Por Jair de Souza
Há quase um consenso entre os analistas do panorama político brasileiro de que os Estados Unidos de Donald Trump vão jogar pesado no próximo pleito eleitoral brasileiro, de modo a garantir a eleição de um candidato bolsonarista, ou de algum outro que lhe seja equivalente em entreguismo e subserviência aos interesses gringos.
As maiores dúvidas ainda não respondidas referem-se às formas que serão empregadas nesse mais que provável processo de interferência. A respeito desta questão, vou tecer algumas reflexões, com a esperança de que possam lançar um pouco de luz na escuridão em que estamos submetidos.
Devido aos reveses sofridos nas últimas décadas pelo imperialismo estadunidense em várias esferas de atuação e zonas geográficas, os responsáveis por suas formulações políticas tomaram a decisão de se aferrar com unhas e dentes a esta região do planeta que consideram como parte integrante de seu próprio quintal. E, com isto, estão referindo-se ao Continente Americano, em especial à América Latina e ao Caribe.
domingo, 12 de julho de 2026
O que aprender da campanha de Renan Santos
Por Camila Modanez, no Jornal GGN:
Saindo de Belém em direção a Mosqueiro, no Pará, uma coisa me chamou atenção. Ao longo da estrada, havia dezenas de outdoors políticos. Alguns anunciavam o evento do Flávio Bolsonaro em Belém, outros promoviam parlamentares e pré-candidatos, havia até um de críticas ao Lula. Em meio a tantas peças disputando espaço, uma delas destoava completamente das demais. Não apresentava propostas, não trazia slogan, não exibia QR Code, não tinha logo de partido. Mostrava apenas a foto de um homem acompanhada por uma pergunta: “Quem é Renan Santos?”
CBF insiste em destruir futebol brasileiro
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Na próxima Copa do Mundo, a ser realizada em Portugal, Espanha e Marrocos, em 2030, o Brasil completará 28 anos sem vencer o torneio, maior jejum ao longo da história do futebol brasileiro. A eliminação para a Noruega fez com que o Brasil amargasse a 11ª colocação, a pior em 92 anos.
Como sempre acontece na competição de futebol mais importante do planeta, o povo se mobilizou, se vestiu de verde e amarelo, ornamentou ruas com os símbolos da seleção canarinho, lotou bares, restaurantes e praças, recebeu os amigos em casa para o churrasco e a cerveja.
Mas a decepção acabou sendo proporcional à mobilização pela conquista do hexa.
A esperança vã pela conquista da sexta Copa pelo Brasil foi cevada pela imprensa esportiva, que, movida a interesse comercial, vendeu a ilusão de que o Brasil era um dos favoritos ao título, algo que nunca foi.
Na próxima Copa do Mundo, a ser realizada em Portugal, Espanha e Marrocos, em 2030, o Brasil completará 28 anos sem vencer o torneio, maior jejum ao longo da história do futebol brasileiro. A eliminação para a Noruega fez com que o Brasil amargasse a 11ª colocação, a pior em 92 anos.
Como sempre acontece na competição de futebol mais importante do planeta, o povo se mobilizou, se vestiu de verde e amarelo, ornamentou ruas com os símbolos da seleção canarinho, lotou bares, restaurantes e praças, recebeu os amigos em casa para o churrasco e a cerveja.
Mas a decepção acabou sendo proporcional à mobilização pela conquista do hexa.
A esperança vã pela conquista da sexta Copa pelo Brasil foi cevada pela imprensa esportiva, que, movida a interesse comercial, vendeu a ilusão de que o Brasil era um dos favoritos ao título, algo que nunca foi.
Assinar:
Postagens (Atom)