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| Desenho feito pelo Gemini |
O site UOL postou na sexta-feira (10) que Flávio Bolsonaro, vulgo Flávio Rachadinha, mentiu mais uma vez à sociedade. O presidenciável do corrupto PL jurou que prestaria contas em um mês dos gastos milionários do filme Dark Horse, já apelidado de “Pangaré das trevas” – a cinebiografia do seu paizão fascista –, e não cumpriu sua promessa.
“Passados 22 dias do fim do prazo de 30 dias solicitado pelo senador Flávio Bolsonaro à produtora GoUp Entertainment para apresentar a prestação de contas do filme Dark Horse, nem a empresa nem o parlamentar divulgaram informações sobre a utilização dos recursos”, denuncia a matéria. Em entrevista em 19 de maio, após reunião com a bancada do PL, o primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro prometeu apresentar os detalhes dos recursos solicitados e utilizados na produção.
“Foram pedidos tanto à produtora quanto ao fundo, que eles se organizassem para fazer a prestação de contas a todo mundo das despesas que foram feitas em função desse investimento do filme, de forma transparente, em até 30 dias”, afirmou Flávio Bolsonaro na ocasião. A promessa, porém, não foi cumprida. Mais uma fake news do candidato da extrema-direita nativa.
Qual o destino da grana do mafioso Vorcaro?
Como relembra o site UOL, “em 13 de maio, o Intercept Brasil revelou que Flávio Bolsonaro negociou, no início de 2025, um aporte de US$ 24 milhões – o equivalente a R$ 134 milhões pela cotação da época – com o banqueiro Daniel Vorcaro para o filme. As mensagens obtidas pela reportagem mostram o senador cobrando pagamentos em atraso. Segundo o Intercept Brasil, o dono do Banco Master chegou a investir ao menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões”.
Até agora, o filhote 01 de Jair Bolsonaro não explicou como essa grana foi usada. Serviu de fato para bancar o filme, bem mais caro do que obras brasileiras que disputaram o Oscar? Foi utilizada para bancar o luxo e a conspiração do irmão Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, nos EUA? Ou já serviu para montar o caixa-2 da sua campanha presidencial?
Como relembra o site UOL, “em 13 de maio, o Intercept Brasil revelou que Flávio Bolsonaro negociou, no início de 2025, um aporte de US$ 24 milhões – o equivalente a R$ 134 milhões pela cotação da época – com o banqueiro Daniel Vorcaro para o filme. As mensagens obtidas pela reportagem mostram o senador cobrando pagamentos em atraso. Segundo o Intercept Brasil, o dono do Banco Master chegou a investir ao menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões”.
Até agora, o filhote 01 de Jair Bolsonaro não explicou como essa grana foi usada. Serviu de fato para bancar o filme, bem mais caro do que obras brasileiras que disputaram o Oscar? Foi utilizada para bancar o luxo e a conspiração do irmão Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, nos EUA? Ou já serviu para montar o caixa-2 da sua campanha presidencial?

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