quarta-feira, 1 de julho de 2026

A nova política econômica em Cuba

Por Emiliano José, no site A terra é redonda:

1.

Vladímir Lênin se viu diante de dilema semelhante em 1921, face às enormes dificuldades da Revolução Russa, e não teve dúvidas em lançar mão da Nova Política Econômica (NEP), a significar a reintrodução de práticas capitalistas.

Cuba, agora, dá tal passo, de modo muito mais ampliado, abrindo a economia à presença capitalista, sem abrir mão da direção dos rumos do país, provavelmente recolhendo lições da vitoriosa experiência chinesa, autodenominada socialismo de mercado.

Costumo dizer: a história não tem linha reta. São as curvas, às vezes abruptas, os reais desafios. Finda uma curva, pode aparecer uma encruzilhada. E as lideranças têm o dever, sobretudo, de encarar as curvas e resolver a direção a tomar quando defronta com uma encruzilhada. E não pode demorar muito porque à frente pode estar um abismo.

Flávio Bolsonaro põe em risco a soberania

Charge: Aroeira/247
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:

A “generosa oferta” do candidato Flávio Bolsonaro, registrada oficialmente em carta de Marco Rubio, de oferecer, ao atual governo dos EUA, uma “equipe de transição”, caso seja eleito, causou espanto e indignação em qualquer cidadão brasileiro que tenha um mínimo de apreço à soberania nacional.

Do ponto de vista político, não há a menor dúvida de que se trata de demonstração abjeta e gravíssima de submissão à potência estrangeira. De ofensa clara e frontal à independência do país.

Causa espanto maior, contudo, a reação tíbia da grande imprensa e dos conservadores de uma forma geral a algo que deveria ter desencadeado, no mínimo, protestos amplos e duros.

Para efeitos exemplificativos, imaginemos uma situação contrária. Que em 2022 o então candidato Lula tivesse oferecido sua equipe de transição para o governo chinês.

Lula e os debates no primeiro turno

Foto: Ricardo Stuckert
Por Bepe Damasco, em seu blog:


Direto ao ponto: penso que Lula não deve participar dos debates no primeiro turno entre os presidenciáveis, que já começam a ser promovidos em agosto pelas emissoras de TV. Ao menos que fosse para chutar a canela de Flávio Bolsonaro sem dó nem piedade. Algo na seguinte linha:

"Eu queria aproveitar a oportunidade deste debate para discutir projetos para o Brasil. Infelizmente, sei que isso não será possível, pois um dos meus adversários aqui, o filho do golpista Bolsonaro, é um sujeito ligado a banqueiro delinquente e tem proximidade com o crime organizado, já que condecora e emprega milicianos de alta periculosidade. Autêntico traidor do Brasil, ele não se envergonha de tramar, no exterior, contra os interesses do Brasil, contra as nossas empresas, contra os empregos dos trabalhadores. Então, vou fazer o possível para manter um nível civilizado nesse debate, mas sei que será difícil, pois tenho certeza que meu oponente partirá para a mentira, a calúnia e o jogo sujo. É do DNA dele."

Michelle Bolsonaro deixa o PL Mulher

EUA provam: Flávio Bolsonaro traiu o Brasil!