Mostrando postagens com marcador Mídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mídia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Censura ao GGN mostra horizonte preocupante

Por Paulo Moreira Leite, no site Brasil-247:

A decisão do juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, da 32a Vara Cível Rio de Janeiro, que obrigou o jornal GGN a tirar do ar um conjunto de reportagens sobre o Banco BTG Pactual, constitui um fato político cuja gravidade não pode ser diminuída.

Para começar, desde 1988 vivemos num país onde a Constituição assegura a liberdade de expressão com toda clareza permitida pela língua de Camões, sem abrir espaço para ambiguidades nem segundas interpretações.

O inciso IX do artigo 5 afirma que "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença".

Por que Bolsonaro volta a atacar jornalistas?

As ameaças ao direito de informação

Censura a Nassif envenena a democracia

domingo, 30 de agosto de 2020

Notícias falsas devem pautar eleição em 2020

Por Igor Carvalho, no jornal Brasil de Fato:

Personagem importante das eleições de 2018, as notícias falsas devem influenciar, ainda, o debate eleitoral neste ano. Apesar dos debates no Congresso e no Judiciário, especialistas escutados pelo Brasil de Fato estão pessimistas sobre o combate à desinformação no país.

“Esse processo se expandiu e agora influencia tudo. Por exemplo, a pandemia da covid-19 tem gerado notícias que favorecem quem desacredita a doença e tem morrido muita gente por isso. Não é só eleição que ela influencia e continuará influenciado neste ano, é comportamento também”, explica Leda Gitahy, professora do Departamento de Política Cientifica e Tecnológica (DPCT) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.

Mídia não aprendeu lições do golpe de 1964

Por Tiago Pereira, na Rede Brasil Atual:

A jornalista Cynara Menezes, do blogue Socialista Morena, afirmou que os veículos da imprensa tradicional, no Brasil, encontraram no ódio antipetista a fórmula para alcançar o poder. O plano era substituir o PT pelos aliados do PSDB. Mas a estratégia, baseada no apoio incondicional da mídia à Operação Lava Jato, fracassou, abrindo espaço para a ascensão do atual presidente Jair Bolsonaro.

Para ela, é hora dos grandes jornais e as principais redes de televisão do país fazerem, eles mesmos, a “autocrítica” que tanto cobram dos políticos petistas. Já que essa fórmula baseada no ódio antipetista causou a destruição do país.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Globo e Estadão têm medo da justiça

Do site Lula:

Em 1º. de novembro de 2018 a defesa do ex-presidente Lula levou ao STF um habeas corpus em que pede a anulação da sentença do tríplex e de todos os casos em que o então juiz Sergio Moro atuou contra ele. O pedido tem base em fatos notórios como os grampos ilegais, inclusive dos advogados de Lula, o abuso da condução coercitiva, a sentença que ignorou 73 testemunhos contrários à denúncia, e condenou por “atos indeterminados”, a deliberada manipulação da opinião pública por meio da mídia, tudo caracterizando a motivação política e eleitoral de Moro para perseguir Lula.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Globo imita Bolsonaro e não responde

Por Jeferson Miola, em seu blog:                                   

Bolsonaro não responde por que Fabrício Queiroz, o parceiro de pescarias, capataz e gerente financeiro dos esquemas criminosos do clã, depositou R$ 89 mil na conta bancária da sua esposa Michele Bolsonaro.

Quando perguntado a respeito, Bolsonaro se descontrola totalmente e reage com raiva e violência. Ameaça “encher de porrada” a boca de jornalista e xinga repórter de otário, bundão, safado …

Uma reação, enfim, que seria incompatível para quem não tivesse nada a esconder.

A Rede Globo imita Bolsonaro e não responde por que Dario Messer “entregava de duas a três vezes por mês quantias que oscilavam entre 50.000 e 300.000 dólares” “em espécie para os Marinho”, conforme reportagem da revista Veja sobre delação do “doleiro dos doleiros”.

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Frente única contra Bolsonaro na internet

Por Eduardo Maretti, na Rede Brasil Atual:

A gigantesca repercussão, nas redes sociais, desencadeada pela ameaça do presidente Jair Bolsonaro a um jornalista reverbera insatisfação de amplo espectro social e representa significativa derrota dos “combatentes” bolsonaristas, embora em uma batalha apenas, na guerra da comunicação. “O presidente subiu o tom como forma de tentar manter o discurso de força e enfrentamento que ele sabe que dá retorno. Mas esse retorno, no caso, se deu nos seus canais de redes sociais, administrados por ele, e a questão é que ele não está conseguindo administrar na ‘casa’ dele. Ele não está jogando na casa do adversário, está jogando em casa e está perdendo muito”, diz Fabio Malini, professor e pesquisador da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A pergunta e sua repercussão chegou a atingir mil reproduções no Twitter a cada 40 segundos.

domingo, 23 de agosto de 2020

Dilma Rousseff e a Folha dos covardes

Por Luiz Inácio Lula da Silva, em seu site:

O editorial da Folha de S. Paulo de sábado (22) é uma ofensa à presidenta Dilma Rousseff, uma agressão à verdade histórica e um desrespeito, mais um, aos leitores do jornal e à sociedade brasileira.

Dilma Rousseff, uma pessoa honesta e dedicada ao Brasil, foi vítima de uma campanha de mentiras e seu governo foi alvo de uma sabotagem articulada por setores inconformados com o resultado das urnas de 2014.

A Folha teve papel decisivo naquela articulação, colocando-se mais uma vez a serviço do que há de pior em nosso país: a ganância dos extremamente ricos numa sociedade desigual e injusta; a intolerância dos poderosos diante de qualquer projeto de transformação desta sociedade.

"Falha de S.Paulo" ataca outra vez?

Por Dilma Rousseff, em seu site:

A Folha tem enorme dificuldade de avaliar o passado e, assim, frequentemente erra ao analisar o presente.

Foi por avaliar mal o passado que a empresa até hoje não explicou porque permitiu que alguns de seus veículos de distribuição de jornal dessem suporte às forças de repressão durante a ditadura militar, como afirma o relatório da Comissão Nacional da Verdade.

Foi por não saber julgar o passado com isenção que cometeu a pusilanimidade de chamar de “ditabranda” um regime que cassou, censurou, fechou o Congresso, suspendeu eleições, expulsou centenas de brasileiros do país, prendeu ilegalmente, torturou e matou opositores.