sexta-feira, 5 de junho de 2026

Astrid Fontenelle é demitida por zoom da Globo

Por Altamiro Borges


Na semana passada, durante sua participação no Rio2C, evento de criatividade realizado no Rio de Janeiro, a apresentadora Astrid Fontenelle deu maiores detalhes sobre a forma truculenta e cruel como foi dispensada da TV Globo. “Eu fui mandada embora. ‘Estar fora do ar’ é muito chique. Eu fui demitida. Inclusive por telefone. Opa, por Zoom... Depois de não sei quantos anos de serviços prestados na mesma empresa e 40 anos de jornalismo. Por quê? ‘Ah, você é ótima, mas… você é maravilhosa, mas…’. Mas não teve um ‘mas’”, recordou.

Mídia esconde mansão de Bananinha no Texas

Charge: Nando Motta/247
Por Altamiro Borges


O traidor da pátria Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, está levando uma vida nababesca nos EUA. Em mais um show de jornalismo investigativo, o site Intercept deu detalhes na semana passada sobre sua mansão no Texas. A matéria desmascarou o mimimi vitimista do ex-deputado, que enganava os trouxas jurando passar por dificuldades financeiras no seu autoexílio. Tanto que ele ficou nervosinho. Questionado pela imprensa sobre a casa de luxo, reagiu: “O dinheiro é meu”. Será mesmo? Há quem desconfie que é grana do mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Donald Trump, o campeão do terror

Charge: Avilarte Rodriguez/Iran Cartoon
Por Manuel Domingos Neto

O terrorismo é mal definido porque consiste em expediente guerreiro e guerra não pode ser percebida com objetividade certeira: desperta, de forma absoluta, instintos, pulsões e tendências reprimidas; desencadeia violência cega, difícil de ser contida.

Protagonizada por alguns, a guerra envolve a todos, sendo vaga a distinção entre atividade “civil” e atividade “militar”. Corriqueira, é sempre espetacular. Repugna e fascina, alegra e entristece, bestifica e glorifica. Justificada em nome de princípios supremos, ignora valores consagrados, constrói e destrói sociedades. Oferece patrimônio simbólico sacrossanto, legitima o poder político e, enganosamente, nutre esperança de futuro melhor.

A hipocrisia repugnante de Trump

Charge: Massoud Shojai Tabatabai
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


No campo do Direito Internacional, os principais instrumentos para coibir o trabalho forçado são a Convenção da OIT nº 29 sobre o Trabalho Forçado (1930) e seu Protocolo de 2014. Há, também, secundariamente, a Convenção nº 105 sobre a Abolição do Trabalho Forçado (1957), que complementa aquela convenção fundacional de 1930.

A Convenção de 1930 é absolutamente fundamental para o combate ao trabalho forçado, em nível internacional.

Por sua relevância seminal para tal combate, ela já foi ratificada por 181 países.

Há, entretanto, alguns países que não a ratificaram até hoje. Pouquíssimos.

Segundo a OIT, não ratificaram essa convenção basilar apenas os seguintes países: Afeganistaão, Ilhas Marshall, Palau, Tonga, Tuvalu e Estados Unidos da América.

O Brasil contra o crime organizado

Caso Bolsomaster: Vorcaro reescreve delação

Ataque tarifário de Trump e a reação de Lula

Quem é Marco Rubio, o "latino frustrado"

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Flávio Bolsonaro será punido por trair a patria?

 

Controle das narrativas e risco à democracia

Imagem gerada por Gemini do Google
Por Emília Mazzei, no site da Fundação Perseu Abramo:


Por muito tempo acreditamos que a internet seria um espaço de democratização da informação, onde todas as vozes poderiam ser ouvidas em igualdade de condições. E, realmente, as plataformas digitais ampliaram o acesso ao conhecimento e possibilitaram novas formas de participação política e social. Milhões de pessoas passaram a produzir e compartilhar conteúdos sem depender dos grandes meios de comunicação. Porém, passadas duas décadas da consolidação das redes sociais, fica evidente que o ambiente digital também é um espaço de disputa de poder.

Por que seguimos apoiando a Venezuela?

Reprodução InfoNativa
Por João Pedro Stedile, no site do MST:


A atual situação política da Venezuela não pode ser explicada apenas pelos acontecimentos do pós 3 de janeiro de 2026, data do bombardeio dos Estados Unidos contra o povo venezuelano. Precisamos contextualizar o que vem acontecendo nas últimas quatro décadas no país da América do Sul.

Na década de 1990, havia uma hegemonia total dos EUA no continente, que nos impôs o acordo do Nafta (sigla para North American Free Trade Agreement ou Acordo de Livre Comércio da América do Norte) e, na sequência, queria impor a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) com uma área sob total controle do capital estadunidense. Todos os governos, menos Cuba apoiavam os gringos.

Trump, bolsonarismo e sua troca de favores

Charge: Baggi
Por Jair de Souza

Há mais de duas semanas que a pauta das conversas entre a maioria dos brasileiros não tem sido do agrado dos próceres do bolsonarismo. É que, agora, a consciência de que o bolsonarismo constitui o núcleo da grande bandidagem no Brasil não está restrita aos que estão medianamente informados sobre os bastidores da política em nosso país.

Portanto, nos dias de hoje, é difícil encontrar alguém que não saiba que é a cúpula do bolsonarismo quem comanda o mais vasto esquema de bandidagem financeira de que se tem conhecimento, ao longo de mais de dois séculos de nossa existência como nação autônoma.

Extrema-direita vadia e traidora da pátria

Charge: Iotti
Por Bepe Damasco, em seu blog:


Diante de mais um crime explícito de traição ao Brasil por parte dos Bolsonaro, que imploraram a Trump para enquadrar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, para facilitar a intervenção estrangeira no Brasil, me dei ao trabalho de fazer uma breve comparação entre os extremistas de direita do Brasil e alguns dos seus pares europeus. As experiências de Milei, na Argentina, e Trump, nos EUA, ficam para outro artigo.

Vorcaro deve delatar dinheiro do Dark Horse

Filhos de Bolsonaro são vendilhões da pátria

Tariflávio: Bolsonaristas contra o Brasil

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Vorcaro vai delatar Flávio Bolsonaro

Israel intensifica guerra contra o Líbano

 

O capitalismo e o crescimento para poucos

Charge: Bira Dantas
Por Roberto Amaral

“O empresário tende inevitavelmente a se transformar em rentista e a dominar cada vez mais aqueles que só possuem sua força de trabalho. Uma vez constituído, o capital se reproduz sozinho, mais rápido do que cresce a produção. O passado devora a produção.” - Thomas Piketty, O capital no século XXI.

Ao contrário do que afirma Paulo Gala em seu excelente “Rumo a 2050” (Carta Capital, 27/05/2026), o crescimento da economia, por si, não altera a estrutura distributiva. Ao contrário, não apenas convive com alta concentração de renda, como a promove.

Trata-se, simplesmente, de determinismo da lógica de acumulação do capitalismo, e sua consequência irrecorrível é a concentração da riqueza, na contramão da valorização do trabalho como um dos fatores da produção. Mesmo o aumento da produtividade não implica aumento proporcional dos salários. De um lado, os lucros do capital são reinvestidos, ampliando a escala do capital e, como em um círculo vicioso, reforçando sua concentração; doutra parte, o desemprego estrutural - alimento do exército industrial de reserva - pressiona os salários para baixo, quadro tendencial da globalização do capitalismo, a que se somam o desenvolvimento científico e as novas tecnologias, poupadoras de mão de obra e intensivas em capital, e a articulação de grandes e poucas corporações operando em escala global, de forma oligopolista, transitando para o monopólio, com níveis inéditos de concentração de mercado e de poder político, frequentemente avançando sobre as soberanias nacionais.

Uma vitória estrondosa dos trabalhadores

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Por João Guilherme Vargas Netto

Geralmente o grito “a luta continua!” é ouvido depois de uma derrota.

Mas na quarta-feira da semana passada (dia 27) o grito foi ouvido depois de uma estrondosa vitória obtida pelos trabalhadores na Câmara Federal: a aprovação da PEC com a extinção da escala 6 x 1, a redução da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas sem redução de salário e um período de transição.

E a luta continua mesmo, porque agora a PEC precisa ser aprovada no Senado, também em duas votações com maioria qualificada e com os adversários tentando criar muitas e ridículas dificuldades.