quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O erro do Barão

Simón Bolívar, o Libertador
Por Manuel Domingos Neto

Com o rapto de Maduro, o flibusteiro que ainda dá as cartas no jogo internacional estendeu a guerra à América do Sul, espaço que Washington sempre julgou reservado para si.

Agora, o Brasil sofre por não ter corrigido o erro cometido pelo Barão do Rio Branco há mais de um século: agregar quase um milhão de quilômetros quadrados ao nosso território brasileiro contando com aparato militar dependente da Alemanha.

O Barão convenceu Hermes da Fonseca a enviar oficiais brasileiros para estagiar no Exército do Kaiser. Inadvertidamente, ou não, nos meteu em marmotagem dispendiosa e enganadora: introduzir modernidade militar em país arcaico.

Defesa Nacional não se compra em balcões. Potência militar que vende material de guerra compra a submissão do cliente.

Não era profecia, senão que sabedoria

Fidel Castro e Hugo Chávez. Foto: José Goitia/AP
Por Jair de Souza


Em uma entrevista dada em 2006, o líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, já fazia um alerta sobre o uso do pretexto do combate ao narcotráfico por parte dos Estados Unidos, para pôr fim ao processo de busca de soberania que estava incomodando ao grande capital do centro do império. Vale muito a pena rever o vídeo neste momento e fazer as devidas reflexões.

Fiz a tradução e legendagem do vídeo ao português, e ofereço à continuação sua transcrição completa.

Doutrina Donroe: Mistura de Corleone e Monroe

Sarah Levy retrata Donald Trump com seu sangue menstrual após
comentários sexistas. Nome da obra: "Whatever" (Tanto Faz), 2015.
  
Por Marcelo Zero

O que aconteceu na Venezuela já era esperado há tempos.

O que pode ter causado surpresa aos desavisados (há muitos e são vocais) foi a facilidade com que a operação foi feita e a “franqueza” de Trump.

“Don Trump” deixou claro que agrediu a Venezuela e sequestrou Maduro para ter acesso facilitado ao petróleo e a outros recursos naturais (bauxita, ouro etc.) da Venezuela.

Confessou que a agressão não tem nenhuma relação com defesa da democracia, e dos direitos humanos, escusa esfarrapada que os EUA sempre usaram para derrubar regimes não-alinhados a seus interesses e destruir países.

Trump e os EUA também confessaram que a agressão não tem nada ver com “narcoterrorismo”.

Mídia brasileira vira linha auxiliar de Trump

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Principal acusação contra Maduro é fake news