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| Foto; Ricardo Stuckert |
Durante o “interrogatório” do presidente Lula no Jornal Nacional na quinta-feira (27) – até Miriam Leitão reconheceu que “as perguntas foram muito pesadas e sequenciais” –, o âncora César Tralli tentou responsabilizar o atual governo pela fila de espera dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 1,3 milhões de brasileiros. A arapuca, porém, não funcionou. Afiado, o presidente até ironizou na resposta, ao convidar o inquiridor da Globo para um evento oficial.
“Se você prometer que vai a Brasília, eu, na semana que vem, vou anunciar que a fila zerou. A espera de 45 dias vai estar apenas em 251 mil pessoas, que é o normal”. Lula ainda fustigou o jornalista global: “Você não pode deixar de dizer, Tralli, que no meu governo, os aposentados recebiam aposentadoria”. Ele citou ainda outros benefícios do INSS garantidos em seus dois primeiros governos, de 2003 a 2010. “Uma mulher que dava à luz, recebia o pré-natal quase junto com a criança. Uma pessoa que estava doente, recebia imediatamente”.
O desmonte bolsonarista da Previdência
Como a Globo evitou lembrar da barbárie bolsonarista, Lula refrescou a memória dos jornalistas. “Eles desmontaram o Brasil, desmontaram a Previdência”. No final do trágico governo de Jair Bolsonaro, a fila do INSS bateu recorde. “Nós chegamos a 3 milhões de pessoas na fila”. E voltou a fazer o convite ao algoz do Jornal Nacional. “Nós vamos entregar agora a fila terminada na Previdência Social. Você está convidado antecipadamente para ir à Brasília assistir o ato em que a gente vai comemorar com os aposentados”.
Um dia depois, na sexta-feira (28), em evento de campanha em Salvador (BA), Lula voltou a festejar esta conquista. “Eu vou anunciar o zeramento da fila do INSS. Vocês se lembram que quando eu peguei tinha 3 milhões, na semana que vem eu vou anunciar que nós chegamos ao mínimo: 251 mil pessoas na fila”. Com esse anúncio, o terceiro governo Lula cumpre mais uma importante promessa de sua campanha. Nas eleições de 2022, o petista garantiu que reduziria esse sofrimento.
Números da queda na fila de espera
Pouco depois, porém, o governo Lula descobriu uma grave roubalheira no INSS, iniciada na gestão de Jair Bolsonaro, com descontos irregulares de aposentados e pensionista. A crise paralisou o órgão, que passou por várias mudanças na sua direção. A partir da posse de Ana Cristina Viana Silveira na presidência do INSS, em abril deste ano, as ações para zerar a fila voltaram a ganhar impulso.
Reportagem de meados de agosto do site g1, do mesmo Grupo Globo, já havia reconhecido esse avanço. “A chamada fila de espera por benefícios do INSS vem recuando sistematicamente neste ano após determinação do presidente Lula da Silva (PT) de zerá-la ainda em 2026... Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho – o menor patamar em 21 meses. No ano, a redução foi de 74%”. Parece que esqueceram de avisar o César Tralli sobre esse avanço.
Um dia depois, na sexta-feira (28), em evento de campanha em Salvador (BA), Lula voltou a festejar esta conquista. “Eu vou anunciar o zeramento da fila do INSS. Vocês se lembram que quando eu peguei tinha 3 milhões, na semana que vem eu vou anunciar que nós chegamos ao mínimo: 251 mil pessoas na fila”. Com esse anúncio, o terceiro governo Lula cumpre mais uma importante promessa de sua campanha. Nas eleições de 2022, o petista garantiu que reduziria esse sofrimento.
Números da queda na fila de espera
Pouco depois, porém, o governo Lula descobriu uma grave roubalheira no INSS, iniciada na gestão de Jair Bolsonaro, com descontos irregulares de aposentados e pensionista. A crise paralisou o órgão, que passou por várias mudanças na sua direção. A partir da posse de Ana Cristina Viana Silveira na presidência do INSS, em abril deste ano, as ações para zerar a fila voltaram a ganhar impulso.
Reportagem de meados de agosto do site g1, do mesmo Grupo Globo, já havia reconhecido esse avanço. “A chamada fila de espera por benefícios do INSS vem recuando sistematicamente neste ano após determinação do presidente Lula da Silva (PT) de zerá-la ainda em 2026... Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho – o menor patamar em 21 meses. No ano, a redução foi de 74%”. Parece que esqueceram de avisar o César Tralli sobre esse avanço.

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