terça-feira, 11 de agosto de 2026
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Familícia Bolsonaro tem 5 candidatos em 2026
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| Charge: Genildo |
Jair Bolsonaro leva a sério o lema “família acima de tudo” - que engana tantos seguidores fanáticos e tapados. Sua familícia terá cinco candidatos nas eleições deste ano. O próprio chefão da Orcrim (organização criminosa) só não disputará o pleito porque pegou 27 anos e três meses de prisão por orquestrar um golpe de Estado. Já seu filhote 03, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, também não concorrerá porque foi condenado a quatro anos e dois meses de cadeia por conspirar contra o Brasil nos EUA.
domingo, 9 de agosto de 2026
As ameaças de Trump e os portões de Múcio
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| Charge: Aroeira/247 |
Referindo-se a uma possível agressão estadunidense em nosso território, Múcio disse: o mais sensato seria “abrir os portões”, posto não termos capacidade de nos defender.
O fato se deu em evento na Confederação Nacional da Indústria, diante de pessoas ávidas por investimentos públicos de longo prazo em equipamentos e tecnologias de guerra.
Múcio usou o prosaísmo reacionário que marcou sua carreira política.
Revoltados, alguns pedem sua cabeça. Indignação ingênua. Proposição temerária. Descabida.
O Ministro foi jocoso, não aleivoso. Não temos, de fato, capacidade de reação militar ao imperialismo.
Defesa nacional: um imperativo existencial
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| Charge: Manino/Aporrea |
Começo com uma citação. Nietzsche disse: A natureza não pune os maus, ela pune os fracos. E podemos acrescentar: A história também não pune os maus, pune os fracos. Não pune Netanyahu, pune Maduro. Não pune Israel, pune a Venezuela.
Antes de prosseguir, abro um rápido parêntese: parece que Nietzsche não disse isso, infelizmente. Mas poderia e deveria ter dito, a meu ver, pois a frase parece ilustrar bem, e com força, um aspecto central do seu pensamento. É impressionante, diga-se de passagem, como é grande o número de frases apócrifas interessantes. Poderia dar vários exemplos, mas isso tornaria a digressão longa demais.
Martírio cubano no centenário de Fidel Castro
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| Do site Radio Reloj |
Ainda saboreávamos o Ano-Novo - era o réveillon de 1958-1959 - quando nos chegou, em Fortaleza, a notícia de que caíra, em Cuba, a ditadura de Fulgêncio Batista, de quem pouca ou nenhuma notícia tínhamos. O fato era este, tão só, mas sugeria algo de inusitado: não se tratava de mais uma quartelada dentre tantas que faziam e fazem a história do poder da classe dominante latino-americana, interferindo na governança para que tudo permanecesse como dantes no castelo de Abrantes: uma periódica recomposição oligárquica.
Desta feita, surpreendentemente, nos era dado conhecer uma insurgência de base popular que, descendo de Sierra Maestra, encontrava a consagração em Havana. Entre os líderes não se contavam nem sargentos, nem coronéis, nem generais. Este era seu caráter inusitado, principalmente no Caribe e na América Central dos anos 1950-60, uma virtual fazenda da United Fruit Company.
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