domingo, 12 de abril de 2026

Trump e Bolsonaro são derrotados na Hungria

Péter Magyar, do partido Tisza.
Foto: 
Balint Szentgallay/Gettyimages.ru
Por Altamiro Borges


Um dos principais ídolos da extrema-direita mundial, o truculento Viktor Orbán, sofreu uma dura derrota nas eleições parlamentares deste domingo (12). Após 16 anos de regime fascistoide, que serviu de inspiração para o “imperador pedófilo” Donald Trump, o miliciano Jair Bolsonaro e o “Loco” Javier Milei, seu partido, o Fidesz, obteve apenas 55 das 199 cadeiras do parlamento que escolherá o novo primeiro-ministro do país. Liderada por Péter Magyar, a sigla de centro-direita Tisza elegeu 137 deputados, conquistando a maioria absoluta, e formará o próximo governo.

Bob Jefferson deve R$ 200 mil a agente da PF

Charge: Zé Dassilva
Por Altamiro Borges


A Justiça do Rio de Janeiro condenou na semana passada o bolsonarista Roberto Jefferson, vulgo Bob Jefferson, ex-deputado e ex-presidente do falecido PTB, a pagar R$ 200 mil a uma agente da Polícia Federal vítima de um ataque armado em 23 de outubro de 2022 no sitio do aloprado na cidade de Comendador Levy Gasparian (RJ). A sentença reconheceu que a policial sofreu graves ferimentos após disparos de fuzil e lançamento de granadas durante a ação do velhaco terrorista.

Na ação judicial, a agente descreveu que integrava a equipe enviada para cumprir o mandado de prisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o golpista e que foi atingida durante o confronto. Segundo os autos, foram usadas três granadas adulteradas com fita e pedaços de pregos, além de cerca de 60 disparos de fuzil calibre 5.56 em direção aos policiais. A decisão concluiu que a agente sofreu ferimentos na cabeça, no cotovelo direito, no joelho esquerdo e uma lesão profunda na região do quadril, onde ficaram alojados estilhaços.

O desafio de Lula nas eleições de 2026

Charge: Quinho
Por Maria Inês Nassif, na revista CartaCapital:


Os meses que separam o Brasil de uma nova eleição presidencial serão palco do mais difícil teste da longa vida política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – maior do que as disputas eleitorais das quais participou; mais intenso do que o período de enfrentamento da conspiração política, judicial, midiática e militar que o levou à prisão; ou da luta contra o golpe militar que queria impedi-lo de tomar posse ao seu terceiro mandato.

É o momento em que Lula se verá diante de um grande desafio: ser candidato à reeleição sem abdicar de ser um estadista.

Estes dias serão também o momento mais delicado do Brasil pós-redemocratização.

O que espera os brasileiros não é apenas um processo eleitoral violento.

A resistência iraniana deve ser celebrada

Irã leva à mesa de negociação o rosto das crianças
assassinadas no ataque à escola Shajareh Tayyebeh, em Minab
Por Roberto Amaral

Aos analistas da crise internacional, a boa prudência aconselha parcimônia na projeção de seus desdobramentos, mesmo no curtíssimo prazo. A promessa de paz, ainda que a tempo medido, um pequeno armistício, uma curta suspensão das hostilidades por breves duas semanas para ensejar um mínimo de diálogo, consumou-se em poucas horas como se tudo não passasse de uma trampa. E não poderia ser diferente, pois um dos principais agentes da guerra e do cessar-fogo, o mais belicoso e o mais poderoso - os Estados Unidos da América do Norte - são um negociador de má-fé, e Israel, seu principal associado nesta guerra suja, é comandado por um criminoso de guerra com mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional, o que ameaça fazer da negociação a ser retomada uma não-negociação, um ilusionismo para acalmar o mercado global em crise e dar fôlego ao complexo industrial dos EUA, metido numa guerra muito mais custosa do que calculara a princípio (se é que houve cálculo), e as forças da ocupação israelense, que um alto comandante chegou a anunciar que estavam próximas da exaustão.

O dia em que Jair Renan virou capa do Globo

Reprodução do site O Globo
Por Moisés Mendes, em seu blog:

É intensa e trabalhada em mutirão e de forma articulada pelos jornalões a campanha para que, antes da ação dos marqueteiros, Flávio Bolsonaro consolide sua imagem de moderado. Nesse esforço, até Jair Renan virou chamada de capa do Globo.

Foi no dia 8, em notícia que ficou em destaque até a noite no jornal online: “Flávio tenta reaproximar Eduardo e Michelle e atua para conter críticas de Carlos e Jair Renan a aliados”.

O vereador Jair Renan, considerado medíocre até por parceiros da extrema direita de Balneário Camboriú, virou protagonista no Globo, ao lado do irmão Carluxo, para que Flávio se apresente como conciliador.

Jair Renan e Carluxo são radicais, não Flávio. É essa a palavra – conciliador – que a Folha também repete em texto desse sábado, dia 11, com chamada de capa, ao fazer o agrupamento das opiniões de meia dúzia de marqueteiros sobre o filho ungido.

A Lava-Jato 2 continua

Foto: Ricardo Stuckert
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:


Nas eleições de 2026, a disputa se dará em torno de dois eixos narrativos.

O primeiro é o projeto de Brasil que Lula pretende brandir: o salto proporcionado pela Nova Indústria Brasil e pela Transição Energética, com as terras raras, assumindo finalmente a paternidade das duas políticas - além da questão da segurança pública.

O segundo é o denuncismo em torno dos casos Master e INSS, a ser explorado pela oposição.

Dois personagens terão peso decisivo nessa disputa. Um é o ministro André Mendonça, que assumiu o comando das duas operações e atua em conluio com a Polícia Federal - que segue abusando de vazamentos seletivos, agora com o concurso do COAF.

Melania Trump fala sobre relação com Esptein

O fascismo não se combate com medo

Lula não vai disputar a reeleição?

O que está em jogo nas eleições do Peru?

sábado, 11 de abril de 2026

As ameaças de Trump e de Flávio Bolsonaro

As consequências econômicas da gerrra no Irã

A mídia hegemônica e a guerra contra o Irã

Lacombe rombe sociedade com Alan dos Santos

China, Irã e o declínio dos Estados Unidos

Tecnofascismo e a ditadura das big techs

O papel da mídia frente à ameaça autoritária

Big Techs, colonialismo digital e democracia

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Fracasso anunciado, sucesso previsto

Fora do trabalho/Mark Weber
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

A “política industrial” de Trump consiste na mera imposição aleatória, frequentemente motivada politicamente, de tarifas de importação altíssimas, como fez, em passado muito distante e em circunstâncias muito diferentes, o presidente McKinley.

Trump prometeu que esses tarifaços irracionais, que se parecem muito mais a sanções comerciais que a qualquer outra coisa, criariam uma avassaladora onda de criação de empregos.

Pois bem, passado pouco mais de um ano do Liberation Day, o dia do grande tarifaço inicial, o número de empregos na indústria manufatureira diminuiu no período, com 98.000 vagas a menos, em comparação com o ano anterior, segundo os dados mais recentes do Departamento do Trabalho dos EUA.

Respiro sindical

Reprodução
Por João Guilherme Vargas Netto


Há uma contradição evidente e visível entre a conjuntura econômica, que é positiva e a percepção das pessoas, retratada pelas pesquisas, sobre esta conjuntura. Fenômeno semelhante (a ser compreendido, explicado e alterado) acontece entre os trabalhadores e as trabalhadoras com relação ao papel do sindicato, que os representa, de seus dirigentes e dos resultados positivos conquistados pela luta sindical.

No caso mais geral o descompasso entre conjuntura positiva e a percepção da sociedade decorre, fundamentalmente, da mala vita (dificuldades permanentes e inquietações diárias) e de uma oposição vociferante, radical e permanente.

A vitória do Irã contra a barbárie imperialista

Hipocrisia de Guto Zacarias expõe o MBL

Os impactos geopolíticos da agressão ao Irã

Trump está completamente desequilibrado

Trump quer dizimar civilização iraniana

terça-feira, 7 de abril de 2026

Dudu Bananinha é processado por trair a pátria

Mudança na EBC e a comunicação pública

 

Lula, o voto e os endividados

Foto: Ricardo Stuckert
Por Tereza Cruvinel, no site Brasil-247:


Faltando apenas seis meses para o primeiro turno da eleição, o governo prepara às pressas medidas para enfrentar um problema que subestimou ou não identificou em tempo: o sufoco das famílias endividadas, em grande parte responsável pelo mau humor político captado pelas pesquisas.

O ministro Dario Durigan está concluindo, com a equipe técnica da Fazenda, uma medida que seria mais eficiente que o Desenrola, mas, para incidir eleitoralmente, ela terá de ser capaz de produzir resultados de muito curto prazo. E isso vai requerer o mínimo de burocracia e a boa vontade dos bancos e financeiras.

A meta agora é favorecer a renegociação das dívidas mais caras, como cartão de crédito, cheque especial e crédito sem garantia, oferecendo abatimentos de até 80% e o refinanciamento do restante.

A União seria a fiadora junto aos bancos privados, por meio de um fundo a ser criado com parte daquela dinheirama nunca procurada pelos donos, gerida pelo Banco Central, que soma mais de R$ 10 bilhões.

O caso Master é um ecossistema de corrupção

Charge: Spacca
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:


O caso Master não pode ser analisado como aventura individual de um banqueiro desatinado, que montou uma estrutura viciada, tipo pirâmide, e não hesitava em queimar centenas de milhões de reais em um consumo conspícuo ou para comprar autoridades.

Trata-se de um ecossistema completo de corrupção, envolvendo os seguintes atores:

1. A fintech como infraestrutura universal

O Brasil criou, entre 2018 e 2023, o ambiente regulatório mais favorável à proliferação de fintechs do mundo em desenvolvimento.

O Banco Central, sob a liderança de Roberto Campos Neto, autorizou as licenças de instituição de pagamento e a regulação de arranjos de pagamento. O resultado foi uma explosão: de algumas dezenas de fintechs em 2015, o país chegou a mais de 1.300 em 2023, segundo a Associação Brasileira de Fintechs.

Lula anuncia pacote contra alta do combustível

Cai a máscara do governador Tarcísio de Freitas

Salários de R$ 1 milhão na Igreja da Lagoinha

O Lula que poucos conhecem

Michelle e Nikolas versus Dudu Bananinha

Eduardo Bolsonaro rompe com Nikolas Ferreira

domingo, 5 de abril de 2026

Dudu Bananinha é acionado por traição à pátria

Charge: Baggi
Por Altamiro Borges


O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, que está foragido nos EUA, voltou a se comportar como um autêntico vendilhão da pátria na semana passada. Em vídeo postado em suas redes sociais, o filhote 03 de Jair Bolsonaro anunciou que pedirá sanções do “imperador” Donald Trump contra o Brasil em caso de derrota do seu irmão fascista nas eleições presidenciais deste ano. “Nós podemos fazer isso em tempo real, através de conversas de aplicativos de mensagem. Estarei atento, farei as minhas denúncias quando entender pertinente e que Deus ilumine a cabeça das autoridades americanas para entender as providências”, postou o capacho do império.

André Mendonça salva Ibaneis na CPI do Crime

Por Altamiro Borges


Em mais uma sinistra decisão, o ministro André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” indicado pelo fascista Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF), afastou a obrigatoriedade do ex-governador Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, de comparecer à CPI do Crime Organizado no Senado. A convocação do bolsonarista tinha sido aprovada na terça-feira (31), mas o magistrado avaliou que “há jurisprudência no STF no sentido de que o direito de investigado à não autoincriminação abrange a faculdade de comparecer ou não ao ato”, descreve o site Metrópoles.

Intervencionismo dos EUA está longe do fim

Charge: Latuff/Mondoweiss
Por Roberto Amaral

Desde o final da Segunda Guerra Mundial, os EUA respondem por algo como 80 intervenções militares em outro tanto de países, até então soberanos. Tudo em nome de uma farisaica “defesa da democracia”, disfarce da disputa estratégica com a URSS. O ponto de partida dessa fase do imperialismo, que guarda rigorosa coerência com sua história, desde a formação colonial até nossos dias, foi dado pelo que se passou a chamar de “Doutrina Truman” (1947), porque proclamada pelo presidente que lançara duas bombas atômicas sobre as populações civis de Hiroshima e Nagasaki, quando a guerra já estava perdida pelo Japão. Ela estabelecia o princípio do containment do comunismo, com apoio político, econômico e militar a países de sua órbita. O Plano Marshall de reconstrução da Europa Ocidental, do mesmo ano, fornece a base econômica. A doutrina militar se corporifica na OTAN, criada em 1949. Seu alvo era a defesa coletiva contra a URSS. São os três pilares sobre os quais se assentará a estratégia global dos EUA no pós-guerra.

O papel da juventude nas mudanças sociais

Reprodução
Por Jair de Souza

As pesquisas de opinião divulgadas recentemente exibiram alguns dados que, conforme à ótica com a qual as analisemos, podem ser classificados como encorajadores, ou preocupantes, para as perspectivas de Lula e o governo por ele liderado.

Sinalizando no sentido da primeira alternativa, temos a constatação de que nosso atual presidente mantém-se plenamente habilitado para ser reeleito para um quarto mandato no pleito eleitoral previsto para a parte final do presente ano. Por outro lado, em contraposição a esta primeira leitura favorável, foi possível detectar algo que deveria fazer-nos meditar bastante e com muita preocupação. É que as sondagens explicitam um marcado grau de distanciamento da parcela jovem de nossa sociedade em relação à orientação do atual governo e, até mesmo, a respeito do Presidente Lula.

EUA demitem chefe do Exército em plena guerra

Caiado enterrou a terceira via?

O erro estratégico de Trump

Três meses do sequestro de Maduro

sexta-feira, 3 de abril de 2026

A PF prejudica os furos de O Globo

Charge: Nando Motta
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:


Dois fatos mostram um recuo na Lava Jato 2.

O primeiro, o fato da Polícia Federal estar impedindo o livre exercício do jornalismo fácil.

Analisem o nível das informações passadas para o jornal O Globo de hoje:

“Peritos envolvidos na análise dos celulares apreendidos com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, encontraram mais de 8 mil vídeos nos aparelhos. O material foi extraído de nove smartphones ligados ao banqueiro, obtidos ao longo das diferentes fases da investigação. Além desses vídeos, há grande quantidade de outros tipos de arquivos digitais sob análise.

O volume de dados inclui registros pessoais e profissionais, com arquivos que vão desde registros antigos até conteúdos mais recentes. Os peritos estão separando conteúdos pessoais e interações corriqueiras do que realmente importa para a investigação. Diante da quantidade de dados, a análise demanda tempo e cautela para evitar conclusões precipitadas, dizem pessoas com acesso ao processo.

Conclat em movimento no sindicalismo

Por João Guilherme Vargas Netto


As direções das centrais sindicais resolveram que as comemorações, este ano, do 1º de Maio serão descentralizadas, sem um evento único, mas com vários em várias entidades. É um esforço para aproximar as comemorações e a pauta dos trabalhadores das bases sindicais.

Embora sejam vários os eventos, a pauta de reivindicações e propostas do movimento serão unificadas em uma nova Conclat a ser realizada em Brasília no dia 15 de abril.

Para essa Conclat convergirá a marcha para Brasília, com dirigentes e ativistas reforçando o empenho unitário dos trabalhadores e das trabalhadoras.

CPI do Crime convoca Ibaneis e Castro

Caravana do FNDC pelo Direito à Comunicação

Protestos 'No Kings' pressionam Trump

A China diante da agressão ao Irã

O acordão da mídia com Flávio Bolsonaro

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Dudu Bananinha complica a vida de Bolsonaro

A mídia hegemônica a serviço do imperialismo

Guerra no Irã escancara fracasso dos EUA

A relevância de Lula na história do Brasil

Nem Caiado acredita na própria candidatura

Trump ameaça destruição total no Irã

Bolsonaristas querem dominar o Senado

Lucas Pavanato é uma fraude completa

Ratinho ameaça jornalista do Paraná

Flávio Bolsonaro vende o Brasil nos EUA

terça-feira, 31 de março de 2026

Dudu Bananinha complica a vida de Bolsonaro

Charge: Fraga
Por Altamiro Borges


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (31) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre as bravatas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), durante a conferência da internacional fascista da CPAC, nos EUA, em que afirmou ter enviado um vídeo ao seu paizão que cumpre “prisão domiciliar humanitária”. A provocação do aloprado Dudu Bananinha revelaria o descumprimento das medidas cautelares impostas a Jair Bolsonaro – o que poderia resultar na sua volta à cela da Papudinha, em Brasília.

CPI do Crime convoca Ibaneis e Castro

Charge: Aroeira/247
Por Altamiro Borges


A rádio CBN, pertencente ao Grupo Globo, informou nesta terça-feira (31) que a Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado aprovou as convocações dos ex-governadores bolsonaristas Cláudio Castro (PL-RJ) e Ibaneis Rocha (MDB-DF) para prestarem depoimentos sobre seus crimes. “Ambos renunciaram aos mandatos recentemente para concorrer a cadeiras no Senado nas eleições de outubro. O entendimento é de que, enquanto estavam no cargo, não poderiam ser convocados pela CPI, mas agora, após deixarem os governos, tornaram-se alvos do colegiado no Senado”.

Guerra contra o Irã e o petróleo em Cuba

Tarcísio e o maior caso de corrupção de SP

Os crimes de Flávio Bolsonaro

EUA falham e Irã ganha força no campo militar

Guerra no Irã completa um mês

Alfredo Gaspar, o falso paladino da moral

 

segunda-feira, 30 de março de 2026

Eleições brasileiras em 2026: Lula x Trump

Armandinho/Alexandre Beck
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

As eleições presidenciais de 2026 no Brasil serão disputadas basicamente por dois candidatos: Lula e Trump.

Trump?

Sim, Trump.

Ou, melhor dizendo, o candidato brasileiro que representará os interesses de Donald Trump, das Big Techs estadunidenses e da extrema direita dos EUA.

Tudo indica que esse candidato será Flávio Bolsonaro. Mas isso é irrelevante. Poderia ser outro da direita brasileira. A natureza da candidatura não mudaria.

Não é exagero.

Como todos sabem, a diretriz principal da nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump preconiza, como essencial para a segurança dos EUA, a aplicação estrita do “direito” inconteste estadunidense de controlar diretamente, pela força e por quaisquer meios necessários, a América Latina, o Caribe, além do próprio Canadá e da Groenlândia.

Fragilizado, Xandão mandou Bolsonaro pra casa

Flávio Bolsonaro, o vendilhão da pátria

Movimento redpill: misogínia e masculinismo

Paulo Vieira ironiza powerpoint do Vorcaro

Lula detona Flávio Bolsonaro

O powerpoint da Globo e a imprensa golpista


domingo, 29 de março de 2026

Ataque ao Irã e colonialismo do século XXI

Iran war Images

Por Roberto Amaral

A guerra está aí, se espalhando pelo mundo. O que ninguém ignora foi proclamado como novidade há uns poucos dias pelo Secretário-Geral da ONU, instituição que mais e mais vê ausentes as razões justificadoras de sua criação, em 1945 (manutenção da paz e da segurança internacionais), quando mal saíamos da Segunda Guerra Mundial e os tambores já rufavam no vestíbulo da Guerra Fria — que, aparentemente finda com a autodissolução da URSS, volta à cena, por outros meios e com novos atores.

Aquele pós-guerra nos deu um mundo em guerra, e a guerra que os EUA promovem, mais acentuadamente hoje, é, nada obstante a tragédia humana que implica, um só episódio em processo guerreiro que não começou agora, nem se limita ao Golfo Pérsico, não só como teatro das ações, mas igualmente em suas repercussões tanto políticas quanto econômicas. Essas pervadem o mundo e já chegaram ao nosso continente e ao Brasil.

Imprensa esqueceu de ler relatório da CPMI

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

O relatório é um apanhado de notícias plantadas em jornais com os vazamentos da Polícia Federal.

O elemento mais concreto do relatório da CPMI do INSS em relação a Fábio Luiz Lula da Silva é logístico.

Segundo os investigadores, Fábio Luís realizou uma viagem conjunta com Antônio Carlos Camilo Antunes - o “Careca do INSS”, figura central no esquema de desvios - na rota Guarulhos–Lisboa.

A história é conhecida.

Roberta Luchsinger quis aproximar Fábio Luiz do “careca do INSS”, que na época já era careca mas estava longe de ser conhecido por suas lambanças com o INSS. A ideia seria montar um negócio com cannabis, para vender para o Ministério da Saúde.

O DNA golpista da Rede Globo

Por Adilson Araújo, no site da CTB:

Diante da repercussão negativa ao powerpoint relacionado ao escândalo do Banco Master, em que manipula descaradamente os fatos com o propósito de incriminar e desmoralizar o presidente Lula em crimes que não cometeu, a TV Globo achou por bem fazer uma autocrítica e pedir desculpas através da jornalista Andrea Sadi.

O material divulgado “estava errado e incompleto”, confessou a funcionária da emissora. Foi um mea culpa temperado com cinismo e hipocrisia que só convence quem é tolo.

Convém citar, a este respeito, um lema levantado recorrentemente em manifestações populares em relação ao grupo, através de faixas e bandeiras: “O povo não é bobo: Fora Rede Globo”.

EUA se levantam contra a guerra de Trump

Criminalização da misoginia e redes sociais

O beco sem saída de Carla Zambelli

Argentina: o golpe que marcou a história

Os Estados Unidos falharam no Irã?

A luta de classes é uma disputa pelo tempo

quinta-feira, 26 de março de 2026

O salário-mínimo e sua valorização

Por João Guilherme Vargas Netto

Em um país em que a taxa de mais-valia é 100% (ler com atenção o artigo de Naercio Menezes Filho no Valor de 20/02/26 em que “um estudo recente com dados brasileiros estima que os salários dos trabalhadores é a metade do valor de sua contribuição produtiva para a empresa em que trabalha”) há um espinho na garganta dos capitalistas: o salário-mínimo e sua valorização.

Este ano comemora-se os 90 anos de sua criação e o 20º aniversário da política para sua valorização.

Ambas as efemérides foram assunto para um evento no Ministério do Trabalho e Emprego e deram substância ao novo livro do Dieese sobre o salário-mínimo e sua conturbada história.

Lições da revolução que derrotou a escravidão

Batalha de Vertières, de Patrick Noze
Por Jair de Souza

Tornou-se imprescindível retomar os estudos sobre a gloriosa Revolução Haitiana, um processo que contribuiu enormemente para livrar a humanidade do flagelo da escravidão.

As reflexões que podemos extrair desse estudo serão muito úteis para ajudar-nos a entender como, neste momento, o governo e o povo do Irã estão demonstrando uma surpreendente capacidade de resistência ao sofrer uma covarde e vil agressão por parte de dois países que simbolizam quase tudo de mais nefasto que o lado podre dos seres humanos já exibiu. Evidentemente, estamos nos referindo a maior potência armamentista do planeta, os Estados Unidos, e o país que encarna como nenhum outro o espírito do colonialismo e do racismo, ou seja, o sionista Estado de Israel.

O delinquente Trump está perdendo a guerra

Charge: Ella Baron
Por Bepe Damasco, em seu blog:


A maior potência militar do planeta, presidida por um criminoso de alta periculosidade, encarava a agressão ao Irã como um passeio no parque. Nos cálculos de Trump, o ataque era coisa para durar três ou quatro dias e logo o regime dos aiatolás desmoronaria, deixando ao seu alcance grandes reservas de petróleo.

Inebriado pela investida contra a Venezuela, quando em poucas horas assassinou integrantes do corpo de segurança do presidente Maduro e o sequestrou junto com a primeira-dama, Trump desprezou uma lição histórica elementar: guerra não se ganha apenas com superioridade militar, por mais acachapante que ela seja.

O powerpoint desonesto da Rede Globo

Cuba nunca vai se submeter aos EUA

EUA ameaçam projetos científicos do Brasil

Feminismo negro nos espaços da comunicação

 

quarta-feira, 25 de março de 2026

Fragilizado, Xandão manda Bolsonaro pra casa

Charge: Miguel Paiva/247
Por Altamiro Borges


Bombardeado implacavelmente pelas milícias bolsonaristas e pela mídia venal, Alexandre de Moraes, o ex-temido Xandão, recuou e autorizou nesta segunda-feira (24) o retorno do golpista Jair Bolsonaro à sua mansão em Brasília. Com isso, o fascista deixa a cadeia da Papudinha e passa a gozar de “prisão domiciliar humanitária” por um prazo de 90 dias para se recuperar de uma broncopneumonia. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu o pedido da defesa do ex-presidente fujão, que teve parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Powerpoint: Desculpa sem vergonha da Globo

Globo pede desculpa por powerpoint lavajatista

Haverá intervenção trumpista nas eleições?

Irã destrói centro nuclear de Israel

Lula sanciona lei antifacção criminosa

O powerpoint criminoso da Globo

A deforma trabalhista de Milei alerta o Brasil

segunda-feira, 23 de março de 2026

30 anos do massacre de Eldorado do Carajás

As agressões imperialistas dos EUA

As quatro transições que desafiam o Brasil

Eu luto com o Barão de Itararé

Mulheres e a luta pela democratização da mídia

Flávio Bolsonaro e a Igreja de Lagoinha

Folha e a corrupção no BC com Roberto Campos

Ex-Globo detonam lavajatismo contra Lula

quarta-feira, 11 de março de 2026

A disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro

 

Banco Master e os manipuladores de sempre

Charge: Fred Ozanan
Por Jair de Souza

Foi o governo de Lula o responsável pelo desbaratamento da quadrilha de banditismo financeiro que operava por meio do Banco Master. Como as investigações realizadas pela PF demonstraram, os bandidos aplicaram golpes que ultrapassam 50 bilhões de reais.

Também foram descobertos vínculos associativos do banco-quadrilha com vários grupos poderosos do país, incluindo, além de instituições financeiras, setores do agronegócio e certas igrejas neopentecostais. Por outro lado, no espectro político, o proprietário nominal da organização criminosa mantinha estreitos laços com agentes políticos do bolsonarismo e do chamado “centrão”, ou seja, com aqueles conhecidos por integrarem a extrema direita neofascista-bolsonarista e a direita fisiológica.

Como coordenador típico de uma quadrilha mafiosa-financeira digna desta denominação, seu titular soube armar uma enorme rede de proteção, que se estende por diversas áreas institucionais. Por isso, ele mantinha contatos em todos os poderes. Porém, não podemos nos deixar levar pela onda diversionista, que deseja estabelecer a ideia de que os principais culpados pelos crimes praticados pelo banco-quadrilha são os contatos estabelecidos em busca de proteção.