Por Bepe Damasco, em seu blog:
Um dos objetivos da extrema direita nestas eleições é eleger um número de senadores e senadoras suficiente para aprovar processos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e promover mudanças constitucionais que enfraqueçam o regime democrático, abrindo caminho para suas teses obscurantistas.
Mas, as últimas pesquisas indicam que esses planos autoritários caminham para o revés em 4 de outubro.
Podem até fazer a maior bancada e, em aliança com todo o bloco oposicionista, chegar a formar maioria entre os 81 senadores. Com isso, ocupariam as comissões mais importantes e disputariam a presidência da Casa.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
A crise terminal do jornalismo
Por Luís Nassif, no Jornal GGN:
A crise do jornalismo vai além do modelo de negócio das empresas, arruinado pelo avanço das redes sociais. A própria missão do jornalismo está ameaçada, em parte pela Inteligência Artificial, destruidora de empregos, em parte pela concorrência dos influenciadores e dos caça-likes.
Historicamente, o jornalismo sempre foi mais um vendedor de ideias e conceitos do que um desbravador de fatos. O modelo de negócios, desde o aparecimento da imprensa corporativa, era criar uma imagem forte, que pudesse conferir credibilidade ao veículo, para fazer valer seu maior ativo: a construção ou destruição de reputações.
Primeiro grande ideólogo da imprensa corporativa, Ortega y Gasset dizia que a primeira missão de um jornal era assegurar sua perenidade.
A crise do jornalismo vai além do modelo de negócio das empresas, arruinado pelo avanço das redes sociais. A própria missão do jornalismo está ameaçada, em parte pela Inteligência Artificial, destruidora de empregos, em parte pela concorrência dos influenciadores e dos caça-likes.
Historicamente, o jornalismo sempre foi mais um vendedor de ideias e conceitos do que um desbravador de fatos. O modelo de negócios, desde o aparecimento da imprensa corporativa, era criar uma imagem forte, que pudesse conferir credibilidade ao veículo, para fazer valer seu maior ativo: a construção ou destruição de reputações.
Primeiro grande ideólogo da imprensa corporativa, Ortega y Gasset dizia que a primeira missão de um jornal era assegurar sua perenidade.
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