policial. Marilson Roseno da Silva agia na espionagem e coerção, já Phillipi Mourão, o Sicário, era o responsável pela intimidação e vigilância de pessoas que poderiam atrapalhar a ação e interesses do Banco Master”.
Líder operacional do grupo mafioso
Considerado como o braço direito de Daniel Vorcaro e líder operacional do grupo mafioso. Sicário também era “o responsável por acessar registros restritos a órgãos públicos, instituições de segurança pública e investigação policial usando credenciais de terceiros e teria acessado informações sigilosas da própria Polícia Federal, do Ministério Público e de organismos internacionais como FBI e Interpol. Ele obtinha dados pessoais e institucionais de autoridades, jornalistas, e de outras pessoas de interesse da organização... Há indícios de que Mourão recebia R$ 1 milhão por mês por intermédio de Fabiano Zettel [cunhado de Daniel Vorcaro, empresário e pastor da Igreja Batista da Lagoinha], como remuneração pelos serviços ilícitos”.
O braço direito do banqueiro tinha muito o que falar, mas morreu misteriosamente!
Em sua sentença, o ministro-relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF) afirma que “Sicário” exercia papel central na coordenação operacional de um grupo informal denominado de “A Turma”, que atuava na coleta de informações e monitoramento de pessoas consideradas adversárias, como autoridades e jornalistas. “Em uma das conversas trocadas com Vorcaro, ele recebeu ordens para atacar o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, após a publicação de notícias contrárias aos seus interesses: ‘Quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto’, disse o dono do Master ao ajudante”.
Estelionato, furto e associação criminosa
Já o site g1 lembra em outra matéria que “Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como ‘Sicário’, tinha histórico de estelionato, receptação e associação criminosa. Ele também já teve passagens na polícia por furto qualificado e se envolveu em ocorrências de ameaça e crimes de trânsito... Ele chegou a assinar Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelos crimes de dirigir veículo sem CNH gerando perigo de dano. Também há registro de TCO por receptação e uso de documento falso”.
O capanga do banqueiro foi preso nesta quarta-feira (4) na terceira fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal, juntamente com o ex-policial Marilson Roseno da Silva. Segundo o site Metrópoles, ambos “faziam parte de um grupo denominado ‘A Turma’ e agiam com orientações do dono do Banco Master. Qualquer pessoa que tentasse atrapalhar os interesses da organização podia virar alvo deles, diz a investigação policial. Marilson Roseno da Silva agia na espionagem e coerção, já Phillipi Mourão, o Sicário, era o responsável pela intimidação e vigilância de pessoas que poderiam atrapalhar a ação e interesses do Banco Master”.
Líder operacional do grupo mafioso
Considerado como o braço direito de Daniel Vorcaro e líder operacional do grupo mafioso. Sicário também era “o responsável por acessar registros restritos a órgãos públicos, instituições de segurança pública e investigação policial usando credenciais de terceiros e teria acessado informações sigilosas da própria Polícia Federal, do Ministério Público e de organismos internacionais como FBI e Interpol. Ele obtinha dados pessoais e institucionais de autoridades, jornalistas, e de outras pessoas de interesse da organização... Há indícios de que Mourão recebia R$ 1 milhão por mês por intermédio de Fabiano Zettel [cunhado de Daniel Vorcaro, empresário e pastor da Igreja Batista da Lagoinha], como remuneração pelos serviços ilícitos”.
O braço direito do banqueiro tinha muito o que falar, mas morreu misteriosamente!
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