Por Moisés Mendes, em seu blog:
A guerra dentro do Supremo é o começo do plano para inviabilizar o ministro que prendeu Bolsonaro e os generais
Não é apenas inútil, é enganoso querer saber quem está certo ou errado a partir do que os juristas chamam de tecnicidades nos casos de André Mendonça e Alexandre de Moraes. É diversionista o debate hermenêutico sobre os desvios jurídicos por eles cometidos.
É quase uma aula de imitadores de Rolandos Leros o confronto de juristas em guerra para tentar convencer que essa é uma batalha do mundo do Direito. Não é. O Direito ofereceu as armas e a arena para o enfrentamento.
domingo, 6 de setembro de 2026
O Brasil à beira do precipício outra vez!
Por Paulo Nogueira Batista Jr.
Este economista que vos escreve não escapa da polarização política generalizada que marca o Brasil dos últimos tempos. Do centro para direita, é provável que poucas pessoas me leiam com o coração aberto. Assim, devo supor que o leitor ou leitora que me lê agora é de esquerda ou centro-esquerda. Hoje quero conversar com vocês direta e confidencialmente sobre a emergência nacional que enfrentamos nas eleições de outubro. Portanto, se houver algum bolsonarista extraviado por esta página, peço a ele a gentileza de se retirar imediatamente.
E prossigo. Creio que podemos dividir a esquerda brasileira atual em três grandes blocos. Um primeiro é a esquerda lulista, totalmente fiel ao presidente da República. Não faz críticas a ele e rejeita liminarmente quem as faça, pela direita e mesmo pela esquerda. Tem ódio visceral ao “fogo amigo”, que considera inoportuno, quase uma traição.
Este economista que vos escreve não escapa da polarização política generalizada que marca o Brasil dos últimos tempos. Do centro para direita, é provável que poucas pessoas me leiam com o coração aberto. Assim, devo supor que o leitor ou leitora que me lê agora é de esquerda ou centro-esquerda. Hoje quero conversar com vocês direta e confidencialmente sobre a emergência nacional que enfrentamos nas eleições de outubro. Portanto, se houver algum bolsonarista extraviado por esta página, peço a ele a gentileza de se retirar imediatamente.
E prossigo. Creio que podemos dividir a esquerda brasileira atual em três grandes blocos. Um primeiro é a esquerda lulista, totalmente fiel ao presidente da República. Não faz críticas a ele e rejeita liminarmente quem as faça, pela direita e mesmo pela esquerda. Tem ódio visceral ao “fogo amigo”, que considera inoportuno, quase uma traição.
Crise no STF: priorizar a guerra ao fascismo
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Os comentaristas da Globo ignoram o fato de que seu queridinho André Mendonça afrontou o rito e a lei ao expor seu colega Alexandre de Moraes à execração pública.
Mas apontam o relatório da Polícia Federal sobre a parcialidade política de André Mendonça como uma peça imprestável, “sem valor probatório.”
Só que para esses jornalistas o relatório que levanta suspeitas contra Moraes merece todo crédito do mundo. Que jornalismo, meu Deus!
Abre parênteses: o presidente Lula age como chefe de Estado e de governo e está coberto de razão ao pregar rigorosa apuração de tudo e de todos, doa a quem doer. Também acertam em cheio o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o ex-ministro José Dirceu quando defendem uma ampla reforma do Judiciário, para passar as nossas instituições a limpo. Fecha parênteses.
Os comentaristas da Globo ignoram o fato de que seu queridinho André Mendonça afrontou o rito e a lei ao expor seu colega Alexandre de Moraes à execração pública.
Mas apontam o relatório da Polícia Federal sobre a parcialidade política de André Mendonça como uma peça imprestável, “sem valor probatório.”
Só que para esses jornalistas o relatório que levanta suspeitas contra Moraes merece todo crédito do mundo. Que jornalismo, meu Deus!
Abre parênteses: o presidente Lula age como chefe de Estado e de governo e está coberto de razão ao pregar rigorosa apuração de tudo e de todos, doa a quem doer. Também acertam em cheio o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o ex-ministro José Dirceu quando defendem uma ampla reforma do Judiciário, para passar as nossas instituições a limpo. Fecha parênteses.
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