Os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao sancionar o Projeto de Lei sobre medidas emergenciais de amparo aos agricultores familiares do Brasil para amenizar os impactos socioeconômicos provocados pela pandemia da Covid-19 é mais uma ação que entra para o seu já vasto rol de maldades contra o povo. Além do presidente da República, assinam o veto o ministro da Economia, Paulo Guedes, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni
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sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Bolsonaro desrespeita a agricultura familiar
Os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao sancionar o Projeto de Lei sobre medidas emergenciais de amparo aos agricultores familiares do Brasil para amenizar os impactos socioeconômicos provocados pela pandemia da Covid-19 é mais uma ação que entra para o seu já vasto rol de maldades contra o povo. Além do presidente da República, assinam o veto o ministro da Economia, Paulo Guedes, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni
sábado, 22 de agosto de 2020
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
O canto de guerra dos Kayapós
Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:
Num Brasil silenciado pela pandemia, em que boa parte da população fecha os olhos para a negligência sanitária e a incompetência econômica do governo, graças ao auxílio emergencial providenciado pelo Congresso e apropriado por Bolsonaro, o som de resistência que se ouve vem dos índios.
Desde ontem um grupo de Kayapós mantém o bloqueio da rodovia 163, na altura de Novo Progresso, no Pará.
Entoando cantos de guerra, e batendo com seus varões no asfalto, eles queimaram uma carta da Funai que não atendeu à principal reivindicação deles – a renovação do Plano Básico Ambiental-Indigena (PBA-I), que consiste no financiamento de projetos que compensem os impactos da construção da rodovia que cortou as terras deles.
Num Brasil silenciado pela pandemia, em que boa parte da população fecha os olhos para a negligência sanitária e a incompetência econômica do governo, graças ao auxílio emergencial providenciado pelo Congresso e apropriado por Bolsonaro, o som de resistência que se ouve vem dos índios.
Desde ontem um grupo de Kayapós mantém o bloqueio da rodovia 163, na altura de Novo Progresso, no Pará.
Entoando cantos de guerra, e batendo com seus varões no asfalto, eles queimaram uma carta da Funai que não atendeu à principal reivindicação deles – a renovação do Plano Básico Ambiental-Indigena (PBA-I), que consiste no financiamento de projetos que compensem os impactos da construção da rodovia que cortou as terras deles.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
terça-feira, 18 de agosto de 2020
terça-feira, 11 de agosto de 2020
quarta-feira, 29 de julho de 2020
segunda-feira, 27 de julho de 2020
quinta-feira, 16 de julho de 2020
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Pandemia avança entre os povos indígenas
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| Foto: Luciano Abreu/Rede Amazônica |
Desde que tomou posse, o presidente Jair Bolsonaro adotou uma postura negligente com os indígenas, um dos três troncos civilizatórios que deu vida ao povo brasileiro. Já na campanha eleitoral, ele disse que não demarcaria nenhuma terra indígena e que buscaria reduzir as áreas já demarcadas. Depois, defendeu a abertura das terras indígenas para atividades econômicas de grande escala, como a mineração – encaminhou até um projeto de lei sobre o assunto – e o agronegócio.
domingo, 28 de junho de 2020
Avança a estratégia de privatização da água
Por Dalila Calisto e José Josivaldo Alves, no site do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB):
No atual momento histórico, está ocorrendo um acelerado processo para tornar a água propriedade privada de empresas multinacionais. Nesta semana, por 65 votos favoráveis e 13 contrários, o Senado Federal aprovou a lei 4.162, que trata da privatização do setor de saneamento no Brasil.
Segundo a nova lei, a partir de março de 2022, todos contratos de prestação de serviços de saneamento (o que inclui distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto e resíduos) existentes entre os municípios brasileiros e as estatais de saneamento, em sua maioria, poderão ser revisados e reavaliados.
Segundo a nova lei, a partir de março de 2022, todos contratos de prestação de serviços de saneamento (o que inclui distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto e resíduos) existentes entre os municípios brasileiros e as estatais de saneamento, em sua maioria, poderão ser revisados e reavaliados.
sábado, 27 de junho de 2020
quarta-feira, 17 de junho de 2020
terça-feira, 16 de junho de 2020
Boicote na Alemanha alerta os ruralistas
Por Altamiro Borges
Os ruralistas que apoiam o laranjal de Bolsonaro e seu sinistro Ricardo Salles dão um tiro no pé. Em menos de uma semana, 300 mil pessoas assinaram petição exortando as três das maiores redes de supermercado da Alemanha a não venderem mais produtos brasileiros em função do desmatamento criminoso da Amazônia.
A campanha de boicote foi lançada pela ONG Campact, sediada em Berlim, como forma de pressão contra a Medida Provisória 910/19, substituída pelo Projeto de Lei 2633/20, sobre a regularização fundiária. Rotulada de “PL da Grilagem”, essa iniciativa governamental promove uma devastação florestal ainda maior no país.
Os ruralistas que apoiam o laranjal de Bolsonaro e seu sinistro Ricardo Salles dão um tiro no pé. Em menos de uma semana, 300 mil pessoas assinaram petição exortando as três das maiores redes de supermercado da Alemanha a não venderem mais produtos brasileiros em função do desmatamento criminoso da Amazônia.
A campanha de boicote foi lançada pela ONG Campact, sediada em Berlim, como forma de pressão contra a Medida Provisória 910/19, substituída pelo Projeto de Lei 2633/20, sobre a regularização fundiária. Rotulada de “PL da Grilagem”, essa iniciativa governamental promove uma devastação florestal ainda maior no país.
sábado, 13 de junho de 2020
sexta-feira, 12 de junho de 2020
terça-feira, 9 de junho de 2020
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