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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Luciano Huck sabia das mutretas do Will Bank?

Divulgação
Por Altamiro Borges


Na quarta-feira passada (21), o Banco Central decretou a liquidação do Will Bank, um dos tentáculos do corrupto Banco Master. Segundo matéria do site Seu Dinheiro, porta-voz dos abutres financeiros, com a medida extrajudicial “ficaram indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. O Will Bank, que tem cerca de 12 milhões de clientes, havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Master, diante da avaliação de que havia interessados na aquisição da instituição – o que, no entanto, não se concretizou”.

BBB: Entretenimento, politização ou tortura?

domingo, 25 de janeiro de 2026

Democratizar a comunicação é possível!

Charge: Ferran Martin
Por Sousa Júnior, no site da Atitude Popular:

A concentração da mídia no Brasil nas mãos de alguns grupos familiares, sobretudo na radiodifusão, e das chamadas Big Techs no domínio da comunicação na Internet, não tem como ser radicalmente superada a curto prazo devido ao grande poder econômico e audiência que esses grupos nacionais e estrangeiros possuem, que impedem, inclusive, a regulação democrática dessa mídia hegemônica através do Congresso Nacional, o pior da história.

Talvez por isso, ao constatar essa extraordinária e poderosa mídia privada, que contribuiu decisivamente para o golpe de 2016 contra Dilma, o presidente Lula, em entrevista ao Brasil 247 em sua cela em Curitiba, respondendo a uma pergunta do jornalista Altamiro Borges, do Barão de Itararé, sobre o papel da mídia em sua prisão por 580 dias, criticando a Globo e cia. afirmou: “a verdadeira democratização da comunicação é a mídia alternativa”.

Israel mata mais 3 jornalistas na Faixa de Gaza

Da esquerda para a direita, os jornalistas Mohammad Qeshta,
Abdul Ra'ouf Shaath e Anas Ghunaim. Divulgação
Por Altamiro Borges


Na quarta-feira (21), mais três jornalistas palestinos foram mortos pelo exército terrorista de Israel. Com isso, o número total de profissionais da imprensa assassinados na Faixa de Gaza já chega a 260. Apesar dessa escalada de violência, a mídia brasileira, sob forte influência dos sionistas, silencia sobre os jornalistas mortos e sobre o genocídio que prossegue na região – e que já matou 71.551 palestinos e feriu outros 171.372.

Segundo matéria do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, os três repórteres – Mohammed Salah Qashta, Abdul Raouf Shaath e Anas Abdullah Ghanim – “foram alvejados em um ataque contra o carro em que estavam, enquanto filmavam para uma iniciativa humanitária do governo egípcio na cidade de Zahraa, na região central da Faixa de Gaza. Imagens do local após o ataque mostram o veículo atingido claramente identificado com o logotipo do Comitê Egípcio”.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Mapa da desigualdade informacional

Por Marcio Pochmann, no site A terra é redonda:

A Era Digital inaugurou um novo regime informacional. Diferentemente das sociedades agrárias e da sociedade urbano-industrial, onde o Estado media a realidade principalmente por censos, registros administrativos e pesquisas amostrais, hoje grande parte dos sinais sobre comportamento, consumo, mobilidade e operação econômica é produzida continuamente, em alta granularidade, e capturada por empresas privadas.

Isso reorganiza a forma de governar populações e territórios, pois quem mede melhor, decide melhor. O ponto central é a diferença entre dados desenhados para medir (estatística oficial) e dados extraídos por plataformas e infraestruturas pertencentes a oligopólios de grandes empresas estrangeiras.

FNDC e a participação pública na EBC

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Cadastramento no Território Mídias Brasil

https://territoriomidiasbrasil.com.br
Do site do Centro de Estudos de Mìdia Barão de Itararé:


A partir desta segunda-feira, 19 de janeiro, começa o cadastramento de mídias periféricas, comunitárias e independentes na plataforma do Território Mídias Brasil (TMB). A iniciativa chega para fortalecer quem faz comunicação na base, enfrentando diariamente os desafios de informar, registrar e defender os territórios.

Em parceria com o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e a Fundação Banco do Brasil, o TMB está crescendo e agora, além de reunir comunicadoras e comunicadores populares do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, a rede também inclui iniciativas de Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Pará e do Distrito Federal.

RedeTV! demite a bolsonarista Luciana Gimenez

Foto: Divulgação
Por Altamiro Borges


Na sexta-feira passada (16), a combalida RedeTV! demitiu a apresentadora Luciana Gimenez, que comandou por 25 anos o programa SuperPop – um dos principais palanques do fascista Jair Bolsonaro na televisão brasileira. Ela estava curtindo suas férias em Nova York, quando foi comunicada da dispensa sumária. Em um vídeo postado no Instagram no domingo (18), a celebridade midiática tão paparicada pelos bolsonaristas aparece aos prantos e desabafa:

“[Tô aqui] pra agradecer todas as mensagens de carinho, motivacional, de amor que me mandaram. Quero dizer que o SuperPop foi um marco na minha vida e eu fiz sempre com muito carinho, com muita dedicação, alegria e muita vontade. Eu ia pra RedeTV! com meu coração cheio de vontade de fazer a diferença, de conhecer pessoas, e uma coisa que sempre me propus a fazer é mostrar a realidade de forma leve, despretensiosa, clara, humilde”.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Irã: entre o preconceito e a manchete fácil

O ditador (preferido) da rede Globo

Charge: Diego Mallo/The New Yorker
Por Rosângela Ribeiro Gil, no site A terra é redonda:


1.

Em tempos obscuros como os atuais, precisamos redobrar a atenção sobre o que vemos, ouvimos e lemos; e que pretensamente nos dizem ser a verdade dos fatos.

A hegemonia política das classes dominantes, conforme formulação de Gramsci, não se sustenta apenas pelo uso da força, mas pelo convencimento ao disseminar valores, ideias e narrativas. Este último aparato encontra forte sustentação no poderio comunicacional monopolizado por grandes grupos econômicos. Nada é por acaso, nenhuma palavra é usada num discurso jornalístico sem medidas e desmedidas ideológicas. É o que se percebe, cotidianamente, na circulação massiva, por exemplo, no “jornalismo profissional” do Grupo Globo, mais especificamente da TV Globo (e adjacências, como a GloboNews).