sexta-feira, 18 de setembro de 2026

TH Joias vira réu por ligação com o CV

Por Altamiro Borges

Outro baque na campanha de Flávio Bolsonaro, vulgo Flávio Rachadinha (PL), no Rio de Janeiro – o território dos milicianos bolsonaristas. Na semana passada, o ex-deputado estadual Thiago Raimundo de Oliveira Santos, mais conhecido como TH Joias, virou réu na Justiça Federal por envolvimento com o Comando Vermelho (CV), maior facção criminosa do estado.

Como relembra reportagem da Agência Brasil, “TH Joias foi preso em setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção. À época, ele ocupava mandato como suplente na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Após a prisão, o titular voltou à Alerj, e TH Joias deixou de ter mandato”.

Os resultados da cúpula dos Brics na Índia

Por Paulo Nogueira Batista Jr.

Os líderes dos Brics reuniram-se há pouco em Nova Delhi para sua cúpula anual. Não por acaso, o evento atraiu atenção mundial. Os Brics constituem um dos principais mecanismos internacionais atualmente existentes, já superando em importância e efetividade dois grupos do mesmo tipo, mais antigos – o G7 e o G20.

O peso dos Brics decorre da dimensão dos seus integrantes. Dele fazem parte, os dois países mais populosos do planeta (Índia e China); três dos cinco maiores países em extensão territorial (Rússia, China e Brasil); e cinco das maiores economias do mundo (China, Índia, Rússia, Indonésia e Brasil). Outra característica marcante – o grupo inclui os três países que estão em confrontação com o Ocidente coletivo – a China, a Rússia e o Irã. A movimentação dos Brics é acompanhada com preocupação em Washington e nas capitais europeias. Donald Trump já ameaçou os Brics diversas vezes, tentando assustar os integrantes mais medrosos ou mais vulneráveis do grupo.

Pé no chão e bola na rede

Por João Guilherme Vargas Netto

Por mais que a torcida afogueada grite, o jogador deve por a bola no chão e chutar a gol.

Isto se refere especificamente aos dirigentes sindicais que, embora absorvidos e preocupados como todos nós pelos embates no STF, devem sobretudo se preocupar, com urgência e pressa, com as eleições e trabalharem pela vitória dos candidatos favoráveis aos trabalhadores e às trabalhadoras e ao movimento sindical.

Agora já se pode, com toda certeza, escrever a “cola” completa para o dia das eleições: candidato a deputado federal (quatro algarismos), candidato a deputado estadual ou distrital (cinco algarismos), primeira candidatura ao Senado (três algarismos), segunda candidatura ao Senado (três algarismos), governador de Estado (dois algarismos) e presidente da República (dois algarismos).

A crise no STF e a disputa eleitoral

André Mendonça, o 'pixuleco eleitoral'

Crimes digitais, democracia e segurança