Por João Guilherme Vargas Netto
A quatro meses da eleição o dia 4 de outubro parece se aproximar velozmente de nós porque a disputa eleitoral se acelera atropelando o cronograma oficial.
É mais do que hora para os dirigentes e ativistas sindicais, os associados aos sindicatos e todos os trabalhadores e trabalhadoras passarem a se preocupar com sua participação no rito eleitoral da democracia (mesmo tendo uma Copa do Mundo pela frente).
O primeiro exercício de “aquecimento” seria o de procurar se lembrar em quem cada um votou nas últimas eleições gerais (de 2022).
Ao fazer este exercício cada um vai comprovar que lembra o voto nos cargos executivos (principalmente para presidente da República) e esquece o voto nos cargos legislativos (em particular para deputado federal e senador).
Este é um marcador da importância da primeira votação e da relativa desimportância da segunda.
Precisamos reequilibrar a importância de cada escolha, preservando a preocupação com os cargos executivos, mas atribuindo também valores fortes para cargos legislativos (principalmente deputados federais e senadores).
É mais que hora de começarmos a “fechar” a chapa completa de cada um com candidatos sensíveis e favoráveis às exigências dos trabalhadores e então é só esperar os números para fazer a cola da votação na urna eletrônica: deputado federal, deputado estadual (ou distrital), dois senadores, governador e vice-governador e presidente da República e vice-presidente.
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