Por Altamiro Borges
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça-feira (7) recursos apresentados pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e o manteve na condição de réu por suposta incitação ao estupro. Desta forma, o parlamentar sofre um baque nas suas pretensões de ser candidato à presidente em 2018. Ainda cabe recurso, mas esta é a segunda decisão que incrimina o político famoso por suas posições fascistoides. Segundo nota do repórter Renan Ramalho, do site G1, "os ministros Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso ratificaram decisão de junho passado de abrir duas ações penais por acusações de apologia ao crime e injúria"
Os processos no STF se baseiam em declarações de Jair Bolsonaro em 2014, na Câmara Federal e em entrevista a um jornal, quando ele disse que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) "não merecia" ser estuprada porque ela é "muito feia" e "não faz meu tipo". Diante das declarações asquerosas, ainda em 2014, a então vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, ofereceu denúncia ao STF contra o deputado por incitação ao crime de estupro. Após a Primeira Turma torná-lo réu, o fascista covarde recorreu, tentando se esconder atrás da chamada imunidade parlamentar, que protege deputados e senadores por opiniões, palavras e votos. A Segundo Turma do STF, porém, rejeitou seu argumento.
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Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça-feira (7) recursos apresentados pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e o manteve na condição de réu por suposta incitação ao estupro. Desta forma, o parlamentar sofre um baque nas suas pretensões de ser candidato à presidente em 2018. Ainda cabe recurso, mas esta é a segunda decisão que incrimina o político famoso por suas posições fascistoides. Segundo nota do repórter Renan Ramalho, do site G1, "os ministros Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso ratificaram decisão de junho passado de abrir duas ações penais por acusações de apologia ao crime e injúria"
Os processos no STF se baseiam em declarações de Jair Bolsonaro em 2014, na Câmara Federal e em entrevista a um jornal, quando ele disse que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) "não merecia" ser estuprada porque ela é "muito feia" e "não faz meu tipo". Diante das declarações asquerosas, ainda em 2014, a então vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, ofereceu denúncia ao STF contra o deputado por incitação ao crime de estupro. Após a Primeira Turma torná-lo réu, o fascista covarde recorreu, tentando se esconder atrás da chamada imunidade parlamentar, que protege deputados e senadores por opiniões, palavras e votos. A Segundo Turma do STF, porém, rejeitou seu argumento.
"Relator do caso, o ministro Luiz Fux afirmou no novo julgamento que a questão foi devidamente analisada na sessão que analisou a denúncia. Com a decisão, Jair Bolsonaro poderá agora depor e apresentar provas para a defesa dele", conclui a nota do G1. Várias outras denúncias contra o pré-candidato da extrema-direita também estão em tramitação. Se não houvesse tanta cumplicidade dos seus pares na Câmara Federal e tanta complacência da mídia privada, Jair Bolsonaro até já poderia ter sido cassado em seu mandato. Mas a direita prefere chocar o ovo da serpente fascista.
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